
Coincidência bestial, dois deputados do…..PCP.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Coincidência bestial, dois deputados do…..PCP.
Este excerto retirado de um dos vários comunicados emitidos pelo PCP sobre a ocupação que está ser tentada pela Rússia sobre a Ucrânia é todo um programa. Considerar o que aconteceu como um golpe de Estado define bem o pensamento deste tenebroso partido que, em conjunto com o Chega, ainda existe. Sobre o que se passou em 2014 podem ver no documentário da Netflix de que falo AQUI.
Tão tenebroso como o PCP é o Chega que, agora, decidiu ser contra o seu amigo e financiador Putin. Mais um acto hipócrita e mentiroso. Nada de novo.
Sabem a Bielorrúsia, aquele país satélite de Putin? Que está a ajudar o vladimir a atacar a Ucrânia? Ora vejam lá o que sobre essa ditadura pensa o Partido Comunista Português: AQUI.
Vamos então continuar a fazer de conta que, HOJE, PCP e Chega não são a mesma coisa só mudando o cheiro? Este PCP envergonha o legado de luta contra o Estado Novo. O resto é poesia…

Para perceber o que se passa hoje na Ucrânia é importante, entre outras coisas, ver o documentário da Netflix sobre a Ucrânia e o seu desejo de pertencer à União Europeia. Chama-se “Winter on Fire”.
E pensar que, uma vez mais, não contam com a União Europeia. Que ficam sozinhos na luta contra a Rússia graças à nossa cobardia. Uma vergonha sem nome.
Quem vai à guerra dá e leva começou por dizer o comunista António Filipe, até há pouco tempo considerado um comunista fofinho e por quem muitos verteram umas lágrimas por o povo não o ter reeleito deputado. Ontem, na TVI 24 o socialista Sérgio Sousa Pinto disse-lhe, olhos nos olhos, o que tinha de ser dito. O que já devia ter sido dito ao PCP, a este PCP. A história do PCP no combate ao Estado Novo, o trabalho do PCP a favor dos direitos dos trabalhadores não merecia este PCP.
Podem ver aqui na íntegra:
Nada como especialistas a antecipar cenários


Um exemplo de estadista. Anda o mundo civilizado preocupado com a desgraça que se está a passar na Ucrânia, em saber se Putin está com o problema de o Tico não falar com o Teco e este nosso estadista veio chamar a atenção para o verdadeiro problema: esta merda vai-nos sair muito cara, as contas não vão ficar certas.
Que Rui Rio não se enxerga já muitos de nós sabíamos. Que o seu verdadeiro fito é acabar com o PSD só alguns desconfiavam. Que vá rápido e pela sombrinha….
Que maravilha. Adoro este discurso intelectual de tasca. Traduzindo para linguajar da Areosa:
“O gajo violou-a mas ela estava mesmo a pedi-las, aquela mini saia….”


As nossas televisões são uma maravilha no que toca a descobrir aves raras do comentário. Talvez por falta de atenção minha ainda não conhecia a “última bolacha do pacote” das aves raras do comentário televisivo: o Alexandre Guerreiro. Ao que parece divide o seu tempo entre vender aulas na FDUL, o comentário desportivo e agora a guerra entre a Ucrânia e a Rússia.
Bem vistas as coisas está tudo interligado. São tudo verdadeiros cenários de guerra. E, verdade seja dita, o lado bélico do comentário sobre bola nas televisões em Portugal não anda muito longe do antagonismo verbal a que se assistiu hoje de manhã na Sic Notícias entre este Alexandre “Rublo” Guerreiro e o José Milhazes. Vamos então ouvir o especialista em guerras, sejam elas no leste da Europa ou no Sporting:
Sobre Bruno de Carvalho, Ministério Público, Terrorismo e Alcochete: AQUI
Agora sobre a manifestação das forças de segurança na crónica criminal num programa da manhã da TVI e também fala de Terrorismo: AQUI
Já neste, temos o especialista, desta vez na TV Record, a falar sobre o “Terrorista” do ISCTE: AQUI
E aqui temos o benfiquista especialista Alexandre Rublo Guerreiro a falar sobre a agressão a um director de modalidades do Sporting no programa do Goucha na TVI: AQUI
Nestes exemplos temos o homem a falar como um verdadeiro especialista em terrorismo, direito, futebol, medicina, política internacional, políticas de segurança. E confesso que não coloquei aqui tudo. Estou convencido que se a minha busca fosse mais intensa ainda descobria um vídeo sobre como fazer o melhor “Bacalhau com Todos”.

A ser assim então o PCP também pode continuar no Twitter
O Tribunal Constitucional já está a analisar a legalidade do PCP? Aproveitavam a análise ao Chega e era um dois em um…

A singularidade do Aventar é mesmo esta. Aqui tanto podem ler um artigo meu com uma opinião sobre a Ucrânia como um outro do João Maio no sentido oposto e ambos conviverem livremente neste espaço sem qualquer problema. Esta casa é assim desde o seu primeiro dia mesmo que alguns dos nossos leitores/comentadores não entendam.
O Aventar não é o blogue dos “morcões” como escrevia no outro dia um patarata na caixa de comentários. Nem dos lampiões ou dos lagartos, Nem da esquerdalhada ou direitolas. Aliás, permitam-me o aparte, ainda não percebi o facto de apelidarem portistas como “os morcões”, será que sabem o significado da palavra? Andrades até posso entender agora “morcões” é capaz de ser o contrário do que nos querem apelidar, digo eu que não sou de intrigas. Continuando.
O Aventar é a casa da liberdade na blogosfera onde convivem em harmonia direitolas, esquerdalhos, lampiões, andrades ou lagartos. Onde cada um pensa pela sua cabeça e escreve o que lhe apetece agrade ou não aos seus correligionários de blogue ou aos leitores. Daí que a única contradição entre os dois artigos inicialmente citados está na opinião que cada um dos respectivos autores sobre a matéria. E a harmonia da diferença está no Aventar.
No caso em análise temos opiniões distintas. Ainda bem que assim é. Para uns o Maio está carregadinho de razão. Para outros a razão está do meu lado. E ainda temos os que entendem que nenhum dos dois está certo. E outros ainda que aproveitam para nos insultar naquele que é o caso mais exemplar deste blogue, o de ter masoquistas a comentarem os nossos artigos, gajos que não gostam mas andam sempre aqui a “botar faladura” ou a vomitar coisas. É assim o Aventar.
Nesta matéria eu escolhi os “meus filhos da puta” que não são os mesmos do Maio. E alguns ainda não perceberam o sentido da expressão carinhosa com que os brindo. Porque sei bem que não são flor que se cheire. Só que o cheiro deles incomoda-me menos que o cheiro dos outros. Mas não deixam de cheirar mal. Porque eles são como o Aventar, espaços onde cabem todos. Espaços de liberdade. Mesmo com os seus defeitos mas sobretudo pelas suas virtudes. E alguns dos nossos seguidores até podem dizer, “sim, mesmo com os textos deste filho da puta”. Claro.
O que deve prevalecer é a paz. Somos pela paz contra a guerra. Somos, todos. Até as “miss” são sempre pela paz. Elas e o senhor cura no intervalo de ter ido com aquela criança ao canto escuro.
O problema é aqueles filhos da puta que não querem nada com ela. Hoje chamam-se Putin no que toca à Ucrânia ou Xi se estivermos a falar de Taiwan. Ontem eram outros os nomes: Hitler ou Estaline, só para citar dois exemplos. Que catano, como foi possível entrar em guerra? Porque não tentaram negociar o caminho da paz? Foda-se, que erro pá.
Somos sempre pela paz. O que nos lixa é a realidade….
A extrema direita europeia e o PCP, a mesma luta
“Bom dia Europa. Adoro o cheiro a napalm logo pela manhã” – acaba de dizer #Putin #Ucrania #Ucrainarussia

Temos um elefante na sala e não é possível continuar a assobiar para o lado. Aliás, assobiar para o lado é engrossar as hostes daqueles senhores sentados na extrema direita do hemiciclo.
Agora foi em Famalicão. É fundamental analisar o que se passa e tomar medidas dentro do quadro legal. É preciso reflectir e actuar. Vamos continuar a assobiar para o lado? O caso de Famalicão foi o último mas não foi o único. Existe um padrão. Seja na forma como ocupam propriedades privadas, seja como tratam as suas mulheres seja como não cumprem as regras mínimas de um Estado de Direito. Todos? Claro que não.
Vamos deixar campo livre à extrema direita para capitalizar e aceitar o medo como algo natural?

A 12 de Março de 1938 Hitler anexa a Áustria. Afinal a maioria da população até era alemã, justificavam os nazis. Anos antes, em 1918, a Alemanha assinara um tratado em que assumia nunca anexar este seu vizinho mesmo sabendo que uma parte dos seus habitantes falavam alemão.
Por essa altura, anos 30, a mesma Alemanha nazi afirmava que as populações de etnia alemã na Checoslováquia e em especial na chamada região dos Sudetas, eram perseguidos e mal tratados. Por isso, explicavam, a Alemanha via-se forçada a anexar essa região. Foi o primeiro passo para a posterior anexação de toda a Checoslováquia.
Por essa altura, as entranhas do Estado Novo olhavam para as investidas de Hitler com uma visão utilitarista. Se, por um lado, Salazar preferia Mussolini a Hitler, por outro lado via em Hitler e no nazismo uma forma de impedir o crescimento do comunismo. Mas não é sobre esta matéria que quero falar. Prefiro abordar aquilo a que chamo de “uma ironia do destino” de alguma da nossa esquerda actual na sua relação com Putin.
Voltando então aos anos 30 do século passado: a maioria dos apoiantes de Salazar olhavam para estas iniciativas de Hitler em 1938 com fascínio. Entendiam que o homem até tinha razão, os austríacos até eram uma espécie de bávaros. E os sudetas eram maioritariamente habitados por alemães, caramba. Mais, gostavam de relembrar que a Alemanha tinha sido humilhada pelas potencias ocidentais no final da I Guerra Mundial e que reinava a hipocrisia por parte destas. E nem era verdade que Hitler fosse entrar em guerra com o resto da Europa, ele não era parvo. Foi de tudo isto que me lembrei quando vi, nos últimos dias, o discurso tanto do PCP como de certos “intelectuais” da nossa esquerda, um discurso entre o apoio a Putin ou o justificativo da sua acção: afinal, a culpa é dos Aliados que humilharam a “Mãe Rússia” após a queda da União Soviética e, sublinharam o facto de tanto a Crimeia como as duas outras regiões hoje “anexadas” são de maioria étnica russa. E o Kosovo, pá, o Kosovo”. Ontem a União Nacional, hoje a esquerda intelectual. A mesma luta.
Este discurso não é apenas estúpido.

#amigosaenviarcoisasboas

Ali para os lados do twitter anda a rapaziada a discutir umas coisas sobre o ex-presidente do Sporting e a namorada e o Big Brother Famosos. Entre os partidários de uma senhora intitulada “Pipoca mais Doce” e os partidários de Bruno Carvalho a coisa está mais bélica que a fronteira da Ucrânia. De repente, foi lançado um morteiro deste calibre:

O tempo passa mas as viúvas do outro senhor não mudaram nadinha. É o que temos.
Nunca fui meigo quando a coisa vinha do PS. Nunca serei meigo quando a coisa é obra do PSD. A fonte é o Observador, a realidade é portuguesa. E não há inocentes nesta matéria.


Existem peças jornalísticas que são autêntico serviço público e esta, do Jornal de Notícias é uma delas. Porém, o título é todo um programa.
E qual é o título? É este: “O drama dos sem-abrigo nas ruas do Porto está a chocar os turistas”. A chocar os turistas? Porquê, não nos choca a todos? Não choca os responsáveis pela gestão da cidade? Não choca os poderes públicos? Ou só interessa que não choque os turistas? Eu quero acreditar, mais, eu acredito que o jornalista Alfredo Teixeira cometeu um erro no título mas isso não invalida da importância do seu trabalho como uma forma de chamar a atenção dos poderes locais para este problema social grave.
A câmara diz que o número de pessoas que vivem na rua não aumentou. Não? Então não percebo. É preciso recuar muitos anos para me lembrar de ver a cidade com tantos sem abrigo. Muitos anos. É preciso recuar aos tempos em que um vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, de seu nome Paulo Morais, tomou em mãos o problema e, aí sim, diminuiu drasticamente o número de pessoas a dormir nas ruas da cidade do Porto. Ora, quando no passado mês de dezembro (e janeiro) estive na cidade fiquei chocado com a quantidade de sem abrigo espalhados pela cidade. Não só na Baixa como na Boavista e na Foz, só para citar três exemplos. E isso deve chocar todos. E deve ser resolvido não porque incomode os turistas mas porque nos incomoda a todos como seres humanos. A mim incomoda-me que só seja um problema porque “choca os turistas”. A mim incomoda-me que a cidade, nomeadamente os poderes públicos da mesma, não tomem medidas para resolver este problema, a exemplo do que no passado foi feito. Olhem, falem com o Paulo Morais ou com alguém que tenha pertencido à sua equipa. Quem sabe se desviarem umas verbas do marketing e comunicação do município e o aplicarem na resolução deste flagelo. Quem sabe se a câmara com a ajuda da Misericórdia possam investir na resolução deste problema social e dou o exemplo da misericórdia pois vejo que a esta não lhe tem faltado dinheiro para a recuperação do seu património, para investir na comunicação e promoção (nomeadamente dos seus dirigentes)…
É uma questão de prioridades. É uma questão de humanidade.
(a fotografia é do JN)
….and the winner is:


A treta de falidos a piscar o olho ao dinheiro do Estado. A mama.
Se eu monto um negócio e ele não corre bem porque os consumidores ou não gostam ou não sentem necessidade do produto que eu lhes vendo vou a correr pedir ao Estado para o financiar? Este momento de humor é Portugal no seu melhor….

Quando nos perguntam o porquê da nossa antipatia, o porquê do nosso “contra tudo e contra todos”, os motivos do nosso asco, estas coisas respondem.
E as minhas desculpas aos amigos por publicitar aqui o Pravda de Carnide.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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