Culto gay

É mera propaganda homofóbica, dizer-se que se vive uma autêntica promoção do culto gay: nota-se

A resposta do ano

Boa noite, Sou jornalista do Semanário Sol e estou a fazer um artigo sobre a morte da Donna Summer. Gostaria, se possível, que me explicassem porque é que ela é considerada um ícone gay e de saber em que medida a música dela influenciou a vossa discoteca.
Aguardo resposta.
Obrigada.
Cumprimentos,
Rita Osório.

Resposta do Trumps

Pergunte ao seu Diretor que é a pessoa que melhor sabe analisar o fenómeno gay no Mundo inteiro a começar na FNAC do Chiado.

Publicado no Facebook da Trumps

O caso do vídeo “Sócrates parece gay” e se parece grave ou não é

Neste vídeo, em plena campanha eleitoral, Passos Coelho perante um miúdo que afirma “Sócrates parece mais gay“, responde, “não parece, é.

Deixando de lado considerandos sobre porque só foi publicado a 7 de junho, e como foi obtido a partir do original, não vejo qual é o drama, a tragédia, o horror.  Um líder partidário não deve dizer coisas destas em público a despeito de meio mundo o dizer todos os dias? Claro que não. Foi mais um tiro no pé, este com a sorte de não ter circulado em plena campanha. Agora a gravidade da afirmação, ao pé do episódio da enxada, é mínima. Insultar José Sócrates foi um passatempo corrente ao longo destes anos, mais que merecido por razões que nada têm que ver com a sua vida privada. No país em que eu vivo grave mesmo é insultar uma anónima desempregada. No país em que a Maria João vive acredito que as coisas não sejam bem assim, mas isso já é problema dela. O meu é que se insulte o meu povo. O dela é que se insulte o seu líder.

E de qualquer forma esta foi a melhor notícia que podia receber hoje: Pedro Passos Coelho, na qualidade de primeiro-ministro desbocado, promete.

Será o CM feito por um bando de garotos excitados?

A capitã Patrícia Almeida poderá, muito em breve, sair do Comando do Destacamento Territorial da GNR de Santarém. A oficial que protagonizará, em conjunto com a cabo Teresa Carvalho, o primeiro casamento gay da história daquela força de segurança, pediu para ser transferida para o Comando Administrativo e de Recursos Internos (CARI), em Lisboa.

In Correio da Manhã

O Correio da Manhã faz destaque hoje desta informação. Com chamada à primeira página. Parece que por lá dizem ser uma ‘notícia’. Não consigo é perceber porquê.

É a primeira oficial da GNR a fazer um pedido de transferência? É a primeira oficial de nome Patrícia a pedir a transferência? É a primeira vez que o Correio da Manhã publica uma notícia sobre a GNR? É a primeira vez que o Correio da Manhã (CM) publica uma notícia? Ou não há notícia e o CM tinha falta de assunto? O CM faz notícias de todos os pedidos de transferência? Ou só dos pedidos de transferência de elementos das forças de segurança? O CM faz notícias ou é o boletim interno da GNR?

Só não quero é acreditar que o CM faz esta ‘notícia’ – e com chamada à primeira página – porque quem pede a transferência é uma senhora homossexual que vai casar. Porque não quero acreditar que o CM seja um feito por um bando de miúdos que se excitam com informações deste teor.

Renato Seabra: É mais grave ser gay, prostituto ou assassino? (onde se assacam muitas das culpas aos beatos da Igreja Católica)


Pensei que não ia ter de voltar ao assunto, mas uma série de factos nos últimos dias deixaram-me perplexo. Nas redes sociais, mais parece que a vítima é o frágil Renato Seabra, criança indefesa que não teve força para suster os avanços do corpulento Carlos Castro. Para a família, que não, que não, o Renatinho não é gay. Ser assassino não tem mal nenhum, ser gay é que sim. Em Cantanhede, reza-se hoje uma missa a favor de… Renato Seabra. Não me enganei, é mesmo uma missa a favor de Renato Seabra.
Vamos por partes. Que é assassino não parecem restar dúvidas. Ele próprio já terá assumido o crime. É grave e merece um castigo exemplar, sejam quais forem as circunstâncias. Que é gay, ou pelo menos bissexual, também parece não haver dúvidas – o que não tem mal nenhum, a não ser para a família e para o próprio. Que é prostituto, está visto no verdadeiro objectivo que norteou a sua relação com Carlos Castro.
Foram dois os verdadeiros problemas de Renato Seabra. Primeiro, ter a cabeça cheia de preconceitos acerca da homossexualidade. A Igreja Católica, que frequentou durante muitos anos como acólito, encheu-lhe a cabeça com essa noção do pecado. Em seguida, não ter percebido – ou não ter querido perceber – que subiria na carreira com a ajuda de Carlos Castro, sim, mas mediante um pagamento. Não há almoços grátis. Aceitou seguir para Nova Iorque e dormir na mesma cama do cronista como se de um ser angélico se tratasse, como se nada soubesse sobre o que vinha a seguir. [Read more…]

Zeca, ouviste o Cavaco amor ? teu Luis

Estamos ambos desempregados, o rendimento mínimo não chega, o teu fundo de desemprego é uma miséria, ninguem nos dá uma casa, as rendas são um horror ou então só em Chelas, já vendi o carro para a lipoaspiração, tu ainda não conseguiste  marcação para a operação aos olhos, já fiz as contas, o melhor mesmo é cada um de nós ficar na casa dos pais, está bem Zeca?

O teu muito amado,

Luis

PS: tentei a França, Alemanha, Reino Unido, Dinamarca…tudo proíbido, os outros três que não se importam ainda são piores que nós (suspiro)

A extrema-direita é muito gay

A acusação de que Eugène Terre’Blanche, o líder da extrema-direita sul-africana, terá sido assassinado por ter tentado violar dois jovens trabalhadores negros não espanta muito. Lembremo-nos do que há pouco tempo se revelou na Aústria, e vai-se constatando que os piores homófobos são por regra homossexuais pouco assumidos.

Mais difícil será acreditar que um racista branco queria manter relações sexuais com dois negros, mesmo dando um desconto a que estaria a tentar sodomizar uma raça para ele inferior. Mas das públicas virtudes fartos estamos de conhecer os vícios privados. E Eugène foi encontrado com as calças arreadas. Pelos vistos não estava a fazer xixi.

Faltam 416 dias para o Fim do Mundo

Afinal, o nosso Primeiro é um tipo com algum humor. Um dia não são dias. Por falar em paródia, nada como os aviões da Red Bull a substituir os da TAP no Lisboa-Porto. Mais uns dias e uns cobres a menos e ainda vão parar a Portimão…

O passado mês de Fevereiro ficará para a história pelos recordes: o benfas consegue garantir o seu campeonato da década – agora só a partir de 2020 é que vão voltar a cheirar o título – e o desemprego, upa-upa, sempre na frente e rumo ao milhão…

Nas voltas por este Mundo temos o México a marcar a agenda dos próximos protestos da comunidade Gay internacional; as fotos dos criminosos mais procurados (façam o favor de ver bem as fuças dos meninos não vá o diabo tecê-las e um deles ser nosso vizinho). E Obama, sempre ele, a colocar Portugal no mapa – mais uns 30 dias de sossego para o nosso Primeiro!

A hipocrisia não é um lugar assim tão estranho

Roy Ashburn defende-se com o argumento que a maior parte dos políticos medíocres utiliza: as posições que defendeu não reflectiam o que pensava ou queria mas o queriam os seus eleitores. Defendia-as sem um espírito crítico, sem remoques de consciência, sem vergonha. Convicções? Nada. Enfim, mais um parasita da política. Ou um mentiroso.

Ashburn, 55 anos, pai de quatro filhos, era um assumido anti-direitos dos homossexuais. Mesmo daqueles radicais. Ao longo de 14 anos tudo fez para contrariar os direitos dos gays. Este ano, por exemplo, vetou um dia para homenagear o activista pelos direitos gay, Harvey Milk e leis contra a discriminação e o reconhecimento do casamento homossexual que fosse celebrado fora do Estado da Califórnia.

Na realidade, era como se um político negro vetasse o dia de homenagem a Martin Luther King. É que esta semana, Ashburn foi apanhado a conduzir sob efeitos do álcool, à saída de um bar gay. Acabou por confessar ser homossexual. Entretanto, já afirmou que não volta a candidatar-se a nenhum cargo político. Mas, claro, apenas porque foi apanhado.

O problema de uma grande parte da classe política é que faz sublimar os maiores defeitos de uma parte da sociedade: incoerência, hipocrisia, mentira e uma enorme falta de bom-senso.

Comunicado da A25A

Tomámos conhecimento de que circula um abaixo-assinado com o título “Carta Aberta de Militares de Abril aos órgãos de soberania a propósito do chamado ‘Casamento’ entre pessoas do mesmo sexo”.
Como sempre assumimos, não nos consideramos como representantes exclusivos dos militares de Abril.
Ainda que sejam sócios da A25A cerca de 90 por cento dos militares de Abril, há outros militares que têm legitimidade para usar esse título.
Só nos espantamos é com o facto de alguns dos envolvidos nesta iniciativa virem, agora, assumir-se como militares de Abril. Se o assunto não fosse sério, seria caso para afirmar “bem-vindos ao barco…!”
Admitindo que algum sócio da A25A decida subscrever o abaixo-assinado – somos homens de Liberdade, cada um é livre de assumir as posições que entenda assumir – e porque já fomos contactados para esclarecer a nossa posição, ao mesmo tempo que alertamos para o facto de irem surgir falsas notícias sobre o assunto – como exemplo, o jornal Correio da Manhã afirmar que Vítor Alves também assina a carta em questão, o que é absoluta e totalmente falso – informamos que a Associação 25 de Abril é totalmente alheia a todo este processo.
Cordiais saudações e um abraço amigo
O Presidente da Direcção
Vasco Correia Lourenço

Já não era sem tempo!

Com mais ou menos protestos, com gente ainda a clamar pela família e pelo casamento procriador, com quem aceita olhar para o outro lado desde que não se lhe chame “casamento”, e até com quem fica a vociferar contra a decadência de costumes, hoje avançamos um pouco mais em direcção à efectiva igualdade  de direitos entre todos os seres humanos. Que ainda falta muito? Com certeza. Mas isso não retira importância a esta conquista.

Há quem diga que a questão é de escassa importância, que o país tem problemas maiores e mais prementes. Eu digo que ninguém deve viver o amor como algo sórdido ou indigno da sociedade.

E que ninguém deve enfrentar a humilhação pública, a discriminação, quando não a violência verbal e física por amar um homem ou uma mulher. E se isto não vos parece essencial, então vemos o mundo de maneira muito diferente. [Read more…]

Os constitucionalistas não gostam dos gays…

É só olhar para a sua interpretação :

Jorge Miranda : “A Constituição define o casamento como uma união heterossexual”

Paulo Otero : O PR tem vários argumentos para enviar o diploma para o TC”

Manuel Costa Andrade :” O PR pode legitimamente ter dúvidas quanto à constitucionalidade do casamento homossexual”

Jónatas machado : ” enviar a proposta para o TC é uma forma inteligente do PR passar a batat quente para o tribunal”

” O facto de a Constituição estar alinhada com a Declaração Universal dos Direitos do Homem, que consagra o direito ao casamento entre homens e mulheres,” é um dos argumentos de Jorge Miranda e Paulo Otero.

Paulo Otero diz ” que os heterossexuais têm direito à exclusividade no uso do termo “casamento” – e a não serem confundidos com o vínculo jurídico homossexual.”

Costa Andrade alerta que quando foi feita a “Constituição portuguesa o termo “casamento” remetia para a união entre homens e mulheres. Assim, não basta mudar a Lei, mas tambem a Constituição.”

Jorge Miranda : ” A Constituição define o casamento como uma união heterossexual, pois um dos seus pressupostos é a filiação”

Paulo Otero : O diploma será sempre inconstitucional”

Mais do que um problema jurídico é um problema de sociedade.

O casamento rosa é inconstitucional

O casamento gay é inconstitucional, tal como reza a Constituição Portuguesa, que diz lá “o casamento é a união entre duas pessoas de sexo diferentes”. Esta leitura arrasta como óbvia evidência, o conceito de “filiação” e que os gays nunca poderão preencher.

E não é só na letra, é tambem no espírito, porque os constitucionalistas que a escreveram são unânimes em afirmar, que tal leitura decorre da letra e do espírito consagrados na ” Carta dos Direitos do Homem” e que a nossa Constituição acolheu.

E mais, há um direito constitucional que os heterossexuais estão a ver pisado, que é o de reservarem para si o conceito de “casamento” como trave mestra da sociedade em que querem continuar a viver. Acresce que esta reserva em nada prejudica ou discrimina os gays, não só porque os próprios sempre sublinharam o seu “orgulho gay”, isto é, de serem diferentes, como a usurpação daquele conceito de casamento em nada os beneficia, já porque têm acesso a todos os direitos no âmbito das “uniões de facto” ou de outro conceito que possam, “orgulhosamente,” reservar para si próprios.

Os heterossexuais têm o direito de defenderem o conceito de casamento tal qual o conhecemos!

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