Mesquita Machado e a ACF: Os amigos são para as ocasiões

3 meses antes das últimas eleições autárquicas, um concurso público relacionado com o rio Este foi entregue pela Câmara Municipal de Braga a uma determinada empresa de construção civil.
Logo após as eleições, esse concurso público foi anulado. Foi então lançado um novo concurso público.
Hoje, a empreitada foi entregue a uma outra empresa, a ACF – Arlindo Correia & Filhos. A mesma que partilha com o município bracarense o capital social da Sociedade Gestora de Equipamentos de Braga. Coincidência, claro, refere o afortunado Mesquita Machado.
Já falei abundantemente das ligações desta empresa no post «Braga: O autarca, o empreiteiro e o arquitecto» e por isso desta vez não me alongarei.
Registo apenas a conveniência de anular um concurso público para, em seguida, fazer outro com um resultado diferente. Vai fazendo escola, a política socialista de anular concursos sempre que os seus resultados não agradam.

Os deputados e a sua região

Amanhã, 18 de Setembro 2010, vai-se realizar a inauguração da sede nacional do Movimento Partido do Norte.

Muitas razões têm sido apresentadas para a criação deste partido mas eu começaria por destacar a importância de conseguir voltar a criar uma relação entre os deputados que elegemos e a forma como eles representam a região por onde foram eleitos.
Assim, tal como vem na Declaração de Princípios do Partido do Norte:

“(…) Em relação ao 2º do art.º 153, à sua letra e ao seu espírito, o Partido do Norte rejeita o corte de qualquer responsabilidade do deputado da Assembleia da República com o eleitorado do círculo por onde foi eleito, em nome da representação de todo o país.

Sendo certo que o deputado do parlamento nacional tem a dignidade de representar todo o país, fá-lo por mandato dos eleitores do seu círculo eleitoral a quem tem de prestar contas da forma como exerce os seus poderes e retribui a confiança que lhe foi entregue pelos eleitores, sob pena de acontecer o que está a acontecer, que é o da cisão total entre o eleito e o eleitor, sendo que o primeiro, em nome da representação de “todo o país”, mais não faz do que obedecer às políticas centralistas dos directórios partidários(…)”.

A paz num abrir e fechar de olhos

(Era assim, há uns anos, quando Marcos Cruz escreveu este texto)

Há um antes e um depois do respirar fundo assim que se chega ao cais de embarque para a Afurada. Podem o dia ou a noite, dependendo dos casos, ter sido cansativos, frustrantes ou até deprimentes, que ali, massajada pelo bater de asas das pombas, pela bricolage sonora das tainhas nas águas marginais (como elas), pela placidez distante da povoação em frente e pela milagrosa frescura de toda aquela velhice, uma pessoa esvazia-se de tudo. Sobretudo de si. [Read more…]

Expensive parking…


O aeroporto de Beja “já está” operacional”, mas apenas para aviões sem passageiros. Excelente notícia, a EMEL bem podia apoderar-se da infraestrutura, um luxuoso parque de estacionamento. A Bragaparques estará interessada?

Já agora, aproveitem o espaço e arrendem-no à USAF, de modo a poder ali ser instalada uma base para drones.

O novo cartaz das Festas da Senhora da Agonia de Viana do Castelo


Há uns dias, dei conta da polémica que se estabeleceu em Viana por causa de um cartaz das Festas da Senhora da Agonia.
Milhares de vianenses exigiam a sua retirada, em especial por causa da rapariga. Pois bem, a luta parece que está a dar frutos e o cartaz acaba de ser retirado.
Em seu lugar, irá aparecer este que o Aventar hoje divulga em primeira mão. Uma minhota típica, de pêlo na venta, dará um toque de beleza e de doçura às Festas da Agonia deste ano.
A luta dos vianenses valeu a pena.

Abaixo o cartaz das festas da Senhora da Agonia

Parece que não gostam do cartaz, os vianenses, porque a rapariga que está lá não devia estar. Já são 4 mil os que, no Facebook, exigem a retirada do cartaz.

Só uma perguntinha: não têm mais em que pensar?

A Cultura Andalusa

O Al-Andalus foi um espaço de convivência de povos e identidades, onde nasceu, desenvolveu-se e se afirmou uma cultura própria.

Resultado da influência da cultura Oriental, trazida no século VIII pelos Árabes do Médio Oriente, aliada à cultura Berbere, inicialmente do Rif e do Médio e Alto Atlas, e posteriormente Sub-Sahariana, cruzada com a cultura dos Hispano-Romanos, Hispano-Godos e dos Judeus, alimentada por trocas e experiências de séculos de contacto entre o Al-Andalus e o Magrebe, regressa ao Norte de África em três grandes vagas, nos séculos XIII, XV e XVII.

Essa cultura está viva, faz parte da identidade de Países como Marrocos, Argélia e Tunísia e tem um nome _ Cultura Andalusa.

Estima-se que só no Reino de Marrocos vivam cinco milhões de descendentes dos Árabes Andaluses que levaram consigo a Cultura Andalusa e a perpetuaram até aos nossos dias.

Influenciou decisivamente a própria identidade cultural das duas Nações Ibéricas em aspectos tão variados como a língua, a música, a arte, a arquitectura, os usos e costumes, as ciências, o pensamento.

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As dinastias berberes no despontar de Bortuqal

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O Jebel Moussa, montanha que domina a margem Sul do Estreito de Gibraltar

“Por muito pouco que eu viva saberei devolver aos muçulmanos todas as províncias que lhes tomaram os cristãos durante este período calamitoso. Para combater os nossos inimigos enchê-las-ei de cavaleiros e de peões que ignoram o repouso, que não sabem o que é viver na moleza, que não sonham senão em domar e treinar os seus cavalos, em cuidar das suas armas e em precipitar-se para o combate à primeira ordem.” (COELHO, 1989, pág. 272)

Com estas palavras Yussuf Ibn Tachfin parte de Sevilha acompanhado por Al-Mu’tamid, rei de Sevilha, Al-Mutawakil, rei de Badajoz e Abdallah, rei de Granada, para defrontar as forças de Afonso VI de Castela e Leão, que tinham sido reforçadas com tropas enviadas por Rodrigo Diaz de Vivar, o famoso El-Cid, o campeador, comandadas pelo seu vassalo Alvar Fañez. Os Almorávidas respondiam assim ao pedido de auxílio feito pelos Reinos de Taifas do Al-Andalus reunidos na conferência de Sevilha. Os dois exércitos defrontam-se em 1086 na batalha de Zalaca, nos arredores de Badajoz, na qual as forças do Islão esmagam as dos Cristãos. [Read more…]

Juízo…

Hoje ao final da manhã, Marco António dissipou todas as dúvidas levantadas pela imprensa, o PSD reafirmou a sua posição em matéria de portagens nas SCUTs: sim para todos. Não me espanta que o tenha feito pela voz do seu Vice-presidente, bem pelo contrário. Mais tarde, foi a vez de Miguel Relvas e assim se cortou o mal pela raiz.

Ontem Rui Rio foi, finalmente, o porta-voz do sentimento de revolta existente na GAMP, um pressentimento de quem soube escutar aqueles que, desde 2008, clamam contra a injustiça desenhada por Mário Lino e cegamente seguida pelos seus substitutos. Só quem não conhece esta realidade ou anda fechado em gabinetes é que não calculou nem viu o que se estava a preparar.

Por outro lado,  [Read more…]

Do Magrebe ao Andalus

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Jebha, no Rif

A conquista Árabe do Magrebe é promovida pelo Califado Omíada de Damasco e tem como resultado a criação de uma unidade política submetida ao seu poder. A tarefa é confiada ao general Oqba Ibn Nafi, que no ano de 670 comanda um exército através do deserto do Egipto com a missão de submeter todas as tribos berberes do Norte de África. Na sua marcha para o Ocidente funda a cidade de Kairouan na actual Tunísia, onde fica sediado o governador da Ifriqiya. Oqba atinge a costa atlântica no ano de 684, onde, reza a história, terá entrado com o seu cavalo no mar e, olhando para o céu, exclamou:

“Deus grande! Se o meu caminho não fosse parado por este mar, eu continuaria, para os reinos desconhecidos do Ocidente, pregando a unicidade do Teu nome sagrado, e passando à espada as nações rebeldes que adoram outros deuses que não Tu.” (GIBBON, 1776–1789, página electrónica citada)

Oqba dirige-se então para Sul, submetendo as terras férteis dos vales do Oued Ziz e Oued Draa. [Read more…]

Solidariedade Territorial

Ontem o primeiro-ministro referiu que uma das linhas orientadoras do plano para combater o défice foi distribuir o esforço por todos de uma forma equitativa referindo que não queriam por em causa a saúde, a educação e as pensões nem por só os funcionários públicos a pagar a crise.

Parece-me mais ou  menos bem… só mais ou menos porque não sei até que ponto assumir que não se pode mexer sobre 67% da despesa é um luxo que podemos correr,  mas até concedo isso.

O que já não percebo é a insistência na falta de solidariedade territorial que se tem verificado e não, não estou a falar das SCUT.
Estou mesmo a referir às noticias de hoje que mostram mais uma vez que uns são filhos e outros enteados

Para um investimento que vai beneficiar principalmente a região mais rica do país  (pib = 120% media europeia) temos “260 milhões de euros para linha temporária do TGV” para a região mais pobre do pais, sim atrás dos Açores, Alentejo e Centro e também de todas as outras regiões europeias excepto Guiana Francesa e uma outra da Grécia, (pib = 80% da média europeia) “Governo vai reavaliar verbas para a segunda fase do metro do Porto“

Pavilhão dos Desportos: Lisboa Arruinada


Um espaço de inegável beleza exterior, a merecer profunda remodelação interior – mantendo a traça original – por forma a recuperar a dignidade e utilidade perdida. Lembro-me de memoráveis jogos de hóquei em patins, saraus de ginástica e até, de comícios de todos os Partidos. Hoje, a cair aos pedaços, nem para o “Esquema” serve!

Av. da Liberdade: Lisboa Arruinada


Três prédios abandonados na Avenida da Liberdade, a principal e mais bonita artéria da capital. Os dois primeiros situam-se mesmo antes de chegarmos aos Restauradores e estão neste mísero estado há muitos anos, o primeiro dos quais há umas duas décadas! O segundo, o tal que “beneficiou” de um recente incêndio, está em obras, mantendo-se a fachada para mais um hotel. O último, em estilo “mourisco”, já ostenta preocupantes avisos na porta principal e no último andar, os vitrais estão partidos há muito tempo. Sabemos o que isto indicia e alguns metros mais acima na avenida, lá está o “Pirata das Caraíbas” tal e qual como sempre. A ameaçar ruir de um dia para o outro. Uma vergonha.
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R. Rodrigo da Fonseca: Lisboa Arruinada


Muito perto da rua Braancamp, este prédio abandonado, concomitante com um pretenso “restaurante” McDonalds. Ao lado, um mamarracho moderno e à sua direita, um outro belíssimo exemplar do princípio do século, praticamente vazio.

Na 5 de Outubro: Lisboa Arruinada


Reparem bem no prédio à direita da segunda imagem. É com este tipo de construção terceiro-mundista que Lisboa pretenderá ser uma capital atraente para o turismo internacional?

R. Camilo Castelo Branco: Lisboa Arruinada


Um raríssimo e belo exemplar belle époque, há anos fechado e “para venda”. Adivinhamos o fatal destino. Reparem nos portões e grades das janelas e varandas. Estou tão seguro da demolição, como de amanhã ser quarta-feira, 12 de Maio. É o único edifício com verdadeiro interesse numa rua que foi completamente vandalizada. Por razões óbvias, gostaria que esta casa sobrevivesse, de modo a que a o nome do escritor não baptize uma pocilga ” Tegucigalpeña” no centro de Lisboa.
Já repararam que a Lisboa construída “em república post-1910” não consegue fazer parte da imagem que os estrangeiros têm da cidade? Dir-se-ia que por frustração, querem demolir tudo aquilo que se construiu até à época da “sopa do Sidónio”. Bela maneira de comemorar o Centenário!

5 de Outubro: Lisboa Arruinada


Espectacular prédio no 273 da 5 de Outubro, mais um exemplar de influência parisiense. Possui uma impressionante cúpula que parece estar num processo de rápida e “conveniente” degradação. Já emparedado, aguarda a infalível máquina demolidora. Ao que chegámos!

Na Duque de Ávila: Lisboa Arruinada


Na Duque de Ávila, diante da antiga estação rodoviária.

Outro, na Duque de Loulé: Lisboa Arruinada


Mais um extraordinário prédio devoluto, fechado há anos e que aguarda demolição. Construído na viragem do século XIX/XX, possui uma fachada rica, com elaborados estuques e os apartamentos são de enorme dimensão. Este prédio situa-se também na Duque de Loulé (artéria mártir em pleno centro da capital) e as suas traseiras e parte lateral direita, dão directamente sobre a Rua de Santa Marta. Os interessados podem assim, ter uma ideia da colossal dimensão do edifício. Devia ser arrolado pela tal Comissão a ser criada urgentemente. O Arquitecto Ribeiro Telles decerto estará de acordo.

Av. Fontes Pereira de Melo


Avenida Fontes Pereira de Melo,no cruzamento com a António Augusto de Aguiar. Dois casarões já emparedados e à espera de demolição. É um autêntico escândalo que nada seja feito para impedir estes atentados com que quotidianamente deparamos. E em pleno centro da capital. Nem que fosse como uma forma de manifestar respeito para com o grande homem que foi Fontes, a avenida que tem o seu nome devia ser preservada do lixo que se vai construindo.

R. Bernardo Lima: Lisboa Arruinada

Na Bernardo Lima (à Duque de Loulé), maravilhoso exemplar da viragem do séc. XIX/XX, que decerto aguarda demolição. A zona que vai do Marquês de Pombal ao Liceu Camões, tem sofrido nos últimos anos, uma depredação tão escandalosa como aquela que vitimou a av. da República nos anos 70, 80 e 90. Vergonha para quem manda e uma humilhação – mais uma – infligida aos lisboetas.

R. Luciano Cordeiro (2): Lisboa Arruinada


Mais um prédio a aguardar a destruição. Situa-se Situa-se na R. Luciano Cordeiro, à Duque de Loulé e é um típico exemplar daquilo a que se chamava “prédio de rendimento”, próprio do final da Monarquia Constitucional. Os vizinhos informam que pertence ao sr. Belmiro de Azevedo. A ser verdade e conhecendo as características das construções pela SONAE apadrinhadas, sabemos bem o que poderá crescer naquele terreno. Mais uma infâmia.

Av. Fontes Pereira de Melo: Lisboa Arruinada

Belo conjunto de três edifícios da passagem do século XIX/XX, aguardando destruição. Neste momento, apenas servem para suporte de cartazes publicitários. Como estão na moda e vão nascendo em antigos edifícios por toda a capital, não existirá uma entidade que os queira transformar num luxuoso hotel de charme? As fachadas dos dois prédios à direita da imagem têm que ser preservadas, assim como a totalidade do palacete. À sua volta, temos alguns exemplares de conhecidos trastes, como o edifício PT, o Saldanha Residence (East Cacém style…) e o horripilante Sheraton (esta grande obra do fim do “marcelismo”). Mais palavras, para quê?

Antes e depois do temporal

Estes são os nossos estadistas, coerentes, horizontes largos, firmes nos propósitos, competentes, acima das fraquezas da espécie, capazes de olhar para o bem do país e não para as suas guerras  mesquinhas.

Estas duas fotos envergonham qualquer mortal!

Tudo não passa de mais ou menos dinheiro, nada tem a ver com políticas, com “governance”, com capacidade de estabelecer objectivos e as medidas e avançar coerentemente. Quando o dinheiro aparece ninguem tem convicções, sempre fomos tão amigos…

Mesmo quando a tarefa é hércula e justa um bocadinho de dignidade  é fundamental!

Av. Joaquim António Aguiar: Lisboa Arruinada


Na Joaquim António de Aguiar, mesmo antes de chegarmos ao Marquês. Três belíssimos exemplares Deco, em ruínas. Comparemos estas vítimas do desleixo e crime, com o recentemente restaurado casarão “D. João V”, à direita da imagem. A construção do túnel do marquês, levou ao abate de numerosas árvores no separador central e o mesmo aconteceu recentemente na zona de entrada do Parque. Se a isto acrescentarmos o que se está a passar no Príncipe Real e noutras zonas da cidade, torna-se nítida uma certa obsessão anti-verde.

Rua de Andaluz: Lisboa Arruinada


Pequeno, modesto, mas característico prédio da rua de Andaluz, na intersecção com a Duque de Loulé. Preparam-se para o demolir e substituir por um exemplar decerto idêntico ao que surge mais à esquerda na fotografia. Esta zona parece condenada à total destruição.

Duque de Loulé: Lisboa Arruinada


Uma futura vítima a abater – já entaipada -, ao cimo da Duque de Loulé e antes de entrarmos na Praça José Fontana. Reparem no mamarracho à esquerda. O sonho dos senhores que em nós tripudiam, é transformar Lisboa num enorme pardieiro de alumínio, marquises de lata e vidros espelhados. desde que lucrem com a façanha, é claro.

R. Luciano Cordeiro: Lisboa Arruinada


Característico exemplar de prédio residencial do final do séc. XIX/início do XX, em Lisboa, Rua Luciano Cordeiro. emparedado, aguarda tristemente a sua demolição, decerto para ser substituído por outro mamarracho como aqueles que abundam nesta zona (Duque de Loulé).
Lisboa é sem dúvida e a par de Bucareste, a capital europeia (?) com a mais incompetente, debochada e desapiedada Câmara Municipal, cuja responsabilidade pelo desastre, já remonta a meados dos anos sessenta. Não tendo sofrido qualquer bombardeamento durante a II Guerra Mundial, os efeitos da cupidez, corrupção e mau gosto, são amplamente visíveis em todo o lado. Uma vergonha nacional.

Duque de Loulé: Lisboa Arruinada

Dois prédios na Duque de Loulé, um já praticamente demolido e outro que aguarda o seu triste fim. No primeiro (verde água), situava-se a Galeria Camilo-Eça, um centro de tertúlias literárias e políticas, pertencente ao arquitecto Rui da Palma Carlos, pessoa extraordinariamente simpática e generosa. O meu irmão Miguel e eu próprio, muitas vezes o visitámos e é com grande pena que vemos hoje, um prédio que foi tão bonito, reduzido a uma parede e a uma varanda. O que se terá passado, para que tenha sobrado ainda alguma coisa? Um embargo? Espero que sim e que pelo menos, reconstruam a fachada.
O edifício contíguo é muito interessante, com janelas em ferradura, vidros coloridos (a lembrar Tiffany) e algo de misterioso, como se tratasse de um castelo, ou uma “casa de bruxas”. Merece recuperação total, exterior e interior.
* Por detrás da arruinada fachada verde, podemos facilmente verificar o lixo que se vai construindo na cidade, fruto da ambição do lucro, da falta de preparação e mau gosto. Ralé de vigaristas, é o mínimo que podemos dizer.

A Luta Continua:

Os Presidentes de Câmara cujos concelhos são servidos pela A41 e A42 realizam hoje (26 de Abril), na Câmara Municipal da Maia, um almoço de trabalho, com o objectivo de definirem uma estratégia conjunta sobre as portagens nas referidas SCUTS.

Os concelhos em causa são Maia, Valongo, Matosinhos, Paços de Ferreira, Lousada, Paredes, Felgueiras e Penafiel.