Perguntar não ofende

A disrupção cognitiva do CEO da América:

Assunção Cristas e a vida quotidiana das famílias

ACPP

Moralista como boa “democrata-cristã” que é, a mais recente imperatriz do táxi afirmou aos jornalistas que

O PS, com o apoio das esquerdas, não quer saber da vida quotidiana das famílias portuguesas, não quer encontrar uma solução para a natalidade e entende que tudo se resolve com o crescimento económico.

Temos, portanto, uma moralista a dar lições de moral. Uma moralista que lidera um partido de causas aleatórias, consoante os apetites da sua pequena mas influente elite, que um dia diz defender os pensionistas e no outro aprova cortes violentos nos rendimentos dos anteriores como se nada fosse. A culpa é sempre da esquerda. [Read more…]

Veículos

Faça-se aos impagáveis o que se quer fazer aos incobráveis. Às famílias o mesmo que aos bancos.

O governo amigo das famílias

Foram hoje votadas na AR as propostas do PCP e BE para restabelecer a cláusula de salvaguarda, revogar os benefícios fiscais dos fundos imobiliários e suspender o aumento do IMI em 2015. Os partidos da maioria votaram contra.

Matrículas por sorteio puro

Agrada-me a ideia do João:

Para todos os efeitos tal obrigaria a um sistema de matrículas único. E aí está o argumento com que deve ser confrontado a partir de agora Nuno Crato: cheque-ensino? vamos a isso, mas incluindo a obrigatoriedade de as escolas aceitarem aleatoriamente os alunos candidatos à matrícula, sem qualquer possibilidade de selecção humana. Depois veremos como ficam os rankings e quantos colégios aceitam jogar de igual para igual com as escolas públicas.

Num comentário a um post anterior sobre este tema alguém questionava qual seria o problema deste tipo de informação ser tornada pública:

Os pais, se puderem, colocam o filho na escola que melhores garantias de futuro lhe dá. Sinceramente, nunca entendi esta polémica toda que todos os anos se verifica com os rankings. Desde quando ter informação é algo de negativo? [Read more…]

Calendário Escolar 2013/2014

já é conhecido.

1 em 5

Um quinto das famílias é atingido pelo desemprego.

bright side of life, mas atenção

A edição de hoje do jornal “Público” explica-nos, decerto contando que, num domingo de Outono, estejamos todos um pouco ensonados e remelentos, que “os desempregados têm mais tempo para os filhos, mas isso nem sempre é bom”.

Parece-me esta abordagem um extraordinário serviço público, já que o artigo não se limita a alardear as vantagens evidentes do desemprego no seio de uma família, mas esforça-se por ir mais longe e prevenir-nos de que – atenção, não enviem já a vossa carta de demissão – “isso nem sempre é bom”.

Na linha deste importante contributo, humildemente sugiro ao Público alguns temas que creio que, bem desenvolvidos, poderiam dar origem a artigos de grande interesse público: [Read more…]

Construção em crise

Capa do DiaJá tínhamos reparado: a construção está parada em Portugal. 

“Crise levou quase 900 construtoras à falência”, faz capa do Público de hoje..

Não há dinheiro para comprar casa nova “e o Estado não tem dinheiro para fazer obra. O sector da construção aprofunda a crise e em sete meses acumula a perda de 868 empresas”.

E este sector não pode apostar agora na recuperação, restauro e reabilitação de casas habitadas e outras tantas e tão bonitas pela sua antiguidade que se encontram por toda a parte? 

Foram muitos anos a pensar no «novo» e em construir de raíz a uma velocidade exagerada…

É só um reparo de uma leiga…

 

O tédio de Passos Coelho

“Não vale a pena estar sempre a gastar tempo a falar do desemprego, das casas que se entregam ao banco”. Declaração de Passos Coelho, hoje, no Parlamento. Está aborrecido, coitado. Roubado ao Ricardo M. Santos.

Famílias em crise

Em 2011, foram retiradas às famílias quase 3000 menores, ou seja, crianças e adolescentes separados das suas famílias e entregues a instituições.

Famílias em crise, onde, ao contrário do que se possa esperar e onde não é suposto, as crianças não encontram o carinho, a compreensão, o apoio e a paz, mas antes a violência, a negligência e os maus tratos.

É muito preocupante.

Há casais que não podem ter filhos e procuram naquelas instituições «filhos» a adoptar, os filhos de outros que não souberam nem puderam ser pais no verdadeiro sentido da palavra.

Dia do Pai

Hoje pensamos, com redobrada atenção, nos pais do mundo inteiro. Mas, sobretudo,
naqueles que estão velhos e (muito) sós,
nos que morreram sem a despedida merecida, sem os filhos por perto e sem o aperto das mãos;
também naqueles que sobreviveram aos filhos e choram por eles todos os dias sem compreender – «Porquê?»;
nos que lutam pelo «pão nosso de cada dia»;
nos que já nem isso podem pôr na mesa e passam o dia deambulando de um lado para o outro, sobrecarregados sob o jugo do maldito desemprego;
nos que se viram obrigados a deixar mulher (mães coragem) e filhos para emigrar e não podem ver os pequenos crescer e, por isso, sofrem silenciosamente de outra doença, a saudade.
Ficamos felizes por todos os pais que sabem e querem aprender com os filhos, que os amam e por eles são loucos. Que os adoram a seu jeito, à sua maneira, talvez um pouco como os próprios pais o foram…

E, finalmente, a todos os que se esforçam por conseguir fazer o seu melhor, um abraço.

Um especial para o meu pai!