Perguntar não ofende

A disrupção cognitiva do CEO da América:

Sexta às 9

Falou hoje sobre crianças retiradas às suas famílias, pelas quais, depois, o Estado paga 800 euros, por mês, a “Instituições” que as mantêm cativas.
O Senhor Presidente da República deve pronunciar-se sobre isto. E enquanto isto não estiver devidamente esclarecido, ninguém deve falar mais sobre o Sr. Trump.

Liliana Melo e a barbárie legítima

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado Português por violação dos Direitos Humanos no caso da Senhora Liliana Melo, a quem o tribunal de Sintra retirou sete filhos. Como se fossem móveis.

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Números da Roda

Estima-se que, de acordo com informações publicadas pela comunicação social, o montante atribuído pelo Estado a instituições que acolhem crianças retiradas às suas famílias biológicas, ascenda a 6 milhões de euros por mês.

E é assim que deve ser, disse o Senhor

Viviane e Samira tinham um pai e uma mãe.

Um cartaz lamentável

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Ficámos a saber que, além de estar «prevista uma sessão pública para discutir o tema», «pretendem convidar pessoas de organizações e de associações, entre outros participantes, que, de alguma forma, estejam ligados à causa». O objectivo, dizem, é  «continuar esta batalha na sociedade: mudar mentalidades, destruir preconceitos, chamar a atenção para estas questões». No entanto, apesar de um dirigente do Bloco de Esquerda ter dito que «ficarmos com três grafias (…) é absolutamente insustentável, não faz sentido nenhum, é de uma ilogicidade total”, insistem na ‘adoção’, ou seja, nas ‘aduções’. Lamentável.

Efectivamente.

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Cavaco a cavacar até ao fim

Passo à frente do veto da adopção de crianças por casais do mesmo sexo. O principal culpado aqui é José Sócrates, que começou por vetar a aprovação de um projecto de lei do Bloco de Esquerda para, na Legislatura seguinte, aparecer como o grande defensor das minorias. Aprovando um casamento manco que discriminava as pessoas do mesmo sexo em relação às outras. O ainda presidente da República limitou-se a aplicar à nação a sua visão anquilosada e míope da sociedade, própria de um enquadramento ideológico que ganhou raízes (e nunca de lá saiu) desde os tempos em que andou a fazer fervorosas declarações de amor à PIDE.
Sobre o aborto, nem sei o que diga. Todos os actos médicos no SNS estão sujeitos a uma taxa moderadora, é verdade, inexplicável como o aborto tem de ser privilegiado em relação aos outros actos médicos, mas não passa de uma questão menor sem qualquer relevância. Sobre o mais importante, Cavaco acha que uma mulher que quer abortar devia ir primeiro a uma consulta psiquiátrica. Pois. Voltando ao princípio, nem sei o que diga. Há pessoas que com a máxima urgência deviam recorrer a uma consulta psiquiátrica, mas não seriam essas mulheres certamente.
Cavaco faz questão de terminar o seu mandato da mesma forma que sempre o conduziu. Um ser tão pequenino, tão pequenino…
Sorte tem Marcelo – pior do que o seu antecessor é impossível. Humanamente impossível.

“Caprichos onanísticos”

O líder de um partido político que se refere à adopção e co-adopção por casais homossexuais como “disponibilizar crianças para satisfazer os caprichos onanísticos e preconceitos heterofóbicos dos gays e das lésbicas” deve saber que está a descer ao nível mais baixo da política, aquele em que não se hesita em aviltar um conjunto de cidadãos para marcar uma posição face a um adversário político. É isto que faz Marinho e Pinto neste artigo. Degrada e calunia tanto as famílias compostas por casais homossexuais que já existem como aquelas que poderiam vir a formar-se, reduzindo a vontade de dar um lar a uma criança a “caprichos onanísticos” e manifestação de “heterofobia”, e fá-lo porque encontrou nisso uma arma de arremesso político que ele provavelmente entende que pode valer-lhe uns votos.

Marinho e Pinto poderia esgrimir argumentos contra a adopção homossexual, ou não tivesse ele o direito a opor-se a essa possibilidade, mas não o faz, opta pela generalização ofensiva e aviltante. Poderá ser porque não sabe fazer melhor do que isso ou apenas porque é esse o caminho mais fácil. Seja como for, e para usar as palavras dele, “é bom que o país saiba o que pode esperar”, caso tenha andado distraído até aqui.

(Via Malomil)

Adopção e co-adopção por casais homossexuais

Queria só dizer-vos, deputados que hoje chumbaram estas propostas, que o futuro vos recordará como gente que teve oportunidade de corrigir uma desumanidade e escolheu perpetuá-la. É uma carga pesada para a maioria das costas, mas vocês merecem-na bem.

Metam-se na vossa vida

copyright_joana_villaverde_2009

Ninguém tem nada a ver com isso, mas a Joana (mãe da Carolina e da Constança) e a Patrícia casaram-se uma com a outra. O casamento foi no Alentejo, e no bolo podia ler-se liberté, égalité, fraternité. Anabela Mota Ribeiro foi falar com a família toda, e pelos vistos está tudo óptimo. «É igual. Mãe, pai. Mãe, mãe. Pai, pai. O principal para as crianças é sempre o amor.»

Vamos todos entregar crianças a casais homossexuais

Tenho 2 filhas bebés, lindas. Espero que não venham a ficar órfãs enquanto são pequeninas. Se por algum azar ficassem, família e amigos seriam os primeiros a chegar-se à frente.
Mas de uma coisa tenho a certeza. Se não houvesse ninguém disponível e a solução fosse a adopção por estranhos (a institucionalização nunca), preferia mil vezes que fossem entregues a um casal homossexual (masculino ou feminino) do que à Maria Teresa Alves e ao seu marido.
No fundo, compreendo os medos da senhora, inculcada que tem sido dos fantasmas da homossexualidade pelo beatério de que certamente faz parte. Da mesma forma que compreendo a posição de Luis Villas-Boas, do Refúgio Aboim Ascenção. A ele, interessa-lhe ter um exército de institucionalizados. No fundo, é o seu ganha-pão.
No meio disto tudo, uma palavra para a maturidade democrática revelada pelo Parlamento e pela sociedade portuguesa em geral, que não dá um pataco por toda esta polémica. As suas maiores preocupações são outras e o facto de casais de homossexuais poderem vir a co-adoptar não é certamente uma delas.

Maturidade política, finalmente.

Num dos jantares com bloggers enquanto candidato, Pedro Passos Coelho falou sobre a questão da adopção por casais do mesmo sexo. Já não tenho a certeza se a pergunta foi feita pela Ana Matos Pires se por outro blogger. Tenho ideia que terá sido a AMP. Na altura, PPC, para surpresa geral, em vez de fugir à pergunta como é natural nos políticos nestas alturas e neste tipo de questões, deu a sua opinião (julgo que a mesma apareceu, na altura, na revista Sábado) que foi algo do género: “entendo que neste tipo de questões deve existir liberdade de voto dentro dos partidos” e mostrou não ser contra se cumpridos todo um conjunto de medidas de defesa dos interesses da criança. Não me esqueço da polémica que deu uma das suas frases: “a questão não é se o casal é do mesmo ou de diferente sexo, a questão deve ser sempre o superior interesse da criança, por isso, em tese, não me oponho”. Quando os deputados forem votar esta matéria, independentemente da decisão que tomarem, espero que a blogosfera de esquerda e defensora da proposta do PS, se recorde destas palavras de PPC.

 

Hoje, na AR, os deputados vão votar duas propostas nesta matéria. Uma do PS e outra do BE. Aos deputados do PSD foi dada liberdade de voto. A forma como esta matéria está a ser discutida com tranquilidade, sem dramas e sem se entrar numa discussão estilo “Porto-Benfica”, é um enorme sinal de maturidade. E um exemplo tendo em conta o passado recente em matérias ditas “fracturantes”. Ainda bem!

 

Hoje, como ontem, faço minhas as suas palavras: salvaguardado o superior interesse da criança e tendo presente que é sempre melhor adoptar uma criança e lhe dar a oportunidade de ter uma família do que o contrário, não me oponho.

Marinho Pinto será naturalmente parvo?

“Um homem a fazer de mãe ou uma mulher a fazer de pai” não são “uma família natural”.

Famílias em crise

Em 2011, foram retiradas às famílias quase 3000 menores, ou seja, crianças e adolescentes separados das suas famílias e entregues a instituições.

Famílias em crise, onde, ao contrário do que se possa esperar e onde não é suposto, as crianças não encontram o carinho, a compreensão, o apoio e a paz, mas antes a violência, a negligência e os maus tratos.

É muito preocupante.

Há casais que não podem ter filhos e procuram naquelas instituições «filhos» a adoptar, os filhos de outros que não souberam nem puderam ser pais no verdadeiro sentido da palavra.

Leviandade&unanimismo.

Raramente misturo religião com política. É perigosa mistura. Sou católico, mas dificilmente me verão a comentar questões como o aborto ou o casamento entre indivíduos do mesmo sexo. Primeiro, não considero que sejam assuntos pertinentes quando há fome, há descrença ou falta de esperança. Depois, constituem, em parte, assuntos do foro da medicina e da jurisprudência. Podem e devem ser discutidos por todos, mas  a leviandade com que algumas pessoas se coloca de um ou lado da barreira é que me assusta. “Sou a favor porque…” Ou fundamenta realmente muito bem a sua escolha (e quando digo fundamentar não é correr a alegar “direitos”), ou trata-se de mais um caso de um completo desconhecimento da realidade.
As coisas não são a preto e branco. O ser humano é complexo. [Read more…]

Partido Comunista, conservador e reaccionário

Ao votar contra as propostas do Bloco de Esquerda e de «Os Verdes», seu parceiro de coligação, o Partido Comunista mostrou ser, ao nível dos costumes, um Partido conservador e reaccionário que em nada se distingue do CDS ou do PSD.
Pior: existindo liberdade de voto em todas as Bancadas, 9 deputados do PSD votaram a favor dos projectos e até um deputado do CDS, Adolfo Mesquita Nunes, o fez. O Partido Comunista foi o único que conseguiu o pleno – todos os Deputados votaram contra. Ou porque realmente concordam com o que votaram ou porque, no fundo, não houve liberdade de voto.
Não sei o que será pior. Mas sei que, no que toca a estas matérias, deixo de poder considerar o PCP um Partido de Esquerda, ao contrário dos deputados da Direita que votaram a favor. Acreditem que tenho pena.

Acha que o país está preparado para a mudança?

Mais uma polémica barata, em plena crise económico-financeira cara.

O Governo resolveu criar uma nova  figura no instituto jurídico das Adopções: o Apadrinhamento Civil. Até aqui muito bem, não fora o facto de  se ter escrito que a “candidatura de casais homossexuais de crianças institucionalizadas não é factor de exclusão, mas de ponderação”. Todas as adoções ou apadrinhamentos devem merecer ponderação, mas não em função da Orientação Sexual, senão a Lei corre o risco de ser inconstitucional.
Foi o fim do mundo para os zelosos seguidores das diversas ortodoxias. A Isilda Pegado, conhecida protagonista da Plataforma contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, pegou logo na cruz e na espada e recomeçou a sua cruzada eucarística para salvar o mundo da mudança e pôr “Portugal nos eixos” de há 50 anos.
Luís Villas Boas, major de tropa, director de um conhecido asilo de crianças, correu  aflito, aos gritos, desde o  Algarve, porque assim começam-se  a mudar paulatinamente as coisas e lá vai ele perder poder e clientela . É que deste modo os meninos, em vez de  irem para instituições onde não têm família, mas com subsídios vários, muitos estatais, vão parar a casas de padrinhos homossexuais que os podem amar e acarinhar , onde não custam nada ao Estado, o que é, para ele, nitidamente uma “perversão”.   [Read more…]

O casamento já está, venha a adopção!


Parabéns a todos.

Em revista 08.01.2010

E aí está José Sócrates a afirmar no Parlamento que a provação do casamento homossexual é “um passo contra a discriminação”. Esqueceu-se foi de dizer que é também um passo a favor de uma outra discriminação: podes casar mas não podes adoptar.
Entretanto o Tribunal da Relação de Lisboa, confirmou a inconstitucionalidade da ASAE, quanto às suas competências policiais. O que é um claro exercício de coragem: arrisca-se que a ASAE ainda lhe feche as portas à custa de umas tantas normas de uns tantos regulamentos.
Mas, voltando a José Sócrates, afirmou ontem que a culpa da crise financeira é dos bancos. Isto a propósito das contas sobre a dívida pública apresentadas pelo BPI. Sócrates não deve ter gostado que fossem privados a denunciar o real estado das contas públicas. É o que dá as zangas entre comadres…
E ainda há o azar destas coisas da natureza, a aumentar aos custos do Estado. Pelos vistos já custa ao erário público cerca de 80 milhões de Euros as chuvas de Dezembro. Se continua assim, precisamos de fazer um fado bem trágico “As águas de Dezembro”, para contrapor às “Águas de Março” de Tom Jobim.
Por fim, uma boa notícia: Manuel Machado teve alta. Sempre gostei do estilo deste treinador, que nunca se escusou a dizer o que pensa. Que regresse o mais cedo possível ao trabalho.

"Primeiro-ministro rejeita adopção de crianças por casais homossexuais"

Segundo nos relata a TVI24/IOL, afinal de contas o que o PS quer é acabar com uma discriminação e manter outra, ou seja os homossexuais podem casar, mas depois de casados não podem adoptar.

Este PS está cada vez mais vanguardista…

Um desejo para 2010

Num país em que a população está num crescente processo de envelhecimento, pondo em perigo a continuação da própria nação; onde a dívida pública é galopante; onde o desconcerto das instituições, sejam públicas ou privadas, face às demandas da cidadania se enraíza cada vez mais, desrespeitando-se princípios básicos de legalidade com a maior das facilidades; e onde a República capitula às adversidades e usa a comunicação social para mascarar essa realidade, a preocupação que ronda o casamento homossexual, principalmente em sede de adopção, parece-me, uma vez mais, mais um exercício autismo lusitano.

Confesso que, a mim, a adopção de crianças por casais homossexuais faz-me enorme confusão, tal como o próprio casamento homossexual, enquadrando a questão na óptica do secular instituto do casamento e da génese deste. Mas faz-me ainda mais confusão que o actual processo de adopção seja tão estúpido, anacrónico e obstrutivo a quem quer dar uma vida melhor a crianças que se vão amontoando em instituições, sem afectos ou referências. É desumano tanto para as crianças que perduram nas instituições, como para quem quer tomar conta delas e ampliar as suas famílias.

Pior ainda, é que nada se tem feito de verdadeiramente válido para apoiar as famílias. Para apoiar o aumento da natalidade.

Somos, antes, uma país que fez do baixo custo da mão-de-obra uma bandeira de competitividade, sem nunca perceber que haveria um custo social terrível a pagar. E a factura aqui está: não há dinheiro para ter filhos, não há dinheiro para ter casa, não há dinheiro para ter carro. Excepto se for emprestado. E aqui temos um povo mal pago e endividado, a quem é dito que para vencer os desafios do futuro é preciso ser mais produtivo, apostar na qualidade e ser inovador.

Este não é um artigo a favor ou contra o casamento homossexual.

É um artigo contra a incapacidade da República em resolver os seus problemas e desviar as atenções daquilo que é essencial à sobrevivência futura da nação.

É um artigo a favor de que os assuntos com verdadeiro interesse para o futuro do país, passem a estar na ordem da agenda política e do debate nacional.

Quando se falou do aborto, falou-se de concepção, de liberdade, mas muito pouco se falou de família excepto para justificar a manutenção de uma dada estatuição penal, como se fosse esta a base programática de construção e de apoio à família.

Quando se fala de casamento entre homossexuais, agita-se o tema da adopção, mas não se aborda nem rumos civilizacionais nem a vergonha que é o actual sistema de adopção que protelam a entrega de crianças, à sombra sabe-se lá de que interesses institucionais.

É urgente debater a família, estabelecer prioridades sociais e de rendimento, passando por políticas de educação, de saúde, laborais e fiscais. É urgente cuidar do essencial, e deixar o acessório. Ou o problema não será que país vamos deixar aos vindouros, mas antes a que vindouros vamos deixar isto?

Desejo que em 2010, haja vontade de falar do futuro do país além do TGV, das escutas, de homossexualidade ou de aeroportos.

Desejo, mas não espero.

Entretanto: Feliz 2010!

Os gays aceitam esta vergonha?

O PS diz que aprova o casamento gay mas deixa de fora a “…adopção atendendo ao superior interesse das crianças…”

Eu nunca disse isto, tenho dúvidas, não percebo o interesse na palavra “casamento” mas enfim, se as pessoas são mais felizes…

Quanto à adopção, e depois de umas belas conversas com as meninas da Jugular, estou profundamente crente que o mais importante é o caracter das pessoas, não a sua orientação sexual.

Vir do seu próprio campo o mais vergonhoso, rasteiro e afrontoso argumento é que me deixa em paz, tantas foram as vezes que me chamaram homofóbico.

Os senhores deputados da quota do Simplex, não se demitem? Não deixem assim, um pobre cidadão, que teve a honestidade de colocar dúvidas, mas que se modificou e muito, em relação a estes temas. Mudei de ideias por ser fraquinho nas minhas convicções? Do lado dos homossexuais porta vozes, só havia ambição?

Eu é que me sinto incomodado por alguem vir dizer que “…o superior interesse das crianças…” não fica salvaguardado com a adopção por homossexuais?

Eu, o homofóbico?

Adopção por casais «gay»: Uma discriminação inaceitável

O Governo acaba de aprovar uma proposta de lei que permitirá o casamento entre pessoas do mesmo sexo. No entanto, ao arrepio das normas constitucionais, considera que há casais de primeira e casais de segunda em Portugal: os casais de primeira são constituídos por duas pessoas de sexo diferente e podem adoptar crianças; os casais de segunda são constituídos por duas pessoas do mesmo sexo e não podem adoptar.
Concordo, obviamente, com a adopção por parte dos casais «gay». As crianças ficam tão bem entregues como se o fossem a um casal heterossexual. Mas não é isso que está em questão. Estou apenas a falar de Justiça e, em última instância, de Constitucionalidade. Dizendo a Constituição que não pode haver discriminações a este nível, esta legislação, a ser aprovada pelo Parlamento, vai colocar casais que são iguais em tudo perante a Lei mas que, afinal, não têm os mesmos direitos. Contrariando aquilo que, no fundo, os nossos Tribunais já fazem no dia-a-dia, ou seja, entregar a guarda de crianças a pais que vivem em uniões de facto com pessoas do mesmo sexo.
Trata-se, pois, de uma discriminação intolerável. E de uma inconstitucionalidade. E as inconstitucionalidades são para ser removidas, como, penso, acontecerá muito em breve.
E ver que os apoiantes da causa «gay» andam todos contentes por serem discriminados perante a Lei…

O elogio de José Sócrates

José Sócrates tem uma visão modernizadora para o país. A sua aposta nas energias renováveis e na sociedade da informação, via choque tecnológico, demonstram à evidência que o rumo escolhido pelo primeiro-ministro é o de alguém com uma ideia clara do que quer para o país que ama.
Com as energias renováveis, ficaremos menos dependentes das energias fósseis e de um futuro assustador para a Humanidade.
Com portugueses escolarizados do ponto de vista informático, temos as ferramentas indispensáveis para uma sociedade mais capaz e mais apta a enfrentar os desafios de um mundo em constante mutação.
E depois há as questões ditas fracturantes, que me fazem aplaudir José Sócrates pela coragem das medidas tomadas. A questão do divórcio veio corrigir uma flagrante injustiça que se verificava há muitos anos e que, como sempre, só prejudicava a parte mais fraca.
O aborto até às 10 semanas acabou com uma das situações mais vergonhosas do Portugal democrático – mesmo sendo contra o «aborto fútil» das classes média-alta e alta, entendo que nenhuma mulher pode ser criminalizada por exercer um direito.
E depois há o casamento «gay». Duas pessoas do mesmo sexo têm todo o direito de se amarem e de constituirem família. Com papel passado e com todos os direitos dos casais ditos normais. Normais por quê?
Numa sociedade mais aberta ao futuro e menos espartilhada pelos medos, complexos e preconceitos que nos foram inculcados pela Igreja Católica, estou em crer que o primeiro-ministro daria o passo seguinte: possibilidade da adopção de crianças por parte dos casais «gay», legalização da eutanásia, legalização das drogas leves, rescisão unilateral da Concordata com a Igreja Católica.
Aí sim, Portugal estaria ao nível dos países mais avançados do mundo e José Sócrates poderia finalmente dizer que os portugueses conseguiam acompanhar o seu ritmo progressista. [Read more…]

Coitada Da Alexandra

OS RUSSOS ACEITARÃO REENVIÁ-LA PARA PORTUGAL?

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Com a capa de tudo fazer para melhorar a vida da Alexandra, as assistentes sociais Portuguesas, e depois o juiz Português, cometeram o crime de mandar entregar a Alexandra a sua mãe.

Alexandra foi levada para a Rússia, onde ao fim de algum tempo, as autoridades entenderam que a mãe da miúda não serve para tal, e estão a ponderar enviá-la para um orfanato.

Não estão a pensar reenviá-la para Portugal. Na Rússia, dizem-me, só há possibilidades de adopção por casais russos.

O quanto esta menina não deverá estar a sofrer. Mas claro, tudo foi feito a pensar na criança. Cambada de burros que nós temos por cá! E o arrependimento público do juiz, não serviu para nada.

Será que as autoridades Russas vão ser sensíveis aos apelos dos pais adoptivos de Alexandra, e vão deixa-la voltar?

No meio de tudo isto, só mesmo Alexandra sofre a bom sofrer, e dificilmente lhe passarão os traumas que lhe estão a infligir hoje.

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Liberta-me: Movimento de libertação dos cães

 

 Liberta-me é um movimento aque apela à libertação dos cães que vivem acorrentados, num curto espaço, durante uma vida inteira. É seu o texto que se segue.

Em Portugal, são milhares e milhares os cães condenados a prisão perpétua, sem que tenham cometido nenhum crime. São mantidos acorrentados uma vida inteira: um castigo pior do que a morte para estes animais.

Por todo o país, são demasiados os cães que sofrem em silêncio. Sofrem em silêncio, porque muitas pessoas desconhecem o sofrimento dos animais acorrentados, outras pessoas não se importam e outras simplesmente não se querem “intrometer”.

Muitos animais não têm sequer um abrigo, outros dormem dentro de um bidão ou de uma casota que mal os protege da chuva e das temperaturas extremas. Sentam-se sobre a lama ou sobre o cimento gelado, muitas vezes não têm sequer água fresca à disposição e raramente têm atenção.

Quase nenhum destes cães conhece outra vida que não estar amarrado a uma corrente. Quase nenhum destes cães sabe o que é passear, o que é correr atrás de uma bola, nem muito menos o que é ser acarinhado.

Acorrentados pelo pescoço, estes animais não vivem, limitam-se a existir. Existem sem respeito, sem carinho, sem exercício, sem interacção social e, muitas vezes, sem os cuidados alimentares e higiénicos mais básicos. À medida que os dias se vão transformando em semanas, as semanas em meses e os meses em anos, a maioria destes cães deita-se, senta-se, dorme, come, bebe, urina e defeca dentro do mesmo raio de dois metros..

 

 

ANIMAIS PARA ADOPÇÃO VIVANIMAL (Rio Tinto) – Contacto: 220938380

Ninhada de gatos com cerca de 3 meses. A mais crescida, a Flor, está esterilizada, vacinada e desparasitada. A opacidade da cornea é uma consequência de infecção virica quando era bebé, porque não foi tratada atempadamente.

BICHANOS DO PORTO (Porto). Contacto: 917512323

Paris, 5 meses. Daniela,cadela arraçada de Labrador. Magali, 4 meses, vacinada e desparasitada.

 

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