Jesus também tem sentido de humor

JC

Se a doutrina/mitologia (escolher a opção que melhor se adeque às suas crenças) cristã estiver certa, Jesus Cristo está no céu e, creio, a rir-se de toda esta polémica em torno do cartaz do BE. Até porque, rezam os livros, o filho de Deus era um tipo impecável e os tipos impecáveis tendem a ter sentido de humor.

Sobre o tiro no pé do Bloco, pouco haverá a acrescentar àquilo que o J. Manuel Cordeiro aqui escreveu. Era totalmente desnecessário, o timing foi péssimo e só beneficiou a estratégia dos partidos de direita de tentar branquear esse conseguimento que foi a aprovação do orçamento. Com o cartaz da discórdia, o BE chamou a si todos os holofotes e eclipsou por completo o terramoto que se fez sentir no Caldas e na São Caetano à Lapa. Passos e Portas Cristas agradecem. [Read more…]

Jesus Cristo e Miguel Relvas

JC

E, reza a história, não as fazia por equivalência.

via Jesus também

Estou sim? Tribunal do Santo Ofício?

Era para reportar um caso grave de heresia. Podemos acender a fogueira?

Da Prodigalidade Divina

Jesus2 (1)O excerto que a seguir reproduzo vale por todas as minhas aspirações humanísticas, por todos os meus erros, juízos indevidos, e talvez resuma um dia o que tenha sido minha vida. Há uma grande indiferença e até hostilidade para com a tradição judaico-cristã, mas devo reforçar a profunda felicidade que há para mim em viver impregnadamente os valores e a cultura dos Evangelhos, Caudal de Vida desaguado pelos Textos Sagrados do Antigo Testamento. Especialmente para quantos não cortam Poesia às fatias, a reconhecem em qualquer recanto e aderem a ela porque ao Belo e ao Sublime nunca se resiste, pois não há sofismas nem preconceitos perante o Belo, façam todos muito bom proveito, se conseguirem:

«Ele, que não nasceu da raça humana, nem do desejo humano, nem da vontade humana, mas do próprio Deus, um belo dia juntou tudo e foi-Se embora com a sua herança e o seu título de Filho. Foi para um país remoto… para uma terra longínqua… onde Se tornou como os seres humanos, nada mais. O seu próprio povo não O aceitou e a sua primeira cama foi uma cama de palha! Cresceu entre nós como uma raiz em terra árida, foi desprezado, foi o mais insignificante dos homens, perante o qual se tapa o rosto. Muito depressa conheceu o exílio, a hostilidade, a solidão… Depois de ter gasto tudo levando uma vida de abundância: o seu valor, a sua paz, a sua luz, a sua verdade, a sua vida… todos os tesouros do conhecimento e da sabedoria e o mistério oculto mantido em segredo desde tempos imemoriais; depois de Se ter perdido entre os filhos da casa de Israel; depois de ter dedicado o seu tempo aos doentes (e não aos ricos), aos pecadores (e não os justos), e até às prostitutas, prometendo-lhes que entrariam no reino do seu Pai; depois de ter sido apelidado de glutão e bebedor, amigo dos cobradores de impostos e dos pecadores – a samaritana, o possesso, o blasfemo; após ter dado tudo, até o seu corpo e o seu sangue; após ter experimentado Ele próprio a dor, a angústia e a inquietação d’alma; após ter tocado o fundo do desespero com que Se revestiu voluntariamente ao sentir-Se abandonado pelo Pai, longe da fonte que mana água de vida, gritou da cruz onde estava crucificado: ‘Tenho sede’. Ficou estendido, descansando, no pó e na sombra da morte. E ali, ao terceiro dia, ergueu-Se das profundezas do inferno aonde havia descido, carregado com os pecados e tristezas de todos nós. E de pé, erguido, gritou: ‘Sim, vou ter com o meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus’. E subiu de novo ao céu. Então, no silêncio, ao ver o seu Filho e os outros seus filhos, o Pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Trazei a melhor túnica e vesti-Lha; ponde-Lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; comamos e façamos festa! Porque os meus filhos que, como sabeis, estavam mortos, voltaram à vida; estavam perdidos e voltaram a encontrar-se! o meu Filho pródigo trouxe-os de volta!’. Então todos começaram a festejar, vestidos de longas túnicas, lavadas no sangue do Cordeiro».

Pierre Marie (Irmão), «Les fils prodigues et le fils prodigue», Sources Vives 13,
Communion de Jerusalem, Paris (Março 87), p. 87-93.

O Apóstolo Pedro


Sobre a origem do Cristianismo, nunca é fácil, num país tão católico como o nosso e perante miúdos de 12 anos, explicar que nas aulas de História não se falará de Fé, daquilo em que eles acreditam, mas apenas de factos históricos.
É por isso que tem de haver um especial cuidado na utilização de filmes completos sobre o assunto, que abundam na net.
Só para dar alguns exemplos, temos A Paixão de Cristo, de Mel Gibson; Jesus de Nazaré, de Franco Zeffirelli; O Rei dos Reis, de Cecil B. de Mille; ou até mesmo Zeitgeist, o filme de 2007 que nega a existência de Cristo, ou A Vida de Brian, dos Monty Python. entre muitos outros.
Sobre a difusão do Cristianismo no Império Romano, para além do épico Quo Vadis (há um excerto impressionante de 5/6 minutos que ilustra as perseguições aos cristãos durante os espectáculos com feras), escolhi para hoje O Apóstolo Pedro, que mostra a forma como o cristianismo foi difundido no Império Romano após a morte de Cristo.

Tema 2 do Programa: A Herança do Mediterrâneo Antigo
Unidade 2.3. – O Cristianismo: Origem e Difusão

Hoje dá na net: Monty Python, A Vida de Brian

A Vida de Brian, dos Monty Python, um filme que vá-se lá saber porquê não passa nas tv´s nesta quadra. Realização de Terry Jones, com Graham Chapman, John Cleese, Terry Jones e Michael Palin

Ficha IMDB

Em inglês, com legendas.

Conhece-te a ti mesmo

 

Menezes: ‘Não sou Nosso Senhor Jesus Cristo nem a Madre Teresa de Calcutá’

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