
A heterogeneidade que vai sendo tempo de compreendermos e aceitarmos
O estatuto socio-económico dos pais é determinante no incremento da (des)igualdade fisiológica das crianças denominadas de educação integrada ou especial.
Parece-me evidente que, ao falarmos em criança, estamos a pensar num ser humano novo, rechonchudo, de riso aberto, olhos azuis, cabelo encaracolado, impossível de atingir na sua rápida corrida. Ou, num pequeno que adora esconder-se dos adultos, ouve histórias lidas à noite, sabe contar contos e é espontâneo a colocar os seus braços em redor do nosso pescoço. Ou nessa pequena menina que brinca a ser mãe e canta às suas bonecas, as suas preferidas canções de embalar.
O mundo ideal, de tipo Huxley. Raramente, a verdade. Ou, por outra, verdade que atribuímos mas não concerteza com o mundo material.
Alguém anda com azia, e verte mails como quem despeja gases. Um que recebi hoje explicava que os “esquerdalhos” são mais do mesmo, que Francisco Louçã nomeara a própria mãe para sua assessora. Uma senhora de 79 anos, vejam lá. Esquecia-se de citar o pormaior que acima sublinho: sem qualquer remuneração. Os velhos métodos pidescos continuam.
Esta equipa não me entusiasmou nada! O Brasil não é, nem de perto nem de longe, o grande Brasil. Tem uma defesa onde joga um grande jogador – Maicon – os outros são jogadores de craveira média, dois médios muito lentos e um ataque com Robinho e pouco mais!
Em 07.06.2010 o Prof. Dr. Dres h.c. Paul Kirchof*, ex-juiz no Supremo Tribunal Constitucional Federal alemão e actual professor catedrático da Faculdade de Direito Fiscal da Universidade de Heidelberg, deu uma entrevista à SPIEGEL ONLINE. Na entrevista voltou a apresentar a sua proposta de 2005 para uma taxa plana (flat tax) de 25 por cento para todos, como um importante contributo para a saída da crise. Ontem escrevi-lhe uma cartinha que abaixo passo a traduzir.





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