Contribuintes Portugueses dão lucro ao Santander

GhGBI786

Leio chocado que os contribuintes Portugueses pagaram mais de 3000 milhões de euros para Santander ter um crescimento de 121% em Portugal (resultado de 121 milhões de euros no 1º trimestre de 2016 em Portugal, em contra-ciclo com os resultados do Santander em Espanha e no resto do mundo). Tudo isto com o acordo da União Europeia e do BCE, entidades que declaram que os Portugueses não podem ter acesso a informação classificada do caso Banif.

Foi o BdP que solicitou o corte de financiamento ao Banif ?!?

Capture

A ser verdade o que é avançado pela SIC, o Governador do Banco de Portugal mentiu à Comissão de Inquérito e foi ele que esteve na origem do corte de financiamento ao Banif. Relembro que foi esse corte de financiamento que Carlos Costa utilizou como argumento para a intervenção e resolução do Banif.

Inacreditável!

 

Era uma vez uma proposta pelo Banif que o anterior governou escondeu

MLA VF

Correndo o risco de ser meramente redundante e eventualmente abalroado por um marido violento em fúria, uso novamente este espaço para informar o país que Maria Luís Albuquerque mentiu ao país. E não, não estou a falar de swaps, da sobretaxa que ia ser devolvida ou do BES que não teria custos para os contribuintes. Desta vez o assunto é o Banif. Parece que não há matéria de relevo que envolva esta ex-ministra que não venha manchada de aldrabice. [Read more…]

Os ficheiros Banif – Cronologia

Capture

Esta é a 1ª versão da Cronologia de “Os ficheiros Banif”.

Está em permanente construção e será atualizada diariamente.

 

Os ficheiros Banif

Capture

Este espaço agrupa a informação disponível sobre o Caso Banif. Toda a equipa do Aventar está a acompanhar atentamente este caso, nomeadamente a Comissão de Inquérito Parlamentar ao Banif, e promete colocar aqui, de forma sistemática e organizada, a informação disponível. É uma forma de ajudar na recolha de informação e apelar à transparência num caso que é muito grave pela dimensão do buraco financeira, mas também pelo que revela sobre o funcionamento do Estado e das relações entre Estado e Economia.  [Read more…]

A conspiração Banif

JT

Em Dezembro de 2015, lancei aqui uma pequena conspiração, envolvendo a venda do Banif a preço de saldo e os interesses do Grupo Prisa, dono da TVI e parcialmente propriedade do Banco Santander, que ganhou a corrida pelo banco insular. Hoje foi a vez de Jorge Tomé, o último presidente do Banif, que interrogado pela comissão política de inquérito ao caso Banif, decidiu alinhar nesta conspiração.

Não me entendam mal: bem sei que com banqueiros, sempre cheios de truques, todo o cuidado é pouco. Mas não é mentira nenhuma que, na sequência do anúncio da TVI, os clientes do Banif entupiram os balcões e, num ápice, retiraram do banco perto de mil milhões de euros, martelando desta forma mais alguns pregos no caixão do banco do jardinismo. [Read more…]

BES, Banif e a inutilidade do Banco de Portugal

Banksters

A banca portuguesa é sempre sólida e generosa com os seus administradores e accionistas até ao dia em que a bolha rebenta e os comuns mortais são chamados para a resgatar dela própria, sem que nunca se encontrem culpados ou se confisque o resultado da pilhagem da mafia bancária. Eles comem tudo, não deixam nada e ainda ficamos nós sem nada que comer. [Read more…]

O que esconde Carlos Costa?

CCBdP

O governador do Banco de Portugal (BdP) insiste em não disponibilizar um conjunto de documentos solicitados pelos deputados no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso Banif, que inclui o já célebre e aparentemente secretíssimo relatório do Boston Consulting Group sobre as falhas na actuação do BdP no caso da queda do BES. O BdP argumenta tratar-se de um documento sigiloso, ao qual só o próprio BdP poderá ter acesso, obstruindo desta forma o apuramento da verdade sobre mais uma catástrofe bancária que os contribuintes, representados pelo Parlamento, pagaram e continuam a pagar. Não nos estão a contar a história toda. O que esconde Carlos Costa?

Jesus tinha dois pais, Maria Luís tem dois empregos

MLA

Ora aqui está um cartaz que o Bloco podia fazer. Um cartaz a reforçar junto da opinião pública que significativa parte dos nossos deputados exerce funções paralelas que encerram em si conflitos de interesses. E a política portuguesa está cheia de exemplos desses. Eles são os deputados que integram a comissão de saúde de manhã e que aprovam aquisições de serviços a empresas da área da saúde para quem trabalham à tarde, outros que se sentam na comissão de obras públicas num dia, para no dia seguinte se sentarem no conselho de administração de grandes construtoras, enfim, toda uma festa de promiscuidade que se estende a todas as comissões parlamentares e que explica décadas de danças de cadeiras entre governos, Parlamento, bancos e grandes empresas nacionais e estrangeiras a operar em Portugal. E não se passa nada. [Read more…]

Bipolares?

Screen Shot 2016-01-30 at 14.19.57
Aparentemente, e a fazer fé no escândalo nacional que se está a fazer relativamente ao OE2016, Bruxelas pensa que um crescimento de 2,1% do PIB, como previsto nas contas de Mário Centeno do OE2016, é demasiado otimista. Mas os 2% do PIB que estão no Programa de Estabilidade e Crescimento 2015-2019 ainda em vigor (ver documento aprovado na Assembleia da República do qual foi tirada a imagem acima – página 48), da autoria de Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque, foram aprovados sem problemas e não causaram alarme público. Os jornalistas de serviço fazem escândalos públicos com essa enorme diferença de 0,1% do PIB e gritam aqui-del-rei que a Comissão vai vetar o OE2016, inventam cenários de catástrofe e antecipam que Portugal perderá a classificação da única agência de rating que ainda não nos classificou como lixo (a DBRS). Com isso tentam dizer que estará em risco a recompra de dívida pública por parte do BCE, o que só é possível se pelo menos uma agência de rating classificar Portugal acima de lixo, mas também a possibilidade de os bancos apresentarem dívida portuguesa como garantia para receberem empréstimos do BCE. Por ser muito sério este assunto, deveriam ser mais sérios e cautelosos no disparate público que temos vindo a assistir. A famosa carta de Bruxelas é um bom exemplo disso mesmo.

[Read more…]

Banif dá lucro ao Santander

Já aqui falei do Banif várias vezes. Hoje o Jornal de Negócios diz que o Santander inscreveu em 2015 um lucro financeiro pelo Banif de 283 milhões de euros. Estamos a falar de um banco pequeno, não sistémico, que foi resolvido no ano passado, por decisão do Banco de Portugal – operação que custou 2591 milhões de euros ao contribuinte (mas as perdas podem ser maiores) – foi vendido, depois de limpo, por 150 milhões de euros ao Santander.

Por isso, insisto numa auditoria externa e independente às contas do Banif. Essa auditoria deveria ser acompanhada pela Comissão Parlamentar de Inquérito ao Banif.

Auditoria externa e independente ao Banif

Não compreendo a inexistência de uma auditoria externa às contas do Banif. Não me interpretem mal, não é a rejeição por parte do parlamento que eu não compreendo. O que não entendo é como um procedimento desses de auditoria não é automático e compulsivo, depois da resolução do banco em que se usou dinheiro dos contribuintes. Não sei o que é que uma decisão deste tipo serve, mas não serve o interesse público.

O que aconteceu no Banif é de tal forma sombrio que exige esclarecimento cabal e urgente. Não me interessa a politiquice, nem o tradicional sacudir de culpas entre partidos. Mas interessa-me saber exatamente o que aconteceu: se houve desleixo, se houve gestão política do dossier, como é que um banco não sistémico precisa de perto de 3000 milhões de euros, como pode esse banco ser vendido por 150 milhões de euros, qual o papel do anterior Governo, qual o papel do atual Governo, qual o papel do Banco de Portugal e da Comissão Europeia. Exige-se total transparência. Qualquer outra coisa é inaceitável.

Quando se usa dinheiro dos contribuintes o procedimento de auditoria externa e independente não deveria ser alvo de decisão política, mas antes deveria ser um procedimento obrigatório.

Refletindo sobre o Banif e BES. Mais perguntas.

A propósito do artigo “Porque não um bail-in?“, gostaria de deixar mais algumas perguntas e reflexões suplementares, nomeadamente, sobre o impacto que tudo isto pode vir a ter – com elevada probabilidade – no contribuinte, na imagem e confiança em Portugal, e no nosso futuro a médio e longo prazo. Eu gosto de fazer perguntas e procurar respostas. Isso é saudável, recomendo mesmo que todos o façam, pois isso pode ajudar a evitar calafrios futuros e faturas surpresa gigantescas para pagar pelo contribuinte.

A verdade é que alguns meses depois da resolução do BES – feita a 3 de Agosto de 2014 -, o Banco de Portugal vem agora assumir que não foi eficaz na capitalização do Novo Banco, isto é, fez mal as contas. Na decisão de ontem e em complemento da resolução do BES, o Banco de Portugal alterou a decisão original (diz agora que faz um complemento) e reclassificou a dívida sénior passando-a do Novo Banco para o BES (Banco Mau). Com isso resolve problemas atuais de balanço, reduzindo o passivo em 1985 milhões de euros, antecipando de forma parcial a nova Diretiva Europeia de bail-in e contrariando as decisões de 3 de Agosto de 2014. Ora, parece evidente que no caso do Banif – onde se faz um intervenção com dinheiro dos contribuintes e de investidores – e agora do Novo Banco – recorrendo somente a investidores -, o Banco de Portugal não quis que ficassem sobre a alçada da nova diretiva Europeia de bail-in (entra em vigor no dia 1 de Janeiro de 2016). Porquê?

[Read more…]

Porque não o bail-in?

O Banif arrastou-se durante 3 anos sem ação. A carta de aviso da abertura formal de investigação por parte da DG-Comp (Comissão Europeia) esteve 5 meses para ser publicada. De um momento para o outro, no dia 18 de Dezembro, o Diário da União publica uma carta com data de Julho de 2015 e precipita a resolução do Banif com um avassalador custo para o contribuinte: perto de 3 mil milhões de euros. Pode ver o detalhe aqui e aqui.

O BES/BANCO BOM/BANCO MAU teve o colapso em Agosto de 2014. Nessa altura, o Banco de Portugal considerou que imputar prejuízos aos investidores detentores de dívida sénior era prejudicial ao país, pois afetaria a sua credibilidade e afastaria investidores de Portugal. Agora, cerca de 18 meses depois, muda radicalmente de ideias e, numa medida desesperada a 2 dias do final do ano, decide atirar para o Banco MAU obrigações com um valor de balanço de 1985 milhões de euros (emitidas pelo banco antes da resolução de Agosto do ano passado). Dessa forma recapitaliza o Banco Bom e condena os investidores internacionais à perda total. [Read more…]

Perplexidades avulsas

O caso Banif é verdadeiramente inacreditável. Estive a ler o comunicado de imprensa da DG-Comp (Comissão Europeia), do dia 21 de Dezembro de 2015. Nesse comunicado, a DG-Comp diz a determinada altura o seguinte (sublinhados meus):

* “A Comissão Europeia aprovou os planos de Portugal para conceder cerca de 2,25 mil milhões de EUR de auxílio estatal para cobrir o défice de financiamento na resolução do Banco Internacional do Funchal S.A. (Banif), em conformidade com as regras em matéria de auxílios estatais da UE.

Uma outra medida de auxílio no valor de 422 milhões de EUR cobre a transferência de ativos depreciados para um veículo de gestão de ativos. Por último, a Comissão aprovou uma margem adicional de segurança sob a forma de uma garantia do Estado para prever eventuais alterações recentes no valor da parte vendida ao Banco Santander Totta, o que eleva o total das potenciais medidas de auxílio para quase 3 mil milhões de EUR“.
[Read more…]

A saída suja, ou o último grande embuste de Passos e Portas

Banif

Havia no Largo do Caldas, um relógio em contagem descrescente até ao dia em que a Troika se haveria de ir embora. O discurso era heróico e, para a propaganda do hoje defunto PàF, a saída limpa assemelhava-se ao dobrar do Cabo da Tormentas. Por todo o lado, comentadores afectos ao regime, bloggers da corda e perfis falsos no Facebook anunciavam as boas novas da devolução da sobretaxa, dos cofres cheios (de dívida) e da tão almejada saída limpa. Eram bravos, os guerreiros eleitoralistas da coligação.

E contra as expectativas, até certo ponto, a coligação PSD/CDS-PP lá acabou por ganhar as eleições. Uma vitória de pirro, é certo, mas ainda assim uma vitória. Tramou-os a democracia representativa, essa expressão suprema do golpismo que em tempos integrava o leque de opções de Paulo Portas, o homem que, segundo a narrativa da actual oposição parlamentar, seria aquele que teria o PSD e Pedro Passos Coelho refém. [Read more…]

Banif: preste atenção, este é um caso muito sério

O caso Banif é escandaloso e intrigante. Escandaloso pelos valores envolvidos, perto de 3 mil milhões de euros para resolver um banco menor, que não tem dimensão sistémica e que representa 3% do mercado nacional (é o 8º banco do país), pela sequência de eventos e pela precipitação dos últimos dias. Intrigante, porque há demasiadas coisas que não encaixam. Estive a estudar, apesar de ainda de forma algo superficial, a sequência de eventos e a diminuta documentação que é pública. Li muitos artigos na comunicação social, ouvi debates com vários intervenientes, desde políticos a pessoas ligadas a instituições bancárias, li e ouvi com espanto e indignação a reação de António Horta Osório exigindo uma auditoria externa ao país, ouvi as várias declarações públicas e ouvi, com muita atenção, a entrevista do Presidente do Banif – Jorge Tomé – ao jornalista José Gomes Ferreira no programa “Negócios da Semana” da SIC-Notícias.

[Read more…]

Ao menos saber o que está na conta a pagar!

Horta Osório Banif

António Horta Osório, presidente do gigante britânico Lloyds Banking Group, sobre o Banif (22.12.2015):

“Acho que é um assunto chocante e que tem que ser devidamente explicado (…). Eu acho que tendo o Banco recorrido a cerca de (…) menos de mil milhões de euros há dois anos atrás e agora ser injectado mais do dobro do valor, este valor é demasiado grande para não ter um apuramento (…) claríssimo das responsabilidades. E das duas uma, ou o valor que foi injectado há dois anos era um valor que não estava correcto – e não há nenhuma razão para pressupor que não estava –, ou então tem que se perceber o que é que nestes poucos anos aconteceu e eu acho que deve ser feita uma auditoria independente que mostre aos contribuintes portugueses exactamente que negócios é que foram feitos que originaram esta injecção de capital no Banco, que créditos é que foram concedidos que não foram pagos, porque dado que o mal está feito, acho que os contribuintes portugueses pelo menos merecem saber com transparência e com rectidão exactamente o que é que aconteceu, que dinheiro é que foi utilizado e acho que isso deve ser feito o mais rapidamente possível.”

Tout court: Auditoria independente vai para a frente!!!

Será necessária uma petição??

O que é que defende o interesse nacional no Banif?

Quando se aplica dinheiro público tem de existir informação rigorosa e transparência total. Este é um princípio geral. Atuar de forma diversa é inaceitável e constitui uma traição aos contribuintes e à própria democracia, correndo o risco de desperdiçar de forma negligente os parcos recursos públicos. Para além disso, a consciência geral sobre este princípio elementar seria um travão para estes “negócios” que são sempre mal explicados e que, mais tarde, revelam surpresas gigantescas que nunca conduzem a responsabilização.

Consequentemente, de forma alguma posso aprovar a solução proposta pelo Governo, pois não existe o mínimo de informação pública que permita ajuizar da sua razoabilidade. Devemos ter em conta o que aconteceu no BPN e no BES. As soluções apresentadas e executadas sem informação digna desse nome conduziram – nos casos já referidos do BES e do BPN – a surpresas que aumentaram em muito o problema. No caso do BPN apareceram vários esqueletos que não eram bem conhecidos, como por exemplo o Banco Insular, percebendo-se que estaria também no perímetro público. No caso do BES, só muito tempo depois se percebeu o “esquema” de “colocação fraudulenta” (por falta de informação aos investidores) de papel comercial das empresas do Grupo Espírito Santo através do BES. [Read more…]

Zangam-se as comadres, descobrem-se os embustes

Costa MLA

Muita tinta irá correr durante as próximas semanas e, com ela, muita porcaria irá emergir. O passa-culpas já começou e de uma coisa temos já a certeza: a bandeira da saída limpa foi mais uma fraude do anterior governo, que empurrou o problema do Banif com a barriga para salvaguardar a sua posição nas eleições de Outubro.

Por agora deliciemo-nos com as comadres, outrora tão amigas e unidas, que começam a dar sinais de nervosismo e, como ratos, procuram abandonar o barco que ajudaram a afundar. Maria Luís Albuquerque, entrevistada ontem pela TVI, empurrou responsabilidades para a regulação bancária. Em resposta, fonte ligada ao Banco de Portugal contra-atacou, acusando o governo PSD/CDS-PP de não ter agido em conformidade com a dimensão do problema do Banif junto da Direcção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia, na procura de uma solução imediata, como de resto vem confirmar a carta da Comissária com a tutela do organismo. Algo me diz que vêm aí mais surpresas. Só não surpreende a manobra do anterior governo, mais uma entre tantas. O homem bem tentou vender o conto para crianças de se estar a lixar para as eleições. Se ruminou quem quis.

Banif: a força de acreditar (num esquema envolvendo TVI, Grupo Prisa e Santander)

Banif

É interessante que toques nesse assunto Jorge. Não deixa de ser curioso que tenha sido a TVI a lançar o pânico sobre o hipotético encerramento do Banif na semana passada, levando a uma queda abrupta do seu valor em bolsa, quando a TVI é propriedade do grupo espanhol Prisa, que tem como accionista de referência o Banco Santander, o mesmo que ontem adquiriu, pelo habitual preço de saldo, a posição do Estado no Banif. Que conveniente! Não fosse eu tão profundamente crente nos princípios éticos que, como bem sabemos, norteiam a acção da sacrossanta banca, e ficaria tentado a conspirar. Haja força para acreditar!

Banif: o resgate que se segue

Uma pastilha elástica Happydent custa, no café da minha rua, 10 cêntimos. Com o mesmo valor, podia na Segunda-feira ter comprado 166 acções do Banif (0,0006€/unidade) e ainda levava para casa algumas fracções de cêntimo. A queda vertiginosa aconteceu no dia em que a TVI anunciou o encerramento do banco que durante anos financiou o megalómano regime jardinista.

O banco reagiu, desmentindo categoricamente qualquer possibilidade de perdas para depositantes e accionistas, com o CEO Jorge Tomé a vir a terreiro para informar as massas de que o banco se encontra numa situação de “liquidez confortável” (para mais tarde recordar), mas a verdade é que a desvalorização bolsista do Banif é um sinal preocupante que não surgiu agora. Se ontem podíamos adquirir 166 acções pelo preço de uma pastilha elástica, poucas semanas após as Legislativas já era possível trocar um café por 250 (0,0026€/unidade) acções do Banif. [Read more…]