No Minister

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Foto via The Guardian (http://bit.ly/1Q8kXTD)

Vous avez tout à fait raison M. le Premier Ministre

François Mitterrand

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Jim Hacker: What are you doing here?
Sir Humphrey: Purely my sense of duty-free.
Jim Hacker: Duty-free?
Sir Humphrey: Er… duty, free from any personal consideration.

— Yes Minister 3.4 – The Moral Dimension

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Tudo mais calmo, nesta manhã chuvosa. Enquanto tomo um café, durante o intervalo de um artigo de Patrick Hanks, leio um texto do João Mendes e dou comigo a reflectir acerca de uma das matérias mais complicadas no exercício da minha profissão.

Em Agosto de 2013, o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Manuel Parente Chancerelle de Machete, delegou no Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Bruno Verdial de Castro Ramos Maçães, diversas competências.

Em Dezembro de 2013, David Lidington foi a Lisboa e encontrou-se com o homólogo português, Bruno Maçães.

No Reino Unido, o Foreign & Commonwealth Office é composto pelo Secretary of State for Foreign and Commonwealth Affairs, com uma “overall responsibility“, e por três Ministers of State, entre os quais se encontra David Lidington (Minister of State for Europe) — além de dois Parliamentary Under Secretaries of State.

Em 15 de Dezembro de 2014, o Conselho dos Negócios Estrangeiros/Foreign Affairs Council contou com a participação, entre outros, quer do Ministro dos Negócios Estrangeiros/Minister for Foreign Affairs, Rui Machete, quer do Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Commonwealth/Secretary of State for Foreign and Commonwealth Affairs (Foreign Secretary), Philip Hammond.

Apesar de Machete e de Hammond serem homólogos, a designação em inglês não é a mesma: em Dezembro de 2014, Machete era Minister e Hammond era Secretary.

Em 21 de Outubro de 2014, o Conselho dos Assuntos Gerais (General Affairs Council) contou com a participação, entre outros, quer de David Lidington, Ministro-Adjunto dos Assuntos Europeus, Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Commonwealth/Minister of State for Europe, Foreign and Commonwealth Office, quer de Bruno Maçães Secretário de Estado dos Assuntos Europeus/Secretary of State for European Affairs.

Como aconteceu com Machete e Hammond, apesar de Lidington e Maçães serem homólogos, a designação em inglês também não é a mesma: em Outubro de 2014, Maçães era Secretary e Lidington era Minister.

Uma nota da Embaixada Britânica em Lisboa, acerca do encontro entre Lidington e Maçães, é clara na distinção entre Minister e Secretary:

the UK Minister for Europe met his Portuguese opposite number Bruno Maçães, State Secretary for European Affairs.

Como este título, relativo a Philip Hammond e Laurent Fabius

Foreign Secretary speaks to new French Foreign Minister

e esta notícia

The British Foreign Secretary, Philip Hammond MP, visited Lisbon on 18 February for talks with his counterpart, Minister Rui Machete

Portanto, uma vez que não foi membro do Governo de Sua Majestade, salvo melhor opinião, Bruno Maçães tem duas opções: ou State Secretary ou Secretary of State.

Podes sempre pedir desculpa Machete

Terrorismo: Machete “tem esperança” de que Portugal seja “poupado“. [Expresso]

Por falar em ditaduras de esquerda

Angola

Arrumadas as bandeiras e sossegado o triunfalismo, a narrativa da coligação PSD/CDS-PP adaptou-se ao cenário pós-eleitoral e, acordada que parece agora estar para a triste realidade socrática em que o parlamento lhe é maioritariamente hostil, viu surgir o novo bicho papão, em linha com a estratégia do medo que marcou a campanha eleitoral: a ditadura de esquerda. Ao que tudo indica, se o PS conseguir formar governo com BE e CDU, Portugal será estalinizado, toda a economia será nacionalizada e cada distrito verá nascer o seu próprio gulag. Façam o favor de ter medo que a coisa não é para brincadeiras.   [Read more…]

Angola, Pátria e Família

O chefe de gabinete do secretário de Estado das Finanças e os filhos do ministro Rui Machete e do Presidente angolano José Eduardo dos Santos estão ligados à mesma empresa, a ERIGO, uma sociedade de capital de risco. Esta é a história do dia em que o PSD meteu Angola no Governo. [VISÃO]

O anedótico e incompetente jihadista Machete

Machete

(hum… acho que fiz merda. Again…)

É possível que não exista outra forma de abordar o complexo Rui Machete que não seja através do humor. Após mais um episódio verdadeiramente patético protagonizado pela estrela do clássico “Perdoa-nos Angola, O Ministério Público não sabe o que faz”, o Inimigo Público atribuiu-lhe o título de Jihadista Honorário e rebaptizou-o de Al BPN (para quem Alá tem 70 reformas milionárias reservadas no Paraíso), um nome que lhe assenta que nem uma luva, apesar do gabinete de Passos Coelho não ter entendido que assentasse tão bem no seu CV. Detalhes.

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Depois do sucesso em Angola

Rui Machete vira-se agora para o Estado Islâmico. Alguém o inscreva na próxima edição da casa dos segredos!

O Carnaval dos hospitais

 José Xavier Ezequiel

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1 — Na primeira reunião do conselho nacional do PSD, após a recente eleição em congresso, o primus inter pares Miguel Relvas entrou mudo, sorriu para as câmaras e saiu calado. Não sem antes ter gerado, só pela sua presença pública, um carnavalesco incidente entre o sempiterno Zeca Mendonça e as canelas de um fotógrafo menos atento a golpes baixos.
No seu discuso de posse, Miguel Relvas terá declarado: “Os caminhos alternativos são cantos de sereia que levam à tragédia.”
Tendo em conta a densidade oratória e o fino recorte metafórico, suspeito que Miguel Relvas também recorra aos serviços do assessor de Assunção Esteves.

2 — Rui Machete, em lobby nas Nações Unidas, aproveitou aquele palco internacional para exortar a grande Rússia a não invadir a pequena Ucrânia. Vladimir Putin, finalmente, pôs-se em sentido.

3 — Passos Coelho é teimoso. Gosto de políticos teimosos. Porém, como ensina o Eclesiastes, há um tempo para tudo. Um tempo para teimar e um tempo para deixar de teimar. [Read more…]

Um deles tem mais pinta

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Machete Já Sabia? Já. Nós também.

Paira no ar que o desfecho do tal processo do Departamento Central de Investigação e Acção Penal que envolvia o procurador-geral da República angolano, João Maria de Sousa, e que foi arquivado no passado mês de Julho, conforme se soube hoje, já seria do conhecimento do Ministro da Defesa, Rui Machete, confirmando a longa e sólida tradição arquivadora da nossa PGR.

Por isso Machete pôde pedir desculpas às autoridades angolanas, tranquilizá-las, minimizar o problema, falar, enfim, como falou, assunto arrumado. Se ele já sabia do arquivamento só agora divulgado, as autoridades angolanas também já deveriam saber, pelo que todo o folclore de amuo e mal-estar subsequente da cúpula angolana para com parte da cúpula portuguesa, que reagiu mal ao ajoelhamento de Machete e explorou a exposição mediática do caso por fugas de informação, foi apenas o reeditar de uma velha guerra que opõe duas linhas pragmáticas opostas de diplomacia portuguesa, oficial e não oficial, para com aquele Regime: uma, de hostilização directa de José Eduardo dos Santos e do seu CleptoRegime por parte dos nossos Partidos da Oposição, e quando na Oposição, especialmente o clã Soares, cujo filho João é ferocíssimo aí. Outra, de contemporização e estreita cooperação, isto é, de íntima submissão económico-financeira, com progressiva subalternização de Portugal aos interesses e investimentos angolanos, conduzida pelos nossos Governos, um após outro. Entre a bipolar liberdade de denunciar e necessidade de cooperar, portanto. Claro que em Luanda não há destas dicotomias. Só há uma voz e o seu inequívoco megafone, o Jornal de Angola. [Read more…]

José Eduardo dos Santos que meta a parceria estratégica onde melhor lhe convier

Era o que faltava que Portugal continuasse a baixar as calças a um regime corrupto e a um dos maiores cleptocratas do mundo.
O anedótico ministro Machete já ultrapassara todos os limites ao misturar, de forma abjecta, o poder político com o poder judicial. Só faltava vir Passos Coelho, no Sábado, quase a pedir desculpa a Angola e a comprometer-se a fazer tudo para que José Eduardo dos Santos reveja o fim da parceria estratégica.
Por mim, o cleptocrata-mor pode meter essa parceria onde melhor lhe convier.

O Jornal de Angola

O primeiro jornal que os meus olhos viram foi o Província de Angola, que pontualmente entrava na casa dos meus pais. Parece que havia outro, o Diário de Luanda, tido e mantido pela União Nacional, mas esse não entrava lá em casa. Nem percebo porquê, porque devia ser feito por gente excepcional, a avaliar pelo trajecto de vários redactores. Um deles, Luís Fontoura, hoje figura de proa do PSD e da Maçonaria. Enfim, embirrações que eu não cheguei a entender. Eu fazia o ensino primário na Escola Sousa Coutinho, mesmo em frente da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, onde fui baptizada. Por estar gravemente doente na altura de entrar na escola só o pude fazer um ano depois, mas aprendi as letras e a juntá-las, em casa, nos livros do Hans Christian Andersen e no Província de Angola. A pouco e pouco, fui tendo o prazer de ler a página infantil que era leira lavrada por Lília da Fonseca. Muitos anos depois, já na universidade e ganhando o meu sustento com uma pequena agência literária de exilados espanhóis nos Estados Unidos, herança benfazeja que me foi deixada pela poetisa angolana Alda Lara, eu haveria de conviver com Lília da Fonseca que tanta paixão punha na literatura infantil e no militantismo de esquerda.

Mas quando eu andava de bibe, o Província de Angola, o mais antigo jornal da África a sul do Saara, era propriedade da família Correia de Freitas. Jornal prestigiado, bem escrito, sério e, ao contrário doutros em Portugal, muito mais avesso à autocensura e sempre às turras com os coronéis da dita. Refilava. O seu último proprietário e director foi Ruy Correia de Freitas, engenheiro de máquinas por Londres, um gentleman de grande aprumo moral e bondade. A exemplo de todos nós dessa geração, o Ruy também queria a independência, mas negociada, pelo diálogo, educadamente, como um filho que passa a viver por si mesmo, mas se dá bem com os pais. Uma independência sem ódio nem guerra, para prosperidade dos seus povos. Como nada disto agradava aos serventuários da União Soviética, quando Angola foi entregue ao MPLA, unilateralmente, o Ruy Correia de Freitas só teve tempo de meter a mulher e a filha na sua avioneta e partir para a África do Sul. Dali foi ao Brasil e ao Canadá, mas acabou por viver (e morrer) em Portugal, na maior modéstia mas sempre com imensa dignidade. Foi a “descolonização exemplar” – coisa que é dita por quem a fez mal. [Read more…]

O senhor 33 e outros 3

Santana Castilho *

1. Há declarações de políticos que me deixam perplexo. Verdadeiramente baralhado. Subestimam a inteligência alheia? Perderam a deles, a mínima? Escabrosa atrapalhação argumentativa para justificar o injustificável? Mentalidade monárquica onde devia reinar probidade republicana? Ou simples sinais da miséria moral em que a política parece mergulhada? Como é possível que pessoas de farta experiência profissional e política caiam no absurdo que resulta da comparação do que dizem com o que disseram ou fizeram? Exemplos? O senhor 33 (contei 33 cargos em órgãos sociais de empresas portuguesas, a maioria da alta finança, antes de ser ministro) não pode desconhecer, muito menos violá-la gravemente, a autonomia do Ministério Público. Porque é advogado. Porque foi professor de Direito. Porque é ministro de Estado. Em escassos dois meses, Rui Machete deu azo a demasiadas manchetes: a eufemística “incorrecção factual”, a trapalhada do preço das acções da SLN e, agora, o despudor de comentar um processo judicial e pedir desculpa pela sua existência, com que aviltou a dignidade do país e da sua magistratura. Foi de mais. É inaceitável. [Read more…]

A velha ordem de Machete

Ouvi o advogado Rui Machete esta tarde no Parlamento de Portugal a defender-se dos ataques da Oposição. Ouvi na TSF: a sua voz, a sua prosódia, as coisas próprias da retórica, as palavras (que escusavam de fazer dele um réu e daquela comissão de inquérito um tribunal, disse todo indignado), e depois o ataque: que aquilo era combate político, e apenas isso, destinado a fazer dele uma vítima. Sei quem é Rui Machete: representa uma geração de senhores, uma maneira de fazer, um modo de estar na vida pública, na política, e sobretudo no poder. Rui Machete representa tudo isso. Só que isso acabou. Algo novo cresce, posso senti-lo. E ouvi-lo nas palavras de Machete – como nas de muitos mais.

O Especialista

Rainbow FrogEspecialista em rapacidade disserta em modo gagá sobre delinquência.

Machete vai hoje a S. Bento.

Melhor seria se fosse às compras.

Insaciabilidade

Diz-me quem te apoia… De que está à espera Machete para sair do Governo e ir gozar à vontadinha da sua reforma milionária e a sua insaciabilidade prebendística?!

A FLAD de Rui Machete

contada pelos norte-americanos em 2008 (via Wikileaks). Em Julho passado o Expresso pegou na história.

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Rui Machete, Junho de 1985

12junho1985_assinatura_tratado_adesao_pt(c) Parlamento Europeu
Mário Soares, Rui Machete, Jaime Gama e Ernâni Lopes assinam o tratado de adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeiaum negócio arriscado, consideraram então os franceses e os alemães. Hoje sabemos que até nem lhes correu assim tão mal, muito pelo contrário.

Golpes de Machete

Em declarações à Rádio Nacional de Angola, Rui Machete pediu “diplomaticamente” desculpas por haver figuras do regime angolano a serem investigadas pela justiça portuguesa. Se, algum dia, vier a ser investigado, apesar de, por enquanto, não fazer parte do regime angolano, espero merecer o mesmo tratamento de um qualquer membro do governo português. Pela minha parte, estão, desde já, desculpados, mas que não volte a repetir-se.

Nessas mesmas declarações, Machete acrescenta às desculpas a declaração de impotência, lembrando que o governo português não pode intervir nas investigações. Resumidamente, o ministro pede desculpa a um país estrangeiro por haver um entidade pública portuguesa que, tanto quanto se sabe, está a cumprir o seu dever. Não deixa de ser uma novidade refrescante pedir desculpa por se cumprir um dever.

Para complementar o seu pedido de desculpas, Machete afirma que pediu informações à Procuradora-Geral da República. Posteriormente, veio desmentir as suas próprias declarações, explicando que se baseou num comunicado do DCIAP. Talvez alguém devesse explicar ao ministro que pedir informações a uma pessoa ou ler um comunicado não são a mesma coisa. Talvez não valha a pena explicar ao mesmo ministro que proferir incorrecções factuais é feio, porque já lá vai o tempo em que devia ter torcido o pepino. [Read more…]

Perdoe-me, Senhor Ministro

Há pouco, fui induzido em erro por uma notícia, segundo a qual, Rui Machete dissera que o português era “a língua de origem europeia mais falada no mundo”.

Machete

Apaguei a publicação.

De facto, Rui Machete disse: “trata-se da terceira língua de origem europeia mais falada no mundo“.

Peço a Rui Machete e aos leitores do Aventar que aceitem as minhas desculpas.

Continuação de um óptimo fim-de-semana.

 

Paxá Machete

Quando é que o nababo Machete paxá se reforma douradamente?

Uma Vergonha Comenta Outra

Quando o ex-primeiro-ministro José Sócrates defende que se fosse líder do Executivo demitiria o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, devido às informações falsas prestadas ao Parlamento acerca das acções do BPN, isso quer dizer que também se teria demitido de Primeiro-Ministro por ter feito da mentira uma forma de vida?! A Mentira da Licenciatura. A Mentira do Freeport. A Mentira da Mentira. A Mentira por grosso. A Mentira por atacado. A Mentira em Promoção. A Mentira em Saldos. O Espectáculo Demagógico da Mentira e da Conspiração Anti-Portugal Travestida de Comentário. E agora um Livro Mentiroso que se escreve a si mesmo. É o que dá um pluralismo cor-de-merda quando foge para Paris.

Claro que mantém

Ali Babá e os seus quarenta ladrões era, ao que consta, um bando coeso.

Rui Machete não mentiu

MNE Rui Machete

http://bit.ly/15f77KF

Ao contrário do que andam por aí a escrever, Rui Machete jamais garantiu nunca ter sido “sócio ou acionista” da Sociedade Lusa de Negócios.

Segundo carta divulgada pelo Expresso e pelo Bloco de Esquerda, aquilo que Machete escreveu foi

machete accionista

Sócio ou accionista. Exactamente: accionista. Portanto, aquilo que andam a espalhar («Rui Machete enviou uma carta a Luís Fazenda, garantindo que nunca tinha sido “sócio ou acionista [sic]” da Sociedade Lusa de Negócios») é uma falsidade.

As subvenções não são um direito adquirido

Como muito bem lembra a Clara no Expresso. Pelo menos, não são um direito maior e adquirido que os 10% que querem roubar a quem recebe 601 euros por mês. Nesse sentido, é defensável que todos os políticos fiquem sem a sua subvenção pelo exercício de cargos partidários e recebam apenas a reforma que resulte dos seus descontos.

E podem começar por cortar aos que fizeram negócios com o BPN, por exemplo, o Senhor Presidente e o Senhor Ministro. Sim, esse mesmo, o que comprou, para ele a um euro, mas que para a sua “empresa” comprou a 2,2. Um excelente gestor, estou certo. Tão excelente que até é nomeado Ministro.

Pelos Machete’s deste país, acabe-se com a subvenção, com efeitos retroactivos, dos políticos.

O senhor SLN/BPN

Rui Machete, recém-nomeado ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, exemplarmente fotografado por Patrícia de Melo Moreira, em serviço para a AFP

Remodelação do Governo (6)

Rui Machete é o novo Ministro. Quem melhor do que o pai para pôr o filho na ordem?

Fundação Em Vias de Extinção?

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SER-SE EX-MINISTRO, ÓPTIMA PROFISSÃO
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A Fundação Luso-Americana é agora presidida pela ex-ministra que, durante o seu consulado, quase destruiu as escolas públicas em Portugal.
Como prémio, SócratesII O Dialogador, nomeou-a para substituir Rui Machete, agora que, se calhar, convém destruir a Fundação.
A partir do primeiro de Maio logo veremos o que vai acontecer.
De uma forma ou de outra, ter-se sido ministro, mesmo que mau ou até péssimo, como foi o caso, é o necessário para se obterem muitas e boas benesses.
Continuam os «Jobs for the Boys» (neste caso particular «for the Girl»). Tudo muito bem pago e muito bem caladinho.
A sinistra ministra está de volta, e bem encaminhada.

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