
May the force be with you, princess Leia 🙁
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

May the force be with you, princess Leia 🙁
“O soro da verdade da Cristas dava jeito era no CDS, para sabermos o que é que aconteceu aos submarinos.” Bruno Nogueira, no seu novo programa Mata-bicho.
E já agora, para sabermos quem é o Jacinto Leite Capelo Rego.
E hoje, a fava calhou ao Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
Tenho uma proximidade muito grande com o projecto autárquico de Gaia (sou eleito na Assembleia Municipal) e maior ainda com o Projeto Gai@prende + e por isso, deixo aqui a minha declaração de interesses.
Não tenho assim tantos anos de vida partidária como muitos dos que nos visitam, mas já cá ando há tempo suficiente para saber que, em tempo de eleições vale quase tudo, ou mesmo tudo.
No caso em apreço, até pela minha proximidade acima referida e pelo profissionalismo que reconheço na minha amiga Elisa, parece-me que as palavras Do TRUQUES são as que melhor mostram o que está em causa:
Começa o período especial das autárquicas e, como já há dias tínhamos avisado, os jornais transformam-se em verdadeiros campos de batalha. Jornalistas que durante três anos estiveram num estado de quase hibernação ressurgem subitamente com capas e peças longas cheias de fontes anónimas (“O PÚBLICO sabe…”, “O PÚBLICO teve acesso…”) e acusações convenientes. Fruta da época dirão uns, um esgoto dirão outros. Veremos.
Hoje o alvo é o Presidente da CM Gaia. Diz o Público que Eduardo V. Rodrigues, enquanto presidente daquele autarquia, poderá ter favorecido a associação de que é co-fundador e onde trabalha a sua mulher. Acrescenta e leva para o título o facto de Elisa Costa ter sido aumentada em 390%. A ser verdade trata-se de um escândalo, não? As redes sociais incendiaram imediatamente, pedindo a cabeça do Presidente e da mulher, afinal “todos farinha do mesmo saco.”

A propósito da mais recente polémica protagonizada pela Juventude Popular, que, presumo, terá cumprido o seu principal objectivo de dar algum protagonismo à agremiação de jotas mais apagada do país, e sobre a qual já muito se disse e escreveu – sugiro a leitura do artigo de Daniel Cardoso, publicado no Geringonça, está lá tudo – veio-me à memória um texto que escrevi faz mais de um ano e meio, sobre o virtuosismo democrata-cristão do ainda líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, que se recusava – talvez a situação se tenha resolvido entretanto – a assumir a paternidade de uma criança que, segundo o suspeito Correio da Manhã, havia já sido comprovada por dois testes de ADN. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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