Dia da pátria Galega – grande manifestação em Compostela!

Muitos milhares de pessoas em manifestação de rua, exigindo “A Nação Galega”

No dia nacional da Galiza, o estrolabio saúda os irmãos Galegos – Viva a Galiza livre e independente!

PS: Adiro pessoalmente à saudação, pois não sei o  sentir dos meus companheiros do Aventar.

A carga dos quase 300 000…

Quem diz à Inês de Menezes que as mulheres polícias são gente de trabalho?

Na Jugular conta-se a versão “porreira”. Estavam acabados de chegar ao Rossio, a beber a  cerveja da praxe, quando a polícia carregou, assim, sem mais . Corre que corre, olha se eu tivesse levado a minha filha de 5 anos, mas que não levei mas podia ter levado, quase sempre a levo, olha se a tivesse levado…

O meu amigo Vitor, estava no mesmo sítio, no Largo de São Domingos a beber uma jinginha com os camaradas do partido e topam um grupo de camaradas jovens a prepararem-se para atacar dois polícias, logo os acalmaram “camaradas, não façam isso, logo nas televisões só vão falar do vosso ataque e esquecem a manifestação dos 300 000…” Entretanto os dois polícias ao verem-se encurralados já tinham chamado por socorros.,

Mas como não há duas sem três, um comentador na Jugular vem dizer que um polícia levou uma cabeçada de um dos manifestantes, eram só dois polícias tiveram que chamar reforços…

De Paula Cabeçadas a 30 de Maio de 2010 às 16:02

Olá boa tarde,
Por mero acaso, e porque, depois da Manif, estava a beber a minha imperial nas Portas de Santo Antão, como de costume assisti, desde o princípio à cena de que aqui se fala.

Tenho pena que as pessoas que não testemunharam o que se passou façam juízos de valor precipitados.

Aqui fica o testemunho: [Read more…]

Estes não foram à manifestação

  • Jorge Coelho, Presidente-executivo da Mota-Engil
  • Rodrigo Costa, Presidente-executivo da Zon Multimedia
  • Ferreira de Oliveira, Presidente-executivo da Galp Energia
  • Paulo Azevedo, Presidente-executivo da Sonae SGPS
  • José Penedos, Antigo presidente-executivo da REN

Não têm tempo para essas coisas. Precisam de fazer contas à vida, procurando onde gastar o seu magro salário.

o dia da mãe, após o dia do trabalhador!

Mães e Pais em defesa da subsistência familiar

ensaio critico

Após onze anos de ter escrito um outro ensaio que em parte acompanha este como excerto, aconteceu um facto histórico que me parece irónico. A seguir às festas do dia do trabalhador, é comemorado o dia da mãe. Irónico! De certeza vou marchar com parte do operariado do país que tem fome, não tem trabalho, que vive uma crise económica raramente conhecida.

Este 1º de Maio é o protesto mudo dos que não se podem governar, porque não são governados. Sabemos que o conceito governar não se refere apenas às hierarquias nas quais o povo tem depositado a sua soberania, estendem-se ao saber usar a inteligência, aos dotes de habilidade do trabalho, na produção de bens e mercadorias. Bens e mercadorias que no nosso país alimentam o dia da mãe, as visitas dos Pontífices romanos que não solicitam mas aceitam prédios novos como sedes de adoração da divindade que, acreditam, está em todos os sítios, muito embora ninguém a veja, todos a conhecem. Uma existência infinita que pune e perdoa conforme o estado de ânimo e a forma de pensar de quem a representa. Formas de pensar denominadas pecado ou bem-aventuranças, comportamentos, que, no meu ver, como tenho escrito noutros textos, garantem a reprodução social. Quem em consequência, será essa mãe, senão esse grupo de homens e mulheres que lutam pela sua subsistência?  [Read more…]

Manifestação de apoio a Baltazar Garzón

Criado no dia 14, o grupo de portugueses  no Facebook de Solidariedade com o juiz Baltasar Garzón convocou uma Concentração/manifestação para o dia 24 de Abril, pelas 17:00 horas, junto da Embaixada de Espanha na Rua do Salitre, junto à Avenida da Liberdade em Lisboa (estação de metro da Avenida).
O Aventar apoia esta manifestação, uma forma solidária de celebramos Abril com aqueles que não querem apagada a memória das ditaduras ibéricas.

Barragens tambem não!

Contra as barragens no Tâmega, Tua e Paiva, porque  a sua contribuição é muito pequena para a energia necessária, não substituem a importação de petróleo e têm um impacto irrelevante ao nível da emissão de poluentes. Por outro lado, uma vez construídas, as barragens não vão contribuir para manter postos de trabalho. O problema é que dizem o mesmo para todas as barragens mas  todas juntas terão as vantagens que não se reconhece quando  se analisa uma só!

Podemos viver sem barragens? A água, como se sabe vai ser ainda mais uma necessidade estratégica no futuro, sem água não vamos a lado nenhum, não podemos deixá-la correr livremente para o mar, porque recuperá-la custa muito dinheiro (dessalgar por osmose inversa) em energia que temos que importar.

Implica uma destruição ambiental imensa, milhares de hectares de reserva agrícola e ecológica vão ser submersos, a qualidade da água vai deteriorar-se, o sistema piscícola será alterado e os lobos deixarão de poder movimentar-se. Bem, a pata do homem, neste caminho que nos leva a ter muitas coisas materiais, foi e será sempre um factor de destruição da natureza. Os próprios desenhadores das grutas do paleolítico (neolítico)? de Foz Côa foram os primeiros a deixarem a sua marca na paisagem. Não há como evitar isto mas, evidentemente, devemos lutar para que as coisas se façam com conta, peso e medida.

A primeira opção é saber se estamos dispostos a trocar o confortozinho pelas belas paisagens. Eu acho que a coisa mais bela, são as margens de um rio, mas não sei se as posso ter todas assim selvagens, ou se tenho que contentar-me com menos.

Mas sei que não podemos deixar a água perder-se no mar !

ERC inquire Sócrates !

Estamos numa sala com pouca luz que entra pela freta de uma janela por onde espreita, de vez em quando, um gajo corpulento. A mesa, comprida, afasta de tal forma inquirido e inquiridor, que dir-se-ía não quererem olhar-se nos olhos . As vozes, amortecidas pelos generosos tapetes  que há muito não são limpos, ecoam de forma fantasmagórica. Um jornal, com um telefone dependurado na primeira página pousa, envergonhado, em frente do inquiridor.

Inquirido : A ERC a que o sr prof preside por minha vontade já chamou o director dessa sargeta ?

Inquiridor : Sr. Primeiro ministro, saiba V.Exª que estamos só à espera de saber o que pensa V. Exª para o trucidarmos aqui nesta mesma sala!

Inquirido : O que eu penso e que corresponde rigorosamente à verdade, é que nunca ouvi falar de tal coisa!

Inquiridor : Mas concerteza, nem isso está em causa, o que gostaríamos de saber é se há algum problema com sócios, bem, há accionistas que não são…

Inquirido : …mas , há accionistas… o que quer dizer com isso?

Inquiridor : o problema sr. primeiro ministro é que há accionistas que não são portugueses…

Inquirido : (pausa) respiração ofegante…então é por isso que essa m…saiu aí e não saiu nos outros?

Inquiridor : nem durmo, os outros não se atrevem, mas este…

Inquirido: já chamou o Vara? Nada de telefones. Ele arranja solução, agora que está lá para Oeiras…o sobrinho do de Oeiras ainda é taxista na Suiça? Afinal neste mundo global não se sabe quem são os accionistas. E aqueles gajos do banco que lhes enfiaram o barrete? esses gajos são capazes de ter ideias…

Inquiridor : está V. a ver como tenho passado mal os últ….

Inquirido : ó, homem, cale-se! deixe-me pensar, ninguem resolve nada, é preciso ligarem uns para os outros quando estão com a massa na mão e é só dar um pulinho ali a Espanha?…

Inquiridor : mas…

Inquirido : Faça como o nosso PGR e o PTJ, bem fizeram, mande queimar tudo…

Azedo “regulador” já não vai a tempo, como mandar queimar tudo? como? Grossas gotas de suor escorrem-lhe cara abaixo…António! grita, António, é continuo e motorista que se apressa. Chame a Serrano, qual ? a Fernanda? Azedo lança-lhe um olhar de “animal feroz”, mas a nossa está de férias sr. Presidente, murmura António, então, e o outro vogal da administração, tambem não está? António, baixa a voz, o sr vogal desde ontem que está a escrever e muito zangado… já lhe despejei quatro cestos de papel com rascunhos…até trago aqui um para o sr. Presidente ver…

Azedo, desdobra o papel que tem como título : (Eventual) Apoio à manifestação a favor da liberdade de imprensa!

«Todos pela Liberdade» – Antevisão


Na quinta-feira vai ser assim…

Proposta do ME para acordo com os sindicatos

Em formato pdf no site do SPN.

Professores e Ministério: não há fretes para ninguém

Parece que hoje é o dia P. P de proposta! Correcção pós-publicação: no site do SPN já podemos ler a última proposta do ME.
A luta dos professores é pela dignidade das suas carreiras, mas é também algo muito mais amplo do que isso. Por um lado trata-se de mostrar a toda a população que nem um governo maioritário consegue vergar a maioria do povo e, prova, também por isso, a todos os poderes e respectivos pretendentes que não é possível fazer tudo, ainda que às vezes pareça.
Depois das eleições, o PSD avança com as duas mãos para uma espécie de acordo com o PS, o que até nem foi mau para resolver um problema que estava criado – o da avaliação dos dois últimos anos. E desde então as reuniões entre os sindicatos e os novos donos da 5 de Outubro foram-se sucedendo.
O Bloco central de interesses, PS e PSD colocaram as suas máquinas no terreno – o PS pelo lado do governo e em alguns movimentos de opinião unipessoais. O PSD através da FNE.
Acontece que as propostas do ME não são melhores que as de Maria da Lurdes – e se os problemas, antes, eram as opções políticas, não é por mudar de personagem que o enredo muda. Isto é, a “Santa” pode passar de Lurdes a Isabel, mas o pecado continua lá. E por isso só posso aplaudir, como se de um golo do Saviola se tratasse, as declarações de Mário Nogueira ao Rádio Clube.

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150-48=?

Diz o Governo, usando os oportunistas, que 48 mil docentes já concluiram ou estão a concluir o seu processo de avaliação.

Dando isso como verdadeiro, pergunto: então um governo maioritário consegue produzir um modelo tão fantástico que numa legislatura inteirinha só consegue avaliar menos de um terço dos Professores?

Tem a palavra o Dalby, esse exemplo de profissionalismo docente que, todos sabemos, não colocou os pés numa única!

NEM UMA sequer, Manifestação de Professores!