Na Estação de Bragança


Actual central das camionetas [Read more…]

Latadas, a Jusante de Mirandela

Linha do Tua, anos 70. [Read more…]

Ainda a Ponte do Romeu

A ponte do Romeu, Linha do Tua.

A Ponte do Romeu

A ponte do Romeu, ou da Assureira, [Read more…]

À Hora do Jogo

Linha do Corgo, 20h14
Nem todos os portugueses se sentem obrigados a prestar vassalagem aos electrodomésticos.
Alguns optam por apreciar a luz cadente e uma paisagem que ainda não paga imposto.

Passagem de Nível a Montante de Carvalhais

De Carvalhais para Vilar de Ledra [Read more…]

Chegou o Verão ao Minho

Chuva, frio e a Linha do Comboio.

Avantos, Linha do Tua

Avantos, Linha do Tua, [Read more…]

As Laranjas da Linha do Douro

O Carro Sobre Carris de Vila do Conde à Póvoa de Varzim

Fotografia secular.

Automotora de Fabrico Nacional na Estação de Carviçais


Pequena automotora de fabrico português (pós-II Guerra Mundial) na estação de Carviçais, Linha do Sabor.

O Comboio no Apeadeiro de Moz

Moz, Linha do Sabor, anos 70.

O Comboio no Funchal

O comboio já circulou na ilha da Madeira.

Final da Taça – 1969 e Hoje

Diferenças e semelhanças.

Caminho de Ferro Natureza = Futuro

O Comboio é o Futuro dos Países Modernos.

Ferroviários em Greve

Instantâneo de Joshua Benoliel, 1911.

“Cá Chegou Direitinha a Encomenda”

Veio de Lisboa e de autocarro a minha bicicleta quase-nova;
espero, a seguir, rodá-la muito nos comboios.

“Pocinho, Tua ou Rua”

Linha do Douro, 2012.

São Miguel da Carreira

A Linha do Minho no concelho de Barcelos. Passou o comboio.

A Caminho da Escola (os alunos de Nuno Crato)

Alguns alunos de uma turma pós-Crato vão para a escola de comboio; o maquinista, claro, ganha mais de 50 mil euros por ano!

A minha Páscoa

Começava numa caminhada. De Rio Tinto a Contumil onde apanhava o comboio até Vila Meã. Não me lembro do tempo que demorava, mas recordo-me que depois da estação eram mais uns quantos quilómetros a pé até ao destino. Ali bem no meio entre o Pai e a Mãe. Uma vezes para a direita até Real. Outras para a Esquerda até Castelões. 

Depois era tudo tão simples, mas tão perfeito. Os verdes e as flores no chão a chamar o compasso. A sineta que se ouvia ao longe e depois mais perto. Aquele grupo de gente que entrava pela casa a anunciar a boa nova – Cristo Ressuscitou!

O orgulho que havia em ser o Juíz da Cruz, em liderar a festa da aldeia. A alegria que havia em ser família. Depois era a correr de casa em casa “atrás” da cruz – umas vezes à frente, outras, mesmo atrás.

Recordo o presunto e o salpicão na mesa. Que maravilha! Que saudades.

Era hora de partir – mais carregados. Cebolas, ovos, “coisas da Aldeia” para os meninos da cidade.

Que bom que era – não pode voltar a ser?

Hoje Choveu em Couto de Cambeses

Concelho de Barcelos, num sítio antigo onde passa o comboio Braga-Porto desde 1875. Hoje choveu; não sei se agradeça as preces da senhora ministra Assunção Cristas.

Vagamente, o Estádio Nacional

Nunca viajei no ramal do Estádio Nacional.
Vagamente tenho memória do que não conheci.

Fim de linha

Então acaba-se com o TGV e anuncia-se uma coisa que afinal… vai dar a NADA?

Ou entre a fronteira e Barcelona vão a pé, num franchise com Lourdes ou com Fátima?

Não há paciência que aguente!

Que Faças Muitas e Muitas Viagens, Aventar!

Trouxeram-me (por grande lapso, digo) para aqui por causa dos comboios.
Fui ficando…

Isabel Stilwell e o TGV

Isabel Stilwell tem todo o direito de, porventura, ter sido má aluna a História. Tem todo o direito de não perceber que, quando Salazar nasceu, já o comboio circulava em Portugal há 33 anos e seria, portanto, impossível que Salazar e Franco tivessem cometido o erro de optarem “por uma bitola (a largura entre os carris) diferente da dos outros países europeus (nós escolhemos a larga, eles usam a estreita), numa tentativa de isolar a Península Ibérica“. Dois erros numa só frase: nem Salazar ou Franco escolheram bitola alguma nem a Europa usa a bitola “estreita”, antes a “padrão“, “internacional” ou “UIC“, como também se pode dizer: 1435 mm entre o bordo interior dos carris em alinhamento recto, por oposição à “bitola ibérica”, 1668 mm.
A Tudologia é cada vez mais uma ciência exacta…

Sostiene Pereira

Morreu hoje Antonio Tabucchi; escrevera nos anos 90 “Sostiene Pereira” (Afirma Pereira), uma estória à volta de um jornalista lisboeta de meia idade, metáfora (será?) de um povo enfadado pela luz que não tem.
Numa viagem de comboio a Coimbra dá-se a epifania: Pereira sabe que a Mudança vem pela sua própria acção. Pereira não pode continuar à espera. Pereira regressa a Lisboa (noutro comboio?) e publica, enganando a Comissão de Censura, a notícia do assassinato de um amigo jornalista…
Sostiene Pereira,  é bom rever a estação do Barreiro fazer as vezes de Coimbra…

A Ponte Sobre o Rio Ave

Em finais do séc. XIX, um comboio de via larga e raríssimas carruagens de dois pisos em madeira atravessa o rio Ave; esta ponte seria substituida por uma outra, mais robusta e ainda em serviço, em 1932.

Hoje dá na net: La Próxima Estación

Documentário de Pino Solanas, “La Próxima Estación” (2008) dá-nos uma clara visão do que já foi e no que se transformou o caminho-de-ferro na Argentina. Um espelho perfeito de um país que já bateu no fundo e desce mais baixo todos os dias…

O Luxo no Norte de Espanha. Sobre Carris.

Bilhetes a partir de 2.400 euros. É favor reservar com muita antecedência.