aniversário de um filho

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aniversátio do Luís

Nasceu, sem os seus pais darem por isso, a 13 de Junho de 1977. Sem darem por isso, porque no rastro da sexualidade caminha o amor. Amor havia, e muito. O bebé nasceu numa segunda-feira, em tempos em que não se sabia se as crianças seriam rapazes ou raparigas. Rapariga já havia em casa, faltava o rapaz. Todo o progenitor adora ter um casalinho. E foi este o caso. Os irmãos adoravam-se. A irmã era como uma mãe para o irmão, como acontecia comigo e a minha irmã, com uma pequena diferença: eu dava-lhe banho por ser o mais velho vários anos. Até ao dia de hoje, essa minha irmã, toma conta de mim, como a irmã do rapaz. Era Luís Miguel, era Patrícia, sem segundo nome. Os dois gostavam um do outro, assim como os pais adoravam os dois. Eram os Pimentel Correia, desde muito novos inteligentes, sábios, companheiros. Não apenas brincavam juntos, também a irmã lhe ensinava as letras. Como a sua mãe Odete e o pai José Miguel. O tempo não passou em vão. Não eram apenas brincadeiras ou estudos antecipados em casa, eram também uma rainha com o seu rei a viverem juntos em casa dos pais, até cada um encontrar o seu par: a Patrícia, o seu Paulo, o Luís o amor da sua vida. Amor difícil para ele, que tanto adorava a sua irmã. Não havia rapariga que não tivesse ciúmes, não havia rapaz que estivesse contente: eram um casal…Apenas o Paulo foi capaz de seduzir essa rainha e raptá-la, a seguir aos seus estudos, completando todos as sua licenciaturas em Engenharia, como o pai.

O Luís era amigo dos seus amigos e, com a Patrícia já fora de casa, dedicava os seus verões a viajar, ou  a ir à praia ao pé da casa que os pais tinham comprado para eles em São João da Caparica, com os seus amigos ou com os primos que iam nascendo. A especialidade do Luís, de volta das suas viagens de férias, pelo Oriente, na casa da sua irmã, era ser o cavalo das suas primas mais novas. Tão novas, que não podia menos que ser o cavalo que todas elas montavam e ele, forte, musculado e loiro, as levava às cavalitas, especialmente a sua prima Marta, quase da sua idade. Uma irmã para ele, como a mãe de Marta, a sua tia Graça, a sua amiga, a sua confidente, a que sabia dos seus amores, a mulher livre que entendia os amores do Luís, como Patrícia e Paulo o seu marido e davam ideias, como Odete, a sua mãe.

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el combate naval de Iquique

Monumento a los héroes navales de la Guerra Del Pacífico,1879-1886, Perú y Bol+ivia contra Chile

Me es casi imposible, como se dice en el Castellano de Chile, no escribir algunas palabras de honra a los que supieron defender la honra de la República de Chile que durante los finales del Siglo XIX, vivía en paz y harmonía. Excepto, como tengo relatado en otros textos, los desacuerdos entre partidos políticos, desde el día de la Independencia de Chile, que se conmemora el 18 de Septiembre, desde el año 1810. Ese fue el día en que la independencia de la corona de España comenzó, cuan el Rey Borbón Fernando VII fue substituido por el hermano de Napoleón Bonaparte, José, que no sabía gobernar. Como sabemos ya por otros ensayos míos, el representante de la Corona convocó a una reunión de notables, dijo: en España no hay Rey, no tengo a quién representar: os entrego el bastón y el mando. Los notables eligieron al ya muy anciano Conde de la Conquista, Mateo de Toro y Zambrano, como Gobernador de un Chile libre. Las escaramuzas por el poder comenzaron, la familia Carrera organizó el primer golpe de estado, derrocaron al Conde, que se fue a su casa a morir. [Read more…]

karl heinrich presborck marx e joseph ratzinger

Karl Heinrich Presborck, estudante em Iena

no aniversário do nascimento de Karl Marx…e da visita a Portugal de Ratzinger…

O Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de Abril de 1927 (Sábado Santo), e foi baptizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, provinha duma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições económicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis.

Passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria, a trinta quilómetros de Salisburgo. Foi neste ambiente, por ele próprio definido «mozarteano», que recebeu a sua formação cristã, humana e cultural.

O período da sua juventude não foi fácil. A fé e a educação da sua família prepararam-no para enfrentar a dura experiência daqueles tempos, em que o regime nazista mantinha um clima de grande hostilidade contra a Igreja Católica. O jovem Joseph viu os nazis açoitarem o pároco antes da celebração da Santa Missa.

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22h59

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A decisão estava tomada. Iria aceitar o convite do Ricardo para colaborar no Aventar.

Novo nestas andanças da blogosfera, com uma vontade imensa de escrever e de mostrar que até o fazia razoavelmente, abracei o projecto. Iria escrever sobre a actualidade, iria escrever alguns contos, e colocar algumas das minhas fotografias.

O meu primeiro artigo apareceu neste dia, 12 de Abril, a esta mesma hora, 22h59, um ano atrás. Foi o princípio de uma nova vida.

Em pouco tempo, verifiquei que o grupo que se estava a formar, se bem que composto por pessoas oriundas dos mais diferentes quadrantes, se mostrava coeso e amigo.

Os leitores do Aventar iam aumentando gradualmente, e o blogue começava a ser um fenómeno a nível nacional.

Dezembro foi, para mim, o expoente máximo deste trajecto, ao fazermos um almoço do grupo, onde realmente se verificou que para além de tudo éramos um grupo de amigos, que antes de o serem já o eram.

Ainda estamos a crescer, e as dificuldades do crescimento vão-se manifestando, ora com «crashs» súbitos e públicos, ora com outros «crashs». Mas, as dificuldades podem ser o incentivo para sermos cada vez melhores e mais exigentes. Há que melhorar o que já é bom. Há que retirar os escolhos do caminho que se quer plano e suave. Há que melhorar a qualidade. Há, por fim, que mostrar continuadamente, o grupo coeso e amigo que queremos continuar a ser.

Mais uma vez, obrigado Ricardo, pela prenda que me deste ao convidar-me para fazer parte do Aventar.

O dia que nasceu mais cedo

O meu filho Hugo Luis faz hoje 35 anos. Naquela madrugada, no Hospital da Cruz Vermelha só nasceram raparigas. Até que às 4 horas e 32 minutos nasceu o rapagão, sei porque vi no relógio da sala de partos de onde fui convidado a sair para que a médica não tivesse que tratar de mim.

Tudo valeu a pena e agora que ele está, por sua vez, à espera de ser pai, a vida faz muito sentido! Que faças muitos e sejas feliz, filhão!

Eu e o Aventar

Só hoje escrevo acerca do aniversário do Aventar por duas razões: primeiro, porque estive ausente durante uns dias e só hoje regressei a esta casa; depois, porque é tradição nesta casa dar-se os parabéns ou antes ou depois da data devida (isto é uma piada interna, ou como dizem alguns em bom português, uma “private joke”).

Entrei nesta casa a convite do Fernando Moreira de Sá, em Dezembro de 2009, e e fui recebido como amigo de longa data pelos demais. Não conheço todos os Aventadores pessoalmente – e  tenho pena – mas estou certo que um dia – ao ritmo a que este blogue tem crescido – seremos capazes de fazer uma espécie de assembleia geral e reunir toda a gente. Seria excelente.

Tenho orgulho em pertencer a esta equipa, e habitar – partilhando – esta casa. O Aventar é um projecto fantasticamente absorvente, – viciante, até – e que tem atraído cada vez mais gente à sua leitura. E, como dizia Ary dos Santos: “Cada vez seremos mais!” (poema “Tomar Partido”).

Parabéns a todos: aos Aventadores e aos leitores.

Parabéns aventadores

Tambem pelo ano de vida, mas principalmente, porque o Aventar esteve para se chamar “antes assim…”.

Já viram do que se safaram?

Um abraço sem excepção e um beijinho para as aventadoras.

E para o “poderoso” Ricardo os meus agradecimentos, afinal eu andava tão sossegadinho…

Um Ano Maravilhoso

12 ABRIL, 22H59

Dia e hora do meu primeiro post, aqui no Aventar.

Nesse dia e nessa hora, mas deste ano, escreverei sobre o assunto.

Hoje, fico-me pelos parabéns a todos nós e pelos agradecimentos ao Ricardo pelo convite que me fez para integrar esta que se tornou numa maravilhosa equipa.

É uma honra fazer parte de tão brilhante equipa.

O Hommer celebra por mim

Não sou muito dado a sentimentalismos. Raramente verto lágrimas, seja de alegria ou felicidade ou tristeza, não sou grande apreciador de festejar aniversários, muito menos o meu. Enfim, um chato monocórdico, com uma leve tendência para o irónico e uma queda para algum sarcasmo.

Quando o Ricardo enviou o desafio, mais ou menos este: “Vamos lá escrever um post no dia do aniversário a falar do relacionamento de cada um com o Aventar”, não pude deixar de torcer o nariz. Eu? Um indivíduo tão reservado e discreto a falar de relacionamentos? E logo com o Aventar? Nem pensar, o gajo é doido.

Portanto, nada melhor que utilizar um convidado para celebrar o aniversário deste blogue, que já me retirou uma longas horas de merecidíssimo descanso.

Para o ano cá estaremos para soprar a segunda vela.

No aniversário do Aventar

O Ricardo Santos Pinto não sabe que, quando me convidou para integrar o projecto de um novo blogue, que estava para nascer, mudou a minha vida. Ou talvez possa pensá-lo mas não creio que saiba exactamente até que ponto assim é.

Mudou-a porque introduziu um elemento que foi ganhando importância, que se imiscuiu no quotidiano, que se foi entrelaçando nessa tela que é a vida de cada um de nós até se tornar um dos seus fios.

Recordo-me de nessa noite inicial ir espreitar, à meia-noite, o Aventar, onde acabava de ser publicado o poema “Coro”, e de pensar que começava uma aventura e de sentir essa excitação que acompanha o início de todas as aventuras. Nessa noite o Aventar foi abaixo (lembram-se?), inaugurando uma já respeitável lista de intermitências, mas regressou, como sempre faz, e eu embarquei, com a insegurança dos principiantes mas com entusiasmo. [Read more…]

Somewhere over the rainbow (um ano de Aventar)

Não fui um dos fundadores do Aventar. Apenas comecei a publicar regularmente em Junho. Nestes dez meses, muita coisa mudou. Por exemplo, eu mudei a maneira de apreciar os blogues (de céptico passei a blogo dependente) e, por outro lado, o Aventar também foi paulatinamente mudando. Quanto a mim para melhor.

A qualidade média dos posts parece-me ter subido. Um regionalismo e um clubismo exagerados, com que deparei à chegada, estão bastante atenuados. O Aventar está mais pluralista do que era no Verão passado. Mas tem ainda margem de progressão. Eu diria que era necessário erradicar completamente a futebolite e o regionalismo excessivo, sem abdicar de analisar o futebol com serenidade e objectividade e de discutir com seriedade a questão da regionalização. O Aventar deve ser um blogue de todo o País, em que um algarvio e um minhoto se sintam tão à vontade como um tripeiro ou um alfacinha. [Read more…]

Há um ano, o Aventar começou assim

Exactamente há um ano, passava um minuto da meia-noite, o Aventar começou assim…

CORO

“Mãos de mulheres, cheias de ternura,
cozinharam seus filhos,
que lhes servirão de alimento,
quando da ruína da filha do meu Povo.”
Bíblia. Livro das Lamentações, Jod

«O que é um homem bom?»
O que é um homem bom?, penso e pergunto-te
sem medo da palavra que não trova com o mundo,
de quando em vez, acosso-te: «O que é um homem bom?»
novamente assomo sem pudor de te perturbar ainda; vivo assim:
sem medo da tua pele tão à beira de mim, sem me retrair nos olhos
e fico de borco desejando despenhadeiro – tua voz – essa vida com sotaque vigilante
e se a minha palavra se abeirasse dos teus olhos
não sei se seria um lago, neve, iogurte dentro do prazo, a leve vida,/
ou Elisa cantando: Tanzânia, T-a-n-z-â-n-i-a, T-a-n-z-â-n-i-a,
T-a-n-z-â-n-i-a sem adivinhar um punhal
levando a morte ao seu corpo;
sei, talvez, que essa palavra seria sempre um objecto secundário,
um acessório de uma memória suja, demente ou ambição de vertigem
face de um fragmento rudimentar com que irias à procura
de qualquer coisa que te lembrasse
que não existe diz-que-diz-que na solidão
essa pele que absorve a fundo a noite
outra vez vem ter comigo, imploro!
acossa de relance – nos meus olhos – a tua mão, par
da mão que desossa com o cutelo os ossos, toca piano,
mão engatilhando, levando a extinção na sua força, fixando
os corpos no seu tempo “ A guerra foi há duas semanas”, diz o homem
com as duas mãos no volante
. O que é um homem bom?, vacilo
— a mão de Sacha nas mãos
da mãe de Sacha; os olhos das mães crescendo
como a tensão nas mãos da mãe de Sacha

tanta face de lume! quando pensas noutro humano
tão impartilhável como é para mim o teu corpo de remendos,
depois vêm as palavras que seguram
o homem empoleirado, podando a preceito os ramos
de árvores russas, isso, as árvores eram russas,
as copas das árvores russas, a cidade ao fundo,
um enquadramento, um plano
tal como o rosto de infância a ser enterreado
na improvisada vala comum,
a areia tapando o rosto infantil de olhos abertos,
os corpos amontoados na carrinha de caixa aberta,
mas esse relâmpago em câmara-lenta — a última imagem — os olhos abertos
o bebé, e outras palavras juntam-se a ti
: manga-curta manga-comprida
porco-preto porco-branco
« o porco-preto é mais difícil de conseguir, corre mais
»

e os corpos arrojados até à porta da embaixada
as copas das árvores russas, os sacos de comida para o gato
a cultura do açafrão, Maria, a campa da Maria, as mãos da Marias
separandos as lágrimas do rosto, para se sentir mais na morte do filho,
o filho da Maria a galope do cavalo entrando pelo lago num dia de verão
russo, a aldeia russa da Maria, o marido da Maria e a nova mulher nova
a Maria entrando terra adentro com as suas mãos respirando a força do sol,
a comoção do realizador com a morte e campa da Maria, com as palavras da filha da Maria,/
a Maria fixando-se palavra viril
e ficas a pensar na possibilidade do nome das coisas, das tuas coisas quotidianas, tão a jeito e próximas da tua indiferença,
« o porco-preto é mais difícil de conseguir, corre mais»

De Puta Madre

Aventar: 1 Ano

Com som…: Aventar: 1 Ano by jmcf
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Se hoje evocamos a primavera e a poesia

porque não havemos de lembrar também, antes que o  dia se esgote, o sr. Johann Sebastian Bach, que veio ao mundo a 21 de Março de 1685?

Um Louvor do Aventar à Direcção Nacional do PPD/PSD

José Magalhães, Fernando Moreira de Sá, José Freitas, Ricardo Santos Pinto. Miguel Dias, Adão Cruz, Carla Romualdo, José João Cardoso, J. Mário Teixeira e Carlos Fonseca

No âmbito das comemorações do 1º aniversário do Aventar, foi marcado um almoço no Porto para o dia 13 do corrente mês.

Face à concorrência do congresso social-democrata, logo se adivinhou que alguns elementos aqui da casa poderiam ter a tentação de faltar. Isto, porque alguns elementos desta casa estavam convencidos – imagine-se… – que lhes seria permitido estarem presentes no dito evento, na qualidade de “bloggers”.

Houve apreensão durante algum tempo, até que pela iluminada decisão da Direcção Nacional – Comissão de Organização do Congresso do PPD/PSD (e não apenas PSD, por respeito ao mentor do congresso), respirou-se de alívio, pois que os “bloggers” levaram com a porta no nariz e, à custa disso, os da casa ganharam um lugar à mesa.

Bem haja, pois, a decisão da Direcção Nacional – Comissão de Organização do Congresso do PPD/PSD, que contribuiu para que o almoço do Aventar no Porto, fosse mais participado, à custa dos que não tiveram lugar em Mafra.

Por isso, assim lavramos o nosso Louvor à Direcção Nacional – Comissão de Organização do Congresso PPD/PSD.

Este blogue poderá ter muitos defeitos, mas ser ingrato não é um deles.

Playboy Portugal

Até nisto somos fraquinhos: Rute Penedo foi a playmate da primeira edição e agora passa para a capa. Fraquinho, muito fraquinho ou uma Playboy tuga…

Proposta: a próxima manif de blogs pela liberdade deve seguir o exemplo daquela outra de Sidney do Spencer Tunick (ver no DN), todos nus pela liberdade de expressão!

a rapariga do violino. história de infância

Era a menina mais linda e querida de todas, doce como o mel, não de muitos beijos, subtituidos por palavras bonitas e poéticas. As suas primas a adoravam e não eram capazes de passar sem ela. Ia de casa em casa as visitar e em todas elas dormia, excepto se a avó mais querida, estava só, a Avó Graça, uma mãe para ela.

É verdade que a rapariga do violino tinha a sua própria mãe, querida, mas muito longe, em outro país essa mãe Marta, no mesmo no que morava o tío primo Luís, mas bem mais longe de onde morava o seu pai, Ludgero.

Pai no Brasil, mãe na Inglerra a tirar um curso especial, esse famoso Skype da Avó Mãe Graça, era uma joia: podia vê los e falar com eles como se estivessem muito perto, como costumava fazer com o tio primo Luís. Que a levava as costas, era o seu cavalo.o havia semana em que os pais não falassem com ela e a ouvissem. Os pais no perguntavam da escola, contavam lhe histórias e o que eles faziam.

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Como o "youtube" mudou a minha vida!

Foi há  cinco anos que nasceu o youtube tal qual o conhecemos hoje disse-me quem sabe disto e sabe como tratá-lo e como usá-lo, e assim por diante, de modo que deve ser verdade. O que eu quero aqui dizer muito dramaticamente é que nos primeiros nunca tive acesso ao “youtube”. O meu filho vivia cá em casa e achava que eu  perseguia no “youtube” coisas que ele considerava não apropriadas para a minha idade e, como tal, não tinha acesso, ou porque o computador não estava “up-to-date” e o vídeo não corria ( francamente, nunca vi nada em condições…) depois porque a minha vida era muito intensa e eu também não tinha muito tempo, a verdade é que só há dois, três anos é que comecei a ver o que se encontra no “youtube”. [Read more…]

Youtube e o valor da memória

Há cinco anos atrás, pelas mãos, e génios, de Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, abriu-se um espaço de memória fantástico, que nos permite recordar pérolas como esta:

O Hip-Hop Improvisa

Estávamos em casa de amigos. O rapazinho, acometido de urgência criativa, pediu papel, lápis e estendeu-se no chão a escrever. Contava sílabas, riscava, corrigia,voltava a riscar, enquanto os adultos conversavam. Às tantas levanta-se, pede uma guitarra, senta-se, ensaia uns acordes (?) e explica o que pretende como acompanhamento. -Acabei de fazer o meu primeiro hip-hop, diz.

Eu só tive tempo para pegar na máquina de filmar e registar o momento ao primeiro take, sem direito a repetição.

Isto passou-se há algumas semanas. O “artista” é meu filho e faz hoje dez anos, um número redondinho. Parabéns, rapaz.

Os Telhados de Vidro

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HÁ QUEM OS TENHA, MAS SE ESQUEÇA
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É o caso do ex-presidente da Remario soarespública que ontem fez anos, oitenta e cinco. Embora muito bem para a idade, anda muito esquecido. Não se lembra já do tempo em que esteve com «ambos os dois pezinhos» fora do PS. E vai daí, vai de acusar Manuel Alegre de estar com um a apanhar frio. Claro que essa atitude motivou uma resposta do poeta, que delicadamente, como se faz aos velhinhos por quem temos algum carinho, começou por lhe endereçar os parabéns, antes de falar do assunto que lhe dizia respeito.
Ora, em dia de aniversário, o simpático senhor deveria, antes, dedicar-se a comer um bolito, receber a família e alguns amigos mais chegados, e deixar-se de se armar em pensador e educador da classe política do seu partido. Só lhe teria ficado bem e evitaria que fosse quem fosse lhe lembrasse pecados passados.
Quem tem telhados de vidro, deve abster-se de atirar pedras aos vizinhos.

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Celebrações de Novembro: há 4 Anos arrancava "The Great Portuguese Disaster (1985-1995)", o blogue mais radical contra Cavaco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Éramos pouco, mas ferozes: o primeiro "Arrebenta" (uma bichona, que até entrevistas dava…) "Pinto Ribeiro", o "Lúcio Ferro", a "Katia Rebarbado d’Abreu", o "SAF", o "Daviduskas", e a minha querida e saudosa e doida "Freira Antónia".

Como Blogue Eleitoral, desapareceu na noite da sinistra eleição — mais 10 anos de Cauda da Europa.. –", mas esta Entrevista e estas imagens tornaram-se em Grandes Clássicos da Blogosfera.

Vá, toda a gente a cantar "Parabéns"!!!!!… 🙂

 

(celebrado no "Aventar", no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )