Férias parlamentares

230 mamões foram de férias.

O rei dos mamões foi de férias. O segundo mamão foi de férias. A terceira mamona foi de férias. O quarto mamão foi de férias. O quinto mamão foi de férias. O sexto mamão foi de férias. O sétimo mamão foi de férias. O oitavo mamão foi de férias. O nono mamão foi de férias. O décimo mamão foi de férias. O décimo primeiro mamão foi de férias. O décimo segundo mamão foi de férias. O décimo terceiro mamão foi de férias. O décimo quarto mamão foi de férias. O décimo quinto mamão foi de férias. O décimo sexto mamão foi de férias. O décimo sétimo mamão foi de férias. O décimo oitavo mamão foi de férias. O décimo nono mamão foi de férias. O vigésimo mamão foi de férias. O vigésimo primeiro mamão foi de férias. O vigésimo segundo mamão foi de férias. O vigésimo terceiro mamão foi de férias. O vigésimo quarto mamão foi de férias. O vigésimo quinto mamão foi de férias. O vigésimo sexto mamão foi de férias. O vigésimo sétimo mamão foi de férias. O vigésimo oitavo mamão foi de férias. O vigésimo nono mamão foi de férias. O trigésimo mamão foi de férias. O trigésimo primeiro mamão foi de férias. O trigésimo segundo mamão foi de férias. O trigésimo terceiro mamão foi de férias. O trigésimo quarto mamão foi de férias. O trigésimo quinto mamão foi de férias. O trigésimo sexto mamão foi de férias. O trigésimo sétimo mamão foi de férias. O trigésimo oitavo mamão foi de férias. O trigésimo nono mamão foi de férias. O quadragésimo mamão foi de férias. O quadragésimo primeiro mamão foi de férias. O quadragésimo segundo mamão foi de férias. O quadragésimo terceiro mamão foi de férias. O quadragésimo quarto mamão foi de férias. O quadragésimo quinto mamão foi de férias. O quadragésimo sexto mamão foi de férias. O quadragésimo sétimo mamão foi de férias. O quadragésimo oitavo mamão foi de férias. O quadragésimo nono mamão foi de férias. O quinquagésimo mamão foi de férias. [Read more…]

Era Melhor Poucos mas Bons

Será por isto que dizem que Portugal e o Brasil são países irmãos?

Temos Líder, Carago!

Até que enfim, Dr Rui Rio, até que enfim que o ouço a defender a sério as gentes do Norte.

Ao ouvi-lo, fiquei com a impressão de que o nosso líder chegou por fim.

Só espero vê-lo na linha da frente da defesa dos nossos direitos e à nossa frente, comandando-nos, na nossa anunciada revolta, mesmo que o seu partido se entenda com o ainda nosso Primeiro e acabe por não votar favoravelmente a revogação da Lei dos Chips.

O que move Mota Amaral?

As famosas transcrições de escutas foram autorizadas por um Juiz e feitas no âmbito de um processo a correr no Ministério Público. Foram remetidas, a pedido da Comissão de Deputados, para serem parte integrante das audições que estão a ser efectuadas ao caso PT/TVI.

Não se trata de um qualquer imbecil que se lembrou de tomar estas decisões. Trata-se de um magistrado que , inclusivé, pergunta ao PGR se pode ou não enviar o material pedido e o PGR responde que essa decisão é da sua competência, do Juiz de Aveiro. E, mais, está junto ao processo um extenso parecer jurídico a confirmar que não há qualquer impedimento constitucional para que o material não seja tido em conta.

Dois deputados ficam a conhecer o material em segredo de Justiça e um deles classifica-o de “avassalador” para o conhecimento da verdade! No mesmo dia Passos Coelho afirma, publicamente, que se a Comissão chegar à conclusão que o Governo andou metido em trapalhadas para “controlo” da comunicação social, então deixará de ter condições para governar.

Todos sabemos que o governo não tem saída digna. Não pode fechar o país, não pode demitir-se e as notícias serão cada vez piores. Tambem ninguem quer governar nestas condições!

Há, pois, que tentar perceber o que se passa com Passos Coelho. Não pode ajudar o  país na economia e, ao mesmo tempo, derrubar o governo. A apresentação da Moção de Censura pode ler-se à mesma luz. O PCP e o BE sabem que não derrubam o governo e o PSD vai abster-se .

Mota Amaral, pode fazer da matéria em segredo de justiça uma interpretação conforme as necessidades da estratégia seguida. Sócrates vai continuar a estar sob fogo!

Não se contava (eu não contava) era que Zapatero desse o golpe de misericórdia  na credibilidade do primeiro ministro, adiando o TGV!

É rápido demais para Passos Coelho chegar ao governo?

Quanto ganham os deputados: O caso Inês de Medeiros

Diz-se constantemente que os deputados portugueses ganham mal e que no sector privado ganhariam muito mais.
Não é verdade. Os deputados ganham muito mais do que parece à primeira vista. Porque se o seu vencimento-base é de 3815,17 euros, ou seja, metade do vencimento do Presidente da República, o que levam para casa no final do mês pode chegar a ser o triplo, sendo que a maior parte desse valor não está sujeito a IRS.
A juntar a este valor, mais 10% para despesas de representação, ou seja, 370,32 euros. Ou seja, um total de 4185,49 euros fixos.
Têm ainda direito, os que não vivem na Área Metropolitana de Lisboa, a 69,19 euros por cada dia de presença nas Reuniões Plenárias ou nas Comissões. Para os Deputados que residam em Lisboa ou na Grande Lisboa, aquele valor é de 23,05 euros.
Recebem ainda o valor de uma viagem semanal de ida e volta, na classe mais elevada, sempre que eleitos por um círculo de eleição que não Lisboa. Para além da viagem propriamente dita, têm direito a ser ressarcidos do valor da deslocação entre o Aeroporto em que desembarcam e a sua residência.
Os Deputados que fazem deslocações em trabalho político no seu círculo eleitoral, mas que vivem fora dele, recebem um valor semanal correspondente ao dobro da média de quilómetros verificada entre a capital do distrito e as respectivas sedes de concelho. No caso dos Deputados das Regiões Autónomas, recebe o valor semanal resultante do quociente da divisão do valor médio das tarifas aéreas inter-ilhas por 40 cêntimos.
Pela deslocação em trabalho político no território nacional, um deputado tem direito a 412,44 euros por mês.
Sempre que se deslocam ao estrangeiro em missão oficial, os deputados recebem 167,07 euros por dia.
Têm ainda direito a utilizar gratuitamente computadores portáteis, PDAs, acesso à internet móvel (GPRS/3G), serviços postais e sistemas de telecomunicações.
Têm seguro de vida.
Então, quanto ganham os deputados?
Depende dos casos. Para dar um exemplo, permitam-me que escolha, completamente ao calhas, o deputado do PS eleito em terceiro lugar pelo círculo de Lisboa. Não sei quem é, mas vou já ver. (pausa)
Já vi, é Inês de Medeiros. Vamos então às contas.

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Strogonoff de frango à moda do Parlamento

Tempere o frango com sal, oregão, azeite e 1 dente de alho. Doure a cebola em um pouco de azeite, 2 dentes de alho e o louro. Em seguida refogue o frango, acrescente o champignon, o molho de tomate, a mostarda e vá colocando água aos poucos para cozinhar. Desligue o fogo e junte o creme de leite mexendo bem.
Para que os nossos deputados não tenham de andar à procura de receitas em plena sessão parlamentar, como ainda ontem se viu na capa do «24 Horas», o Aventar deixa aqui a sua contribuição. Serviço Público!

A grande feira

Quando à descrença se junta a indignação, dificilmente se reserva o devido lugar, o devido espaço, à lucidez. O actual momento político e social que se vive é um claro exemplo disso.

Tem-se feito muita confusão sobre coisas distintas, a começar pelo papel e legitimidade de instituições da República e dos órgãos de comunicação social, passando pela substância política e partidária do momento.

As suspeitas que se estão a lançar sobre o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), não têm qualquer fundamento: as escutas a José Sócrates foram consideradas ilegais e bem, ao abrigo da Lei Processual Penal vigente. E, também, correcta a ordem de as destruir, pois o que é ilegal não deve produzir efeitos. Outra coisa, são todas as demais escutas, que têm vindo a ser publicadas, nomeadamente pelo semanário “Sol”, e de cuja análise se pode concluir a existência de um plano para controlo da comunicação social em benefício da governação de José Sócrates. Destas escutas, sim, deveria já o Procurador-Geral da República (PGR), no caso de concordar com tal concepção do alegado plano, agir e abrir o respectivo inquérito criminal. Se não concorda, deverá explicar porquê. Tal não cumpre ao Presidente do STJ, que fez o que deveria fazer, no estrito cumprimento da Lei. É ao PGR que cabe esclarecer quem representa, ou seja a sociedade.

Por seu turno, o semanário “Sol” depende, e muito, de capitais angolanos. Espero que tal não esteja a ser, também, um dos fundamentos desta actuação do jornal que, ao invés de pôr tudo, definitivamente, às claras, vai publicando aos poucos. E fazendo “edições extras” em que cobra o mesmo preço a que vende normalmente o jornal com “dvd” e revista. Se as “revelações” continuarem neste ritmo e nesta lógica, acho que começa a cheirar já a despudorado mercantilismo. E espero que as páginas relativas a Joaquim Oliveira sejam publicadas na próxima edição em papel do “Sol” em Angola.

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PSD dá lição de democracia ao PS

Amanhã darei os Parabéns a quem de direito pela aprovação da lei. Hoje não.
É que, mais uma vez, o PSD dá liberdade de voto aos seus Deputados numa questão que é de consciência. O PS não. Não há críticas?

Disciplina, Igual a Prepotência

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VOTO DISCIPLINADO
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Os representantes do povo na Assembleia da República, são uns paus mandados.
Podem pensar o que quiserem, podem comprometer-se com o que desejarem, que no final, quando a vontade deles tiver algum peso, têm de obedecer a quem manda e votar, não em consciência, mas segundo as conveniências do partido a que pertencem. De vez em quando, lá vai havendo alguns que, porque são diferentes, crê-se, não estão sujeitos a essa disciplina.
É o que se passa nesta altura com os deputados do partido do governo, que, com a excepção de sete, têm de obedecer aos interesses políticos do partido. Felizmente que ainda há, noutras bancadas, total liberdade, mas é só desta vez, já que noutras alturas fazem exactamente o mesmo que estes, obrigando os seus deputados a votar como lhes dá na real gana (aos partidos).
O que está em causa agora, é o voto sobre o casamento dos homossexuais. Sobre os diplomas apresentados, os deputados têm que votar, e acabam por só votar favoravelmente os proponentes, votando contra ou abstendo-se todos os outros.
Para mim, não está em causa se apoio ou não apoio os diplomas apresentados. Pessoalmente até nem os apoio. O que está em causa é esta ideia de que as pessoas que estão no Parlamento não têm cabeça para pensar por si mesmas e têm de ser mandadas votar de determinada forma. A isso, chama.se prepotência de quem pode para com quem tem de obedecer. Ora, isso fere os meus ideais de democracia.
Esta forma de proceder faz diminuir, a meu ver, a confiança que deveríamos ter, nas pessoas que elegemos para nos representar.
Para quando alguma mudança? Para quando círculos uninominais, onde cada deputado responda a quem o elegeu?

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Baixa política e nervoso miudinho

Num intervalo das aflições porque passam os seguidores do grande líder Eduardo Pitta comenta a decisão da Assembleia da República proposta por Jaime Gama em acabar com algumas das mordomias deputais.

A proposta teria sido motivada por um fim de semana no Dubai onde, segundo EP, teriam participado "deputados do PS (Leonor Coutinho, Miguel Ginestal e Rui Vieira), do PSD (Duarte Pacheco) e do Bloco de Esquerda (Miguel Portas)".

Cheirou-me a esturro, porque Miguel Portas nunca foi deputado (na AR), e fui espreitar:

Os Deputados Rui Vieira (PS), Presidente da Delegação, Rosa Maria Albernaz (PS), Miguel Relvas (PSD), Miguel Ginestal (PS), Duarte Pacheco (PSD), Leonor Coutinho (PS) e Joaquim Couto (PS) participam na  120.ª Assembleia da União Interparlamentar (reunião plenária) tem lugar em Addis Abeba, de 5 a 10 de Abril próximo

 

Miguéis há muitos. É dos nervos.

Dicionário de Parlamentares da III República (1974 – 2009). ADEGAS – AGUIAR

continuação daqui

 

 

ADEGAS, Mário Martins – Nasceu em 25 de Outubro de 1935. Economista. Exerceu funções de chefia em diversas instituições bancárias, caso do BNU e do BESCL. Integrou, como Vice-Presidente, o Conselho Nacional do Plano. Foi Deputado à Assembleia da República entre 1978 e 1985, eleito nas 3 primeiras Legislaturas pelo PSD, círculo de Aveiro. Empenhou-se então na elevação administrativa de vilas e aldeias do distrito, para além das várias intervenções que fez sobre temas económicos e sociais. Fez parte do VII Governo Constitucional, como Secretário de Estado do Tesouro.  Actualmente, é membro do Conselho Económico e Social.

 

AFONSO, Fernando José Russo Roque Correia – Nasceu em 3 de Julho de 1929 em Lisboa. Advogado. Foi técnico consultor do Ministério das Finanças e membro de diversas delegações portuguesas a organismos internacionais na década de 60. Entre 1984 e 1989, desempenhou as funções de Vice-Presidente do Conselho Superior da Ordem dos Advogados. Eleito Deputado à Assembleia da República, pelo PSD, da III à VI Legislaturas, entre 1983 e 1995. Num curto espaço de tempo, em 1987, foi Presidente do seu Grupo Parlamentar. Na VI Legislatura, foi um dos autores do Projecto de Revisão constitucional e o relator de diversas iniciativas.

 

ÁGUAS, Maria do Rosário da Silva Cardoso – Nasceu em Coimbra em 21 de Fevereiro de 1961. Licenciada em Gestão e Organização de Empresas, trabalhou em várias empresas privadas. No mandato de 1997/2001, foi eleita Vereadora da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Eleita Deputada à Assembleia da República, pelo PSD, na IX Legislatura, suspendeu o mandato para integrar o XV Governo Constitucional, como Secretária de Estado da Habitação. No XVI Governo, foi Secretária de Estado Adjunta do Ministro da Segurança Social, da Família e da Criança e Secretária de Estado da Administração Pública. Voltou ao Parlamento na X Legislatura e, nesta que agora se inicia, foi de novo eleita. Nos últimos 4 anos, foi uma das mais dinâmicas Deputadas do Grupo Parlamentar do PSD.

 

AGUIAR, António Júlio Simões de – Foi Deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República, eleito na I Legislatura pelo PPD, círculo da Guarda – foi o primeiro Deputado do Partido por aquele Distrito. Na Assembleia Constituinte, em finais de 1975, dirigiu-se à Assembleia para questionar o rumo do PPD e da facção liderada por Mota Pinto. Quase no final da Assembleia, protagonizou uma forte polémica com Jaime Gama a propósito de um comício do PPD no Porto.

 

AGUIAR, Manuela – ver MOREIRA, Maria Manuela Aguiar Dias.

 

Dicionário de Parlamentares da III República (1974 – 2009). A – ABREU

 

 

 A

 

ABECASIS, Nuno Krus – Nasceu em 1929 em Faro, morreu em 1999. Engenheiro civil. Fez parte do II Governo Constitucional, em 1978, como Secretário de Estado das Indústrias Extractivas e Transformadoras. Foi Presidente da Câmara Municipal de Lisboa entre 1979 e 1989, um período correspondente a 3 mandatos. Na parte final do seu último mandato, entregou a Siza Vieira a reconstrução da zona do Chiado, alvo de um grande incêndio em 1988. A sua passagem pela edilidade ficou marcada por muitas críticas, relativas à especulação imobiliária que permitiu. Depois de abandonar a Presidência, integrou a Assembleia Municipal, ao mesmo tempo que presidia à Fundação Cidade de Lisboa. Foi Deputado à Assembleia da República, pelo CDS, nas 4 primeiras Legislaturas, entre 1976 e 1987, embora tenha ocupado poucas vezes o seu lugar devido às funções autárquicas que entretanto assumiu.

 

 

 

ABRANTES, Afonso Sequeira  – Nasceu em 1945 na Guarda. Professor do ensino básico, com licenciatura em Filologia Românica. Presidiu à Comissão Instaladora da Escola Preparatória de Mortágua em meados dos anos 80. Desde 1989, é Presidente da Câmara Municipal de Mortágua, tendo vencido, pelo PS, 6 eleições consecutivas, sempre com maioria absoluta. Nos anos anteriores, fora membro da Assembleia Municipal e Vereador da edilidade. Foi Deputado à Assembleia da República, pelo PS, círculo de Viseu, entre 1987 e 1990.

 

ABRANTES, Domingos – ver FERREIRA, Domingos Abrantes.

 

ABRANTES, João Carlos – Nasceu em 1945. Engenheiro técnico agrário. Trabalhou na Direcção Geral dos Recursos e Aproveitamentos Hidráulicos. Foi Deputado à Assembleia da República da II à IV Legislaturas, sempre em regime de substituição. Exerceu o cargo pelo PCP, círculo de Coimbra. Interveio de forma activa no Parlamento, sobretudo através de requerimentos a diversos ministérios. A nível autárquico, integrou a Assembleia Municipal de Montemor-o-Velho.

 

ABREU, Filipe Manuel da Silva – Nasceu em 1947 em Paços de Ferreira. Consultor jurídico. Anteriomente, trabalhou como comerciante de arte. Foi coordenador do Gabinete Autárquico Distrital de Faro, Vereador da Câmara Municipal de Portimão e membro da Assembleia Municipal do mesmo concelho. Foi Deputado à Assembleia da República, eleito pelo PSD, entre 1987 e 1998 na V, VI e VII Legislaturas, sendo que nesta esteve em regime de substituição. Revelou-se muito interventivo durante a V Legislatura, tomando frequentemente a palavra para debater os problemas do Algarve, região pela qual foi eleito.

 

ABREU, João Eduardo Coelho Ferraz de – Nasceu em 1917 em Sever do Vouga. Médico cirurgião. Trabalhou em vários estabelecimentos hospitalares antes e depois do 25 de Abril. Aderiu ao PS em 1976, tendo coordenado, durante muitos anos, o sector da Saúde no Partido. A nível autárquico, foi membro da Assembleia Municipal de Sever do Vouga. Eleito Deputado à Assembleia da República da III à VI Legislaturas, entre 1983 e 1995. Neste período, exerceu os cargos de Vice-Presidente da instituição, Presidente do Grupo Parlamentar e Presidente da Comissão de Saúde. Foi ainda Presidente do Partido. A maioria das intervenções que fez no Parlamento versaram o tema da Saúde. Foi Presidente do PS. Em 1997, passou a presidir à Comissão do Conselho Nacional para a Política da Terceira Idade. Mais recentemente, integrou o Conselho Geral da Fundação Portuguesa de Cardiologia.

 

(continua)