Manifesto a favor da livre escolha

Augusto Nogueira

De repente, perante as aleivosias e sandices, os ressabiamentos e os extremismos que eu julgava estarem ultrapassados na nossa sociedade,
decidi publicar uma brincadeira que escrevi no outro dia. É o…

MANIFESTO A FAVOR DA LIVRE ESCOLHA PORQUE eu sou eu…e escolho a Escola do meu Filho!

Porque quero ter direitos de escolhas, faça-se a minha vontade! Ámen, Senhor! “Pois mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha…”
Quero ter o direito a ter o direito de escolher …pois eu não sou eu?

Muitos, por aí, “ com olhos doces” e “palavras melífluas”, dizem que temos direito a escolher a educação dos filhos…
Têm toda razão! Assino! A educação são os pais que a dão aos filhos e cada pai escolhe a educação que lhe aprouver … em casa, quando começam a transmitir os primeiros valores e princípios que vão reger os filhos durante a vida…
Que raio! Estes valores, estes princípios, a moral, a religião, o clube e tutti quanti, afinal, são educação ou imposição?
E a criança cujo pai vive na direitolândia ?! Escolheu o pai, a mãe, os irmãos, os tios, os avós, os primos, a religião, a casa, a rua, o país, o planeta…?

Porque eu sou eu e o mundo gira à minha volta.
Porque quero ter direitos de escolhas, faça-se a minha vontade! Ámen, Senhor! “Pois mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha…”
Quero ter o direito a ter o direito de escolher … pois eu não sou eu? [Read more…]

Os contatos são regulares

Chomsky

Foto: Graeme Robertson/The Guardian

It’s like seeing a child in the street and a truck coming rapidly. Do you say, “Look, I’m too busy thinking about interesting questions, so I’ll let the truck kill the child”? Or do you go out into the street and pull the child back?

Noam Chomsky

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Efectivamente, os fatos são constantes. Contudo, os contatos são regulares. Exactamente. Desde Janeiro de 2012. No sítio do costume.

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No sítio do costume e alhures.

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Aplaudamos a estupidez em pé: a JSD está de volta

JSD

Lembram-se do episódio do cartaz do BE, que tanta polémica causou? Lembram-se dos argumentos dos indignados que, à direita, vociferavam contra o desrespeito pelas crenças e sensibilidades de terceiros que eram cruelmente violentados pela brincadeira de mau gosto do Bloco? Estão recordados?

Pois bem, a JSD elevou a fasquia. No mesmo campeonato, ou não fosse a JSD parte integrante do PSD, as camadas jovens do partido que até integra um grupo parlamentar europeu onde se destaca o ditador fascista da Hungria voltaram a fazer das suas com um cartaz que compara Mário Nogueira a Stalin. Isto é imbecil de muitas maneiras, e a imbecilidade fica bem patente nas palavras do deputado e líder da JSD, Simão Ribeiro, que afirmou ao Negócios tratar-se de iniciativa que visa firmar “uma posição política e fazer entender ao país que falta um debate sério sobre o modelo educativo desejável”. Portanto este anedótico ser afirma pretender um debate sério e a forma que encontrou para o iniciar foi comparar um líder sindical eleito pelos seus pares e um ditador sanguinário. Aplaudamos a estupidez em pé. [Read more…]

Um fardo de palha

Há duas hipóteses. Ou a ignorância é tanta, que o idiota não percebe o que é que está a comparar. Ou, por outro lado, os meios justificam os fins. Eu acho que estamos perante um caso de acumulação.

“Da mesma forma que Estaline se considerava o único interpretador correcto do verdadeiro comunismo, parece-nos que estamos perante um caso em que Mário Nogueira e o Partido Comunista Português, com o senhor ministro da Educação e o Partido Socialista a dizerem ámen, julgam-se os únicos iluminados naquilo que diz respeito às políticas de educação em Portugal”, justifica ao Expresso Cristóvão Simão Ribeiro, líder da JSD.

O ser em causa não percebe duas coisas. A primeira é sobre a falha na lógica do raciocínio. Se aceitarmos como válida a explicação e atendendo ao facto de defenderem um modelo radicalmente diferente (até falam em o ensino público estar a fazer concorrência desleal ao ensino privado), então é igualmente válido dizer que os do seu clube também são os únicos “iluminados” quanto a políticas educativas. Consequentemente, justificar-se-ia, nesta lógica da batata, meter a cara do seu querido líder onde espetaram a do Nogueira. Ou, mais apropriadamente, para estar no extremo político correcto, meter as belas faces destes jotinhas numa montagem onde rapazolas de braços esticados cumprimentam um Passos ornamentado com um bigodinho daqueles.

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JSD, hitleriante

JSD

A JSD – e muita dessa nova direita radical que saiu recentemente do armário – tem, indubitavelmente, um fetiche com a União Soviética. Um fetiche que faz emergir o que de mais demagogo e idiota existe entre as camadas jovens de um partido outrora posicionado no centro-esquerda, hoje acantonado no sector mais radical da direita, imediatamente antes do PNR.

Em Novembro foi engraçado vê-los meter os pés pelas mãos com um cartaz que retratava a tomada de Berlim pelas tropas soviéticas, que só por acaso até combatiam ao lado dos EUA e do Reino Unido contra a Alemanha nazi, a qual era apresentada pelos doutos jotinhas com uma conotação negativa, numa tentativa falhada de atacar o acordo de esquerda e cujo resultado foi uma humilhação pública. Durante alguns dias, a JSD voltou a ser anedota nacional. Hitleriante. [Read more…]

Escola Pública: Faça a sua parte, assine!

Há momentos em que tudo se torna mais simples e, ainda que a vida seja feita de muitos tons, a verdade é que há situações em que a realidade nos apresenta duas partes. De um lado os amarelos, do outro, os defensores da Escola Pública. Já fez a sua opção? Assine!

Os fatos são constantes

Chomsky

Foto: Graeme Robertson/The Guardian

«unfortunately the world won’t go away»

Noam Chomsky

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Como é público, os “fatos constantes” portugueses nasceram em Janeiro de 2012, no Diário da República.

Exactamente: em Janeiro de 2012.

Efectivamente, são constantes.

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Nick Menza (1964-2016)

CETA: Luz verde para a destruição do planeta

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Imagem Reuters

Desde que, há três semanas, a Greenpeace divulgou grande parte do texto do TTIP, lá vão aparecendo nos media portugueses, aqui ou ali, artigos dedicados ao assunto – tarde, mas melhor do que nunca. Já o irmãozito canadiano do TTIP, o CETA, que, pressurosamente e pela mão do Conselho da UE, lhe pretende aplanar a entrada, é votado ao ostracismo pelos nossos gloriosos meios de comunicação.

E no entanto, as funestas disposições – à cabeça das quais está uma justiça paralela para investidores (ISDS/ICS) que pode condenar estados a indeminizações milionárias por regulamentação social ou ambiental – também lá estão consagradas.

Um outro “exemplozinho” é a importação de combustíveis resultantes de areias betuminosas canadenses. O petróleo assim produzido tem formidáveis custos ambientais, muito superiores aos dos combustíveis fósseis convencionais. Na região de Alberta, no oeste do Canadá, áreas imensas de bela floresta boreal são dizimadas e transformadas em desoladas paisagens lunares, com montanhas de enxofre e enormes lagos artificiais cheios de caldo tóxico (ver Fotos aqui). [Read more…]

Uma Escola Universal

Que o Estado português e a Igreja Católica portuguesa, representada pela Companhia de Jesus, criem uma rede pública de Escolas, com uma unidade de ensino em cada distrito do território nacional e unidades exteriores em todos os continentes, para tal usando a rede diplomática da CPLP, assim como as parcerias estratégicas já estabelecidas pela diplomacia portuguesa e pela Companhia de Jesus desde há 500 anos.

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Monita

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“Acredito que o branco que eu vejo é preto, se a hierarquia da Igreja assim o tiver determinado”.
Inácio de Loyola

 

Inácio de Loyola (1491-1556) fundou a Companhia de Jesus, juntamente com outros seis companheiros, em Montmartre, a 15 de Outubro de 1534. Desse grupo fundador fez parte um português, de nome Simão Rodrigues de Azevedo, que veio a ser, em 1546, o primeiro Provincial da Província portuguesa da Companhia de Jesus.

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Dominicus

Amarelo

É muito curioso o facto de os colégios privados em protesto terem todos escolhido a mesma cor para a camisoleta. Além disso, deve registar-se, com satisfação democrática, o súbito aparecimento, no palco da contestação pública, de instituições que nos últimos anos primaram pelo silêncio, para não dizer cumplicidade, que é uma palavra muito forte, ante a barbárie social que assolou o país. É caso para dizer que quem está vivo sempre aparece.

A Maioria de Esquerda e o futuro

O trabalho a realizar pela Esquerda nesta legislatura não deve limitar-se a reverter as políticas com que a Direita destruiu o país. A Esquerda deve assegurar que uma tal experiência política e social jamais se repetirá, criando as bases de uma sociedade mais justa e mais esclarecida, e mais protegida, política e juridicamente, dos ataques que, certamente, sofrerá no futuro.
É verdade que não é uma tarefa fácil, mas, para a cumprir com sucesso, é necessário compreender que o mal que foi feito ao país não admite respostas dúbias, abstenções violentas, ou outras posições políticas que não sejam o testemunho de uma firme determinação em marcar um tempo novo e irreversível.

O Presidente da República

O comportamento do Presidente da República vai mudar quando atingir o seu primeiro objectivo estratégico: mudar a liderança do PSD.

A propósito do mais recente êxito do liberalismo pró-subsídio(-dependente)

Já tem uns dias, mas é tão certeiro que dói:

A conclusão de Marques Mendes é simples: as escolas privadas são por natureza melhores (“não é por acaso que nos rankings as escolas públicas vêm todas cá para baixo”) e o corte do financiamento público deixará o acesso à melhor educação apenas ao alcance dos ricos. Se a referência aos rankings reduz ao absurdo a defesa do indefensável, o exemplo escolhido prova a falácia do argumento. É que o Agrupamento de Escolas de Paços de Brandão recebeu em 2015, pela mão do ex-ministro Nuno Crato, um crédito de horas “pela eficácia educativa” e “redução do abandono escolar”. Foi mesmo, de entre todos os agrupamentos do país, um dos oito que receberam a distinção máxima.

Marques Mentes“, de Mariana Mortágua (JN). O resto está aqui.

Arranjem-lhes um quarto, pá!

Marcelo e Costa, os novos best friends forever

JHS

Não andaremos muito longe da verdade se dissermos que o Ministério da Educação é o mais importante de todos.A polémica artificial que rodeia as opções deste ministro resulta do elevado mérito dessas mesmas opções e de uma leitura correcta que faz das funções do Estado e das suas obrigações para com todos.

Isto não quer dizer que sejam dispensáveis os contributos de algumas estruturas e ordens da sociedade civil e eclesiástica, entre as quais está quem, ao longo de séculos, ofereceu inestimáveis contributos para a construção da própria civilização que hoje temos. Refiro-me particularmente à Companhia de Jesus, a única organização eclesiástica do mundo que tem dois Papas em exercício. O que é assinalável.

Heresias de um catavento

será que assusta os mercados?

Era isso mesmo que diriam

UE

Daniel Oliveira (via Facebook)

Enquanto, em vez de sanções, vierem conselhos e ameaças durmo muito bem. Até acontecer alguma coisa vamos acompanhando a gestão política que, em Bruxelas, se faz de regras elásticas e ouvindo José Gomes Ferreira a explicar, com algum desalento, que não é desta mas será da próxima. Pode ser que aconteça. Basta que politicamente seja vantajoso para alguém com poder junto da Comissão e que não signifique, para as componentes europeias da troika, assumir que as suas intervenções foram um falhanço. Sanções agora, era isso mesmo que diriam. Há que esperar para poder contar outra história.

Da Ignorância 

O difícil não é adquirir Conhecimento.O nosso mundo é uma fonte inesgotável dele e não há mérito particular em capturá-lo para logo o exibir ou colocar em acção por via pragmática, confirmando a eficácia do jogo de espelhos que elabora o panóptico invertido, virado para dentro, multiplicador do Mesmo.

O difícil é adquirir Ignorância.

Isso, sim. Isso é difícil, porque é aí que está o que importa.

Nada escapa à fúria soviética da geringonça

nem a pobre da alheira transmontana. Oremos.

Portugal-Brasil em 1922

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Ilustração Portuguesa, 2.ª série, número 872, 4 de Novembro de 1922.

Bilhete do Canadá: RTP e jornais

Noite de 19 de Maio.  RTP.

PALAVRAS E ACTOS. Moderado por Carlos Daniel.  Convidados, João Galamba (PS) e Nuno Melo (CDS).  Não há nada a fazer com  Nuno Melo e a sua desonestidade intelectual.  Usa a chicana e a regateirice como armas para esconder a ignorância e a impreparação. É abissal a diferença entre ele e Galamba. Mas Melo é deputado europeu.  Grande gamela os europeus andam a sustentar…

NOTICIÁRIO.   António Costa, após anunciar o Simplex, pegou no brinquedo, divertiu-se e divertiu: pôs uma vaca a voar.   Levar certas coisas na gozação é a melhor maneira de estar ao lado do povo, que é trocista e gosta de rir.

DOS JORNAIS.  Duarte Marques, aquele que vem de Mação como o super-juiz, está radiante: foi encarregado de entregar à FCT os documentos fornecidos ao PSD pelo fulano que fez uma falsa denúncia contra o ministro da Educação.  Há tipos assim, vivem das queixinhas e das manobras pidescas. Porque será que isso tem a ver com a mediocridade, a inferioridade?

O país do “mas”

Numa reportagem sobre o Simplex nos centros de saúde, ouvi duas admiráveis expressões ditas por dois cidadãos portugueses:

“Isto está a ficar um bocadinho no século XXI” e “Tenho de andar nos médicos”.

Parece-me que algumas das características mais importantes da portugalidade se reúnem nestas duas frases. Por um lado, está o entusiasmo moderado. Sim, há avanços, inegavelmente há avanços, o português reconhece-os, mas desconfia do seu alcance, mantém sempre uma reserva de cepticismo, e o máximo que pode reconhecer, em Maio de 2016, é que se alcançou “um bocadinho” de século XXI. Porque o português sabe que o avanço brilha, o avanço refulge, mas o avanço é enganador. E, a qualquer momento, o português inflamado pela miragem do Simplex tecnológico, baterá com os dentes todos num demolidor “estou sem sistema” ou num impreciso “a impressora está desfigurada”, que o fará retroceder ao passado dos requerimentos, dos P1s, da palavrinha à senhora doutora, da chamadinha, do “ela não me está a atender”, do “volte para a semana”. [Read more…]

História dos Fatos Sociais e fator issues

En sa robe, couleur de fiel et de poison,
Le cadavre de ma raison
Traîne sur la Tamise.

Émile Verhaeren

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A propósito do “Doutor em Estratégia ou História dos Fatos Sociais” e dos “fator issues”, mencionados em artigo recentemente publicado no portal das comunidades portuguesas na Bélgica www.luso.eu (apresentado com versão ligeiramente modificada no Público de ontem), eis as imagens do caos.

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E hoje? Teremos História dos Fatos Sociais? Haverá fator issues? Não! Hoje, [Read more…]

Jornalistas, Jornalismo

“A gente aqui faz um jornalismo mais ágil, mais dinâmico, mais moderno. Jornalismo-jornalismo já está meio ultrapassado, não dá para ficar apurando, correndo atrás de fontes, checando informação”.
Porta dos Fundos, a falar verdade todas as Segundas, Quintas e Sábados.
Vamo-nos rindo…

Lições do Brasil

Carlos Araújo Alves

1 – A Democracia não se basta com uma Constituição, com um aglomerado jurídico que a suporte, com eleições livres e universais; precisa de tudo isso, mas para ser efectiva a Democracia tem de estar fundada numa larga maioria de cidadãos democratas prontos a construí-la e a defendê-la.

2 – A descoberta e exploração de petróleo ajudou o PT a melhorar as condições de vida dos mais desfavorecidos; o “dumping” no preço do petróleo arrasou com o PT, com o Brasil e com a esperança de milhões de brasileiros em fugir à miséria.

3 – O PT falhou redondamente na sua promessa de erradicar a corrupção económica e política do Brasil; falhou e acomodou-se a ela. Imperdoável para quem defende ideais de justiça económica e social.

A tentativa de “relvização” de Tiago Brandão Rodrigues

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A revista Sábado deu o mote, o ministério da propaganda fez o resto. De um momento para o outro, Tiago Brandão Rodrigues é o Relvas do governo socialista, o gajo que deu o golpe na academia. Com a diferença que, ao contrário do que aconteceu com o ex-braço direito de Passos Coelho, a academia saiu em defesa do ministro da Educação e desmentiu o professor que acusou Brandão Rodrigues de se ter apropriado ilegalmente de 18 mil euros atribuídos pela FCT: [Read more…]

Portugal sob chantagem e ameaça da direita europeia. Com o alto patrocínio de Pedro Passos Coelho

PPE

Na metrópole, ontem foi dia de decidir sobre a aplicação de sanções à periferia. A indisciplina daqueles que decidiram mudar, ainda que de forma muito ligeira, a distribuição enviesada dos sacrifícios, esteve em vias de ser virtuosamente punida, isto apesar de ser dos seus antecessores, e não deles, a responsabilidade pelos indicadores negativos que poderiam levar às penalizações.

Na metrópole, representantes do PSD e CDS-PP, responsáveis por mais de quatro anos de metas sucessivamente falhadas, que em parte nos conduziram a este impasse, encontram-se refugiados num silêncio cúmplice enquanto o seu líder pede a cabeça dos portugueses, numa movimentação inédita que contrasta com os regimes de excepção aplicados no passado às exemplares potências do centro. [Read more…]

Ministro comete crime de apresentar queixa crime contra a Sábado por esta ter praticado um crime

O Direito, ah, o Direito, essa ciência inexacta e críptica e, pelos seus meandros e alçapões, por vezes tão maligna. O esforço que é necessário fazer para esclarecer alguns cidadãos dos seus obscuros desígnios.

Não será certamente o caso de bem intencionados “jornalistas”, a quem o interesse do público à informação rigorosa e isenta, intensa luz que os guia na sua ânsia de verdade, tantas vezes lhes inunda a ética e a deontologia. Esses sabem que o Direito é o agente da mais pérfida censura quando contra eles se vira.

Tomemos como exemplo um hipotético título jornalístico:

“Tiago Brandão Rodrigues cometeu um crime”

Tiago Brandão Rodrigues não é uma hipótese. É uma pessoa. E vá, ministro da Educação. Digamos que o hipotético título é de um órgão de comunicação social detido pelo grupo Cofina, insuspeito de lançar ataques ideológicos nos seus pasquins. E assentemos em que esse órgão é uma revista. Digamos, a “Sábado”. Decerto que não se importará de emprestar o seu reputado nome a este pequeno exercício de pedagogia.

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Hugo Vieira, o goleador com o empresário errado

MdB

Hugo Vieira, tal como Daniel Carriço que hoje ergueu pela terceira vez consecutiva a Liga Europa, ficou fora da convocatória de Fernando Santos para o Euro2016. É estranho que, tendo apontado 21 golos ao serviço do Estrela Vermelha, que este ano conquistou o campeonato sérvio, Vieira tenha sido excluído pelo seleccionador. Entre os eleitos de Fernando Santos, apenas o singular Cristiano Ronaldo marcou mais que Hugo Vieira. Quem segue para França é Éder, o avançado do Lille que se ficou por uns modestos seis tentos na época que agora termina, e cujo empresário, ao contrário de Vieira, é Jorge Mendes. Há quem diga que isto anda tudo ligado…

Fotomontagem via Memes da Bola