Acepção (Bras.)/Aceção (Port.)
Nota: antes do AO90, escrevia-se da mesma maneira no Brasil e em Portugal. É ou não é uma uniformização ortográfica fresquinha? É, pois!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Acepção (Bras.)/Aceção (Port.)
Nota: antes do AO90, escrevia-se da mesma maneira no Brasil e em Portugal. É ou não é uma uniformização ortográfica fresquinha? É, pois!
O Pedro Correia é um dos melhores bloggers portugueses. O Pedro Correia é um bom amigo. O Pedro Correia vai lançar o seu novo livro, “Vogais e consoantes Politicamente Incorrectas do acordo ortográfico” no próximo dia 21 de Maio, pelas 18h30 na Bertrand Picoas Plaza (Lisboa). Fica aqui o convite a todos os leitores do Aventar:
No Brasil, as palavras ortografadas nem sempre são o que deveriam ser.
Pronto, eu calo-me. Era só para chatear o Francisco. Já agora, Calabote ainda se escreve Calabote?
Participe na sondagem para não ficar indiferente sobre este desacordo que nem pára nem arranca.
Em Braga, adopta-se a ortografia portuguesa europeia. Recepção. Óptimo. Ah! No Brasil, também… Pois. Mas com o AO90, em português europeu, não… Exactamente.
Segue o chamado acordo ortográfico. No Brasil, será publicada exactamente a mesma edição?
Que raio de AO é este?
Com profissionais destes, mais vale que acabe de vez.
[youtube http://youtu.be/6EYmKAs7mzc]
Há, afinal, alguma dificuldade em perceber o que nos dizem os brasileiros?
Lippi não foi contatado pelo Real Madrid. Mais uma mutação, nascida de um cruzamento entre a iliteracia reinante e o chamado acordo ortográfico.
A prepotência de quem acha que uma língua muda por decreto continua.
Segundo o dicionário Infopédia, da Porto Editora, nado-morto, tomado como adjectivo, significa: “que foi dado à luz sem vida”. O mesmo dicionário dá como definição complementar, em sentido figurado: “que fracassou logo no começo”.
Nada melhor para classificar, mais uma vez e depois de todas as polémicas, o mais recente (des)acordo ortográfico.
Segundo o editorial da “Sábado”, “o Brasil anunciou que pretende adiar a aplicação desse acordo de 2013 para 2016”. Fosse só um adiamento, e compreender-se-ia que nem todos os países de língua oficial portuguesa cultivem as alterações à escrita ao mesmo ritmo. Mas não foi isso que aconteceu. Segundo o ministro da educação brasileiro, “esses três anos não vão servir para preparar a aplicação do acordo – vão servir para o contrário”, porque a norma, já em vigor em Portugal, ficou “muito aquém do que se poderia fazer”. [Read more…]
De facto, de fato é outra coisa. O chamado acordo ortográfico é a caixa de Pandora da ortografia portuguesa.
… que o Expresso já lhe chama “impato”.
Se o país não tiver apoio externo para quê, professor Miguel Beleza? Para quê? Desembuche, homem! Para quê? Deixa as frases a meio? Ah! Não deixou… Peço desculpa. Pois, o Acordo Ortográfico de 1990. É a base IX, eu sei. Claro que V. Ex.ª não tem culpa. Peço desculpa pela precipitação.
Cá temos a RTP a desperdiçar um potencial de quase duzentos milhões de falantes para a difusão da língua portuguesa no mundo, através de um país que, além do elevado número de habitantes, «tem uma literatura potentíssima, é um potentado económico e tem uma capacidade de difusão cultural magnífica».
Ainda bem.
Ega entalara vivamente o monóculo para examinar esse lendário tio do Dâmaso…
– Eça, Os Maias
A edição de Outubro da revista internacional Monocle foi amplamente divulgada pela comunicação social portuguesa. Segundo a Fugas, trata-se duma “publicação mensal de culto para muitos e a marcar tendências em todo o mundo desde 2007 “. Confesso que nunca tinha comprado esta revista e só o tema de capa me levaria a adquiri-la. Como esta edição estava à venda no quiosque do Parlamento Europeu, acabou por vir para casa.
Vejamos com atenção aquilo que nesta publicação a marcar tendências em todo o mundo desde 2007 se pensa sobre Portugal, no contexto da língua portuguesa e do Acordo Ortográfico de 1990.
Aguardemos igualmente por uma reacção de Carlos Reis, pois é evidente que o senhor Steve Bloomfield, além de “uma concepção da Língua Portuguesa como património exclusivo dos portugueses”, tem “um complexo”, “traumas por resolver” e “o medo das ‘cedências’”. Obviamente que as leituras de artigos do Dr. Santana Lopes e de entrevistas do Dr. Pinto Ribeiro terão ajudado ao arranque em falso. O Dr. Carlos Reis que explique, quando reagir ao artigo.
Once upon a time, the Portuguese spelt the word “fact” F-A-C-T-O. The Brazilian spelt it F-A-T-O. It was one of many words that had changed in the journey across the Atlantic.
Yet the influence of Brazilian popular culture has become so pervasive from Porto to Lisbon that most young people use some form of Brazilian Portuguese – and now it has become formalized. An orthographic agreement between the two countries has seen Portugal accept a whole raft of Brazilian spellings.
There are many ways to highlight Portugal’s relative decline and the meteoric rise of Brazil and, to a certain extent, Angola. Hundreds of thousands of Portuguese have moved to to other Lusophone countries (see page 037); Angola is now investing billions of oil-fuelled dollars in Portugal. But few factors sum it up as perfectly as the language changes. Imagine the UK agreeing to spell “centre” the American way– Steve Bloomfield, “Something in common”, Monocle, Issue 57 , volume 06 , October 2012, p. 33
Aproveitando o ponto 5 do comunicado da CPN do PSD, também “dou nota” da minha “preocupação relativamente à deriva”. De facto, é uma deriva e é constante.
– Tenho lá uns livros na estante que estão bons para ser trocados por uns bonitos, com cheiro a novo, onde assino?– Olha, e eu estou farto de colocar letras que não servem para nada! Ainda bem que estamos de acordo…– E sempre fazemos um sainete com os falantes próximos da nossa língua, até conheço um…mas isso agora não interessa!…

Cristalino: O acordo ortográfico outra vez.
Uma óptima notícia:
Foi aprovada por unanimidade no 78.º Congresso do PEN Internacional, que reuniu na Coreia delegações de 87 Centros de todo o mundo entre 9 e 15 de Setembro de 2012, uma resolução do Comité de Tradução e Direitos Linguísticos (CTDL) que manifesta uma evidente preocupação pela ameaça à língua portuguesa representada pelo Acordo Ortográfico de 1990 (AO/90). Tal resolução, traduzida na íntegra a seguir, inclui anexos explicativos de todo o processo. A incredulidade manifestada pela maioria dos escritores presentes, que se interrogavam como se teria chegado a tal situação, justificou a posteriori tal inclusão.
A Redacção, o *Ato, os Actos ou a escrita adutada/adotada/adoptada/adaptada/atapetada pela TVI. Como diria o Peter Greenaway (em inglês, claro): The Cook, the Thief, His Wife & Her Lover.
Afectado [ɐfɛˈtadu]. Adj. (Do part. pas. do v. afectar). Perturbado por qualquer coisa que lhe aconteceu; assaltado por um sentimento. «Ronaldo não chega afectado à selecção» (Danny, jogador de football, em declarações à TSF).
Afetado [ɐfɨˈtadu]. Adj. (Do part. pas. do v. aftar, de origem obscura, com um ‘e’ epentético, de origem também ela obscura: pace, D. Carolina Michaëlis de Vasconcellos). Indivíduo que sofre de úlcera superficial, dolorosa, em geral, na mucosa da boca ou da faringe. «Ronaldo não chega afetado à [ilegível]» (Danny, jogador de football, em declarações à TSF, segundo a transcrição que chegou à nossa mesa de trabalho).

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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