Há coisas que eu preferia mesmo não ouvir. Esta foi dita por um homem à esposa:
– Quero um gelado. Apetece-me chupar.
Ouvido na Praia
Ouvido na Feira
– Ó mulher, tu bai ao médico!
– Bou, bou, pra lebar uma injeçoum de Piroculina!
Rir ainda é o melhor remédio
Com tempos tão anedoticamente conturbados, não fosse a tragédia da situação, valha-nos S. Vale e Azevedo!
Depois do «Deixai vir a mim as criancinhas»…
…Hoje ouvi: «Tomé não acreditava e Cristo disse-lhe «toca-me, apalpa-me, enfia aqui o dedo!»* Este mundo está perdido!
* Padre Vidinha, da paróquia de Rio Tinto, na homilia da missa das 19h.
Já há um candidato!
E de certeza que faria muito melhor. Com a vantagem de que seria uma animação. Venha ele!
Plataforma Democrática do Povo – PDP
Ouvi falar deles pela primeira vez na Manifestação do dia 2 de Março no Porto. Gostei do que ouvi. Cansada da alternância não democrática em que vivemos, buscava uma alternativa fidedigna em que acreditar e a PDP pareceu-me sê-lo.
Assinei o documento em que se solicita a legalização da PDP como partido político.
Trouxe o endereço do site e fui pesquisar. Confirmei o que me tinha parecido. Os princípios, o programa, toda a base ideológica da PDP são exactamente aquilo em que acredito.
Tornei-me membro do grupo na página do Facebook.
Há muito que alinho pela ideia de que a sociedade e a forma como se faz política só podem ser alteradas com democracia efectiva. E uma democracia efectiva tem que assentar na participação de todos e na responsabilização das decisões tomadas. É também isso que a PDP defende.
Não sou, ao contrário do que já me acusaram de ser, contra os partidos políticos ou contra os políticos. [Read more…]
Mistério Esclarecido!!!
Agora percebe-se por que é que PPC chama amigos aos cidadãos. É mesmo para nos foder, fortalecendo as nossas relações!
Hoje não fiz greve
Hoje não fiz greve porque não me deixaram.
Hoje não fiz greve porque, para este governo, eu sou desnecessária. Sou uma «não-professora». Sou um número. Sou gordura. Sou dispensável. Sou lixo.
Ao longo deste ano lectivo fui-me sentindo cada vez mais triste, inútil e desesperançada. [Read more…]
Hoje todos os caminhos vão dar a Braga

Pelo menos os que eu conheço.
Hoje é a terceira Color Run de Portugal. E a terceira cidade escolhida para receber «os 5k mais felizes» foi Braga.
Hoje é a minha terceira Color Run. [Read more…]
Vai trabalhar, malandro!!
A foto do momento
Embora não o querendo, esta «woman in red» tornou-se um símbolo da luta do povo Turco contra o seu governo.
Parecendo calma, desarmada, com todo o ar de quem só lá foi para «ver a bola», é atacada por um polícia que lhe atira gás lacrimogéneo. Terá ela feito alguma coisa que as câmaras fotográficas não captaram? Terá ela provocado os agentes da autoridade até que este senhor não aguentou mais e deitou mão daquilo que tinha mais à mão, passo a redundância? Aquele aparentemente inocente saco branco esconderá sabe-se lá que armas perigosas e ilícitas? Acredito que foi o seu vestido de cor ousada que chamou a atenção do polícia. Que o fez desejar aniquilá-la. [Read more…]
Voluntários Precisam-se
O Movimento Revolução Branca procura Advogados, Matemáticos e Web Designers interessados em dar uma pedrada no charco. Há por aí interessados?
Já um gajo não pode fazer um minete…

Pois, parece que o cancro de garganta do actor Michael Douglas se deve ao VPH (Vírus do Papiloma Humano), transmitido através da prática de cunnilingus. Não percebo é a polémica em torno do assunto. A gravação da entrevista em que o actor fala abertamente do assunto pode ser ouvida aqui.
Se o homem admitiu que fez algumas mulheres felizes (talvez muito felizes), qual é o problema?
Ok, pronto, isso trouxe-lhe um problemazito grave de saúde, mas, c’os diabos!, só não acontece a quem não pratica.
Além disso, pode servir de alerta para a doença e os seus efeitos nefastos.
Mas, caros leitores e caras leitoras, que esta notícia não vos impeça de fazer a felicidade das vossas companheiras.
Já nos roubaram tanta coisa, não nos roubem agora o prazer de um minete.
O Centro Infantil de Valbom, a Cruz Vermelha e os bibes de 16 euros

Há coisas que me irritam profundamente. Uma delas é o aproveitamento dos particulares por parte de uma instituição supostamente séria e de solidariedade.
O CIV, infantário das meninas, agora gerido pela Cruz Vermelha Portuguesa, exige, para o próximo ano lectivo, que todas as crianças usem bibe e boné. Tudo a ser comprado no próprio infantário, evidentemente!
Até agora, as crianças usavam batas iguais, adquiridas directamente pelos pais na Feira de Gondomar, à Da. Rosa das batas, ou noutro sítio qualquer. Cada bata custava entre 7,50 e 10 euros, dependendo do modelo e do local de compra. Não me consta que a Da. Rosa e as outras lojas tenham prejuízo.
A Cruz Vermelha vende os bibes a 16 euros cada. Considerando que convém que cada criança tenha no mínimo duas batas e considerando que eu e bastantes outros pais temos lá duas filhas, estou, como dizia o outro: é só fazer as contas. Sinto-me roubada por uma instituição que também me devia proteger.
Depois de consulta do Regulamento Interno, que não referia o uso obrigatório de batas padronizadas, decidimos que não compraríamos. O que foi que a Cruz Vermelha fez? Alterou o Regulamento Interno e agora é obrigatório o uso dos bibes que lá vendem!
Só tenho um comentário, que por acaso é um insulto, a fazer… E, já agora, onde anda a Associação de Pais?
Ofereço Paredes
As de minha casa. A quem as quiser graffitar com arte. Será um prazer ter um acervo de obras de arte urbana na minha própria casa. E aqui o Rui Rio não risca. Ou melhor, não desarrisca!
Contra a Monsanto marchar, marchar
Quem semeia quer sementes fora da lei
Não parece, mas este é um assunto deveras importante.
1J – Povos Unidos
Não podem ser vencidos. A Historia já nos mostrou isso.
Vão buscar as agendas. Tomem nota desta data. Adiem o Dia Mundial da Criança. Comemorem com as vossas crianças noutros dias. Levem os vossos filhos.
Façam o que quiserem, mas vão para a rua. Lutem para que as vossas crianças continuem a ser crianças. Para que os filhos delas possam nascer e crescer num mundo onde se respeitam as pessoas acima, muito acima dos valores.
Façamos algo para mudar a escravização em curso dos países «menores» da União Europeia. Somos mais pequenos, somos mais pobres, somos mais fracos…
Mais fracos? Não, não somos mais fracos. Se quisermos somos mais fortes do que tudo o que nos querem fazer. Se unirmos esforços, seremos ainda mais fortes.
Com os nossos conhecimentos e especificidades como trabalhadores, com a nossa solidariedade, com a nossa experiência de vida, com tudo o que herdámos dos nossos antepassados, somos fortes, muito fortes. Juntos, conseguimos derrubar governos de gente que abomina a inteligência e as mentes esclarecidas. Conseguimos mostrar a quem nunca nada fez para ganhar a vida que o esforço vale a pena. O trabalho não é desprezível. Os trabalhadores (ou desempregados) não são lixo.
Cada um de nós tem muito valor. Cada um de nós tem muita força.
Todos juntos, somos uma força imparável.
Espanha, Grécia, Irlanda, Portugal, a nossa luta é internacional!
E, afinal, quantos reunidos é que os ministros tiveram?
A estas perguntas pertinentes e importantes, os senhores jornalistas não respondem. Nunca respondem.
O que serão reunidos? Alguma coisa de comer? Tratando-se de ministros, e se os reunidos fossem enviados por mim, seriam assim algo parecido com bombons injectados com veneno, ou uma praga de animaizinhos tipo sanguessuga. Sanguessuga não, que isso já eles são. Mas qualquer outro tipo de praga.
Podem ser prémios exclusivos para ministros, tipo os Óscares dos mais mal vestidos, mas para personagens do governo (desculpem, algo me impede de lhes chamar personalidades) altamente desqualificadas como profissionais e seres humanos.
Sendo os reunidos algo tão importante que até aparece nas notícias, por que motivo não tiveram câmaras a filmar essa cerimónia de atribuição de reunidos? É muita incompetência, os senhores ministros num momento tão importante e não estiveram cobertura mediática.
Quando li este rodapé, pensei que ia ver algo de interessante, mas afinal, estive uma grande decepção. A SIC não esteve imagens para transmitir. Daí eu presumir que nenhuma equipa de reportagem teve no local. Tá mal.
Se agora já se escreve assim, imagino o que irá acontecer dentro de uns anos, quando se começarem a sentir os efeitos dos sucessivos cortes na educação.
Mas não tem mal, nessa altura faz-se um novo acordo ortográfico que contemple estes e outros erros.
Blue Branco
A discussão futebolística nunca foi a minha área. O futebol nunca me interessou, embora seja desde sempre azulinha. Mas esta canção parece-me adequada ao dia de hoje. Que ganhe o melhor e que o melhor seja mesmo o Porto. Boa sorte e muito juízo a todos.
P.S.:Depois disto, podemos voltar ao país real? Já chega de Putas e Vinho Verde.
São estes os reformados que preocupam Portas?
«O Governo de Passos Coelho pôs na gaveta a proposta do FMI para limitar as pensões elevadas»
Estou caladinha. Se comentar, vai sair palavrão.
Publicidade «Personalizada»
Em Espanha há uma publicidade contra os maus tratos infantis que visa chamar a atenção do agredido sem que o agressor se aperceba.
Esta ideia é excelente. O problema é se a moda pega (e de certeza que vai pegar) e as crianças passam a ver publicidade encoberta a artigos infantis ou outras coisas do seu interesse…
Já imagino a cena:
– Ó mãe, quero aquela boneca!
– Que boneca?
– Aquela!
– Não vejo boneca nenhuma…
– Aquela, mãe, que está ali!
– Ali onde? Tu estás bem, filha? Estás a apontar para a publicidade às cuecas de homem. Ai, que não estou a gostar de brincadeira!
Vai ser o bom e o bonito!
E para a ESEP não há nada, nada, nada?
Tudo! Finalmente, há estudantes universitários com tomates para se demarcar assumidamente de práticas de tortura. Esta geração pode estar à rasca, mas a AEESEP mostrou ser tudo menos rasca. Estendo-lhes a minha capa.
Hino de Caxias
Cantado pelo Coro de Intervenção do Porto. Um dos momentos altos das comemorações do 25 de Abril hoje no Porto.
«Longos corredores nas trevas percorremos
Sob o olhar feroz dos carcereiros
Mas nem a luz dos olhos que perdemos
Nos faz perder a fé nos companheiros. [Read more…]

















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