Papa refere-se aos casamentos entre pessoas do mesmo sexo como “ameaças à família” e uma deterioração do “plano de Deus para a criação”.
Papa Francisco discorda dos Monty Python
Papa ataca primeiro-ministro português
Ainda bem que a Igreja Católica já ordena mulheres para o sacerdócio
Papa Francisco critica sociedade machista, que não dá espaço às mulheres.
Não é verdade
aquilo que Fernanda Câncio escreve: “As pessoas provocam e há reações“. Em português europeu, quando as pessoas provocam, há reacções. Efectivamente: reacções.
Falta de sentido de amor

Carlos Ruas, http://www.umsabadoqualquer.com/
Aceito que haja pessoas sem sentido de humor. Nem todos tiveram a sorte de receber o treino adequado: é necessário interiorizar verdadeiramente a tolerância e, sobretudo, compreender, por estranho que possa parecer, que o humor não é para se levar a sério. Assim, um humorista pode ser processado ou, pior do que isso, ignorado. A partir daí, reacções como o insulto ou o homicídio que tenham por alvo os autores de piadas são casos de polícia e não se fala mais nisso. [Read more…]
Todo o merchandising será perdoado

Nas Filipinas, assinala-se a visita do pontífice que se tem manifestado contra o capitalismo com a venda do “boneco Papa Francisco”.
13 de Março de 2014, céu geralmente limpo
José Xavier Ezequiel
Que dia emocionante. Em Lisboa, baixa-se a bandeira a meia-haste pela morte do ex-cardeal. Francisco comemora um ano do papado mais ‘refreshing’ dos últimos séculos. O emplastro de Belém veta outra lei que implica directamente com as ‘suas despesas’. Há novas e excitantes imagens de bombardeamentos aéreos na Síria, de banhos turcos em Istambul e de ‘manifestações fascistas’ na Venezuela. Prosseguem, a bom ritmo, a batalha naval na Crimeia e o mistério do avião desaparecido em plena Ásia. A greve da CP, segundo fonte sindical, tem 85% de adesão. E Portugal acorda da ressaca do lançamento desse monumental saco de gatos que se chamou Manifesto dos 70.
Chega a dar-me ganas de me socorrer da Bíblia. Mas não me vem nenhuma citação jeitosa à memória. Fica para a próxima.
D. Manuel (In)Clemente e o Papa Francisco
Tenho-o dito e escrito amiudadas vezes: sou agnóstico. Esta opção, a meu ver, não impede a observação e juízo das realidades e comportamentos dos homens da ICAR; e ainda menos nega o direito à expressão da opinião a respeito daquilo que altos responsáveis da igreja, do Papa Francisco ao reaccionário cardeal patriarca, afirmem publicamente. Sobretudo, quando as matérias entendidas como capítulos de teorias eclesiásticas e à vida concreta de milhões que, por esse mundo fora, são dizimados por poderosos – homens dos sectores políticos, económicos, sociais, das nomenclaturas clericais e outras.
Do ‘Diário Económico’, e não é por mero acaso que jornais que tratam e dissecam negócios se intrometem na questão, retirei a seguinte pergunta e resposta de D. Manuel Clemente:
Papa Francisco e a economia mortífera
Sou agnóstico, opção, a meu ver, não impeditiva de manifestar apoio e concordância a posições políticas de religiosos – o Papa Francisco, no caso.
Nada me estorva, pois, na adesão às ideias de contestação do doloroso e injusto mundo em que vivemos, independentemente do credo ou doutrinas de quem as defende. Distancio-me de opiniões em outras matérias ditas ‘fracturantes’ – aborto, por exemplo – embora reconheça haver progressos em relação a antecessores.
Subscrevo, na íntegra, as críticas do Papa, expressas aqui, ao modelo económico universalmente dominante; críticas essas sintetizadas no 1.º parágrafo de notícia no ‘Público’:
Ó dúvida cruel
A “Presidenta” do Brasil irá tratar o Francisco por “Papo”?
Roubado ao João Roque Dias
Do ‘Último Tango em Paris’ ao ‘Último Concerto no Vaticano’
A música, como outras artes, tem momentos efémeros e decora argumentos de contos, filmes ou mesmo de eventos socialmente relevantes. Representa um cenário sonoro de diversificadas narrativas, diria José Sócrates.
Todavia, à efemeridade do espectáculo junta-se, às vezes, a condição de última execução de determinada exibição musical. Sirvo-me de dois exemplos: o ‘Ultimo Tango em Paris’ e o ‘Último Concerto no Vaticano’.
A película de Bertolucci é um drama erótico franco-italiano, em que Marlon Brando e Maria Schneider foram estrelas. A censura salazarista proibiu a exibição em cinemas portugueses. Assisti, no pós-25 de Abril, ao filme no S. Jorge na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Trabalhava, então, na referida artéria, diante daquela sala. O corrupio, na altura, era enorme. De depravados, acusavam os mais conservadores.
No caso deste concerto, o argumento nuclear é constituído pela ausência do convidado de honra do evento, Papa Francisco, como a fotografia o demonstra:
Cadeira vazia do Papa Francisco
O alto clero do Vaticano, outros prelados eminentes e uma vasta plateia de distintos crentes aristocráticos foram esclarecidos da ausência do Papa Francisco por um arcebispo, com a justificação:
um compromisso urgente que não podia ser adiado
O Papa Exorcista
Está descoberta a suprema missão que levou o novo Papa ao Vaticano: o exorcismo. As bruxas que voam em vassouras serão o alvo seguinte.










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