Obrigado, rapazes… e agora que ganhe a Espanha

       

Na verdade, só estão de Parabéns os das fotografias. Foram os únicos que lutaram do princípio ao fim e que, pelo menos, dignificaram a camisola da Selecção.

No fim de contas, podia ter sido pior. Com um treinador sofrível, um conjunto de jogadores banalíssimo e um dito melhor do mundo completamente inexistente (como sempre na Selecção), cumprimos os mínimos. Somos maus em tudo, por que razão havíamos de ser os maiores no futebol, ainda por cima contra o Campeão Europeu?

Os crentes em S. Scolari bem podem andar todos contentinhos, mas a verdade é que neste Mundial fizemos exactamente o mesmo que no Europeu de 2008. Nem mais nem menos. Qualificação na fase de grupos (onde há dois anos se incluiu uma humilhante derrota contra a miserável Suíça por 2-0) e eliminação logo no primeiro jogo a doer.

Haverá sempre o Mundial de 2006 para comparar, claro. Um excelente quarto lugar, é verdade, mesmo tentando esquecer a copiosa derrota contra a Alemanha, as estrondosas vitórias contra esses potentados que dão pelo nome de Angola, Irão e México e o heróico festival de cacetada nos holandeses que nos permitiu chegar às meias-finais. Quanto aos jogadores, basta comparar e juntar-lhes mais quatro anos nas pernas.

 

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Não creio mas que as há…

O nosso amigo Adão Cruz, num belo e elucidativo texto fala-nos no Homem como um ser constituindo um todo, onde o “material” e o “espiritual” são uma e a mesma coisa, sem um não existe o outro e vice-versa. Essa diferença resulta das conexões que existem entre as partes que constituem o todo, há uma “causa-efeito” que funciona sempre, resultado das condições em que se formam, das circunstâncias de cada um e de todos os seres humanos.

Subscrevo inteiramente, não acredito em algo que não se possa explicar, aí estaremos no domínio da Fé, do acredito porque sim, o que não quer dizer que não exista( se existir um ser humano que acredite em Deus, eu acredito em Deus,Saramago dixit). A formação científica do nosso aventador, ainda para mais sendo médico, não poderia deixar de o levar a essa conclusão tão objectiva, tantas foram as vezes em que se viu perante a vida e a morte do seu semelhante, sabendo que para aquela “causa” só há um “efeito”, fosse ele um ente que pudesse tudo e muito sofrimento seria evitado. Não há pois nada para além daquilo que está ao alcance da ciência, e mal estaríamos se “um ente que pode tudo” não quizesse!

Há muito, no que me diz respeito, que percebi que eu na minha pequenez sou muito melhor do que “alguem” que pode tudo mas não quer. Seria um ser desprezível. Não parece no entanto, que a riqueza “espiritual” se possa reduzir a resultados “materiais” como a pintura, e a escrita, a música e o amor, o que seria por si só algo de extraordinário, mas que fazem parte do “todo” ser humano, onde tudo nasce e tudo morre, cada um de nós é a vida, o universo. E, no entanto…

Quantas vezes o médico dedicado se confrontou com situaçãoes miraculosas, o mesmo médico que aprendeu a dissecar cadáveres, como os grandes da medicina ensinaram e descobriram, um após outro, os segredos do corpo humano e foram, um a um, afastando preconceitos, doutrinas sem fundo de verdade, bruxedos e “maus olhados”…

O jovem médico alemão que perante uma plateia de “professores” mostrou, nele próprio, que o coração não é mais que um músculo e que se podia trabalhar nele como em qualquer outro orgão, o amor não mora lá; ou o cientista que vai de férias e que quando volta descobre a penincilina numas “culturas” que ía deitar fora, salvando milhões de vidas humanas; como a primeira operação a uma grávida, salvando mãe e filho foi feita por um médico à sua própria mulher e, hoje sabe-se, que não tinha conhecimentos cirúrgicos bastantes, há altura, para fazer uma cesariana…

Tudo se explica porque há um sistema “vivo” que encontra respostas para a sua própria sobrevivência, sem o que pereceria como todos os sistemas que não conseguem a autoregeneração? É por isso que nascem os talentos, os homens e mulheres capazes de fazerem o “mundo pular e avançar”?

Eu não acredito em bruxas mas que as há, há…

Agora se percebe por que razão determinados jogadores são chamados à Selecção

«Vocês [jornalistas] não sabem o número de vezes que eu chamo deteminados jogadores ao meu quarto.», Carlos Queirós, em conferência de imprensa após o jogo com a Espanha.

Salvador Allende-Biografia

o Presidente do Chile, mártir da oligarquia e dos Republicanos USA

O Chile perdeu uma batalha, mas ganhou um herói.

(troço de um livro meu que estou a editar)

Salvador Allende Gossens; Valparaíso, 1908 – Santiago de Chile, 1973, político chileno, líder del Partido Socialista, del que también fue cofundador en 1933. Fue presidente de Chile desde 1970 hasta el golpe de estado dirigido por el general Augusto Pinochet el 11 de septiembre de 1973, día en que falleció en el Palacio de la Moneda, que fue bombardeado por los golpistas.

Salvador Allende perteneció a una familia de clase media acomodada. Estudió medicina y, ya desde su época de estudiante universitario, formó parte de grupos de tendencia izquierdista. Más tarde, alternó su dedicación a la política con el ejercicio profesional. Participó en la elección parlamentaria de 1937, y salió elegido diputado por Valparaíso. Fue ministro de sanidad del gabinete de Pedro Aguirre Cerda entre 1939 y 1942. A partir de entonces se convirtió en líder indiscutible del partido socialista.
En 1952, 1958 y 1962 se presentó a las elecciones presidenciales. En la primera ocasión fue temporalmente expulsado del partido por aceptar el apoyo de los comunistas, que habían sido ilegalizados, y quedó en cuarto lugar. En 1958, con el apoyo socialista y comunista, quedó en segundo lugar tras Jorge Alessandri.

En 1964 fue derrotado por Eduardo Frei Montalva, que propugnaba un programa de “revolución en libertad”, cuyos puntos sustantivos eran la reforma agraria, el

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FutAventar – como o destino…

A equipa portuguesa na primeira vez que jogou com uma selecção do seu nível e ambas tinham que ganhar, perdeu! Tão simples quanto isto!

O defesa direito era um defesa central adaptado, a vigiar o melhor avançado espanhol? O médio mais recuado não jogava há seis meses , tinha sessenta minutos nas pernas, não tinha rotina nem ritmo? O melhor do mundo não jogou nada? O avançado centro foi substituído por um jovem que corre muito mas não acerta na baliza? O médio ala não se viu? O “10” que sabe inventar espaços não jogou por se ter zangado com o treinador?

Pois foi por essas razões todas, eles são melhores, jogaram melhor, se não fosse o guarda redes, tínhamos levado três ou quatro, que nem espinhas, o resto é mau perder ou não saber ver a bola. O Professor falha no banco, não tem a pontinha de sorte, ou a centelha que leva uns a ganhar e outros a perder? Mais uma razão para não termos passado da fasquia que é a nossa. Oitavos de final, já viram se em vez da Espanha é o Chile podíamos estar nos quartos de final?

Sem ler nem escrever! Agora o melhor é arranjar uma equipa favorita e continuar a ver e a divertir!

Só para quem gosta!

É preciso arrojo, eu sei!

(adão cruz)


É preciso arrojo, eu sei!

Nestes tempos futebolísticos, nomeadamente neste malogrado Portugal-Espanha, assunto de que não percebo nada, nem estou interessado em perceber, é preciso muita coragem e muito arrojo, para vos vir falar de Materialismo e Espiritualismo. Precavi-me no entanto, com a ingestão de uma boa dose de ameixas vermelhas, pequeninas, pouco maiores do que cerejas, deliciosas, do quintal de minha saudosa mãe, regadas com meia garrafa de Mouchão tinto. Dizem que tais frutos, com um bom tinto, produzem um belíssimo resultado em termos de equilíbrio metabolismo-catabolismo, e, por conseguinte, de homeostasia, termo que já aqui tenho utilizado várias vezes, e que significa uma total harmonia do todo do ser humano. [Read more…]

Estação Futebol Beira Baixa

Portugal a comer e a televisão num restaurante junto à estação de Alcaíns, Linha de Beira Baixa. Golo!…

Governar à sombra da bola

Governar à sombra da bola

Bem, Agosto já não está assim tão distante. E daí ao Natal, passando pelas vindimas e pelo S. Martinho…

 

Hoje, em estéreo.