Lettres de Paris #8
Les grandes villes n’existent pas*
Lettres de Paris #5
La sociologie est un sport de combat*,

A Single Postcard from Amsterdam
No bikes for tourists
Postcards from Wageningen #3 (2016)
Just another ordinary day at the ‘office’

Postcards from Wageningen #2 (2016)
A Holanda é, provavelmente, o país mais organizado do mundo
Postcards from Wageningen #1 (2016)
Do not walk outside this area
De ASurf a ATudo…
(foto tirada daqui)
Postal da Fortaleza de Peniche (muito atrasado)…
… ou das razões, seguramente confusas, por que não assino as petições

(Fortaleza de Peniche, 2015)
Postal da Festa do Avante (único)
Não há Festa como esta?
Quando era miúda e morava em Lisboa ia religiosamente à Festa do Avante. Era perto e dava para ir lá só umas horas, ver os concertos. Não me lembro de passar lá dias inteiros. E tinha boas memórias daquilo. Talvez porque não passei lá nunca dias inteiros. Há dois anos, talvez 25 anos depois da minha última ida ao Avante, voltei lá. Desde que estou em Aveiro confesso que nunca mais me ocorreu (ainda por cima a tão poucos dias de começar o 1º semestre e imediatamente depois das férias de verão) voltar lá.
No dia inteiro que passei na Festa do Avante há dois anos, choveu copiosamente. E lá fiquei eu, um dia inteiro, com os pés na lama, sem sítios para me abrigar, apenas um chapéuzito de chuva pequenino que, à cautela, levei comigo. Não foi uma boa experiência, confesso. Tenho um problema, talvez grave, gosto pouco de transpirar e menos ainda de me sujar. Talvez isso faça de mim uma ‘capitalista’, talvez apenas uma pessoa ‘da esquerda caviar’. Não interessa o que me chamem por causa deste meu problema grave. A verdade é que gosto pouco de me sujar, de sítios sujos, de transpirar e, exceção feita às manifestações, gosto pouco de grandes ajuntamentos. Também não sou comunista, quero dizer, comunista do PCP, e talvez isso ajude a que seja incapaz de compreender ‘o espírito’ daquilo. Principalmente, repito, a sujidade. Há dois anos, talvez por causa da chuva, não reparei tanto no lixo. Também não estava tanta gente como este ano. Como fui de boleia, não reparei igualmente no problema do estacionamento. Mas lembro-me bem da sujidade das casas de banho. Da água pelo chão, misturada com terra, das sanitas imundas, dos montes gigantes de papéis sujos. É preciso ser malabarista (e isso com um corpo funcionalmente diverso é bastante difícil, acreditem em mim) para se poder usar algumas daquelas casas de banho, naquelas condições. Se há dois anos foi fácil controlar a necessidade de ir à casa de banho… bebendo menos água, este ano isso foi impossível. Há dois anos ‘jurei para nunca mais’.
Postcards from the U.S. #9 (New York)
‘One, A, triangle, blue, Mom’, the young girl said or «We’ll have Manhattan…»*
Postcards from the U.S. #8 (New York)
«My eyes could clearly see, the Statue of Liberty sailing away to sea…»*
Postcards from the U.S. #7 (New York)
‘Sun, Moon, Simultaneous’ or ‘It is all true’
Postcards from the U.S. #6 (New York)
«In my life, I’ll love you more»* or «All you got to do is swing»**
Postcards from the U.S. #5 (New York)
‘What do you mean? «My people»?’… and ‘some of you call it jazz, but it is not jazz, it is blues’
Postcards from the U.S. #4 (New York)
‘It was like a mountain falling on us’… or… where were you on 9/11?
Postcards from the U.S. #3 (New York)
The truth and nothing but…
Postcards from the U.S. #2 (Washington D. C.)
‘Life is like a short movie and your smile is like a million dollars’, the ethiopian taxi driver told me






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