Este é o país onde um deputado ‘toma posse’ de gravadores de jornalistas mas, 50 dias depois, nada ainda lhe aconteceu.
Este é o país cujos governantes aumentam impostos por ficarem surpreendidos – em permanência – com o que acontece no mundo, mesmo depois de terem sido alertados por dezenas de especialistas em economia.
Este é o país que não obriga os alunos a estudar, preferindo transita-los de ano como medida de ‘incentivo’.
Este é o país que mascara estatísticas de desemprego ou de criminalidade por ‘erros‘ ou para ‘corrigir’ as fórmulas.
Este é o país onde um governo quer aplicar impostos de forma retroactiva.
Este é o país de um governo que aumenta impostos mas continua a querer gastar milhões no TGV.
Este é o país de um governo que constrói uma auto-estrada (A29) em cima de uma estrada nacional (EN 107) e depois quer cobrar pela sua utilização.
Este é o país de líderes de oposição tão patriotas que preferem gerir os seus calendários políticos em função das conveniências pessoais e não das necessidades da população.

Como escrevi aqui no Aventar não era de esperar grande coisa deste campeonato. A ideia de alavancar a economia e a visibilidade da África do Sul é boa, mas o país em termos de segurança deixa muito a desejar. Acresce que nos últimos tempos, a extrema direita perdeu o seu líder branco, às mãos de um grupo de jovens negros.







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