
Foi bonita a festa do 25 de Abril na rua, 43 anos após o acto de bravura lúcida e competente daqueles combatentes a quem tanto devemos. Mas comemorar não é só olhar para o passado com gratidão comovida. Comemorar é reavivar os ideais que sustentaram aquele acto; comemorar é inspirarmo-nos na sua força para lutarmos HOJE contra os cordelinhos subreptícios que nos reduzem a marionetas – de forma mais subtil, é certo, mas não menos eficaz. Comemorar é deixarmos o sofá, é solidarizarmo-nos, é abraçarmos causas cívicas, é informarmo-nos. É olharmos com olhos de ver para aquilo que consumimos e comprarmos com consciência. É interessarmo-nos pelos salários dos que nos servem, é combater injustiças, é tomarmos posições solidárias. Comemorar o 25 de Abril é darmos as mãos como sujeitos atentos e elevar um bocadinho mais alto a fasquia do cuidar da nossa vidinha. Comemorar o 25 de Abril é, hoje como ontem, estar do lado certo, contra os tubarões.





Confesso que ainda não ouvi, mas parece interessante: um podcast criado por ex-colaboradores (redactores dos discursos) de Barack Obama na Casa Branca, lançado em Janeiro passado, que tem como objectivo salvar os EUA. Ao fim de 10 dias tinha já um milhão de ouvintes e Barack Obama concedeu-lhe a sua última entrevista como presidente. Para os três iniciadores do 














A Fábrica de Alternativas nasceu da vontade de um grupo de residentes em Algés criar uma rede local de apoio e solidariedade para fazer face às adversidades dos dias que correm. Uma forma de incentivo à participação cívica e promoção da cidadania activa, valorizando as competências de cada um, juntando todas as gerações, na convicção de que todas as pessoas têm muito a aprender umas com as outras! O seu fim é social, recreativo e cultural, de acordo com as capacidades e conhecimentos profissionais, artísticos ou culturais que os seus associados queiram e estejam em condições de partilhar. Para além do desejo de recuperar os elos de vizinhança há muito perdidos, queremos que a comunidade em conjunto seja mais crítica, consciente e ética, incentivando os valores da partilha, da responsabilidade e da inclusão. Apesar de a nossa matriz recusar qualquer apoio partidário ou religioso, acreditamos que toda a pessoa é válida, independentemente da sua faixa etária, classe social, orientação sexual, raça, credo religioso, convicção política, etc… O Banco do Tempo surgiu como plataforma ideal para materializar essa partilha: Propomos aos nossos associados que ofereçam 2 horas por semana à Fábrica, ou à Comunidade. Em troca, podem usufruir de todas as outras 2 horas cedidas pelos outros sócios. 












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