e não é. Mas parece que é o protesto possível: a Petição pelo afastamento do Juiz Ivo Rosa de Toda a Magistratura.
E como protesto colectivo, neste momento, para que seja ouvido, vale quase tudo.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
e não é. Mas parece que é o protesto possível: a Petição pelo afastamento do Juiz Ivo Rosa de Toda a Magistratura.
E como protesto colectivo, neste momento, para que seja ouvido, vale quase tudo.
Imaginem que um professor anuncia aos alunos, no início do ano, que só será possível dar vinte valores a dois deles e que, caso haja um terceiro, haverá um critério que obrigará a baixar uma das notas.
Já se sabe que as probabilidades de haver notas máximas é sempre mais baixa, mas não há avaliação justa sem que haja a possibilidade de dar a nota máxima a todos os alunos.
Há vários anos, o Ministério da Educação criou um simulacro de avaliação com o único objectivo de impedir que a maior parte dos professores chegasse ao topo de carreira, criando estrangulamentos na entrada para os quinto e sétimo escalões. Na prática, o Ministério faz aos professores aquilo que os professores nunca podem fazer aos alunos. Acrescente-se, ainda, que muitos dos professores que estão nesses escalões gastam mais em deslocações ou alojamento, ganhando menos, servindo o público e financiando o patrão. [Read more…]
Este paranoico levantamento contra a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento é um vergonhoso indicador do obscurantismo de uma parte da sociedade portuguesa, digna dos princípios do século passado.
Não vale a pena escrever de outra maneira o que Maria João Marques claramente formulou aqui, salientando-se o seguinte excerto:
“O que os perturba? Não é, claro, o módulo da segurança rodoviária ou de empreendedorismo. O que transtorna as personalidades signatárias são os módulos da sexualidade – onde se enquadram a Educação Sexual e os temas da tolerância para com gays, lésbicas e transexuais – e da Igualdade de Género.
Incrível, não é? Um país com números aberrantes de violência doméstica, crimes sexuais que têm aumentado nos últimos anos, sentenças iníquas dos tribunais garantindo a impunidade a violadores e agressores domésticos, diferenças salariais de 17% a menos para as mulheres, num momento em que 90% dos desempregados com a crise da covid são mulheres – e há quem faça petições contra o ensino da igualdade de género. [Read more…]

Mais um, de tantos casos em que o poder do dinheiro agiliza, atropela e cria factos consumados. Numa petição, os moradores do bairro reivindicam que sejam, ao menos, cumpridos os devidos procedimentos.
O QUE ACONTECEU? Quarta feira, 20 de fevereiro, máquinas de obras destruíram quase 5ha de árvores e mato, de um imenso logradouro muito antigo, de um “pulmão verde” entre 4 ruas e 4 eixos de prédios, um elemento vital para o equilíbrio ambiental da zona e da cidade de Lisboa. Um “logradouro verde permeável a preservar (espaço consolidado)” segundo o PDM – Plano Diretor Municipal em vigor. Sem aviso prévio. Sem a presença de técnicos. Sem a existência de estudos fitossanitários como o Regulamento Municipal do Arvoredo determina. E, como o imenso terreno fica ao lado da Capela Senhora da Glória, sem a respectiva avaliação arqueológica. Os serviços da CML aprovaram este LOTEAMENTO como se não o fosse, ou seja, sem cumprirem o que a Lei determina para os loteamentos: discussão pública, que compreende aviso público, fase de recolha de contributos dos interessados, relatório de ponderação, reformulação (ou não) da proposta e aprovação da mesma em reuniões de CML e de AML. [Read more…]

Por via da petição que requer o debate e a decisão sobre o CETA na Assembleia da República, promovida pela Plataforma Não ao Tratado Transatlântico, os partidos que são contra a submissão dos interesses dos cidadãos aos das multinacionais apresentam hoje as seguintes recomendações ao governo (por ordem alfabética): [Read more…]

“En consonancia, deberían retirársele los derechos de pensión a Barroso.”
Subscrever a petição europeia em:
O período pós-eleitoral começa a ganhar contornos de anedota nacional. Depois de vários dias a vociferar aos sete ventos que Passos Coelho deveria ser indigitado primeiro-ministro – o que de resto aconteceu, legitimamente – porque lidera a coligação que obteve mais votos nas Legislativas, as hostes da coligação PSD/CDS-PP lançaram a rebelião absoluta nas redes sociais porque, imaginem, o candidato à presidência da Assembleia da República mais votado foi eleito para o cargo. Portanto ganha quem tem mais votos mas apenas quando tal serve os interesses da coligação. Notável. [Read more…]
10 mil aparentemente insignificantes cidadãos assinaram uma petição para a reabertura da CPI à aquisição dos submarinos. Desapareceu, outra vez. Que competente que é a gestão de Albino Soares.

Parece que a Assembleia da República não sabe onde meteu a petição em que mais de 10 mil pessoas exigem um inquérito parlamentar à compra dos famosos Tridente e Arpão, os submarinos alemães.
O documento foi submetido por via electrónica, quem o fez tem o comprovativo de que a submissão foi realizada com sucesso, mas, de acordo com o Jornal de Notícias, fonte da AR diz que ali “não entrou nada”.
Creio que neste caso “perder” é um verbo inadequado. Provavelmente houve uma arrumação inconseguida e a petição deve estar neste momento num sítio que não lembra a ninguém. Quem nunca encontrou os óculos no frigorífico ou a colher do iogurte no balde do lixo que atire a primeira pedra. E como a sabedoria popular, antiquíssima, nunca é de desdenhar, eu sugeria à Assembleia da República a oração a que recorriam as nossas avós e bisavós e que tem décadas de êxitos comprovadíssimos. [Read more…]
PSD e CDS não querem. Texto integral da petição ontem chumbada na AR aqui.
Isto pode parecer uma piada, de mau gosto, idiota, digna do seu autor, mas uma piada.
Agora uma petição falsa já não é uma piada, curiosamente com o mesmo número de assinantes do reforço vitorcunhiano e nomes como o de Patrícia Sofia Jarreta, é um acto de sabotagem. Compreende-se, a original já vai em mais de 21000 assinaturas, e sem o argumento do “temos de pagar a dívida” lá se vai toda a k7 ideológica.
Estão à rasca, assim o demonstram, fariam melhor em aliviar a tripa na casa de banho, sempre impregnavam menos os ares que pestilentos já andam.
Há um mínimo denominador comum:
Hoje, há um consenso amplo na sociedade que reconhece que Portugal enfrenta uma crise sem precedentes na sua história recente que combina dimensões económicas, sociais e financeiras, tendo também importantes manifestações políticas que podem abalar os alicerces do regime democrático.
Não usaria a palavra honrada ao pé da palavra dívida, mas é irresponsabilidade não ver a dimensão do abalo.
Petição “Preparar a reestruturação da dívida para crescer sustentadamente”.
a teia legislativa dos últimos seis anos de governação, destruidora dos pilares estruturantes da Sociedade
A reforma da Sociedade não deve ser realizada apenas na área económica e fiscal. Carece de uma intervenção mais profunda, designadamente no que diz respeito à Dignidade da Pessoa, em todas as etapas da sua vida, desde a concepção até à morte natural, à cultura da Responsabilidade, do compromisso no Casamento e na Família
Estas medidas são também instrumentos indispensáveis para saldar o défice e a dívida, assegurar a sustentabilidade do Estado Social e sair da crise em que o Governo anterior nos deixou e assim DEFENDER O FUTURO
A estupidez da extrema-direita é um abismo infinito.
Desespera-me que este governo que diz nos representar, sinta-se com a atribuição de saber farmacêutico. Não apenas recorta subsídios, ordenados, levanta os impostos avisando antes a Bruxelas, sem reconhecer a Assembleia da República. Durão Barroso sabe mais do que nós. Apenas no noticiário da tarde vamos saber as mudanças do retirado UTI e o seu(s) substituto. O Parlamento europeu sabe mais do que o nosso.
Será necessário lembrar ao governo, mais uma vez, o articulado da Constituição Política do Estado? Parece-me que sim. [Read more…]
Em Coimbra já tivemos delegações de tudo o que é comunicação social. Foram fechando sucessivamente quase todas, e bem gostaria de ver um estudo que comparasse as poupanças com as vendas, para me rir um bocado.
Do pouco que sobra, falta fechar a LUSA, o que vem a caminho. Pessoalmente nada tenho contra o teletrabalho, mas um agência de notícias com sete jornalistas fechar portas não lembra a ninguém.
É claramente, mais do que uma medida de poupança, um acto simbólico de desprezo por toda a região centro. As Beiras têm servido de maternidade a futuros primeiros-ministros, em número tão crescente como o desprezo a que são votadas.
Ainda se pode fazer alguma coisa? pode, assine esta petição Contra o Encerramento da Delegação da Lusa – Agência de Notícias de Portugal em Coimbra.
Vai nas 35000 assinaturas (o dobro de ontem). Adorava ver um gráfico do crescimento desta manifestação pública de agravo ao presidente eleito por uma minoria dos portugueses, boa parte da qual desvotava já se isso fosse possível.
O número de assinante não tem qualquer efeito jurídico, e é bom que as pessoas a subscrevam conscientes de que constitucionalmente assinar não serve para grande coisa mas afirma o direito ao protesto, e isso já não é pouco. Serve também para que o cidadão Aníbal Cavaco Silva entenda haver limites para tudo, e neste momento ele mancha a instituição republicana como uma nódoa que só se limpa com a sua resignação.
E já que invoco a palavra manifestação tendo-lhe chamado digital, onde o José Meireles Graça descobriu a vantagem de não lhe entupir a fluidez do trânsito, para quem não esteja a entender do que falo recomendo a leitura deste texto do Paulo Querido sobre a flash mob de ontem, não concordando com alguns detalhes explica muito bem de que falamos quando falamos de cidadania em rede.
Exerça a sua, assine a petição, só precisa de saber o número do seu BI.
… quem tem por hábito brincar às petições, que existe legislação para ler antes de lançar um manifesto e pô-lo a circular pelas redes sociais para que o maior número de incautos, inflamados pelo ódio do momento, o assinem. Que eu saiba, embora já exista a modalidade de assinatura digital, os vulgares sítios para petições não a contemplam e são vulneráveis a que qualquer um forje uma identidade e a multiplique por centenas ou milhares de formulários pelo que nada, repito, NADA, valem , em termos legais, estas petições em-linha . De resto o senso comum deveria já ter alertado para a ineficácia e até para a patetice deste método. Ao lado de assuntos minimamente sérios, como a destituição do Presidente da República portuguesa, há quem queira salvar as zebras albinas da Etiópia ou impedir a saída de um concorrente da Casa dos Segredos.
Em matéria de petições, o que conta é a assinatura legal de quem quer fazer ouvir a sua voz e não meia dúzia de cliques executados do sofá da sala, enquanto se partilha uma piadola no mural do feicebuque ou se atira duas atoardas aos artigos de opinião do Público ou do Correio da Manhã. De resto, o sítio da Assembleia da República é bem explícito quanto ao regulamento peticionário:
“A petição, a representação, a reclamação e a queixa devem, porém, ser reduzidas a escrito, podendo ser em linguagem braille, e devidamente assinadas pelos titulares, ou por outrem a seu rogo, se aqueles não souberem ou não puderem assinar”. Mais informações aqui.
Quem mandar o senhor Silva embora? Têm duas soluções. Ou esperam que o mandato acabe e nunca mais votam no senhor, nem para cantoneiro da freguesia de Boliqueime, ou organizam uma petição como deve ser: com assinaturas reconhecidas em folhas de papel. Mas como eu sei que a segunda hipótese é trabalhosa e a geração de indignados é mais laptops e ipads, bem podemos continuar a contar com o senhor Silva a fazer o que ele sempre fez melhor. Nada.
Não é um “gosto” no facebook, é preciso deixar o BI, nome completo, mail. Não é um simples impulso. Mas nunca se viu nada assim, este crescer diário horário do número de portugueses que assinam uma petição.
A petição que pede a demissão de Aníbal Cavaco Silva tem todas as condições para no sábado valer politicamente tanto como uma manifestação de rua (sim, as manifes digitais existem, o que ainda há é pouca gente a dar por isso). A revolta manifesta-se com o que tem mais à mão e Cavaco merece estes dois minutos do nosso tempo. Dos que não votaram nele e dos arrependidos também.
Assinem, vão ver que vai valer a pena.
Está a correr e a grande velocidade uma petição que exige o óbvio!
Dizem os signatários que ” Nas suas recentes declarações enquanto Presidente da República Portuguesa o Sr. Aníbal Cavaco Silva afirma temer que as suas pensões num total acumulado 10.042€ (em 2011), sendo uma delas através do Banco de Portugal a qual não esteve sujeita aos cortes aplicados aos restantes cidadãos da Republica Portuguesa, não sejam suficientes para suportar as suas despesas, estas declarações estão a inundar de estupefacção e incredulidade uma população que viu o mesmo Presidente promulgar um Orçamento de Estado que elimina o 13.º e 14.º meses para os reformados com rendimento mensal de 600 euros”.

Esta maleta de neoprene enviara-ma agora, Nabais.
O Grupo de Protesto de Professores contratados e desempregados acaba de lançar a seguinte declaração de repúdio sobre as declarações últimas de Pedro Passos Coelho:
Caro/a amigo/a
“Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e portanto nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma: ou consegue nessa área fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado da língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa”.
Pedro Passos Coelho, 18.12.2011
O primeiro-ministro aconselhou os professores desempregados a emigrar. Somos cidadãs e cidadãos portugueses. Entre nós estão professores, alunos, encarregados de educação. E não só. Exigimos respeito.
Ao contrário do que afirma Passos Coelho, o despedimento de professores não é resultado da demografia. É uma opção política. A escola pública tem hoje um corpo docente aquém do necessário e turmas sobrelotadas. Os professores desempregados fazem falta ao sistema de ensino.
As declarações do primeiro-ministro demonstram que dias piores esperam a escola pública. Toda a demagogia vale para mascarar uma política irresponsável. Passos Coelho está disposto a desperdiçar todo o investimento feito, ao longo de anos, pela sociedade portuguesa na formação de professores.
Ridicularizando os tiques do poder autoritário, Bertold Brecht perguntou um dia: “Não seria mais fácil o governo dissolver o povo e eleger um outro?”. Hoje, a retórica da austeridade fala a sério: o governo quer expulsar os que considera a mais.
Os interessados em formalizar o repúdio daquilo que é repulsivo façam o favor de seguir esta ligação. Os que defendem o esvaziamento físico e intelectual do país não se incomodem.
Li em tempos a história deste homem, penso que numa investigação publicada no Expresso, e é arrepiante. Demonstra como o anti-semitismo germanófilo e ultra-católico também fez parte do Estado Novo, e mostra como a arma da homofobia sempre foi usada pelas ditaduras.
Mesmo que Barros Basto não tivesse sido um republicano, mesmo que não nos tivesse legado uma notável tentativa de tirar os marranos da clandestinidade ainda inquisitorial, ou seja, da construção da identidade de Portugal enquanto História, Cultura e Sociedade como realmente foi e não como os eternos revisionistas a inventam, assinaria na mesma esta petição internacional para a reabilitação do seu bom nome.
E isto de eu assinar uma petição sabendo que o mesmo fazem muitos sionistas não é todos os dias. Como o que separa os humanos dos rebanhos também é a capacidade de não usar palas nos olhos, não me arrependo.
Salta à vista a um míope que José Manuel Coelho foi prejudicado na pré-campanha para as eleições presidenciais, e vai continuar a sê-lo. Por um lado porque a lei garante a igualdade, mas o sistema não, o sistema tem medo, neste caso de um efeito Tiririca. Pelas melhores ou piores razões é um candidato que encontrar votos nos descontentes com um regime onde político e ladrão viraram sinónimos.
Coelho parece ter optado pela estratégia emplastro para forçar a comunicação social a dar-lhe alguns segundos, mas isso é problema dele. O meu é simples: é candidato, tem os mesmos direitos que os outros. É também o meu direito de cidadão eleitor que está em causa, o meu direito a ser informado sobre a campanha de todos os candidatos. Por isso assinei a petição que o João Delgado no vermelhos.net em boa hora lançou e que aqui deixo: [Read more…]
Para quem queira assinar, basta aceder aqui.
Porque o mundo é maior do que o nosso quintal, os cidadãos europeus mobilizam-se numa petição que visa impedir o cultivo de organismos geneticamente modificados na Europa, a partir deste pressuposto:
A Comissão Europeia autorizou recentemente a cultura de organismos geneticamente modificados (OGM) pela primeira vez em 12 anos, pondo os interesses dos lobbys OGM acima das preocupações sanitárias dos cidadãos, apesar de 60% dos Europeus pensarem ser necessária mais e melhor informação antes de cultivar alimentos que poderão ameaçar a sua saúde e o ambiente.
Uma iniativa recente permite que 1 milhão de europeus possam apresentar oficialmente propostas de leis à Comissão Europeia. Mais informação em inglês ou em francês. Leia e, se concordar, assine.
Adenda: Também existe em português, aqui.
De facto, os diferentes painéis de comentadores televisivos convidados para analisar o chamado PEC III foram sistematicamente constituídos a partir de um leque apertado e tendencialmente redundante de opiniões, que oscilou entre os que concordam e os que concordam, mas querem mais sangue; ou entre os que acham que o PEC III vem tarde e os que defendem ter surgido no timing certo. Para lá destas balizas estreitas do debate, parece continuar a não haver lugar para quem conteste, critique ou problematize o quadro conceptual que está em jogo e as intenções de fundo, ou o sentido e racionalidade dos caminhos que Portugal e a Europa têm vindo a seguir, em matéria de governação económica.
E também a não esquecer a Petição pelo Fim da atribuição, antes dos 65 anos, das pensões de reforma aos detentores de cargos públicos e políticos, bem como da sua acumulação.
Há uns meses atrás, o Aventar lançou uma petição para salvar a casa onde nasceu Salgueiro Maia, em Castelo de Vide. Uma casa que, como se pode ver pelas imagens, está em avançado estado de degradação.
Entretanto, com o vírus que nos afectou em Outubro, perdemos as centenas de assinaturas que já tínhamos reunido e tivemos de começar tudo de novo. Muitos dos que assinaram inicialmente não voltaram a fazê-lo.
Passados todos estes meses, sentimos que cumprimos o nosso dever de homenagear aquele que, na minha humilde opinião, foi o maior português do século XX. Nas palavras de Sophia de Mello Breyner,
Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido
Aquele que deu tudo e não pediu a paga
Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite
Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício
Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
Em sete meses, reunimos mais de 600 assinaturas. Como é nosso dever, serão endereçadas à Assembleia da República, à Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Castelo de Vide e à Associação 25 de Abril. Ainda não é tarde para salvar a Memória da Revolução.
Obrigado a todos.
É um negócio e tanto e, para além disso, está muito para além das portagens, tanto que já há uma petição a correr na blogoesfera a colher assinaturas para impedir as malfeitorias do sistema.
Isto vai dar tudo numa daquelas parcerias público/privadas com o risco todo do lado do estado e os lucros todos do lado dos privados. Numa altura em que o país enfrenta tantos problemas é no mínimo curioso a ansiedade e a pressa desta gente em gastar o nosso dinheiro numa questão não essencial.
Como já se disse aqui no aventar, isto é um negócio que vai movimentar muito dinheiro, com mercado certo, sem concorrência, com muitas possibilidades de crescimento. São as seguradoras, os bancos , as empresas privadas de fornecimentos de serviços, tudo vai comer num negócio que tem como único objectivo sacar dinheiro aos cidadãos e que não acrescenta nada à riqueza do país. Sai dos nossos bolsos directamente para os bolsos de uns quantos senhores , trata-se de uma transferência não se trata de criar riqueza.
Calcula-se que o montante do negócio possa chegar aos 150ME!
Diga não, assine a petição!
Senhor Presidente da República Portuguesa,
Nós, cidadãs e cidadãos da República Portuguesa, motivados pelos valores da liberdade, da igualdade, da justiça e da laicidade, manifestamos, através da presente carta, o nosso veemente protesto contra as condições – oficialmente anunciadas – de que se revestirá a viagem a Portugal de Joseph Ratzinger, Papa da Igreja Católica.
Embora reconhecendo que o Estado português mantém relações diplomáticas com o Vaticano e que a religião católica é a mais expressiva entre a população nacional, não podemos deixar de sublinhar que ao receber Joseph Ratzinger com honras de chefe de Estado ao mesmo tempo que como dirigente religioso, o Presidente da República Portuguesa fomenta a confusão entre a legítima existência de uma comunidade religiosa organizada, e o discutível reconhecimento oficial a essa confissão religiosa de prerrogativas estatais, confusão que é por princípio contrária à laicidade.
Importa ter presente que o Vaticano é um regime teocrático arcaico que visa a defesa, propaganda e extensão dos privilégios temporais de uma religião, e que não reúne, de resto, os requisitos habituais de população própria e território para ser reconhecido como um Estado, e que a Santa Sé, governo da Igreja Católica e do «Estado» do Vaticano, não ratificou a Declaração Universal dos Direitos do Homem – não podendo portanto ser um membro de pleno direito da ONU – e não aceita nem a jurisdição do Tribunal Penal Internacional nem do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, antes utilizando o seu estatuto de Observador Permanente na ONU para alinhar, frequentemente, ao lado de ditaduras e regimes fundamentalistas. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments