Julian Assange livre

julian_assangeFundador da Wikileaks livre para sair à rua

Chelsea Manning é livre

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Onde estão os paladinos da Igualdade cá do burgo?

Sorria

Todos os equipamentos electrónicos com ligação à internet, incluindo automóveis ou outros veículos de transporte, têm uma “porta dos fundos”, quer dizer, a possibilidade de serem totalmente comandados à distância sem o conhecimento do seu proprietário ou utilizador. Seja ele um cidadão comum, ou um chefe de estado – Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, tem sido espiado, designadamente através do seu telemóvel, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. O sistema operativo Windows, só para dar um exemplo, já traz de origem o código que permite a intrusão, vigilância, manipulação, cópia ou destruição de ficheiros e de hardware, incluindo microfones e as câmeras de vídeo. O mesmo se aplica a smartphones, Ipads, smart tv e por aí adiante.

Esta é, sucintamente, a última revelação da Wikileaks.

Não é claro, nesta altura, se a informação assim obtida estará a ser comercializada, ou de algum modo partilhada. Ou seja, não se sabe, embora isso seja plausível, se os detentores da tecnologia que permite este tipo de acção prestam “serviços” a clientes – leia-se Estados ou grandes empresas – espalhados pelo mundo, como, por exemplo, em Paris, em Bruxelas ou em Freixo de Espada à Cinta.

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Hilariante ou nem por isso

“Nós descobrimos o Japão (…) e vamos cercar a China com mísseis e enviar navios de guerra para a zona”.

Hillary Clinton

A WikiLeaks incomoda

Julian Assange’s internet link has been intentionally severed by a state party. We have activated the appropriate contingency plans.

Temer, o Informador

Já aqui se havia escrito, não sem escândalo, que os acontecimentos no Brasil eram um operação militar organizada a partir do exterior. Depois de consumado o golpe, será sem surpresa feita a constatação óbvia de que Michel Temer é um agente informador dos Estados Unidos. Pelo menos é o que afirma a Wikileaks.

Uma vitória que não pode ser negada

JA

O homem que revelou ao mundo uma pequena amostra das atrocidades militares de que o império norte-americano é capaz viu ontem a Organização das Nações Unidas confirmar que a sua prisão é arbitrária e ilegal, e que não só deve ser libertado como deverá também ser indemnizado pelas autoridades britânicas e suecas. O parecer da ONU chega um dia após Julian Assange afirmar ao mundo, a partir da varanda da embaixada do Equador no Reino Unido, que se entregaria às autoridades caso o parecer da ONU lhe fosse desfavorável. [Read more…]

Justiça para Assange

ONU conclui que detenção do fundador do Wikileaks é ilegal e arbitrária mas Reino Unido e Suécia não baixam os braços enquanto não o virem atrás das grades. É o preço a pagar por incomodar o topo da pirâmide.

2053 pessoas já pagaram

para ver o texto do TTIP. Uma campanha de fundos da Wikileaks que já realizou quase 70% do objectivo: 100 mil euros. [fonte]

Espiando os espiões

Serviços secretos americanos e britânicos espiaram discussões de responsáveis alemães sobre a crise grega. Fonte: Wikileaks.

TiSA, TTIP, TPP: mais documentos secretos do governo das multinacionais

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Hoje, às 15:00, a WikiLeaks tornou público um santo graal jornalístico da actualidade: o texto principal do maior “acordo comercial” na história, o TiSA (acordo sobre o comércio de serviços), cujos 52 países, juntos, constituem dois terços dos PIB global e que tem sido mantido secreto. As partes negociadoras são os Estados Unidos, os 28 membros da União Europeia e 23 outros países, incluindo a Turquia, México, Canadá, Austrália, Paquistão, Taiwan e Israel

Este tratado secreto imporá a todos os signatários cláusulas que beneficiam grandes empresas multinacionais em detrimento da soberania e os interesses públicos de cada país. Este tratado internacional será mantido em segredo durante cinco anos após a entrada em vigor. [Read more…]

Wikileaks expõe Sony

Financiamento do Partido Democrata, ligações à indústria militar, condicionamento do processo legislativo e outras revelações de uma multinacional intimamente ligada a poder.

O infiltrado fascista

Petro Poroshenko

Fico sempre muito comovido quando assisto a declarações do milionário ucraniano que os EUA adquiriram para servir os seus interesses nos jogos de poder em curso fronteira russa, posteriormente convertido em presidente da república daquele triste país transformado em ringue de boxe por russos e ocidentais. Como se já não chegasse serem governados pela extrema-direita que, apesar de extremamente violenta e perigosa, não desperta a obsessão pelo uso dos termos “radical” e “extremista” por parte dos Josés Rodrigues dos Santos desta vida, os ucranianos têm também que aturar este mercenário alinhado com os neonazis no poder chamado Petro Poroshenko.

Depois do encontro em Minsk, e de Poroshenko ter imediatamente afirmado não acreditar que o cessar-fogo entre forças ucranianas e separatistas pró-russas fosse respeitado, a verdade é que, à excepção de pequenos incidentes que se verificaram durante o fim-de-semana, os beligerantes parecem estar empenhados em cumprir o acordo assinado na capital bielorrussa, o que poderá complicar os planos de imposição da tão pretendida lei marcial por parte dos fascistas ucranianos. A NATO vai ter que esperar.

Infiltrados, invasões e propaganda

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No inicio deste mês, o irresponsável e patético mordomo-fantoche Barroso fez correr um boato que dava conta de uma conversa telefónica tida com Vladimir Putin, na qual o presidente russo teria referido, em tom de ameaça, que poderia tomar Kiev em duas semanas. O boato do cherne deu imediatamente origem a manifestações de reprovação por parte dos moralistas ocidentais que também gostam de invadir estados soberanos e os seus soldadinhos de chumbo na comunicação social fizeram o resto do trabalho. De um momento para o outro, Putin preparava-se para tomar Kiev em duas semanas. Era dado adquirido.

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A FLAD de Rui Machete

contada pelos norte-americanos em 2008 (via Wikileaks). Em Julho passado o Expresso pegou na história.

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Wikileaks publica novo seguro de vida

Em 2010 a Wikileaks pediu para copiarmos um misterioso ficheiro, encriptado, com cerca de 1.4GB de tamanho. Chamou a esse ficheiro um seguro na medida em que a chave necessária para o desencriptar seria divulgada caso alguma coisa acontecesse a Julian Assange ou à própria organização. Mais tarde a chave criptográfica acabou por ser divulgada, altura em que se obteve acesso integral ao conteúdo do arquivo.

A Wikileaks voltou a divulgar 3 ficheiros seguro de vida. Com um tamanho total de mais de 400GB. Sobre o conteúdo nem uma palavra. Se tiver o mesmo impacto que o Cablegate teve, estamos perante o inicio de uma história muito importante.

[Correcção depois do corte]

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Assange

Reino Unido ameaça tomar de assalto a embaixada do Equador para prender Assange [na BBC]. Edição, siga esta história no twitter: aqui e aqui.

Assange no Equador

Rafael Correa (na imagem), Presidente do Equador, decidiu dar asilo político a Julian Assange.

Pré-crime agora chama-se TrapWire

A ficção mistura-se com a realidade

Esta notícia não está a ser praticamente coberta pelos meios de comunicação social, a não ser pelo ângulo do ataque aos servidores da wikileaks. O ataque é interessante, mas o que o ataque está a querer ocultar é muito mais.

Estamos a ser vigiados minuto a minuto. Muitas das nossas acções são registadas: quando entramos num transporte público, quando conduzimos um automóvel, quando somos filmados por câmaras de vigilância, quando fazemos transacções com cartões de crédito (ou débito!), quando fazemos um telefonema, recebemos um sms, ou quando enviamos um mail. Não esquecer também as redes sociais onde pessoas sem noção do valor da informação partilham dados pessoais, por vezes ao minuto e, claro, todos os sites que visitamos, as páginas que consultamos, a que horas o fazemos e desde onde.

Todo este mar de informação, quando considerado em partes isoladas, é absolutamente inócuo. No entanto, se imaginarmos um sistema, uma máquina, que agregue toda esta informação, submetendo-a a um tratamento adequado, fazendo cruzamentos de informação entre bases pertinentes, armando-se das probabilidades condicionadas por mil eventos, então… Então talvez seja possível prever o futuro.

O grande problema é que a máquina existe, está a funcionar, chama-se TrapWire

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Os Ficheiros Sírios

Podemos não concordar com os métodos da Wikileaks, mas sem dúvida que a transparência, o acesso aos “segredos” dos governos, é a única forma dos cidadãos controlarem os seus destinos. A Wikileaks começou a disponibilizar mais de dois milhões de emails, tão comprometedores para o governo sírio como para os seus opositores. Clique na imagem para aceder ao site dos Ficheiros Sírios.

Julian Assange pede asilo político ao Equador

Teme ser extraditado para os EUA pela Suécia.

Internet censurada em Espanha, a partir de Março

Não será bem como sugiro no título, o apagar das liberdades não se faz de um momento para o outro, mas a Lei Sinde que entra em vigor em Espanha em Março, é um passo nessa direcção (pode ler também o apontamento do Público). É também um passo completamente inútil para estancar o download de conteúdos protegidos com direito de cópia.

Poder-se-á, por outro lado, revelar muito mais eficiente para travar e atenuar fenómenos como este:

 
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O Expresso e a coerência

O Expresso resolveu fazer uma parceria com a OpenLeaks para divulgar informação vinculadas por fontes anónimas. Nada contra.

Podiam era começar por cumprir o que se haviam proposto fazer quanto aos telegramas da Wikileaks, onde optaram por os divulgar censurados, depois prometeram a respectiva publicação integral para, finalmente, deixarem o assunto cair em esquecimento. Pelo caminho, divulgaram uma linha editorial com uma pseudo-explicação para a falta de coerência.

Uma visão curiosa quanto ao que se dá a conhecer das coisas que chegam ao jornal. Mas agora com a OpenLeaks é que vai ser. Das preferências gastronómicas do Ronaldo à vida social da Tátá-Belinha, não há-de haver importante assunto que não venha a público.

Expresso censura telegramas divulgados pela Wikileaks – II

A dois de Março do corrente, publicou o Expresso um primeiro conjunto de “telegramas Wikileaks” sobre Portugal. Ironicamente, resolveu este jornal censurar parte desses mesmos telegramas. Mas, uns dias depois, Ricardo Costa, director deste semanário, esteve presente num debate/chat com os leitores do Expresso onde afirmou categoricamente: «No site vamos publicar na integra todos os telegramas. Quem quiser pode ler tudo. No jornal, enquadramos, editamos e corrigimos».

Passados quase dois meses, passei pelo site do Expresso e continuam esses telegramas com a mesma censura. Será falta tempo por andarem a falar com os 47 interessados no regresso do bloco central?

Os telegramas em causa:

 

Para memória futura, aqui fica o dito texto dos 47.

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O caso Expresso/ censura dos telegramas: explicações do jornal

Sobre o caso Expresso/Wikileaks, Ricardo Costa, director desse semanário, esteve ontem, das 16h00 às 18h00, disponível para um debate/chat com os leitores do Expresso. A sessão está disponível aqui (link para o respectivo feed).

Entre as diversas questões colocadas, algumas incidiram no facto de os telegramas em causa estarem rasurados, sendo as respostas de Ricardo Costa as seguintes:

No site vamos publicar na integra todos os telegramas. Quem quiser pode ler tudo. No jornal, enquadramos, editamos e corrigimos.
Achamos que temos, neste caso, uma dupla obrigação:
– divulgar a informação relevante, apenas e só depois de a termos trabalhado
– disponibilizar aos leitores os telegramas que utilizámos.
Com este processo estamos a ser transparente e podemos ser facilmente escrutinados

as partes apagadas eram informações que ainda estamos a trabalhar sobre o caso FLAD. Serão “destapadas” assim que concluirmos o trabalho, provavelmente na próxima segunda-feira [7 de Março]

Mas vamos divulgar alguns documentos no site a partir de amanhã. Sobretudo de casos que não precisam de muito trabalho jornalístico da nossa parte

Os critérios do Expresso foram explicados no jornal e no site. Vamos usar os documentos à medida que os formos trabalhando. Divulgaremos na íntegra (no site) todos os que considerarmos relevantes. É a mesma prática que já foi seguida  pelos outros jornais. Se for ao site do El Pais, por exemplo, ainda lá estão os documentos já citados pelo jornal

Seguem-se mais algumas partes dessa conversa, numa selecção minha e usando apenas as respostas de Ricardo Costa.

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Expresso censura telegramas divulgados pela Wikileaks

Expresso censura cablesLi no Do Portugal Profundo e, estando incrédulo, fui à fonte. O semanário Expresso censurou parte dos cables que tão bombasticamente trouxe  à capa na ultima edição.

Ainda não estou bem certo de ter escrito o parágrafo supra. Se calhar é melhor repetir. Os telegramas tornados públicos pela Wikileaks relativos a Portugal foram divulgados pelo Expresso mas este jornal rasurou partes dos mesmos. Com que objectivo?

Ironia das ironias, algo que a Wikileaks coloca em estado bruto para os que queiram ver, chega até nós com um lápis castanho. Sinal dos tempos. Note-se que o jornal em causa é o mesmo que, ainda recentemente, fez uma sequência de artigos sobre o que a censura havia cortado no jornal nos tempos da ditadura.

Os telegramas em causa:

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Um país de generais sentados

portugal, país de generais sentados

«WikiLeaks Portugal: Expresso revela negócios ruinosos na Defesa» [Expresso]

«Nas mensagens enviadas a Washington, o embaixador passa a imagem de um país de “generais sentados”, dizendo que o Ministério da Defesa não é capaz de tomar decisões e que “os militares têm uma cultura de status quo, em que as posições-chave são ocupadas por carreiristas que evitam entrar em controvérsias”. O embaixador sublinha ainda que o dinheiro na Defesa é gasto de forma imprudente e que Portugal tem mais almirantes e generais por soldado do que quase todas as outras forças armadas» [Público]

Momentos de mudança

Em 1971 saiu no San Francisco Chronicle a frase enigmática “A Comissão dos Caminhos de Ferro do Texas anunciou uma admissibilidade de 100% para o próximo mês“. Para decifrar esta frase, temos, em primeiro lugar, de saber que a Comissão dos Caminhos de Ferro do Texas tinha por missão definir a produção máxima admissível das empresas extractoras de petróleo. Adicionalmente, uma admissibilidade de 100% queria dizer que os produtores estavam autorizados a produzir tanto quanto conseguissem.

A frase também contém, ainda, um segundo significado, esta frase pode ser entendida como o marco da chegada do pico da produção de petróleo aos 48 estados continentais dos EUA. Antes ou depois dessa data nunca se produziu tanto petróleo nos Estados Unidos (por coincidência mesmo que juntemos o petróleo do Alasca e as descobertas em águas profundas esse pico nunca foi ultrapassado). Este tipo de comportamento é observável na extracção de produtos não renováveis – especificamente com o petróleo este comportamento já foi observado em várias províncias.

Seria de esperar mais do que um enigmático apontamento para marcar o pico da produção de petróleo nos EUA. No entanto, talvez a história se esteja a repetir.

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Canção De Natal 12 Dias da Wikileaks, Por Zina Saunders

O Vídeo.

A Lírica

On the first day of Xmas, WikiLeaks gave to me:
A [redacted] in a [redacted] tree.

On the second day of Xmas, WikiLeaks gave to me:
Two maids a-suing
and
A [redacted] in a [redacted] tree.

On the third day of Xmas, WikiLeaks gave to me:
Three Gitmo manuals
Two maids a-suing
and a [redacted] in a [redacted] tree.

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Linguinha "Uiquiliques"


Há coisas do diabo. Até há uns dias, andava o mundo inteiro num fri-ó-fró de gozo, lendo as piadosas novidades proporcionadas pelas indiscrições da “uiquiliques”. Os americanos eram uns perversos da pior espécie, maltratavam gente de tão fino recorte social como Sarkozy, Putin ou Berlusconi. Radiantes, aí estava mais um motivo de gáudio para os teóricos da “conspiração mundial yankee-sionista”, sempre pronta a devorar povos, ouro e terra alheia.

Entretanto, algo parece estar a mudar, pois inopinadamente, começaram a surgir assuntos pouco tranquilizadores para um determinado tipo de agentes do politiquês de Expresso de fim de semana. “Más” novas em Cabora-Bassa – insisto em escrever o nome tal como me ensinaram em 1972 -, entregas de dinheiros em termos de “compensação por serviços (?) prestados”, depósito de 9.000 milhões na conta do risonho Al-Bashir do Sudão e com alguma sorte, talvez conseguiremos saber algo mais. Num ápice, a perfída dos embaixadores estadunidenses, transforma-se noutra coisa mais refinada, porque afinal, é “muito estranha” e …“o que é curioso é que tudo aquilo que se passa e tudo aquilo que se diz nada é contra a América, é tudo contra os outros”. Não nos admiremos se dentro de dias o Dr. Almeida Santos disser uma ou outra chalaça acerca do assunto.

É esta a posição que agora, o sempre atento Dr. Mário Soares vem defender no Público. A isto chama-se ataque preventivo, ou gestão de possíveis danos colaterais que estarão para vir.

Não sei porquê, de repente comecei a prestar mais atenção à tal paródia “uiquiliques” que afinal, não passa de “mais uma manigância da CIA”…