Um retrato de família. Muito mais para ler e ver na excelente Livreira Anarquista. É do melhorio.
A livreira anarquista
Aventar: faça-o você mesmo
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Como sempre foi tradição nesta casa, o Aventar está aberto à colaboração dos seus leitores. Deixe o seu texto original, ou a intenção de o escrever, clicando aqui.
Obviamente não publicaremos o que não respeite as Regras da Casa. Fora isso, neste blogue plural todas as opiniões são bem vindas.
Francisco Sá Carneiro Visto Pelos Outros
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O debate começa dentro de momentos, às 19h 30, e é transmitido em directo via Sapo. Como entre Sapo e WordPress há uma espécie de conflito zoológico (o WordPress ponto com não é anfíbio) é possível que esta janela não funcione, mas uma vez que o representante do 5Dias também é desta casa, em caso de problema não fica mal convidar-vos a assistir a partir da casa do vizinho, ou seja, clicando aqui.
O nosso Zé Mário que não é António nem Maria vai lá estar:
A Não perder e o Aventar vai lá estar:
“Francisco Sá Carneiro visto pelos outros” é o tema do debate do dia 19 de Julho, dia, do nascimento daquele, que é, ainda hoje, um ícone da política nacional, e que ultrapassou as fronteiras ideológicas do partido que ajudou a fundar. Mais do que sobre política, iremos falar sobre o homem e a sua relação com os seus pares.
A iniciativa conta com a presença de Filipe Caetano apresentador do programa da TVI 24, Combate de blogs, e com as presenças dos bloggers: Ricardo Santos Pinto (Cinco dias), António José Mário Teixeira (Aventar), Bruno Góis (Adeus Lenine), Tiago Barbosa Ribeiro (Kontratempos, Metapolítica, Blog de Esquerda e Simplex).
O debate “Francisco Sá Carneiro visto pelos outros” decorre terça-feira (19 de Julho), pelas 19h00, no Centro de Congressos da Alfandega, no Porto. A sessão é aberta a todos aqueles que queiram partilhar as suas ideias. Da direita à esquerda.
O Aventar está representado pelo J. Mário Teixeira e ainda empresta um blogger ao 5 Dias, eheheehhe.
Mandaram-no vir, agora aturem-no
O anterior mentia, o actual também mente. No final, Sócrates ou Passos Coelho usam, apenas, estilos diferentes; todavia, as pesadas consequências do logro, de um ou de outro, são idênticas para os portugueses
A ler no novo blogue do meu amigo Carlos Fonseca, agora em Solos sem Ensaio
Carlos Moedas: um percurso invejável
Passou por quase tudo o que é pai da crise. É obra, é o que se chama um homem preparado. A ler Carlos Moedas, ao seu dispor.
Camaradagem
Wagner Os maestros cantores Coro
Foi, para mim, um grande prazer um dia de receber um telefonema de um professor do secundário para me convidar a escrever com um grupo dos seus amigos, todos do Norte de Portugal. Eu apenas conhecia os meus livros escritos e publicados pelas casas editoras das casas deste, hoje em dia, o meu país, por gentileza do Estado e dos amigos do governo passado. Fiquei impressionado. Agradeci e aceitei. Desde esse dia, nunca mais parei de escrever para este grupo, denominado Aventar, útil para deitar as penas e desabafar ideias abstractas. Além dos textos, havia uma conversa entre os camaradas, no denominado diálogo. Toda ideia o facto, era ai comentado. Com simpatia e bom humor.
Cheques, ensino e bom senso
Não percebo o entusiasmo à volta da ideia do cheque ensino. Quem põe os filhos num colégio, não procura apenas a excelência do ensino, o rigor e a exigência. Procura, sobretudo, a segurança da segregação social. É a segregação social que dá garantias de sucesso. Quem opta por certos e determinados colégios fica sossegado por saber que deixa os filhos numa espécie de condomínio privado, onde se ensina a caridade, se cultiva comedidamente a piedade, enobrece sempre o carácter, mas longe de pretos, ciganos, brancos que são como pretos, demais proscritos. (…) O cheque ensino, em abstracto, elimina constrangimentos financeiros, permitindo que famílias mais pobres possam optar por estabelecimentos de ensino privados, mas não apaga o resto. Quem é da Brandoa, da Buraca, de Unhos, do Catujal, será sempre desses lugares. Os pais que escolhem o ensino privado, se, de repente, vissem a prole acompanhada pela prole das suas empregadas, procurariam rapidamente outro colégio onde a selecção se continuasse a fazer. Não condeno as preocupações dos pais que assim agissem. Percebo-os perfeitamente. Se a escola dos meus filhos fosse, assim de repente, por imposição do governo, inundada por camafeus pequenos, tratando-se por você, armados ao pingarelho, também eu correria a tirá-los de lá. Gosto pouco de misturas.
72 horas sem ser oposição…
….é complexo. Eu perdi a inspiração. Já para o CAA deve estar a ser um martírio. Compreendam, é da falta de hábito 🙂
E agora vamos ao pote
O 31 da Armada sobreviverá como blogue do governo? A Câmara Corporativa dissolve-se?
Não perca as cenas dos próximos capítulos.
Contratações Primavera/Verão
Não esperámos pelo fim do campeonato, a 6 de junho. Contratámos um packard que hoje aqui começa outra rodagem.
Sacanice, a doença infantil dos cobardes
Quem anda à chuva molha-se. Quem escreve, num blogue ou nas paredes de um retrete, está sujeito ao contraditório, à crítica e mesmo ao insulto. Tudo bem.
Mas há um mínimo. Quando se comenta de alguma forma o que outro escreveu linka-se, ou no mínimo nomeia-se a pessoa a quem se refere. Referido pelo nome ou endereço, o outro tem os seus meios para saber que alguém se deu o trabalho de o criticar, insultar, etc. etc.
Poderia achar que quem nunca soube escrever um texto, e muito menos um hipertexto, está fora destas regras, não sendo exigível a um asno regras de gente. Mas não acho.
Funcionando o google como o azeite, calhou encontrar este nojo: sem nunca me referir copipasta um texto do Reitor limpando todos os links que lá estavam para o Aventar. Reitor que me critica, mas que civilizadamente soube linkar, e de resto num comentário aqui avisou que o tinha feito. Trocámos uns piropos, acontece, mas soube respeitar o mínimo da netiqueta. Como se não chegasse sou mimoseado com este parágrafo hilariante, mas ofensivo:
Alô Câmara Corporativa: o Jerónimo de Sousa fez-me uma pergunta e eu gostaria de lhe responder
Tradução do memorando? Devia haver. É o que diz o chefe. Já podem linkar a nossa tradução do programa do próximo governo. O homem ficou embaraçado. Não se faz ao chefe.
Da nossa parte foi só serviço público. Incómodo? Acontece.
…são dias assim.
Anda um gajo qualquer no Albergue orgulhoso por causa do Aventar e dos Celtas.
Tradução do memorando do acordo com a troika FMI-BCE-CE concluída
Os nossos aventadores Helder Guerreiro, Jorge Fliscorno e mais alguns meteram as mãos na massa, e fizeram o que a comunicação social não fez: traduzir para português as 34 páginas do memorando do acordo com a troika FMI-BCE-CE.
Concorde-se ou não com o acordo é um documento fundamental e que provavelmente vai reger a nossa vida nos próximos anos. Temos todos direito a lê-lo, e não apenas aos resumos que jornalistas e políticos vão fazendo. Como muitos comentaram foi um verdadeiro serviço público prestado por estes nossos colegas, a quem presto homenagem, em meu nome e no dos restantes aventadores. E uma vergonha para a comunicação social, que não se deu a esse trabalho, que poderia e deveria ter sido feito por profissionais.
Não é uma obra acabada: alguns leitores chamaram a atenção para pequenos erros, naturais num trabalho feito voluntariamente por amadores, mas para já está concluída. Agradecemos, em particular ao Pedro Braz Teixeira que tem feito alguma revisão do texto, e solicitamos que na respectiva caixa de comentários nos indiquem qualquer falha que encontrem. Aguardaremos por essas críticas, passando depois à edição do texto em ficheiros para download. Trabalho partilhado e em rede, pois claro, como se faz no séc. XXI.
Mais uma vez, obrigado.
Aventalmoçar
Tudo à Lagareiro, e no monte das servas, na freguesia do Casino da Urca, almoçámos, conspirámos, elaborámos (o álcool é fodido), sem durex C, papou-me o texto, esta coisa no alentejo, é uma coisa chata, é um textículo (o Gil Vicente passou por aqui), não acrescento nada, mas retiro. E chega, que isto já tão está mal escrito que até parece um decreto-lei aprovado pelo tribunal constitucional.
Definição de Nojo:
Nojo:
1. Repugnância; asco; repulsa
2. O que causa asco ou repugnância
3. Náusea
4. Aborrecimento; fastio
5. Pesar; tristeza; luto
e desde hoje:
É a única coisa que posso dizer ao ver um post utilizando uma fotografia da família daquele que se crítica. Como se diz na minha terra, uma filha da putice sem igual. O que diz tudo sobre a natureza de quem a fez.
Nobre Povo, Bloggers…estranhos:
Não apoiei Fernando Nobre nas presidenciais. Aliás, se a memória me não falha, nem falei sobre ele antes e durante a campanha. No final apenas sublinhei a minha surpresa com o seu resultado.
Quando soube da sua escolha para liderar a lista do PSD em Lisboa não fiquei muito surpreendido. Como não ficarei quando outros nomes de independentes forem anunciados. Já temo pela reacção de alguns bloggers, incluindo alguns companheiros do Aventar.
No último jantar de Pedro Passos Coelho com bloggers ele foi bem claro em duas coisas: na necessidade, independentemente do PSD ter ou não maioria absoluta sozinho, de alargar o governo a uma coligação com o CDS, o PS e independentes, se todos eles assim o desejarem e de molde a enfrentar com toda a força os desafios do futuro; e o seu desejo de aproveitar a chamada “quota nacional” para incluir nas listas de deputados nomes de não filiados no PSD que, pelo seu currículo, disponibilidade e capacidade fossem uma mais valia para uma Assembleia da República mais próxima da realidade e mais competente.
Por isso mesmo, espero que não se espantem quando virem homens e mulheres independentes de diferentes quadrantes ideológicos e das mais diversas profissões (empresários, professores, universitários, sindicalistas, jovens, etc.). Ora, Fernando Nobre, corresponde a essa vontade real de abertura à sociedade civil. [Read more…]
Eles mataram o Sinaleiro
Eu estava sossegado no meu cantinho, dedicado ao meu Sinaleiro da Areosa, assim uma coisa caseirita sem fazer grandes ondas. Até ao dia.
O Zé Freitas, esse “ganda maluco” desafiou-me a aventar pela blogocoisa. Um blogue novo e tal e um tal de Ricardo que jurava vir a ter resmas de clientela e mais uns malucos e não sei quê. Pois. No que me meti…
Quando dei por ela já estava com as pernas debaixo da mesa em Coimbra e mais tarde recebi este “bando” lá nas profundezas do Douro. Dois anos e um milhão de doidos depois, aqui estamos.
Obrigado, é um prazer andar por aqui!
Milhões… faltam 5 milhões
Escrever. Escrever sobre tudo e sobre nada. Escrever sobre Educação, sobre a Escola, sobre Professores.
Escrever sobre Futebol, sobre a bola, sobre o GLORIOSO SPORT LISBOA E BENFICA!
Escrever sobre os partidos, sobre a Esquerda.
Escrever sobre os que trabalham, sobre os sindicatos.
Lembrei os amigos que partiram…
E com eles bem presentes quero continuar até aos 6 milhões!
Dois anos a ventar
Não sou homem de olhar para o umbigo mas, vá lá, o Aventar faz dois anos. E chegou ao milhão de visitantes. Não é todos os dias que um blogue colectivo feito por um grupo de anónimos sem fama e sem proveito faz dois anos e atinge um milhão de visitantes. E não, não houve cá tangas de adulterar os números. Foi trabalho honesto, embora não remunerado e sem qualquer regalia social.
É evidente que não me lembro como se fosse ontem da forma como o convite me chegou. Sei que chegou por email. O Ricardo Santo Pinto sabia que eu tinha um blogue pessoal, disseram-lhe que sabia uns toques em WordPress e se não estava interessado em participar e fazer um blogue colectivo com mais umas pessoas que não conhecia de parte alguma e que, em pouco tempo, chegaria às 2000 visitas por dia. Está a delirar, pensei. Se for ao fim do segundo ano já é uma sorte, pensei. Aceitei.
Fez-se o registo do domínio, a primeira instalação, os primeiros problemas, houve momentos bons outros menos, algumas preocupações e, dois anos depois, aqui está o Aventar, por norma bem acima das 2000 visitas por dia.
Hoje, aqueles que fizeram e fazem o Aventar estão de parabéns.
O Corporações está cada vez mais Abrupto…
Imaginem lá onde vai o Corporações buscar ideias:
A lata dos marretas…
O Corporações, lar oficial dos assessores do governo, é assim uma espécie de blogue cómico.
Imaginem o humor destes velhinhos a querer comparar currículos. Cuidado, meus caros, olhem bem para o extraordinário currículo do vosso chefe. Uma espécie de licenciatura tirada por correspondência, sabem? Fax? Inglês técnico?
Uuuiiiiiiiii…
Consumir… jornalismo?
Nos últimos dias e a propósito de uma capa do Jornal “A Bola” corre uma histeria mais ou menos generalizada pela blogosfera, seja lá o que isso for.
Assinalo com surpresa alguns dos argumentos porque servem apenas quando dá jeito.
Não vou defender o jornal. Nada disso! Sou sócio do Sport Lisboa e Benfica e não compro aquilo há anos.
Parece-me que as coisas são, nos tempos que correm, muito simples – vivemos numa sociedade de consumo e há empresas que colocam um produto no mercado. Iogurtes, bananas, telemóveis, calças, jornais, informação, filmes…
Eu, consumidor, escolho – consumir ou não consumir é a nossa opção. Não vou começar a escrever um post de cada vez que um produto é mau. Teria certamente muito que escrever…
Já viram as páginas, muitas vezes a primeira, que o JN ou o DN fizeram com o governo nos últimos anos? Ou as primeiras páginas do Expresso? Ou…
Podemos, devemos, temos que analisar criticamente tudo o que acontecer, mas será que nos tempos que correm a liberdade não é também isto?
As empresas de jornais (comunicação social?) existem para dar lucro ou não?
Porque é que há jornais que fazem uma capa para Lisboa e outra para o Porto?
Porque é que há jornalistas impedidos de ir aqui ou acolá?
Porque há quem pense ser possível limitar a liberdade de imprensa. Não é. E ainda bem, até para que possam surgir maus exemplos como é o caso da capa de que se fala.
A liberdade de opinião e os tempos modernos são isto mesmo. Cada um come o que quer.
Uns, com espírito crítico afinado, preferem comer apenas aquilo que cai no prato…














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