"O holocausto do Vaticano"

“O holocausto do Vaticano”

No meu penúltimo post referi o livro de Avro Manhattan, “O holocausto do Vaticano”.
Fala-se muito do holocausto nazi e de Estaline, fala-se alguma coisa da tenebrosa Inquisição, não se fala nada do holocausto praticado pela igreja católica na Croácia e não só, aquando da segunda Guerra Mundial. E a barbaridade e crueldade deste holocausto não fica a dever nada, pelo menos em qualidade, ao holocausto nazi. Em certas circunstâncias parece superá-lo.

Nestes dias de profunda mentira e hipocrisia, nestes dias de repugnante propaganda por parte do Vaticano e de todos os sectores mentalmente anquilosados da igreja, todos os alertas são poucos. A todos os não católicos e a todos os católicos que têm dignidade e sentimento de vergonha, e acredito que serão muitos, eu apelo para que leiam “O holocausto do Vaticano”. Livro banido e temido pelo Vaticano, um dos livros mais lidos no mundo, não é, por todas as razões e mais alguma, fácil de encontrar e muito menos de obter. Apesar de já o ter lido em tempos, sempre procurei encontrá-lo. Encontrei-o na Net, na versão inglesa, também traduzida, embora muito deficientemente, pelo “translate” do Google, situado no canto superior direito da página. Podem aceder a ele em http://www.reformation.org/holocaus.html .

NÃO DEIXEM DE LER, SE TÊM RESPEITO PELA SERIEDADE DA VOSSA ESTRUTURAÇÃO MENTAL. [Read more…]

De Miguel Sousa Tavares

(Acho que é de transcrever)

Sua Santidade
Miguel Sousa Tavares (www.expresso.pt)
0:00 Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

Há uma imagem, um momento, um instante decisivo na vida de Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, que me marcou e que nunca esqueci: é o instante em que ele, acabado de ser eleito Papa da cristandade, faz a tradicional aparição à janela do Vaticano e saúda os fiéis reunidos na praça à espera do fumo branco e perante as televisões do mundo inteiro. Como toda a gente, eu conhecia um pouco do percurso do cardeal Ratzinger: sabia que era tido como um eminente teólogo e tinha sido a face exposta da facção ultraconservadora e dogmática da Igreja Católica, à frente da Congregação para a Doutrina e a Fé, a sucedânea moderna da Santa Inquisição. Pelo meu olhar alheio, Ratzinger tinha feito o “trabalho sujo” de João Paulo II, chamando a si o ónus das posições igualmente conservadoras do Papa Woytila, condenando ao silêncio os padres da Teologia da Libertação e os que representavam a Igreja herdeira do Vaticano II e, inversamente, protegendo os dissidentes da ultradireita católica – até se chegar à inimaginável canonização do fundador do Opus Dei, o espanhol Escrivá de Balaguer. O mundo via Woytila como um santo e Ratzinger como o seu indispensável Rasputine. Concedo que a visão fosse redutora e simplista e que as coisas, necessariamente, fossem menos evidentes ou menos simples do que isso. Mas essa era a imagem que passava e nunca pensei que a escolha do sucessor do papa polaco (que, em minha alheia e indiferente opinião, fez a Igreja recuar cinquenta anos) pudesse vir a ser o homem que representava uma facção extremada da Igreja. Achei que, depois de Woytila – um produto dos tempos finais da Guerra Fria (e que alguns historiadores insinuam que foi levado ao poder por Reagan e pela CIA) – a Igreja Católica, dividida entre várias facções opostas e representando realidades diferentes, quereria alguém que fosse um conciliador, um unificador de divergências. Ou, então, alguém radicalmente diferente, mais novo, vindo de África ou da América Latina – onde a Igreja enfrenta os seus maiores desafios – e que fosse capaz de enfrentar questões novas e ter um discurso novo e mobilizador. Mas, não: a sábia escolha dos cardeais recaiu num alemão, representante do conservadorismo, da tradição e da intransigência. Que, uma vez ungido e sentado na cadeira de S. Pedro, passou logo, como é suposto, a emanar a bondade divina e a sabedoria etérea: esse é um dos tais “mistérios da fé”, em que a doutrina católica é pródiga. [Read more…]

O "escândalo"

O governo britânico pediu hoje desculpa ao Vaticano pela redacção de um documento oficial, interno, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em que se sugere que a visita de Bento XVI ao Reino Unido, em Setembro próximo, seria ideal se incluísse a inauguração de uma clínica de interrupção da gravidez, se abençoasse um casamento homossexual, se fizesse o lançamento de uma marca de preservativos e de uma linha telefónica de ajuda para menores vítimas de abusos de sacerdotes pedófilos.

O arcaico e retrógrado Vaticano ficou profundamente escandalizado e foi aos arames.

Eu pergunto: será maior este “escândalo” ou o escândalo de violar uma criança? Duas crianças? Milhares de crianças?

O Papa pedófilo


Dir-me-ão que não é a mesma coisa – ser pedófilo ou ser cúmplice de pedófilos. No fundo, vai dar ao mesmo. É tão ladrão o que rouba como o que fica à porta. É tão pedófilo o que viola crianças como o que sabe e fecha os olhos.
Nada de novo, afinal, na história da Igreja Católica. Se olharmos para trás, veremos o exemplo do Papa Júlio II, sodomita «coberto de úlceras vergonhosas» e com vários filhos ilegítimos; Paulo III, um dos mais promíscuos de toda a história do Vaticano e pai de 4 filhos ilegítimos; João X, amante de uma mulher e da sua filha, Marózia, que planeou a sua morte (ela própria amante também do Papa Sérgio III); João XII, que transformou a Basílica de S. João de Latrão num bordel e que se dedicou durante o seu pontificado à prostituição e ao incesto; Vítor III, violador e assassino; Bento IX, que patrocionou e participou em orgias; Alexandre VI, pai de Lucrécia Bórgia e outros 9 filhos ilegítimos e amante de Giulia Farnese, irmã do papa Paulo III; Paulo II, que morreu durante o acto sexual com um pajem de tenra idade; Júlio III, que foi amante e nomeou Cardeal Innocenzo Ciocchi del Monte, um rapaz de rua de 17 anos; Sisto IV, que trocava benefícios aos seus favoritos por prazeres sexuais; e muitos outros que seria fastidioso enumerar.
Dir-me-ão que saber de casos de pedofilia na Igreja e nada ter feito é muito diferente dos casos que citei como exemplos. Pois é. Atendendo a que estamos no séc. XXI, é muito mais grave.

Nota: Na Wikipedia, encontra-se uma referência a Bento XVI, que “deleitou-se em imoralidade” e que era “um demónio do inferno sob o disfarce de um padre”. Trata-se provavelmente de um lapso.

Faltam 414 dias para o Fim do Mundo

Estamos a caminhar para o Fim do Mundo. Não acreditam? Olhem bem para esta notícia e depois digam qualquer coisa…Mesmo assim ainda estão com dúvidas? Ora cliquem aqui e voltem a pensar nisto que vos digo: o tempo das trevas está a caminho, eheheh. O quê, continuam a não acreditar neste vosso escriba? Bem, agora mais forte: esta.

Entretanto, uma notícia para os militantes do PSD com quotas em dia: um local para deixar as crianças entre as 17h e as 23h de sexta. Quem é amigo, quem é?

O sr. ricardo costa ainda não fugiu? Avisem os Super Dragões, é preciso incendiar a sede da Liga de Clubes. Isto só lá vai à força!

Vaticano cúmplice do nazismo e do fascismo


Por mais desculpas que venham pedir…

Santo Padre

Santo Padre

Peço humildemente perdão de me dirigir a Vossa Santidade desta forma, mas penso que Vossa Santidade poderia visitar todos os países que quisesse, nomeadamente o nosso, a expensas do Vaticano, como peregrino e não como imperador. Penso que nem Vossa Santidade nem a Igreja ganham nada com isso em termos morais. Mas também penso que não é a moralidade, na sua verdade e essência que preocupa a Igreja, mas outras ambições bem menos louváveis.

Penso que Vossa Santidade, sobretudo depois do sermão do Angelus sobre ambições e bens materiais, não deveria aceitar luxos de qualquer espécie, nem sequer o palanque do Rui Rio, pago por nós, e rezaria missa em dois ou três daqueles bancos de jardim que o Siza Vieira arrancou da Avenida, arranjados e enfeitados para o efeito.

E pediria ao Siza Vieira para plantar junto aos bancos meia dúzia de metros quadrados de relva a fim de Vossa Santidade poder ajoelhar sem magoar os joelhos na pedra ou cimento duro daquela eira que ele ali estendeu. [Read more…]

Faltam 421 dias para o Fim do Mundo:

Nestes dias surpreende a violência. Gratuita, estranha, estúpida. Da mesma forma, sempre se disse que o diabo está nos detalhes e, pelos vistos, no Vaticano. Ao mesmo tempo, a crise agrava-se por terras lusas mas está forte em Madrid, com Florentino a querer abrir os cordões à bolsa enquanto a mulher de Kaká prefere fazer justiça pelas próprias mãos.

Nada como a senhora deputada/cantora/actriz para nos oferecer novas definições de mentira/aldrabice/peta. E Marcelo nos dar um novo tema para amplo debate na blogosfera enquanto outros se assumem rumo às directas.

Assim vai o nosso Mundo…

Francamente!

O Papa afirmou que o poder e a ambição são tentações do diabo.

 O papa Bento XVI considerou hoje, no seu discurso do Angelus, na praça de S. Pedro, que “o poder, a necessidade de bens materiais e a ambição” são tentações do diabo que devem ser reprimidas.

 Ou o papa pensa que fala para estúpidos, considerando os outros burros, ou pretende passar por ingénuo, ou não consegue consciencializar a falsidade das suas palavras, ou procura intencionalmente escamotear a hipocrisia daquilo que diz.

 Bens materiais! Ambição!

Já se viu um potentado, a nível planetário, como a igreja católica? Não só do ponto de vista patrimonial, mas do ponto de vista económico-financeiro, do ponto de vista do money, money, money, dos altos interesses em variadíssimos bancos e empresas, dos astronómicos investimentos em todas as áreas e também naquelas que só deus sabe, mais do que reconhecidos e provados, sobretudo a partir da última metade do século vinte! [Read more…]

Deus contraria Jesus

O empate do Benfica frente ao Vitória de Guimarães poderá ser muito mais grave do que se pensava.
Isto porque o treinador do Benfica, Jesus, afirmou quanto á táctica do jogo: ”Jogamos no seja o que Deus quiser”.
Certamente que a ideia de Jesus era ganhar, mas Deus não terá querido tal coisa, entendendo por bem o empate.
Este é um caso que poderá ser bem mais grave do que pode parecer. Poderá não ser apenas um desacordo entre Jesus e Deus. Poderá haver algo mais profundo: Jesus e Deus poderão ter preferências diferentes em matéria de clubes. E nada garante que o Patriarca não tenha achado que era tempo de mostrar ao filho quem manda.
Grandes mudanças poderão estar em perspectiva, acrescentando-se mais uma dúvida: alguém já avisou o Vaticano?

"Vergonhosos abusos sexuais de menores"

Vergonhosos abusos sexuais de menores

 Com este título, li ontem no JN, o artigo de Rui Osório. Nele, ele diz que Bento XVI pede contas a responsáveis da Igreja Católica da Irlanda sobre a “dolorosa situação” das crianças vítimas da pedofilia de padres e de religiosos.

 Diz ainda que os bispos pediram perdão: “Nós, bispos, pedimos perdão a todos aqueles que sofreram abusos dos padres quando eram crianças, ás suas famílias, a todas as pessoas que estão justamente escandalizadas”. “Estamos profundamente chocados com a amplitude e perversão dos abusos como foram descritos no relatório”.

 Continua, dizendo que o núncio apostólico na Irlanda pediu perdão por “todo o erro”que possa ter sido cometido pelo próprio Vaticano, apresentando desculpas. [Read more…]

recomendação do dia

Pedro Almodóvar recomenda ao Papa Bento XVI que dê uma volta “fora do Vaticano e veja como é a família de hoje” e recorda-lhe que uma família pode ser composta de “pais separados, travestis, transsexuais e freiras doentes com sida”.