Estado, burocracia, governantes, a tralha do costume…

Não satisfeito por  cobrar IVA sobre donativos, mesmo que depois tenha garantido canalizar as receitas obtidas com o roubo imposto para a protecção civil, o governo ainda chamou a si a gestão do dinheiro obtido com a generosa contribuição solidária dos portugueses, através da criação de Fundo financeiro. À boa maneira lusa, a burocracia atrasa a ajuda, praticamente um mês decorrido após a tragédia, ajuda às populações afectadas nem vê-la. Não é com abraços, afectos ou palavras, mas com acção que se pode retornar à normalidade, se é que isso algum dia será possível. Um verdadeiro lixo este país, governado por trastes ao serviço de parasitas…

Carta aberta à Segurança Social e à Cruz Vermelha Porto

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Exmos. Senhores,

Tenho duas filhas, desde há dois anos, a frequentar o CIV – Centro Infantil de Valbom.
A situação que hoje trago ao Vosso conhecimento já foi relatada à Directora da referida instituição e, por nada ter sido feito, já foi plasmada no respectivo Livro de Reclamações.
Trata-se de uma situação que envolve um enorme risco para todas as crianças que frequentam o CIV e que a qualquer momento pode transformar-se numa tragédia que, a acontecer, terá de ser assumida por todos os que tiveram conhecimento desta situação e nada fizeram para a resolver.
O facto de a Segurança Social ter privatizado o CIV não a iliba de quaisquer responsabilidades nesta matéria.
Refiro-me ao cadeado em ferro que impede a entrada de veículos na zona fronteira ao edifício do CIV e que separa essa zona do parque de estacionamento. Desde sempre, com a gestão da Segurança Social, que esse cadeado esteve fechado e não me lembro, em dois anos, de algum dia ter estado aberto.
Desde que a Cruz Vermelha assumiu a gestão do CIV, esse cadeado está aberto diariamente, sendo muitíssimo frequente ver automóveis estacionados em frente à porta do CIV, transitando por entre as crianças e colocando-as num perigo tremendo. Num desses dias, já tive de agarrar a minha filha mais nova para evitar que fosse atropelada. [Read more…]

Alceste, de Eurípedes

Peça de teatro «Alcestis», tragédia escrita por Eurípides. Pretende-se dar apenas um exemplo do que seria o teatro grego, repreentado neste caso por uma companhia americana. Um trecho de 4 / 5 minutos, acompanhado de explicações por parte do professor, é suficiente para os alunos ficarem com uma ideia do que era o teatro na Grécia Antiga.

Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 2.1. – Os Gregos no século V a. C.: O exemplo de Atenas

Vilão de telenovela!

Silva Carvalho tinha password de email privado de outro espião – Que raio de espião! – não tem a agenda encriptada, recebe contas detalhadas em papel. Enfim, muito mau.

Ir ao futebol e morrer

Por mais que tente, há coisas que não consigo compreender. No Egipto, morreram cerca de oitenta pessoas em confrontos no final de um jogo entre o Al-Masry e do Al-Ahly.

Aparentemente, segundo o treinador Manuel José, a equipa de arbitragem terá deixado nervosos os adeptos da casa e, após vitória do adversário, a revolta terá estalado, o que explicaria, em parte, os confrontos.

Não explica. Nada explica o inexplicável, nem o resultado desportivo, nem rivalidades antigas, nem a suspeita de aproveitamento político por parte de seguidores de Hosni Mubarak.

Nada explica que se vá assistir a um jogo de futebol e se morra por isso. Nada. Alguém morrer por ir ao futebol é tão dramático como, por exemplo, morrer de fome. Há coisas que pura e simplesmente não deviam acontecer.

Eis o video

Ontem – era o sr Pinto de Sousa, Hoje – estou muito agradecido ao sr Primeiro Ministro

E depois toda a gente sacode a água do capote:

– “se ribeiras não fossem canalizadas teria sido muito pior”

– “a pressão demográfica é que obrigou a toda esta construção”

– ” a mim não chegaram estudos”


Na Madeira já se sabia que ia acontecer, e aconteceu

Também sou dos que acha não ser quando se enterram as vítimas a melhor altura para discutir porque morreram. Não é um momento de serenidade. O problema é que em relação à tragédia que ocorreu na Madeira esta reportagem tem dois anos. E era antes que se devia ter discutido o problema. Em democracia claro, regime que um dia também chegará à Madeira.

via Spectrum