Hoje deu-me para recordar uma estória velhinha. Imaginem que no tempo em que televisão queria dizer apenas e só RTP surgiu num jornal diário uma crítica a um programa escrita por um crítico que por hábito ferrava no canal único, sem o talento do Mário Castrim que fazia o mesmo mas todos os dias nos ensinava a ler e escrever.
Depois veio o incidente: como muitas vezes era hábito nesses tempos televisivos, o tal programa não fora emitido. Estava na programação, mas por qualquer razão à última da hora foi atropelado e adiado para outra calenda.
Gozo geral no país, já que da RTP não perdoaram.
E porque me terei eu hoje lembrado disto hoje? Se calhar porque no Avante um tal de Correia da Fonseca, crítico de televisão, manda umas bocas patetas à recém-libertada Suu Kyi, na Birmânia do império chinês.
Deve ser aquela coisa da associação de ideias. Desonestidade, alarvidade, Correia da Fonseca. Isto anda tudo ligado.
Carolina Amado, filha do ministro dos Negócios Estrangeiros, posou para uma foto com Barak Obama. Inesperado? Parece que sim. Mas mais surpreendente para mim foi ela fazer parte da comitiva de recepção.









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