Homenagem a João Miguel Tavares contra as manigâncias de Sócrates (onde se compara com João Vale e Azevedo)

Mais uma vez, José Sócrates perde um processo em Tribunal. Desta vez, contra João Miguel Tavares que, no fim de contas, só disse o que muitos já disseram: «A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.»

As dificuldades de José Sócrates em conviver com a democracia impediram-no, mais uma vez, de ver que só um cego não vê que o primeiro-ministro é claramente suspeito de um conjunto de manigâncias, mesmo que as mesmas não tenham sido (ainda) provadas em tribunal. Não é culpado, pelo menos até ver, mas que é suspeito, é.

Faz-me lembrar João Vale e Azevedo: enquanto foi Presidente do Benfica, a Justiça nunca lhe tocou e era tudo difamações do FC do Porto e da Olivedesportos. Quando deixou de o ser, cairam-lhe todos em cima.

 

Comments


  1. E o fax de ontem sobre o Freeport mostra bem que é o poder que lhe permite controlar o andamento dos processos.

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