
Extrema direita com ca. 13% no parlamento (vindos sobretudo do leste (ex-RDA)), partido de Merkel com o pior resultado desde 1949, SPD de rastos, Linke e Verdes na mesma e os (neo-)Liberais regressam ao parlamento.
Isto dá vontade de emigrar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Extrema direita com ca. 13% no parlamento (vindos sobretudo do leste (ex-RDA)), partido de Merkel com o pior resultado desde 1949, SPD de rastos, Linke e Verdes na mesma e os (neo-)Liberais regressam ao parlamento.
Isto dá vontade de emigrar.

A isto se chama vender banha da cobra. Como Presidente da Confederação Empresarial de Portugal, não admira que António Saraiva anuncie o CETA como uma “Oportunidade de ouro para a economia“ – usando a cassete gravada pela UE para fazer uma ode ao Acordo de Comércio entre a UE e o Canadá.
Paleio para enganar tolos, já que até mesmo nos dois estudos de impacto de referência, produzidos ou encomendados pela UE, os efeitos do CETA em termos de PIB são mínimos: aumento de 0,77 % do PIB no Canadá e de 0,08 % na UE (segundo o Joint Study da Comissão Europeia e do governo do Canadá de 2008) ou de 0,02 – 0,03% na UE e 0,18 – 0,36% no Canadá (segundo o Trade Sustainability Impact Assessment (SIA) de 2011). Além destes efeitos residuais, ficou claro neste último estudo que o CETA leva a um agravamento das disparidades salariais. [Read more…]

Ainda ninguém sabe ao certo o que é. Dizem os jornais que é uma empresa constituída em 2015, sediada nas Torres de Lisboa, criada com um capital social de 243 milhões de euros e que vale hoje cerca de 29 mil milhões, o equivalente a 15% do PIB português. Parece que anda para ali o algoritmo do século, ou qualquer coisa assim.
À semelhança daquele universo manhoso de “empresas” que vive numa espreguiçadeira das Caimão desta vida, a Yupido não tem funcionários, não tem vendas e dá prejuízos. Ainda assim, conta com 10 jovens administradores/accionistas, alguns deles militantes da Juventude Popular. Multimilionários, claro. Será uma spin-off da jotice, de inspiração jacintoleitecapeloregiana?
No Twitter, Tiago Silva dedicou-se a dissecar este fenómeno da nebulosidade empresarial. Vale a pena espreitar o trabalho compilado pelo Tiago, enquanto a PJ faz o seu trabalho. Porque aqui há gato. E talvez venha a dar merda.
Seixas da Costa foi o embaixador português que ajudou a EDP (na UNESCO) a construir a barragem do Tua; é administrador da Mota Engil (construiram a barragem do Tua); é adminstrador da EDP.
Onde andas Jerónimo? Onde andas Catarina? Ah! No Porto a ver os aviões!
Dedicado à patrulha de controle e vigilância dos bons costumes!
Estes fascistas já recomendaram que as lojas de roupa interior retirem o que tem à venda?
*Título da biografia de Luiz Pacheco, de João Pedro George
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“O automóvel que explodiu foi armadilhado aqui em casa. A minha sogra pedia-nos sempre para não matarmos ninguém, “Por favor, não entrem nesse campo, eu não quero cá ninguém assim”. Eles levavam o carro já armadilhado, com o material todo, só faltava colocar os detonadores. Mas iam estragando tudo. À ida pararam na Mealhada, nos leitões. O Ramiro pediu a conta e o homem demorou a trazê-la. E ele disse: “Bem, se não vem já a conta vou-me já embora e depois, olhe, meta na conta deste senhor”. O Ramiro tinha um porta-chaves com a imagem do Salazar num porta-chaves” – Silva Santos em entrevista a Miguel Carvalho no livro “Quando Portugal Ardeu” do jornalista e escritor Miguel Carvalho.
Este episódio, como outros do género que se podem ler na obra do Miguel Carvalho dizem muito sobre Portugal. Vamos ali a Lisboa colocar uma bomba mas antes, claro, toca a aviar um leitão na Mealhada… Eu, por exemplo, se me pedirem para ir ali a Vigo colocar uma bomba tinha de desviar a Viana para comer uma bola de berlim no Natário, obviamente.
Quando terminei de ler o livro fiquei na dúvida se toda esta história é cómica ou trágica. Depois de uma noite de sono a minha conclusão é outra: nem tragédia nem comédia, apenas Portugal. Uns bombistas com bons sentimentos, arrependidos por terem assassinado uma inocente em S. Martinho do Campo, que para todas as missões não dispensavam uma refeição opípara (seja leitão ou marisco) nem o conforto de um hotel de luxo, uns financiadores pretensamente ricaços que se esqueciam de pagar os serviços e, tão português, uns espertalhaços que desviavam os fundos para a causa directamente para o seu bolso e, cereja no topo do bolo, nem falta o empresário bronco que aproveita a onda terrorista para um ajuste de contas pessoal com um seu antigo funcionário. Sem esquecer uma dúzia de gabarolas, a santa igreja católica, autarcas, polícias e juízes corruptos, militares sinistros, prostitutas e uma boa dúzia de tontos. Se isto não é Portugal no seu melhor…
No final de tudo isto ficou uma conclusão que me arrepia, escrita pelo autor da obra: “Oradores exaltados, habituados a atear almas e comícios, recolhiam-se agora em poltronas e gabinetes alcatifados. Conspiradores de outras safras tinham sido reciclados para o conforto dos cargos, das instituições e do poder político. Militares, vetustos juízes, certos polícias e uns quantos ladrões disputavam negócios e sinecuras, à luz do dia e com cobertura legal, mas tão na sombra como no passado. Todos queriam sossego, iniciativa privada, brandos costumes e democracia de estufa. E silêncio, por favor”.
Nada mudou. Só o trotil é que já não está na moda.
Aproveitem para ler esta obra do Miguel Carvalho. Retrata uma época de Portugal que é um espelho de todas as outras, até da nossa. E pode ser que compreendam o verdadeiro papel do General Ramalho Eanes em tudo isto. Pode ser. Eu fiquei com mais dúvidas que certezas. E reparem bem nalgumas das personalidades do Norte que surgem neste livro. Algumas ainda andam por cá. Outras foram, hoje, substituídas pelos filhos. E genros. E afilhados. E sobrinhos. Sem esquecer os primos. É que se Portugal é uma aldeia, o Norte é uma ruela…
se apanharmos, na Admiralteyskiy, o autocarro número 10 para Troitskiy pr. É aqui que fica, no cruzamento com o Izmailovskiy pr. a catedral da Trindade. A mesma que vi ontem do alto da ‘colonnade’ da Catedral de Santo Isaac, com as enormes cúpulas azuis, com estrelas douradas a destacarem-se belíssimas no horizonte. Quando saí quase em fren
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te da igreja, despertou-me a atenção a enorme coluna com um anjo em cima, rodeada de canhões. Parece que é uma homenagem aos soldados russos. Atrás dela a Catedral da Trindade, linda e branca, com as suas enormes cúpulas azuis e douradas. Fotografo as cúpulas de vários ângulos. Depois entro. Há senhoras a pedir à entrada da igreja. Não se vê um turista nas redondezas. A não ser eu.
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Na disciplina de corrupção passiva, fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e abuso de poder os alunos só podem ter razão para obterem as melhores as notas…
Esta desfaçatez é apenas suplantada pela falta de exigência cívica dos seus eleitores. Cada autarquia tem os mestres que merece.
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Estarei sempre de acordo com a eliminação das restrições à entrada de quem pretende viver ou trabalhar em Portugal, desde que cumpra as Leis do país e tenha meios para assegurar a subsistência. Por isso considero positivo não ser necessário um contrato de trabalho para conseguir uma autorização de residência. Mas não seria aceitável ou sequer tolerável, ver pessoas que nunca contribuíram a usufruir daquilo a que chamam Estado social, ou seja, na prática aumentar a despesa à custa dos que contribuem. Sabemos que há quem procure a Europa em busca de trabalho, mas também infelizmente quem apenas procure viver do assistencialismo, seguindo o triste e lamentável exemplo de alguns nativos, graças à permissividade dos políticos, sempre interessados nos votos… [Read more…]
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Ontem, na estrada MA-19 que liga Campos a Santanyi (Maiorca) vi algo que me é familiar: um carro parado na berma da estrada com o capô aberto e um homem a olhar para o seu interior.
Quem nunca o fez que atire a primeira pedra. Homem que é homem sempre que o carro avaria abre o capô e olha para o interior com ar de entendido. Eu, por exemplo, faço-o sempre. O bicho resolve parar sem avisar e imediatamente abro o capô e fico a olhar para o motor, a bateria e aquele emaranhado de cabos. Sim, é a única coisa que sei identificar entre as várias vísceras do bicharoco. Isso e aquela coisa a que chamam filtro de ar. E depois fica aquele olhar para o infinito, um misto de ignorância apavorante disfarçada de douta sabedoria destas coisas da mecânica. Juro que nunca entendi porque faço isto (eu e muitos outros). Não percebo nada de mecânica e mesmo assim abro o capô e olho as entranhas. Para quê? Não sei. Faz parte.
Porém, facilmente se reconhecem iguais. Sim, aquele homem na MA-19 a olhar para o animal de quatro rodas estava com o mesma expressão, o mesmo olhar para o infinito, a mesma angústia disfarçada. “Brothers in Arms”, é o que é…
Pois é. O silêncio do BE e de mais uns quantos (Louçã, por exemplo) é ensurdecedor.
Que há em comum entre Manuela Ferreira Leite, Rui Rio e Morais Sarmento? Para além de serem do PSD e não gostarem do Passos Coelho?
Qualquer deles tinha apoiado o Ricardo Salgado e o BES em 2014.
Se não fosse o PCP a defender a propriedade privada, o que seria deste país!
… o pai natal às operadoras de telecomunicações norte-americanas. Vem para estragar o negócio às tecnológicas e para acabar com a internet como a conhecemos. A ver vamos se a União Europeia se fica. Como dizia o cego…

Vamos lendo e ouvindo que enquanto, para uns, a coisa não mereceria tamanho estardalhaço, para outros, isto é tudo um bando de corruptos, mas tenho para mim que nem uma coisa nem outra. É verdade que acho estes pedidos de demissão muito tardios, mas, simultaneamente, não vejo mal algum que um governante aceite brindes de empresas privadas, desde que se demita antes!
Sim, por mais simbólico que o brinde seja, não deve um funcionário ou representante do Estado aceitá-lo, não por desmerecimento, mas por princípio e regra de vida, embora saiba que essa coisa de princípios é coisas caduca e muito fora de moda.

No entanto, a decisão de constituir como arguidos, que se advinha por parte do Ministério Público, poderá acarretar uma razia avassaladora entre os profissionais de medicina, colocando em sério risco todos os sistemas de saúde pública aquém e além fronteiras!
A fazer jurisprudência em caso de condenação, o que irá acontecer [Read more…]
Foi um raio! Não foi um raio! Vão mas para o raio que os parta!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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