Mentir Para Ganhar Eleições

Vai um homem desprevenido ler certas coisas e queda-se a pensar que entre um pseudo-suposto economista e um aprendiz de amestrador de gambuzinos não há diferença. Não pode haver. Há mistificadores para todos os gostos, mas nada se compara ao mistificador demagógico socialista. O mistificador demagógico vive preocupado com a opinião dominante, hoje arrasadora da gestão demagógica do País, entre 2005 e 2011. O mistificador demagógico anda aterrorizado com o alastrar das evidências, provas, números da dolosa incompetência e malignidade de um Estado Socialista Gastador e completamente desenfreado a comissionar, por exemplo, PPP rodoviárias dispensáveis, sob o estímulo igualmente pernicioso e parasitário do banqueiro Salgado.

O mistificador demagógico socialista vive apavorado com a rejeição liminar por parte de milhões de eleitores portugueses da demagogia socialista que promete o céu, se tivermos eleições antecipadas, e promete a suavidade do dinheiro abundante em qualquer circunstância, se se remover o actual Governo e o actual Presidente, hereges blasfemos da sacral casa socialista dos soares, dos alegres e do diabo que os carregue. O mistificador demagógico socialista cai no descrédito nas televisões, rádios, jornais, nos cafés, nos transportes públicos, quando insiste na folga e na possibilidade de folga para parar com a austeridade ou na capacidade de unilateralmente a parte portuguesa obter mudanças na parte troykiana. Todavia, insiste. [Read more…]

O Putedo das Esquerdas

O Congresso das Alternativas é uma coisa que volta e não volta regressa para cheirar mal a partir do lado do espectro castrado nacional que se intitula de Esquerda. Sempre digladiantes e sempre rivais, devorando-se pelas décadas, aparecem agora, velhos e catarrentos, organizadores e primeiros aderentes do Congresso das Alternativas. Comecemos pela coisa inefável chamada Soares. Politicamente, Soares é um nojo. Um nojo ao nível do desgaste e da dissolução de Cavaco, coisa inexorável. Nojo porque não avalia os desastres que a sua prole causou ao País. Nojo porque hemiplégico da Razão. Mesmo o PCP, espécie de Partido Comunista Católico Nacional, ameaça aderir a esse folclore pífio. Isto, resumidamente, é mais um passe cínico de contorcionismo: imagine-se João Galamba, Isabel Moreira, o bosta total valupi, arvorando-se todos de Esquerda, criados, como Eva, a partir da costela do Filho da Puta dos Furtos, e já podemos crer ter avistado um porco a fazer parapente. O único perigo será levar a sério gente que já mostrou de que lado perigoso-guloso quer estar. Ser de Esquerda, para estes merdas, é uma espécie de gripe nostálgica quando se confrontam com a impossibilidade de ser Poder para sugar e sugar Portugal. Beatos do caralho!

Cheira Mal, Cheira a Troika

Como é que chegámos à situação de bancarrota ou pré-bancarrota?! E porquê insistir na narrativa que o senso comum já assimilou e reproduz todos os dias, culpando o passado e não tanto o caminho aselha seguido agora? Porque, salvo raros media, parece proibido assacar e imputar ao PS, e ao sapateiro que o guiou, responsabilidades crassas pelo que nos trouxe até aqui. Veja-se o Público: obnubilação completa dos casos e podres do espécime sob a égide de São José Almeida, uma das opinadoras residentes mais profundamente suspirante e messianística do passado rançoso recente do seu partido.

Se é certo que o TGV não se concretizou e, quanto a aeroportos, nasceu somente o elefante branco do de Beja onde as ervas e os chaparros medram, muito dinheiro foi queimado em estudos e compromissos, coisa a não escamotear no seu impacto. Perante a rebaldaria completa e a captura do Estado pelos fautores de negócios chorudos para si à conta de PPP e de outros desmandos grosseiros contra Portugal, o FMI, que é uma rigorosa merda falhenta e caolha, seria infinitamente melhor que continuarmos sob saque socialista, com os saqueadores socialistas de orçamentos sempre sorridentes, protegidos pela Procuradoria e pelo Diabo-a-Quatro, dignos de repouso e sossego.

Depois veio Passos com a Troyka, outra merda atrevida e caolha, inocular um zelo desmesurado na aplicação de uma receita sacana, estranguladora, subindo impostos como os outros, sacrificando os mesmos como os outros, desengordurando o Estado, mas pouco, coisa a que os outros se recusavam, porque estar no Estado, usá-lo, e sugar-lhe tudo para si, sempre foi o desígnio supremo dos ratos do Rato, a começar pelo devorista exemplar Soares, pai carnal e espiritual deles todos. [Read more…]

Os Facciosos Nunca são Facciosos

Meses depois de PSD e CDS assumirem a governação verifica-se isto: por mais que o PS-Sócrates tenha tido um papel determinante para a necessidade de resgate do Estado Português, e como é impossível escrutinar e julgar todo um Regime que traiu um Povo, não se pode ventilar sequer o menor sopro de incómodo pelos negócios ruinosos com autoria e supervisão socialista. Só se pode escrever e apostrofar a saga sacana e impiedosa do Governo Passos à pala da Troyka. Não se pode ser faccioso, vocifera o fanatismo bronco e o deboche dos protectores da impunidade. Daí a cassete da não criminalização da política como forma de essa gente facciosa, que não admite faccioso no outro, se defender e defender ter o Povo de suportar a factura que está a chegar: é uma factura socialista. Daí toda a impostura, uma vez mais facciosa, de Mário Soares. [Read more…]

Seguro e o Camartelo Marcelo

Já era esperado que Marcelo, com uma decomposição metódica do argumentário virgem-ofendidiano do TóZé [desde logo a treta do «ataque vil e miserável»], ganhasse essa espécie de combate inédito Líder Partidário vs. Comentador Tudológico, ainda não se sabe se terá mais rounds. Seguro apanhou. Mas a verdadeira chatice do TóZé continua a ser outra e essa, para que fosse definitivamente decapitada, seria preciso fosse dita por ele e por Homens que, na sociedade portuguesa podre e falhenta composta por imbecis da casta de um vozinha Noronha ou de um caramelo Monteiro, ainda não temos: «Há uma pequena ala corrompida do PS, ainda no Parlamento, que deseja continuar a controleirar o mesmo PS comandada a partir do estrangeiro. Composta por órfãos e viúvas de um Desastre que enriqueceu imenso no preciso processo de nos arruinar e empobrecer, quem a ouve [à ala pequenina] descobre uma nova sensibilidade de Esquerda puta-que-os-pariu!» [Read more…]

Judite Afronta a Indecência e a Insanidade

Não há meio de Portugal respirar renovado, bem longe do mofo que, por exemplo, Noronha do Nascimento representa. A venalidade dos altos magistrados insulta-nos todos os dias, especialmente quando exalam vapores de indecência e de insanidade no chiqueiro malcheiroso com que o socialismo-socratesiano conspurcou o País e, dada a condescendência passista, ainda conspurca. Não resta ninguém, dentre as principais figuras do Estado, que prime pela verdadeira e inexorável independência e nos preste contas a nós, cidadãos sem o poder do dinheiro para as médias e grandes cunhas e os médios e grandes tachos, mas com todo o poder e dever de exigir absoluta seriedade. Noronha do Nascimento, com a sua inconfundível vozinha de quem acabou de respirar hélio, há muito deveria desinfectar as instalações que ainda ocupa. Recordo, com nojo, a entrevista que deu à RTP, em Fevereiro de 2010, conduzida pela espontânea e magnificamente bem informada Judite de Sousa, bem atenta ao que se escrevia e escreve, denunciava e denuncia nos blogues, especialmente no Portadaloja e no Do Portugal Profundo[Read more…]

Dos Excessos Passistas em Decurso

Porque o meu País não é para levar a sério no plano da Justiça e da justa determinação e sanção dos actos que políticos sem escrúpulos praticaram a frio contra o seu povo, ainda me encontro a digerir o charlatanismo socratesiano e é como se ao largar esse filão abominável pactuasse com todas as formas de anestesia e adulteração da verdade que de um modo geral se pratica para melhor a absolver, absolvendo quem dela beneficiou directamente. Não se pense, porém, que não abro os olhos perante os excessos passistas em decurso. São excessos. São passistas. Mas tendo a olhar para eles como inevitabilidades desesperadas num País sem dinheiro e cujo endividamento instrumental pela política ilícita seguida no passado não poderia senão redundar nisto que atinge pequenos, que atinge fracos, que empobrece e desemprega milhares e desprotege impensavelmente outros tantos. É uma loucura imputar esta loucura somente à política que se faz e prossegue e não a imputar, sobretudo, à política baixa e desastrosa que se conduziu por meros critérios mesquinhos de conservação do Poder a todo o transe. Os tempos que vivemos são, por isso mesmo, tempos de guerra. É por pormenores absolutamente indiciadores, como uma licenciatura manhosa, que um povo não pode tolerar perfis daninhos nos que nos tutelam. Não é o caso de Passos, talvez capaz de mentir por Portugal lá, onde outros mentiram a Portugal para maior salvaguarda miserável do Poder e das miseráveis vantagens do Partido.

Da Reescrita Prostituída do Passado

Tem sido divertido tentar retirar da cova de distorções e insultos a serpente anónima Valupi que lá se acua com as suas plúrimas vozes endemoninhadas, não fosse aquele antro um lugar de reverberação abjecta e ventriloquia de mentiras que disfarçam crimes. Para contornar toda a nojeira conspirativa perpetrada por um chefe de Governo contra a liberdade editorial de uma estação televisiva independente, a TVI, logo, contra o Estado de Direito, Valupi resolve que as escutas a partir de Aveiro, no seu rastreio fortuito e indirecto, é que foram um «atentado contra o Estado de direito». Para quem se fartou de conspirar contra tudo e contra todos, a fim de conservar o Poder e a posição de poder para negócios ruinosos contra Portugal, tudo nos demais não passa de conspiração contra si e por isso, segundo o intelecto prostituído do Valupi, o flagrante aveirense à corrupção massiva praticada pelo socratismo não tinha como objectivo proteger Portugal de abusos de poder, proteger-nos dos excessos no exercício de funções públicas e de crimes hediondos com o dinheiro de todos, mas o simplório objectivo de as revelações desse putrescente consulado caírem «em cima do período eleitoral de 2009». Compreende-se que tal forma de pensar não mostre o nome, não se exponha: pode ser intelectualmente obsceno à vontade, tratando abaixo de canídeo tudo o que não seja Sócrates. [Read more…]

Assis, A Metralhadora Falante do PS

Tal como Miguel Relvas no PSD, Francisco Assis é das poucas metralhadoras falantes da política nacional. Prodígio de uma oralidade supersónica e vácua pró-socratina, perito na retórica política de encher socialista, a Assis não lhe foi dado compreender um aspecto que o condena a uma imensa desvantagem e a um indelével estigma no confronto com o passado governativo socratesiano, estigma esse e desvantagem essa, pelo menos parte dele e parte dela, por haver Facebook, outra parte por haver Correio da Manhã, outra por haver bloggers obstinados, outra ainda por, no fim, haver quem some dois mais dois e estranhe tanto fumo e quase nenhum fogo que consuma alguma coisa: ser do PS é, hoje, um problema monstruoso deixado, como uma bomba ao retardador, nas mãos dos remanescentes que ainda se atrevem à exposição pública. [Read more…]

Já Sabem Onde Podem Enfiar o Manifesto

Está na moda a impunidade feliz. Ex-políticos vivem regalados depois de anos de Roubo, mas um Roubo naturalmente destinado à impunidade dos deuses. A impunidade das preciosas e douradas mãos de suas excelências intocáveis, os políticos, comparados connosco, a ralé que bem pode perder o 13.º e o 14.º e imputar a perda não à gestão danosa dos Governos de Saque Socratista, mas ao manso Passos. E no entanto, a impunidade vai toda para os políticos das licenciaturas instantâneas, os políticos do poder de aprovar o tal outlet em zona protegida de flamingos e o poder de aprová-lo à última da hora pantanosa, certamente sem luvas no processo. [Read more…]

Diz o Nu ao Roteiro

Ok, o pessoalzinho rançoso do costume não larga Cavaco Silva, trabalho encomendado por aquele a quem adulam. Acusam-no de prefácios vingativos para efeitos de revisionismo da própria imagem. Porém, uma vez que Cavaco se colocou à compita com os piores actores políticos que Portugal já conheceu, a tralha socratesiana, deixemos que a História diga de sua justiça de ambos. Já me convenci de que a única saída que o PR teve foi esperar a putrefacção política do Primadonna na sua Mentira, o que de facto aconteceu. [Read more…]

Parem as rotativas: Zorrinho defende a renegociação da dívida

Até pode ser que esteja enganado, mas pareceu-me ouvir, há pouco, na SIC Notícias, Carlos Zorrinho, num debate com Ângelo Correia, a defender que a dívida deveria ser renegociada, porque a obsessão com o défice pode pôr em causa o tecido produtivo e o tecido social. Se não estou enganado, este é o mesmo Carlos Zorrinho que foi Secretário do Estado do segundo governo – por assim dizer – de Sócrates. A não ser que esteja a incorrer em erro, Sócrates foi o mesmo que acusou Louçã de demagogia, quando este defendeu, no debate para as últimas legislativas, que a dívida deveria ser renegociada. Se for tudo assim como eu estou a dizer, teremos de chegar à conclusão de que Louçã teve razão antes do tempo (ou a tempo) e o PS só consegue ter razão depois do tempo ou quando está na oposição. Corrijam-me, caso esteja enganado, mas este Zorrinho, em se apanhando novamente Secretário de Estado ou Ministro, terá um ataque da maleita conhecida actualmente como vieguismo e passará a defender, convictamente, o contrário do que defendia antes de ter – adoro esta, juro! – “responsabilidades governativas”. Votai neles outra vez, meus filhos, votai.