Ontem disseram-me uns jovens da minha idade que esta criança – Justin Bieber – é o ídolo dos adolescentes. Alguém me explica porquê?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ontem disseram-me uns jovens da minha idade que esta criança – Justin Bieber – é o ídolo dos adolescentes. Alguém me explica porquê?
-Qual será a opinião de Paulo Portas, sobre este colossal incentivo à natalidade, tema que constitui desde sempre uma das bandeiras do CDS/PP?
Falta exatamente uma semana para este poste que aqui escrevi fazer um ano. Confesso que não fui sempre coerente com ele e, dada a incomodidade (não o escândalo, aversão, posição de princípio, etc.) de escrever algumas palavras segundo a nova grafia – incomodidade provocada por mero conservadorismo preguiçoso – fui, pouco a pouco, regressando à ortografia até agora vigente já que, purismo por purismo, recuar a outras formas anteriores do português se tornava ainda mais incómodo.
Não entro aqui em considerações de fonética vs. etimologia, mas dava-me um ataque nervoso escrever como nos séc XIII e XIV (passe o facto de alguns carateres e acentos terem sido atualizados):
Era esta dona muy fermosa e muy bem feita em todo o seu corpo, saluando que auia h~uu pee forcado, como pee de cabra. E viueram gram tempo e ouueram dous filhos.
Acho que também me faria muita comichão e desenvolveria algum eczema grave se tivesse de escrever como há apenas cento e cinquenta anos se fazia no Diário de Notícias:
…novidades politicas, scientificas, litterarias, commerciaes, industriaes (…) às allusões deshonestas (…) e ainda a nossa visinha Hespanha, publicações que teem atrahido consideravel numero de sympatias e subscriptores.
Tão pouco me apetece agora ir ao theatro ouvir phrases de um aucthor (o que aqui vai de consoantes seguidas) cujo estylo, rhetorica e assignatura me causam damno. Mas, damno por damno, antes no theatro do que na pharmácia.
E prompto, de facto, por caírem umas consoantes e uns acentos não cai a língua e quem a fala.
Consta que esta será a primeira manifestação onde a polícia terá como missão extra verificar se o pessoal é portador de isqueiros ou fósforos (em breve ambos serão alvo de imposto, recuperando uma saudável tradição portuguesa, agora por motivos menos proteccionistas da indústria nacional).

(texto em quatro andamentos, escrito velozmente ao som de Tchaikowsky)
Para o meu primo consanguíneo Pablo Morales Redondo, falecido anteontem
Pequena introdução
Éramos 21 primos consanguíneos, filhos de cinco imãs e de um único irmão. As nossas férias ou eram na nossa quinta de Laguna Verde, sempre juntos, ou nas várias fazendas da família. Sempre juntos, agrupados apenas por grupos de idades. Pablo era o rei dos primos, o mais velho, o mais elegante, o mais sábio. Sabia partilhar a sua sã alegria com os seus pais e as suas irmãs. Ironias do destino: nasceu num primeiro de [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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