Tenho acompanhado menos a campanha eleitoral para as eleições europeias e os ecos mediáticos dizem-me que não tenho perdido coisa alguma.
Na verdade, o pouco a que acabo exposto recorda-me Chernobyl. As radiações acabam por chegar e causam náusea.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Tenho acompanhado menos a campanha eleitoral para as eleições europeias e os ecos mediáticos dizem-me que não tenho perdido coisa alguma.
Na verdade, o pouco a que acabo exposto recorda-me Chernobyl. As radiações acabam por chegar e causam náusea.

“Há centenas de debates no Parlamento Europeu que são verdadeiros faz-de-conta“, diz Marinho e Pinto. E ele sabe do que fala, pois foi protagonista em vários deles quando se discutiram temas como a reforma dos direitos de “autor” levada a cabo pelo Parlamento Europeu (PE). Afirmou em certa altura que não viu nenhuma das cartas abertas que tinham sido divulgadas então, as quais explicavam porque eram erradas as medidas que o PE estava a preparar. O Sr. Eurodeputado tinha, certamente, mais que fazer do que informar-se e contribuir para que este debate não fosse um verdadeiro faz-de-conta. Fez-se de conta que se estavam a defender os direitos de autor, quando, na verdade, foram os interesses dos grupos editoriais que saíram reforçados.
A propósito, no domingo este senhor vai a votos.

A administração norte-americana baniu a Huawei dos EUA, interditando simultaneamente as empresas norte-americanas de exportarem tecnologia para esta empresa.
Além do bloqueio no território americano, a medida tem impacto global e os efeitos sentir-se-ão em breve. A Google anunciou que as suas aplicações e serviços, tais como Gmail, Maps, YouTube e outros, não poderão ser usados em futuros modelos dos telemóveis Huawei. Idem para actualizações de segurança. A Intel também anunciou restrições às suas tecnologias. E o mesmo se passará com todas as empresas americanas que exportem bens e serviços.

Depois dos CTT, o aeroporto de Lisboa. Em 132, conseguiu ser o pior.
Novamente, em causa está o argumento que se usou para justificar a privatização (o privado faz melhor) e não se a gestão é pública ou privada. Os maus exemplos não escolhem lados.
[imagem]

O homem que fala a propósito de nada e de tudo, que ligou para programas de televisão para fazer conversa cor-de-rosa e que até do estrangeiro mandou recados para o rectângulo, passou a semana da “crise” inventada por Costa sem dar sinais de vida.
Só pode ter congelado.
Pede-se, com urgência, que o BE, PCP, Verdes, PSD e CDS apresentem um projecto-lei de descongelamento do Marcelo. É possível que leve o voto contra do PS e que o PSD-CDS repitam a pirueta de inversão de voto, mas faça-no mesmo assim. E que não seja o Centeno a fazer a fazer as contas do descongelamento. O Ronaldo das finanças não é, ao que parece, grande coisa em aritmética.
O país precisa de um abraço.
Obrigado.

Banqueiros defendem multibanco pago em Portugal
António Ramalho, do Novo Banco, considerou ainda que “20 euros” não são “caros” por um cartão “que faz um conjunto de funções notável”
(…) “Aqui em Portugal temos custos de contexto interessantes, não se paga taxas nas ATM (caixas multibanco automáticas) e isso tem custos para o banco, tal como o MB Way tem custos para o banco”, afirmou Pedro Castro e Almeida, na altura.
Qual é o valor que os banqueiros poupam em funcionários e em instalações porque os seus clientes vão ao Multibanco e usam a banca online? Não será por acaso que o número de agências tem vindo a fechar. [Read more…]
Este diagrama ilustra o efeito do congelamento das carreiras profissionais do Estado. Dada a correlação entre a idade e o escalão profissional, os topos das carreiras ficaram com menos profissionais devido à aposentação dos seus profissionais e por causa da ausência de promoções. [Read more…]
Muitos têm sido os atropelos feitos nas vésperas de eleições ou a nelas pensar. Cavaco duplicou a função pública para dobrar a maioria absoluta. Guterres inventou as SCUT para, acabado o dinheiro da CEE, poder continuar a apresentar obra eleitoral. Barroso e Santana Lopes sofreram de coito interrompido, tendo aberto o caminho para os disparates de Sócrates e da sua Parque Escolar, o parente pobre que arranjou na ausência do TGV e do aeroporto. Passos Coelho tratou criar as condições para uma tal de economia social.
A lista está muito incompleta mas chega para ilustrar o argumento.
Costa ameaça demitir-se, o que deixaria o governo em gestão até às legislativas, em Outubro. Um governo em gestão está limitado quanto ao que pode fazer, reduzindo as possibilidades de disparates eleitorais. Boas notícias, portanto.
Demita-se, então, Sr. Costa.
Costa diz que se demite. Fica-lhe mal a birra, mas está no seu direito. Afinal de contas, ninguém deveria ser obrigado a aplicar legislação com a qual não concorda. E considerando as actuais sondagens, poderá ter que ser um governo PS a implementar este diploma.
Mas a situação é muito simples.
Se Costa e o PS não se querem ver na posição de terem que implementar a reposição total do tempo de serviço dos professores, então que não se candidatem nas próximas eleições legislativas. Não faltarão interessados para os substituir.

Fonte: Wikipedia
PS a descer, PSD a estancar a hemorragia, restantes partidos estáveis. Só pode correr mal para o PS a partir daqui. Sai uma demissão?
As propostas aprovadas prevêem agora, por um lado, que os 1027 dias sejam reconhecidos (sem efeitos remuneratórios) a 1 de Janeiro. Um outro artigo proposto pelo PSD e aprovado com os votos favoráveis do CDS e abstenção da esquerda prevê ainda que, caso a verba necessária para cobrir os salários não esteja prevista no orçamento deste ano seja registada no orçamento do próximo, suportando efeitos retroactivos ao início de 2019.(…) Na prática, a decisão concentra no próximo ano uma verba de 176 milhões, segundo o Governo, ou de 50 milhões, segundo o PSD. [Negócios]

Novembro de 2015 – O Parlamento uniu-se para formar uma maioria de apoio ao Governo. Foi a democracia a funcionar.
Maio de 2019 – O Parlamento uniu-se para formar uma maioria que aprovou um diploma. Siga para o Tribunal Constitucional.

PÚBLICO, 2 de Maio de 2019

DN, 23 de Dezembro de 2018
As sondagens lá no Largo do Rato estão cor-de-rosa, é isso?
https://www.twitter.com/alfredwkng/status/1123281388046827520
“Eu sei que agora não temos exactamente a mais forte reputação quanto à privacidade, para dizer o mínimo [pausa para a gargalhada que não existiu]”, disse Zuckerberg, “mas estou empenhado em fazer isto bem e começar um novo capítulo para os nossos produtos”.
Dito pelo responsável de uma empresa cujo modelo de negócio é vender publicidade com base nos dados pessoais recolhidos, legalmente ou não, com conhecimento dos utilizadores ou não, tenham conta no Facebook ou não, acredita quem quer.
A questão da privacidade no Facebook não é apenas um problema de quem usa o Facebook. É de todos, pois esta empresa constrói perfis inclusivamente de quem não tem conta no Facebook.
Lista de atrocidades do Facebook: Criticism of Facebook.
Nos tempos da amada troika, foi um fartote de cortar, que a troika mandava, mesmo quando não mandava. Era cortes que eram temporários, a passarem a definitivos passado pouco tempo.
Chegado o PS ao governo, ai que jesus que as reversões iam dar cabo do país, das contas e que a troika vinha aí outra vez. Estava cortado, cortado tinha que ficar, dizia o PSD-CDS de então.
Com eleições à porta, e dado que pimenta no cu dos outros é refresco, eis o mesmo PSD-CDS a aliar-se à esquerda para aprovar uma medida contrária ao que sempre fez enquanto governo.
“Aprovada contagem integral do tempo de serviço dos professores”
“Só o PS votou contra a proposta, que contou com o apoio de PSD, CDS-PP, PCP, BE e Verdes.”
Por acaso, concordo com a decisão. É claríssimo que o governo nunca explicou como chegou aos valores apresentados como custo da medida, mentiu por omissão regularmente e nem sequer conseguiu ser coerente nas soluções apresentadas para os territórios continental e insular. Mas discordo do oportunismo político dos partidos que fazem uma coisa enquanto governo e defendem outra enquanto oposição. Este é o pasto de populismo que alimenta essa escumalha da extrema-direita.

“Para mim, o Plaza era como uma grande pintura”, disse Donald Trump sobre o hotel que ele concordou comprar em 1988 e que depois perdeu quando este faliu. “Não foi puramente sobre o resultado final.” [NYT, 2016, What Donald Trump’s Plaza Deal Reveals About His White House Bid]
Um artigo, bem escrito, que decifra o pensamento de Trump. Ajuda a perceber, por exemplo, a derrota que teve recentemente com a ida do ditador Norte Coreano à Rússia, depois de este se ter pavoneado com testes de mísseis – os tais que não iriam acontecer.
Tudo se resume ao seu ego, a par de uma inesgotável lata para mentir e torcer a realidade até que encaixe na sua ficção.
[Imagem: Wikipedia]

Tem havido quem, recorrentemente, exalte a excelência da gestão privada como argumento para se privatizarem bens públicos. Como se as coisas fossem a preto e branco.
CTT descem mais de 6% para novo mínimo histórico após resultados
Os CTT passaram de uma empresa pública de sucesso para uma empresa privada à beira do buraco. Além disso, criaram o Banco CTT, que caminha para a lista daqueles que acabarão pagos pelos contribuintes (claro que será uma surpresa para todos).
Cegueira ideológica é isto. Olhar para modelos conceptuais sem se considerar a realidade. Ou então é algo pior – ir ao pote, por exemplo.
Sem surpresa, Trump e Rússia são os termos mais referidos no relatório de Mueller sobre a interferência russa nas eleições americanas de 2016. A surpresa, para alguns, pelo menos, está noutro lado.
| Termo | Número de ocorrências no relatório de Mueller |
| Trump | 1648 |
| Russia [em inglês] | 1607 |
| Clinton | 273 |
| IRA (Internet Research Agency) | 140 (+16 para Internet Research Agency) |
| 81 | |
| 71 | |
| Conspiracy | 44 |
| Collusion | 23 |
| 6 |

Aqui está o ficheiro PDF, devidamente recortado à la Pinto Monteiro.
Este clip é um exemplo de marketing bem feito, eventualmente originando uns quantos arrepios se nos lembramos deste outro vídeo.
Um “brinquedo” que consegue abrir portas, subir escadas e mover-se de uma forma assustadoramente normal.
A Boston Dynamics começou por ser um spin-off do MIT, altura em que iniciou a colaboração com o DARPA, tendo depois sido comprada pela Google e, a seguir, vendida ao SoftBank Group. Desenvolveu vários prodígios da robótica, entre os quais o Atlas, um robot capaz de fazer peripécias como salto mortal e parkour.
A vida não pode ser contida, tal como podemos observar cada vez que a natureza se apodera dos conceitos idealizados pelos arquitectos paisagistas. Mas a inteligência parece ser ainda mais difícil de conter. Acredito que, um dia, ela se libertará desta amarra a que chamamos vida baseada no carbono. Não serão as melhores notícias para quem aprecie o seu corpo, mas esse tempo ainda não está no nosso horizonte. Quem sabe se então outros seres não lhe chamarão Deus.
Pois então, sempre que ouço falar em Zeca Mendonça, vem-me à memória o caso do pontapé no jornalista.
Quando vir um autor mostrar a fortuna, ou uns trocos, até, com a nova lei da rolha, garanto que como um chapéu (*).
Directiva dos direitos de autor é aprovada numa vitória para as indústrias de conteúdos
Como votaram os eurodeputados portugueses na nova directiva dos direitos de autor? Um enganou-se
Por exemplo, com a nova lei, para publicar os links em cima, o Aventar teria que pagar uma comissão ao Público. O que vai acontecer? Aqui no blogue não temos receitas, isto é mantido por carolice, pelo que se chegar a vias de pagamentos, bye-bye links (é a minha opinião e não a do Aventar – ainda não discutimos o assunto). Quanto aos gigantes, como Google e Facebook, farão, muito provavelmente, aquilo que o Google já fez em situações semelhantes. Adeuzinho hiperligações.
Quanto aos tais filtros, quem já tentou contactar o Youtube ou o Facebook sabe perfeitamente que do outro lado não há ninguém.

No post anterior demonstrou-se a enorme dimensão da ameaça de cibersegurança que os EUA constituem para o resto do mundo.
Prestes a perder o controlo tecnológico sobre a nova infra-estrutura de telecomunicações, baseada no 5G, os americanos decidiram bloquear a Huawei no seu território e procuram que o mesmo fosse feito pelas restantes nações sobre as quais têm alguma forma de ascendente. Ao longo de diversos posts, ficou claro que a motivação é um misto de motivações económicas e de garantir a supremacia tecnológica sobre o 5G, o que contribui para o argumento económico, mas também, não menos importante, para manter a capacidade de espiar outras nações.
A pressão americana em Portugal fez-se sentir em diversas frentes. Por um lado, o PSD, de repente, descobriu a ameaça chinesa, depois de não ter tido escrúpulos em entregar ao Estado chinês uma infra-estrutura nacional absolutamente estratégica para o país (a REN). Mas não esteve sozinho. Vimos jornalistas como Victor Ferreira, Karla Pequenino (aqui também), Manuel Carvalho, Francisco Correia, São José Almeida e Nuno Ribeiro, entre outros, fazerem apenas meio jornalismo. O jornal Público, onde estes artigos foram publicados, parece ter-se tornado na caixa de ressonância americana quanto a este assunto. O editorial de Manuel Carvalho, em particular, é todo ele um exercício de opinião transvestido de jornalismo, decalcando todos os argumentos que têm sido usados pelos EUA e apontando apenas como ponto negativo os “casos escandalosos de entrega de dados privados por parte da Google ou da Facebook”, quando este tópico nem sequer é aquele de facto relevante quanto às ameaças de segurança em causa.

Destaque do Jornal PÚBLICO no dia 21 de Março de 2019

O post anterior focou-se na motivação do bloqueio à Huawei nos EUA, olhando para os aspectos da ameaça à segurança e da questão económica. Ficou claro que a administração dos EUA está trabalhar activamente para proteger as empresas norte-americanas, o que tem o seu lado de cinismo numa economia que se auto-intitula como dirigida pela mão invisível de Adam Smith. Também se abordaram as questões de segurança que devem ser consideradas, não apenas sobre a Huawei, mas sobre todas as empresas fornecedoras de equipamentos de telecomunicações.
O argumento chave dos EUA é que uma empresa chinesa é uma ameaça à sua segurança. E, naturalmente, têm razão. O facto é que, há alguns anos, os americanos eram o fornecedor com maior domínio no mercado, pelo que as suas redes de telecomunicações eram geridas por empresas americanas. No entanto, a globalização, activamente impulsionada pelos americanos, no seu próprio interesse económico, mudou o panorama. Fez emergir uma nova potência económica, a China, e agora os EUA estão a provar o seu próprio “veneno”. Os operadores de telecomunicações norte-americanos têm interesse em comprar os equipamentos chineses, que são mais baratos do que os que são produzidos por empresas locais, mesmo se parte da produção ocorra na China.
Neste cenário, qualquer empresa completamente estrangeira é uma ameaça para os EUA. E qual é o cenário para o resto do mundo? Muitos países europeus não têm indústria própria e, mesmo entre os que a têm, incorporam uma grande quantidade de tecnologia estrangeira. O que significa que a nova situação nos EUA é o dia-a-dia para resto do mundo.
E como é que se têm portado os EUA com o resto do mundo? Muito mal. Na verdade, têm-se portado tão mal quanto eles dizem que a Huawei se vai portar.

No post anterior analisou-se o contexto das telecomunicações móveis nos EUA e como este está a colocar em risco a posição dominante da Cisco no mercado dos equipamentos da infra-estrutura de telecomunicações, tendo ficado no ar a questão de o boicote à Huawei ser apenas uma questão comercial ou se também há questões de segurança associadas.
Começando pelo discurso oficial da administração norte-americana, a Huawei foi interditada nos EUA apenas por razões de segurança.
Do ponto de vista de segurança, qualquer produto estrangeiro é um potencial problema de segurança, especialmente se este for um produto de telecomunicações. Neste sentido, faz sentido os americanos estarem a bloquear uma empresa chinesa. No entanto, porque é que a ZTE foi autorizada a operar nos EUA depois de ter sido declarada como sendo um perigo para a segurança nacional? E se a Huawei é um problema de national security, porque é que continua a ser a ser permitido usar este fornecedor para os operadores regionais? [Read more…]

No post anterior falou-se, sobretudo, sobre o que traz de novo a tecnologia 5G às redes redes móveis e como a Cisco, líder do mercado dos equipamentos de rede, pode perder a posição de liderança a favor da Huawei.
Não há mistério algum neste ficar para trás das empresas americanas fornecedoras de equipamentos para a infraestrutura de rede. O mercado norte-americano de telecomunicações móveis é controlado por 2 grandes operadores, Verizon (153.9 milhões de assinantes) e AT&T (153.0 milhões de assinantes), seguidos de longe pela T-Mobile (79.7 milhões de assinantes) e pela Sprint (53.5 milhões de assinantes). Estes operadores actuam de forma concertada e monopolista, tendo inclusivamente cobertura da entidade reguladora, que as protege em vez de zelar pelo interesse dos consumidores (ver post anterior).

Há muito mais do que tecnologia por trás do que se tem dito sobre a nova silver bullet das comunicações móveis.
A tecnologia 5G está a chegar ao mercado de consumo. O 3G trouxe velocidade à rede GSM, que até aí, pouco mais era do que telefonia móvel. O 4G banalizou o acesso a grandes volumes de dados. E o 5G irá trazer tempos de resposta que irão parecer instantâneos.
Se ver um filme no telemóvel ou descarregar grandes ficheiros com os dados móveis já não é um problema, o tempo de resposta aos pedidos continuou a ser longo no 4G. Todas as actividades que dependam da velocidade de reacção não poderão contar com esta tecnologia. Imagine-se, por exemplo, um cirurgião a controlar remotamente um bisturi em que seja necessário meio segundo para visualizar cada movimento.”Ups! Era só para cortar o prepúcio?…”
«“embora possa também ter uma sanção tipo suspensão”, admite o vice-presidente do PPE, Paulo Rangel»
Eis o grande democrata Rangel, sem tomates para apontar a porta de saída do ditador Orbán, mas de peito cheio para o regime do lado, na Venezuela.
«“Tudo o que o PPE, o Parlamento Europeu e eu próprio, enquanto dirigente da maior família política da União Europeia, puder fazer para levar novamente a democracia e a prosperidade ao povo venezuelano, farei sem hesitar um segundo”, garante Paulo Rangel, num comunicado enviado à imprensa.»
«“O nosso objetivo é também pedagógico”, frisa Nuno Melo»
Não merece respeito que a ele não se dá.
«PSD e CDS estão entre os promotores de uma iniciativa “pedagógica” para forçar o político húngaro a cumprir regras da democracia e liberdade.»
Que fofinhos.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

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