
Eis a capa do DN de hoje. Não, não é fotomontagem. É mesmo um título da imprensa de referência cof-cof. Havia outros títulos possíveis? Claro que sim, mas não era a mesma coisa. Com efeito, é doença.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Eis a capa do DN de hoje. Não, não é fotomontagem. É mesmo um título da imprensa de referência cof-cof. Havia outros títulos possíveis? Claro que sim, mas não era a mesma coisa. Com efeito, é doença.
O deputado do PSD disse ainda que os sociais-democratas entendem que, agora, o Governo deve ser capaz de, “pelo menos”, assegurar que “o percurso de consolidação das contas públicas não é interrompido” [Público]
A dívida pública atingiu o máximo com o governo PSD/CDS. O défice nunca foi controlado e só não disparou devido a sucessivos aumentos colossais de impostos. Consolidação? O país só não está novamente na bancarrota porque os juros estão historicamente baixos.
O mentiroso de Massamá tem seguidores.
O Capitólio Norte-Americano foi alvo de um ataque por parte de um indivíduo armado, encontrando-se neste momento interdita a entrada pela polícia da cidade de Washington

As notícias que dão origem a esta montagem não são recentes. A primeira é de Março de 2014 e a segunda de Dezembro de 2015. Mas a sua combinação ilustra bem aquilo que tem sido a oposição destrambelhada da direita, em particular do PSD. Antes das eleições afirmavam intenção de devolver rendimentos, hoje consideram a devolução de rendimentos irresponsável. Tal como em campanha asseguravam a devolução da sobretaxa para agora criticarem a decisão do actual governo de reduzir os encargos com a mesma. Entre outras contradições, estamos a falar de um partido que optou por fazer uma birra e não apresentar qualquer proposta de alteração ao OE16, episódio que me veio hoje à cabeça quando li as declarações do vice-presidente do PSD, José Matos Correia, que em reacção à promulgação do OE16 por Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que “O papel do PSD é fazer oposição e propor outros caminhos“. Chega a ser anedótico. Os dias do fim costumam ser assim.
“Kremlin acusa “serviços secretos estrangeiros” de pretenderem perturbar as eleições na Rússia” [DN]
O Campeão do Mundo Peter Sagan voltou a vencer no difícil pavé da Flandres uma das suas provas fetiche: a clássica Gent-Wevelgem, uma das provas que serve de antecâmara às duras clássicas e provas por etapas de pavé e colinas da primavera (Liège-Bastogne-Liège, Amstel Gold Race, Paris-Roubaix, Fleche-Wallone; 4 dias de Panne). Sagan continua a confirmar que após um início de carreira a todo o gás no qual batia tudo e todos ao sprint, evoluiu para um all-rounder disposto a vencer todas as grandes clássicas do calendário World Tour.
Vamos ler um livro em conjunto e discutir formas democráticas de apear ditadores?
Talvez seja melhor não, podemos ser condenados por associação de malfeitores (nós, pugnando por um pouco de decência, não eles – a clique das malfeitorias organizadas e programadas) e por actos preparatórios de rebelião.
Quem quiser compactuar com isto, pode, porque as acções ficam com quem as pratica, mas quem estiver do lado da justiça, da dignidade humana e do direito de participação, deve começar já a denunciar e reagir. [Read more…]

Luaty Beirão e foi condenado a 5 anos e meio de prisão. O autor do livro que motivou a reunião dos activistas, Domingos da Cruz, foi condenado a 8 anos e meio de prisão. As penas dos outros activistas presentes na reunião foram condenados a penas entre os 2 anos e 3 meses e os 4 anos e meio.
Se uma reunião para discutir política e para ler um livro que apela à formação, institucionalização de um regime democrático num país governado por um regime déspota, autocrata, corrupto e incapaz de satisfazer as necessidades mais básicas dos seus cidadãos, é associação criminosa, então podemos dizer que todos nós somos criminosos e vivemos há vários anos de forma criminosa.
O processo político movido contra o grupo de Luaty Beirão é mais uma das múltiplas vergonhas a ruborescer na face rosada de um regime caduco que demonstrou hoje estar, simplesmente, a um passo do fim.

«Panaderos, panaderos», o refrão ecoa pela Calle Peña Pobre em Havana. O vendedor de pão empurra um carrinho de mão carregado com o mais universal dos alimentos. Farinha, água, fermento e mãos pacientes. Em todo o lado, o pão nasce da mesma forma. Mas Israel, chamemos-lhe assim, não produz pão, apenas o comercializa pela zona velha da capital cubana. Todas as manhãs, o vendedor procura atrair a atenção de potenciais clientes (alguns habituais, outros de passagem): «pan con sabor a mantequilla», insiste.
Cuba atravessa em certa medida uma fase político-económica próxima do processo de panificação: encontra-se no estado fermentação. Não se espera uma mudança repentina, uma Primavera Caribenha, por exemplo, porém, o crescente degelo de relações diplomáticas, políticas e comerciais com Washington, que culminou na visita de Barack Obama a Havana, poderão trazer mudanças assinaláveis. [Read more…]

Entre os dois passados sábados, estive em Toronto. Efectivamente. No Verão do maldito ano de 2024, de férias no Canadá, também fora a Toronto, mas soubera-me a pouco. Muito pouco. Assim, aproveitei a presença no New Sounds, oh yeah, para me estrear na Queen Books da Queen e também na Type Books e na She […]

Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
deve entender-se do ponto de vista metafórico e não literal.
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