Hoje dá na net: Catastroika

O novo documentário da equipa responsável por Dividocracia chama-se Castastroika e faz um relato avassalador sobre o impacte da privatização massiva de bens públicos e sobre toda a ideologia neoliberal que está por detrás. Catastroika denuncia exemplos concretos na Rússia, Chile, Inglaterra, França, Estados Unidos e, obviamente, na Grécia, em sectores como os transportes, a água ou a energia. Produzido através de contribuições do público, conta com o testemunho de nomes como Slavoj Žižek, Naomi Klein, Luis Sepúlveda, Ken Loach, Dean Baker e Aditya Chakrabortyy.
(…)
Se a Grécia é o melhor exemplo da relação entre a dividocracia e a catastroika, ela é também, nestes dias, a prova de que as pessoas não abdicaram da responsabilidade de exigir um futuro. Cá e lá, é importante saber o que está em jogo — e Catastroika rompe com o discurso hegemónico omnipresente nos media convencionais, tornando bem claro que o desafio que temos pela frente é optar entre a luta ou a barbárie.

Legendado em português. Ficha IMDB.

Hoje dá na net: A Universidade dos Pés Descalços


Em Abril, esteve no Porto o TED -Technology, Entertainment and Design – um ciclo de conferências à escala global, patrocinado por uma associação sem fins lucrativos e onde gente conhecida ou anónima toma a palavra e partilha com a assistência a sua experiência de vida. O seu lema é «Ideas worth Spreading».
No caso que apresentamos hoje, o indiano Bunker Roy, proveniente de uma abastada família e formado nas melhores escolas, abandonou tudo e dedicou-se ao projecto da sua vida: A Universidade dos Pés Descalços, destinada às comunidades pobres da região de Rajasthan. Muitos dois seus estudantes tornaram-se engenheiros solares, artesãos, dentistas e médicos nas suas próprias aldeias. No mínimo, inspirador.

Hoje dá na net: Chicken à la carte

«Chicken à la carte» é um filme que explora e de que maneira as desigualdades sociais de um mundo em que o lixo de uns é o luxo dos outros. Uma curta-metragem de Ferdinand Dimadura absolutamente imperdível.

Hoje dá na net: Bernardo Sassetti em concerto


No «Hoje dá na net», evocamos a memória de Bernardo Sassetti através de um concerto do pianista no festival Jazz au Chellah em Setembro de 2007.

Hoje dá na net: Charlie Chaplin – Tempos Modernos

Um clássico de 1936, muito apropriado para épocas de crise, com Charlie ChaplinPaulette Goddard.

Legendado em português. Ficha Imdb.

Hoje dá na net: How governments have tried to block Tor

Na 28º Chaos Communication Congress que se realizou em Berlin, no fim do ano passado, assistiu-se a esta interessante apresentação sobre a técnicas que os vários governos do mundo adoptaram para censurar a Internet, tentando bloquear especificamente a ferramenta Tor que permite navegar anonimamente na Internet. Se quiser aprender a usar a ferramenta Tor pode ver como, aqui.

Em inglês, sem legendas.

Hoje dá na net: Berlin Alexanderplatz de Rainer Werner Fassbinder

A monumental adaptação televisiva de Fassbinder do romance de Alfred Döblin.

Legendado em português (clicar em CC se necessário)

Lista de Reprodução dos restantes capítulos.

Hoje dá na net: Os Hippies (1967)

Com guião de Jack Nicholson, e a participação de Peter Fonda, Dennis Hopper, Susan Strasberg e Bruce Dern, um filme de Roger Corman.

Legendado em português, ficha IMBD.

Hoje dá na net: O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman

Com Gunnar Björnstrand, Bengt Ekerot, Nils Poppe, Max von Sydow e Bibi Andersson

Em sueco, legendado em português.

Ficha IMBD

Hoje dá na net: Kevin Allocca: Porque é que os vídeos se tornam virais

Kevin Alloca é o gestor de tendências do YouTube e tem pensamentos profundos sobre vídeos parvos da Web. Nesta palestra que deu para a TEDYouth, partilha as 4 razões que fazem com que um vídeo se torne viral.

nota: legendas em português disponíveis visualizando aqui

Hoje dá na net: O Delfim

De Fernando Lopes com Rogério Samora, Alexandra Lencastre, Maria das Mercês, Rui Morrison e Isabel Ruth.

Legendado em português, ficha IMDB

Hoje dá na net: Homenagem a Miguel Portas

Vídeo completo da homenagem a Miguel Portas.

No Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, com música interpetada por Aldina Duarte, Tito Paris, Mísia, Zé Pedro, Khalil Ensemble e Xana. Intervenções de Marisa Matias, Ruben de Carvalho, António Costa, Rita Blanco, João Semedo, Francisco Louçã, Paulo Portas, André Portas e Frederico Portas.

Hoje dá na net: Adeus Lenin!

Inspirado em um período importante da história cultural da Europa – a queda do Muro de Berlim e a reunificação das duas Alemanhas – Wolfgang Becker usa como pano de fundo personagens reais como Erich Honecker, que governou a RDA (ou Alemanha Oriental) de 1971 a 1989; Mikhail Gorbatchov, o derradero líder (1985-1991) da URSS; Helmut Kohl, primeiro chanceler da Alemanha reunificada, e Sigmund Jähn que em 1978 tornou-se o “primeiro alemão no espaço”: foi um dos tripulantes da espaçonave soviética Sojus 31.

Legendado em português, ficha IMDB

Hoje dá na net: Piratas!

O outro lado da pirataria somali, ou de como convêm ver os acontecimentos de vários ângulos para se formar uma opinião sobre quem são realmente os piratas.

Realizado por Juan Falque. Legendado em português.

Hoje dá na net: Os Grandes Aldrabões

São os quatro irmãos Marx, é claro. Um filme de 1933 com Groucho, Harpo, Chico e Zeppo Marx, realizado por Leo McCarey.

Legendado em português, ficha IMDB

Hoje dá na net: O Contentor

de Edgar FeldmanFilme feito em colaboração com os alunos e professores da turma PIEF da Escola E.B. 2,3 das Olaias, em Lisboa durante o ano lectivo de 2010/2011 emitido pela RTP2 em 25/4/2012.

Dizem que vai ficar pouco tempo na net. Dizem-se tantas coisas.

É bom demais para não dar viral: uma escola como ela é, sem açúcar. Ao pé disto a quarta temporada do The Wired é para meninos. Quem voltar a falar sobre ensino em Portugal sem ter visto pelo menos um quarto de hora deste contentor, ou vivido um, vá dar banho ao dógue, tópas puto?

Hoje dá na net: História de uma Flor

Ler aqui

«História de uma Flor» é um livro para crianças escrito por Matilde Rosa Araújo. A Revolução de Abril é retratada de forma lúdica através da história de uma flor, que passa de escura a vermelha, de sozinha a acompanhada, de triste a alegre. O livro está disponível na sua totalidade no Cata Livros, um site muito giro da Fundação Gulbenkian que reune um conjunto de obras infantis da maior importância.

 

Hoje dá na net: Diário de um SkinHead

Documentário baseado no livro de Antonio Salas, jornalista que se infiltrou no movimento SkinHead.

Legendado em português.

Hoje dá na net: Os segredos da Goldman Sachs

A Goldman Sachs manda, nos EUA e na Europa. Veja como.

 Legendado em português.

Hoje dá na net: Estação Carandiru


Em «Estação Carandiru», mais um grande filme do cinema brasileiro, o médico Drauzio Varela narra a sua experiência na prisão de Carandiru, bairro de S. Paulo onde ocorreu um massacre, em 1992, que culminou com a morte de mais de 100 reclusos. As condições das prisões brasileiras, a forma como os presos são tratados e as incongruências do sistema presidiário brasileiro são explorados de forma magnífica neste filme realizado por Hector Babenco.
Carandiu é, a par do bairro, também o nome da Estação na qual o médico saía para se dirigir à prisão.

Hoje dá na net: Cidade de Deus

«Cidade de Deus» é um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Retrata fielmente o crescimento do crime organizado na sociedade brasileira e em particular na Cidade de Deus. As desigualdades sociais no Brasil estão bem evidentes neste filme, cujo enredo desenvolve a história de Buscapé, um jovem sensível que acaba por conseguir escapar ao destino que lhe estava reservado.

Hoje dá na net: Quem matou Pixote?


Na sequência da apresentação, ontem, de «Pixote – A Lei do Mais Fraco», segue-se hoje o filme «Quem matou Pixote?», de José Joffily (1996). Um filme que retrata a curta vida de Fernando Ramos da Silva, o menino de rua protagonista de «Pixote – A Lei do Mais Fraco» e precocemente morto pela Polícia depois de entrar no mundo do crime.
Não sendo um grande filme, e tendo sido um fracasso de bilheteira, vale ainda assim por relembrar a triste história de um menino utilizado pela indústria cinematográfica brasileira que não soube lidar com a fama e com o sucesso e terminou a vida de forma trágica.

Hoje dá na net: Pixote – A lei do mais fraco


É considerado um dos melhores filmes brasileiros. Dirigido em 1981 por Hector Babenco, o mesmo realizador de Estação Carandiru, e contando com a participação da grande Marília Pera, «Pixote – A Lei do Mais Fraco» retrata o sub-mundo do crime em S. Paulo e sobretudo a delinquência juvenil. A personagem central é Pixote, interpretada por Fernando Ramos da Silva, um menino de rua transformado em actor propositadamente para o filme. Acabou por ter um destino trágico, assassinado aos 19 anos pela Polícia depois de ter seguido as pisadas da personagem que interpretou, ou seja, tornando-se um criminoso. Anos depois, viria a ser feito um filme baseado na sua história, «Quem matou Pixote?».
Está disponível na net o filme integral legendado em inglês, antecedido e intercalado por um breve documentário de contextualização do filme. O facto de estar dividido em 13 trechos torna-se irrelevante, neste caso, devido à importância da obra. Para os adeptos de outras línguas, está também disponível o filme completo dobrado em russo.

Hoje dá na net: Argentina – Memória do Saque

Quando a Argentina recomeça a recuperar o que é seu, e perante todos os discursos aí jesus que hoje se vão ouvir esquecendo a privatização anterior, nada melhor que ver ou rever este documentário:

Premiado com o Urso de Ouro em Berlim e Melhor documentário em Havana, o filme mostra de que forma a Argentina foi saqueada pela grandes corporações, e como o governo neoliberal de Menem conseguiu levar o país a bancarrota, privatizando tudo e servindo aos interesses do FMI, Banco Mundial e OMC

Realizado por Fernando E. Solanas, legendado em portuguêsMemoria del Saqueo, ficha IMDB.

Lista de reprodução youtube. Partes seguintes também depois do corte.

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Hoje dá na net: Pier Paolo Pasolini – Salò ou Os 120 Dias de Sodoma

Vejam depressa, ou baixem do youtube, antes que desapareça. Pasolini depois de estrear este filme apareceu falecido, à paulada. E por cá foi o primeiro episódio de censura pós-1974:

Em Portugal, já em 1976, salva a democracia e evitados os extremismos, os distribuidores tremeram com o filme nas mãos e não ousaram estreá-lo sem exame prévio do então ministro da tutela, o socialista, republicano e laico Dr. Almeida Santos (VI Governo Provisório, a seguir ao 25 de Abril). Dizia-se que o futuro Presidente da Assembleia da República não aguentou a visão até ao fim: «Chamem-me censor, chamem-me o que quiserem, mas enquanto eu for ministro isto não passa.» Verdade ou mentira, é certo que não passou. O filme só foi apresentado pela primeira vez no Festival da Figueira da Foz no dia 1 de Setembro de 1976 (e estreado no dia seguinte em Lisboa, no cinema Mundial), já com o I Governo Constitucional em funções, Ramalho Eanes como Presidente eleito e David Mourão-Ferreira como Secretário de Estado.

Fui confirmar a memória aO Rato Cinéfilo, uma leitura que se recomenda.

O filme dói, tem um plano que ainda hoje me gela, mas nem que seja pelo momento que este cartaz reproduz (e que eu diria ser a chave que abre as portas para o entendimento da obra) é obrigatório ver.

Legendado em castelhano (activar clicando em CC) Ficha IMBD

Hoje dá na net: Sócrates

Produção televisiva realizada em 1971 por Roberto Rossellini.

Ficha IMDB – Legendado em português.

Hoje dá na net: Charlie Chaplin – A Quimera do Ouro

Charles Chaplin com Mack Swain e Tom Murray

Ficha IMBD

Legendado.

Hoje dá na net: Apocalypse Now (1979)

Até ver é o filme da minha vida. Versão longa, ou seja, 3h e 16 minutos de cinema. Tão bom que só ganhou dois óscares de treta.

Realização de Francis Ford Coppola. Com Martin Sheen, Robert Duvall, Marlon Brando, Harrison Ford, Dennis Hopper, e muitos outros.

Ficha IMBD

Em inglês, legendado em castelhano.

Hoje dá na net: The Clash – Live (1983)

Os Clash não são a maior banda de sempre porque isso não existe (gosto tanto desta frase que já a usei para umas três ou quatro bandas)