A PJ a brincar às buscas

A PJ fez mais umas buscas hoje. Ao Montepio e a outros Bancos.
Já ninguém leva a sério estas buscas mediáticas. Nem os próprios agentes, que invariavelmente vêem o seu trabalho e o seu esforço guardado numa qualquer gaveta por interesses superiores que eles já não controlam.
Quantas destas buscas resultaram em algo verdadeiramente palpável nos últimos anos? Nenhuma.
No país mais corrupto da Europa, a luta contra a fraude e a corrupção não interessa a quase ninguém. Só a quem é sério. Mas quem é sério não governa e não tem qualquer poder.
Daí que estes jogos florais de buscas e afins sejam pura perda de tempo. Não vai acontecer nada a ninguém.
Toda a gente sabe que o único criminoso em Portugal é o Rui Pinto. E esse já não escapa.

Mesmo assim, o homem vai a votos e ganha.

É limpinho. 

Afinal,

o regime que está podre somos nós. Não, o povo português não está mesmo nada de parabéns. Fazer cara alegre a turistas vale menos do que cuidar da democracia. E livrem-se de darem maioria absoluta ao PS.

PSD, Santa Casa e Montepio: uma história de hipocrisia carregada de simbolismo

Fotografia via Rui Rio

Pela voz do titubeante Fernando Negrão, que há uns meses era o bombo da corte do seu próprio partido, o Expresso refere que o PSD se terá manifestado “contra a entrada “simbólica”. da Santa Casa no Montepio. Quando li este título, fiquei a pensar com os meus botões: querem ver que já anda tudo à bulha no PSD, outra vez? Querem ver que isto foi boca para António Tavares, um dos porta-vozes do governo sombra de Rui Rio, que acumula funções com a de provador da Santa Casa da Misericórdia do Porto, instituição que prepara uma entrada “simbólica” no Montepio, a cuja assembleia-geral António Tavares irá presidir? [Read more…]

A reeucaliptização da banca

reucaliptização

Existem enormes paralelismos entre um eucaliptal e a banca. Desde logo, ambos secam tudo à sua volta, a água no primeiro caso, o dinheiro dos portugueses no segundo. Registam o pico de ocorrências no calor da época veraneante de Agosto, como se constata com o incêndio do BES, a 3 de Agosto de 2014, e com as labaredas à vista na CGD, a 25 de Agosto de 2016. E é quando tudo arde, na floresta e na banca, que se ouve o chamamento pelo salvamento público e se descobrem miríades de peritos com diagnósticos e soluções que, quando apenas sobram cinzas, logo caem em esquecimento. É ainda neste período de desgraça que se constata que aqueles com a responsabilidade para prevenirem a catástrofe não o fizeram, apesar dos sucessivos sinais de perigo. 
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O fim da Banca portuguesa

No concurso mundial da corrupção e do degredo, Portugal ocupa, na opinião de uma grande quantidade de portugueses, o lugar cimeiro do pódio. A quem ouvir povo e comentadores honoris causa não sobrará dúvida que Deus, cujo Nome é santo, escolheu este canto da bela Europa, para não usar o étimo que igualmente designa o lugar fisiológico de extracção do que já não presta, para plantar uma nação de ladrões.

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Montepio quer vender créditos vencidos e imóveis

É noticiado aqui. Será que vão a tempo de mudar a pele?