Nem que te fodas todo, ó Nando!

Até te fica bem. Demonstra gratidão e serviço. Defender os que te lá puseram, te cobrem e te mantêm. Mas este tipo de embustes, já deram o que tinham a dar. Este género de merdas, tão utilizado na política, acabou com a reforma de uns tantos que passaram à inenarrável categoria de senadores da nação (vá-se lá saber o que é isso).

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Está assim o Porto. Vivo.

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(Santa Catarina, Porto, hoje de tarde)

Já não me lembrava de ver o Porto assim. Tanta e tanta gente que nem se consegue estacionar o carro para passear pelo centro da cidade. Foi assim desde que regressei no início de dezembro e acreditei que depois do Natal já seria possível passear com mais calma. Não se consegue. É um incómodo? É. Antes assim. Prefiro o “meu” Porto vivo que aquele outro, do passado recente, moribundo, vazio, degradado e sem pessoas.

Que bom que é ver este Porto ainda mais pujante que aquele dos anos oitenta, antes dos grandes centros comerciais e dos “Continente”. Esse Porto que conheci com o meu pai e a minha mãe, ele com as suas constantes idas ao alfaiate na 31 de Janeiro ou comprar o “seu” Le Figaro na Bertrand. Ela naquele “seu” Porto das bolas de Berlim e das amêndoas de chocolate na Páscoa na Confeitaria Cunha, da estafa de deixar o carro estacionado no Silo-Auto e fazer todo o centro, toda a baixa a pé. Sem esquecer a fruta na “Bananeira”, o queijo da Serra na loja do senhor do gato à Trindade (e cujo nome não me recordo). Ou do terror de ter a minha mãe a entrar no Silo-Auto no seu peugeot 205 pela saída. Era um Porto vivo, com pessoas e poucos turistas. Hoje é mais que vivo, é pujante e a nós juntaram-se os turistas e a todos une um enorme encanto por esta cidade renascida.

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O Porto das boas contas…

Quem costuma ler os meus artigos sabe que não sou socialista, não sou de esquerda nem sou apoiante do PS. Com a mesma liberdade, não posso deixar de partilhar o artigo de Fernando Gomes, antigo presidente da Câmara Municipal do Porto.

Porque se é para discutir as “contas à moda do Porto” então o melhor é conhecer toda a verdade. A verdade nua e crua dos números. Como alguns gostam de fazer. E terminar com certos “mitos”…

Consultado o Relatório de Atividades e da Conta de Gerência da CMP e dos SMAS referente a 1999, último ano da minha gestão, verifica-se que a dívida total consolidada do município era de 76 523 140 euros (apresentada em escudos e agora convertida em euros). Verificado o Relatório de Gestão de 2012, o último publicado referente à atividade da equipa que agora cessou funções, constata-se que a dívida do município atinge 111 193 330 euros. Um agravamento considerável, convenhamos. Mas se tivermos em conta a dívida total consolidada (que integra as empresas e fundações em que a CMP participa), então já se chega aos 128 831 880 euros.

Clube dos Pensadores com Fernando Gomes

O Clube dos Pensadores continua a ser uma excelente ideia.

Hoje, às 21h30 em Vila Nova de Gaia, Fernando Gomes, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol é o convidado do Clube dos Pensadores.

Confesso que não vou muito à bola com alguém que me surge claramente como parte do problema do nosso futebol, mas de qualquer modo gostaria de lhe perguntar que estratégia tem para melhorar a relação entre a formação de jovens jogadores e o desporto escolar.

Será que não faria sentido que até aos 14/15 anos a formação fosse, do ponto de vista do financiamento público, apenas concretizada através do sistema escolar (público e privado), fazendo-se depois a ponte para  a competição através dos clubes locais, que alimentariam no escalão seguinte (juvenis) os grandes clubes?

F.C. Porto – Sporting

Na semana em que o administrador Fernando Gomes bateu com a porta e foi substituído por Adelino Caldeira e em que Farias saiu para regressar, vamos receber os lagartos para a Taça e esperar que o estaladão que o Bruno deu ao Costa tenha servido para alguma coisa.

Algo vai mal no reino do Dragão…

A Ponte do Fernandinho

Por erro meu, não sei como se chama a ponte que, em cima do Douro, está em Massarelos.

Porque foi erigida no tempo de Fernando Gomes, chamei-lhe sempre a «ponte do fernandinho»