Santana Lopes faz mea culpa quanto à posição do Chega
08/07/2025 by
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O escândalo político do 4 de Julho português
04/07/2025 by
It is noteworthy that English native speakers show a clear tendency to perceive Catalan diphthongs in terms of English diphthongs.
— Juli Cebrian (2017)
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As crianças não são identificáveis, mas os nomes são associáveis e a associação é tendenciosa. Em Portugal, o Pedro, o António e o José passam despercebidos, mas o Anselmo, o Miguel Maria e o Tadeu já não — apesar de serem portuguesíssimos de bem e da Silva (como eu, na acepção populista). A deputada do Livre (livra!) poderia ter perguntado ao deputado Ventura o porquê de nāo ter mencionado o nome do portuguesíssimo e actualíssimo Zeinal. Mas, para isso, para desmontar esta conversa bacoca, é preciso pouca politiquice, mais qualidade na AR, menos gritaria, ausência de pathos (ui!) e muita leitura.
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Marchesín & colegas estão decepcionados e isso é óptimo
22/06/2025 by
Por dois motivos:
1-Significa que o Boca não ganhou ao Benfica.
2-Quer dizer que não estão *dececionados — e não estar *dececionado é espectacular.
Marchesín & colegas estarem decepcionados indica-nos igualmente que o jornal A Bola efectivamente continua a não adoptar o AO90, mesmo sem a tal manifesta apatia disfarçada de resistência silenciosa. Mas isso, pois, já sabemos há imenso tempo.

Intersetado não é gralha
15/06/2025 by
A ocorrência de intersetado deveria preocupar muita gente. Pior: a co-ocorrência no mesmo texto de intersetado e intersetaram demonstra coerência e anula a habitual desculpa de mau pagador da gralha. Evidentemente, os suspeitos do costume continuam a assobiar para o lado. Isto acontecia antes do AO90? Não, não acontecia. E acontece porquê? Porque interceptado>intercetado>intersetado é muito simples e interceptado>intersetado uma improbabilidade, para não arriscar uma impossibilidade.


O teor da notícia merece comentários, sim, mas hoje é domingo.
PS: Obrigado, Manuel Araújo, pelo alerta.
48 horas depois,
14/06/2025 by
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
Polígrafo, Polígrafo, Polígrafo
14/06/2025 by
O Polígrafo decidiu verificar a veracidade (em bom rigor, a exactidão) desta frase de Marcelo Rebelo de Sousa:
Portugal é o único actual Estado-membro não fundador que, com Durão Barroso e António Costa, viu os seus nacionais serem presidentes de duas instituições europeias: a Comissão Europeia e o Conselho Europeu.
Começa o Polígrafo por contextualizar:

Remata o Polígrafo desta forma:

Efectivamente:
Portugal (…) tem, hoje, um presidente da Comissão Europeia, o ex-Primeiro-Ministro António Costa, que chegou ao cargo em Dezembro de 2024.
Isto é grave.
Mas mais grave ainda é o texto ter sido publicado em

de Portugal Continental e da Madeira e, até este momento (em
14 de Junho de 2025 às
10:51
de Bruxelas–menos uma hora em Portugal Continental e na Madeira) ninguém do Polígrafo ter dado pelo gravíssimo disparate.
Os Knicks perderam,
28/05/2025 by
Explique-se a Augusto Santos Silva o seguinte:
27/05/2025 by
Progressão rima com expressão e com exceção.
Não sei se era essa a intenção.
A composição do novo Parlamento é uma má notícia para todas as forças políticas, com exceção da extrema-direita. Especialmente má para o PS, o que, só por si, deveria preocupar os democratas e as forças económicas e sociais responsáveis. Mas a expressão quase residual obtida pelos partidos mais à esquerda e a não-progressão da IL num contexto de forte crescimento à direita são também sinais de alerta.
“As pessoas distinguem os actos eleitorais”?
20/05/2025 by
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
Pergunta da semana:
15/04/2025 by
O que será “um golo de grande *espetacularidade“? Efectivamente, foi um golo espectacular. De grande espectacularidade seria mau. De grande *espetacularidade, então, teria sido péssimo. Felizmente, do ponto de vista estético, foi espectacular.
Coisa nunca vista: os Estados Unidos com uma língua oficial
03/03/2025 by
Isto vai dar barulho, muito barulho, imenso barulho. Eis o decreto de Trump e a opinião do excelente (excelentíssimo) Daniel J. Olson.










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