O terramoto de 1531 – faz hoje 479 anos

Com um epicentro algures entre Azambuja e Vila Franca de Xira, no dia 26 de Janeiro de 1531, faz hoje 479 anos, um terramoto destruiu parcialmente Lisboa. Sismo que, segundo se julga, pouco terá ficado a dever ao de 1755. No entanto, a cidade não era tão grande, nem tão populosa, embora para a época, fosse considerada de enorme dimensão – teria cerca de 100 mil habitantes (contra os 275 mil de 1755).

As zonas da cidade que foram atingidas não terão também sido as mesmas. Como exemplo desta afirmação, o Hospital de Todos os Santos, no Rossio, não ficou significativamente danificado, vindo porém a desaparecer no sismo de 1755. Sabe-se também que, embora com menos danos registados, o Ribatejo e o Alentejo foram regiões duramente atingidas. Desde o dia 7 que se verificavam abalos, mas o mais grave foi o de 26 quando, ao princípio da madrugada, a terra tremeu por três vezes. [Read more…]

O sismo de 1 de Novembro de 1755

Este texto foi publicado em 1 de Novembro de 2009 na série «A máquina do tempo».

Eram as 9,30 do dia 1 de Novembro de 1755. Dia santo, grande parte da população de Lisboa encontrava-se nas igrejas. Subitamente, um rugido medonho subiu das entranhas da terra e sucessivos abalos destruiram em minutos uma das maiores e mais ricas cidades da Europa. Aos abalos sucedeu um pavoroso tsunami e um enorme incêndio. O cálculo do número de vítimas mortais vai em alguns autores até quase às cem mil (a cidade teria 275 000 habitantes).

O primeiro abalo, o mais forte terá durado entre três minutos e nove minutos, pensando-se que terá atingido o grau 8,7 na escala logarítmica de Richter. Abriu fendas com cinco metros de largura. Minuto e meio depois, uma violenta réplica provocou o tsunami com vagas que atingiram os 20 metros e devastaram o que o abalo deixara de pé. Horas depois, desencadeou-se um forte incêndio que completou a destruição. A Sul, a região de Setúbal e o Barlavento algarvio foram também grandemente afectados. [Read more…]

O que se diz por aí

Depois do mau tempo, más notícias continuam a chegar dos Açores, enquanto prossegue a trágica contabilidade do Haiti, onde urge estancar a onda de violência pelo caos reinante.
No país da liberdade, uma mulher foi despedida por mostrar os seios a duas colegas e amigas do trabalho. Mais uma vítima do falatório e, possivelmente, da inveja.
Cavaco Silva irá na Segunda-feira visitar os agricultores da zona Oeste para lhes dar uma palavra de esperança e de ânimo, o que sempre ajuda a esperar pelas ajudas financeiras.
Entretanto o PS descredibiliza uma candidatura de Manuel Alegre às presidenciais, ao contrário do Bloco de Esquerda . Parece que Manuel Alegre ainda não percebeu que sendo tão convicto republicano, ou avança ou não avança. Ou está à espera de mais uma vaga de fundo partidária, para dar a vitória a Cavaco Silva?
Quem quiser ir assistir ao Mundial de Futebol, o melhor é levar uma tenda de campismo.
Por fim, o Governo já tem mais um argumento para construir um novo aeroporto fora de Lisboa.

Não nos tirem o sexo!


O pessoal da capital que fique lá com a Red Bull Race, pois para aqueles lados parece que não falta dinheiro. Deve ser por causa do famoso petróleo que por lá há e tudo paga.
Agora não se atrevam a tirarem-nos uma das maiores manifestações culturais deste país, que faz inveja até à Festa do Avante!
Não se atrevam, porque se tentarem, e em respeito à temática deste nosso grande evento, desta vez alguém se vai… enfim… dar mal!!

O que se diz por aí

A política externos dos EUA é cheia de coincidências. O facto de estarem em vias de duplicar o armamento em Israel é mais um desses casos. Claro que nada tem a ver com o Irão. A minha dúvida é se, por acaso no tempo de George W. Bush se faria de modo diferente?
Espero que as forças de segurança portuguesas, nos preparativos da recepção ao Papa, se lembrem de estarem atentas ao pessoal que adora atirar-se ao Santo Padre. Este deve ser o Pontífice mais assediado de todos os tempos. Mas, entretanto, a Protecção Civil que cuide de tratar das estradas do Distrito de Lisboa.
Até lá, o povo que se preocupe com o mau tempo que veio para ficar. Isto até parece que estamos no Inverno…
Bem pior está quem vive em Ciudade de Juárez que foi considerada a cidade mais perigosa do mundo. Conseguir bater Bagdade é obra!
Já em Portugal, parece que Catarina Furtado vai andar aos tiros, numa nova série televisiva que se chamará “Cidade despida”, que, por mero acaso, é a tradução do título da série policial norte-americana “Naked City”. A originalidade da nossa produção televisiva é um espanto. Mas os tiros não ficam por aqui, pois pelos vistos um aluno foi baleado num externato em Braga.
Por fim, parece que os alegados etarras queriam instalar um fábrica de bombas em Portugal. Aqui está um tipo de investimento estrangeiro que não tem interesse nenhum para Portugal.

Um provinciano

Quando o meu filho foi estudar para Milão e depois para Haia, basicamente disse-lhe que ele iria encontrar gente da mesma idade com comportamentos, hábitos e valores diferentes, o que não queria dizer que estavam errados. Cada um de nós resulta das circunstâncias que umas vezes encontramos, outras vezes são as circunstâncias que nos encontram a nós, do ambiente familiar, da educação…

Logo, seria natural que, uma vez ambientado, conhecesse amigos e amigas que o convidariam para sair, jantar e tudo o que um jovem deve fazer. E ele, ou se encolhia na sua concha com medo da vida ou sairia a gozá-la, o que em nada contrariava os valores e a educação que tinha recebido. Deixei tudo muito claro. Perante um hábito sexual, ou de consumo de drogas ou de álcool, a questão resumia-se a explicar que respeitava muito as opções de cada um, mas que aquelas não eram as dele. Sem juízos de valor.

Isso não impediu que eu na minha primeira visita a Milão, depois de ele lá estar, não estivesse próximo de um ataque cardíaco quando percebi que uma amiga dormia no quarto dele em cima de um colchão. Faziam intercâmbio, os de Milão iam passar fins de semana a Roma e Veneza e vice-versa.

Quando eu vim para Lisboa (reparem para Lisboa) o meu pobre pai não foi capaz de me dizer nada, a não ser que sendo eu jovem, havia o perigo de uns gajos mais velhos… enquanto um soluço abafava o que ele não era capa de encarar de frente. Que esses perigos existem e é preciso enfrentá-los.

E lá vim eu de “mala de cartão” na mão e aterrei em Santa Apolónia, onde sou de imediato assediado por um gajo que me diz “é pá, tu não és o Couto?” e eu que sim, e quando dou comigo estava dentro de um mini vermelho, conduzido por um gajo que nunca tinha visto na vida, a atravessar Lisboa, até a um bairro ( que mais tarde soube ser Alcântara) onde me esperavam os amigos de Castelo Branco.

Claro, andei a ser gozado meses seguidos…

A máquina do tempo: em demanda de Eça* (1).

Primeiro de Agosto de 1900. Lisboa está transformada num caldo morno. No Rossio, onde páro para beber um fresco capilé, à sombra dos prédios, nos cafés e esplanadas discute-se política, a revolta dos boxers, mas sobretudo o atentado mortal contra o rei Humberto de Itália. Subo o Chiado, lentamente, parando de vez em quando para me abanar com o «palhinhas».

Quando entro na redacção da Rua Larga de São Roque, o Neves tem um ar «de caso». Vejo logo que há mouro na costa. O Neves é um major de artilharia na reserva a quem a administração do jornal confiou a chefia da redacção. Coxeia de uma perna, recordação de uma zagaiada em Coolela, voz estentórea, modos bruscos – «oficial e cavalheiro», costuma dizer-se. O Neves esqueceu decididamente a segunda premissa da função castrense.

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Está Decidido, E Não Se Fala Mais Nisso

AQUELA CORRIDITA DOS ARES

A página está virada. O espectáculo, que muitos de nós adorávamos, e que muito beneficiou a nossa terra e as nossas gentes, vai para outro lado.

Com tantos sítios para ir, com tantas razões para ficar, vai para o sítio do costume.

A ganância, a inveja, a lata, a mesquinhes e o descaramento dessas gentes, aliados aos interesses económicos de uma empresa, que como qualquer outra se move pelo lucro, e cujas despesas são astronómicas, provocaram este desfecho.

Paciência! Partamos para outra que esta já cheira mal. Já se falou e deu demasiada importância a este assunto.

Não querem, haverá mais quem queira. Não faltarão espectáculos de valia semelhante, ou até superior, que nos possam interessar. E para cá virão e estarão, até que o olho gordo e insaciável dos de sempre, não no-los venham roubar.

Para além da procura que vamos ter de fazer, baseada num concurso de ideias, ou em propostas internacionais oriundas de um qualquer concurso que façamos, só nos resta fazer uma coisita. Pequena e sem importância.

=NÃO FALAR MAIS NISTO. NUNCA MAIS! SEJA POR QUE MOTIVO FOR=


E no sentido mais lato da ideia. Não dar quaisquer notícias, não fotografar, não transmitir, não visitar, não falar de, em suma, IGNORAR TOTALMENTE.

Utilizar uma atitude passiva e distante em relação a esse evento.

Só assim, no meu entendimento, chegaremos a qualquer lado. Não nos adianta continuar a fazer o papel de desgraçadinhos a quem tiraram o rebuçado da boca.

Não nos querem, muito bem. Nós respondemos do mesmo modo, e agora somos nós que nunca mais vamos querer.

Desta forma, esta será a última vez que escrevo sobre este assunto, com a ressalva de uma qualquer evolução do problema, que se mostre importante para a nossa região, e que me obrigue a voltar ao tema.

FAÇAM COMO EU.

MOVIMENTEM-SE, FALEM UNS COM OS OUTROS.

MOSTREMOS DO QUE SOMOS CAPAZES.

FAÇAMOS USO DA NOSSA FORÇA.

TRANSMITAM E IMPLEMENTEM ESTA IDEIA:

MANTER SILÊNCIO ABSOLUTO SOBRE TUDO ISTO.

Hoje poucos, amanhã imensos e vencedores.

Links:

A, B, C, D, E, F, G.

Convite – cidadãos por Lisboa

CONVITE A TODOS OS AMIGOS DO JARDIM DO PRÍNCIPE REAL

QUE FUTURO PARA O JARDIM DO PRÍNCIPE REAL

PARTICIPE NA SESSÃO PÚBLICA A REALIZAR HOJE 6ª FEIRA, 18 DE DEZEMBRO, DAS 21H00 ÀS 23H00, NO AUDITÓRIO QUINTANILHA, DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DE LISBOA, COM ENTRADA PELA PORTA DO JARDIM BOTÂNICO, À ESCOLA POLITÉCNICA.

CONVIDADOS OS EX.MOS SENHORES:

PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA, DR. ANTÓNIO COSTA;

VEREADOR DOS ESPAÇOS VERDES DA CÃMARA MUNCIPAL DE LISBOA, DR. JOSÉ SÁ FERNANDES;

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO FLORESTAL NACIONAL, ENGº AMÂNDIO TORRES;

DIRECTOR DO IGESPAR DR. GONÇALO COUCEIRO.

PRETENDE-SE COM A SESSÃO DISCUTIR DE FORMA ABERTA, ESCLARECIDA E CIVILIZADA O PROJECTO EM CURSO NO JARDIM DO PRÍNCIPE REAL, EM ESPECIAL, COMPREENDER QUE FUTURO DEVE ESTAR RESERVADO AO JARDIM DO PRÍNCIPE REAL.

 

Uma coisa de bebidas: da Red Bull ao Vinho de Lisboa

Nem sempre acontece mas, desta vez, concordo com Rui Rio: a transferência da Red Bull Air Race do Porto para Lisboa é “mais um factor negativo do caminho trilhado por um país que não tem juízo por tudo acontecer na capital”. Luís Filipe Meneses afinou pelo mesmo diapasão.

Há umas semanas, com a divulgação das estatísticas sobre a população nacional, o presidente da Associação de Municípios, Fernando Ruas, dizia que o país estava tão inclinado para o litoral que um dia poderia estar a cair para o mar. Agora, se virmos o país como um pódio (pequenino), sempre se pode ascrescentar que o degrau do sul é cada vez maior que o degrau do norte.

Pronto. A Red Bull Air Race vai ser "deslocalizada" do Porto para Lisboa? Que surpresa… Já agora podiam levar a Torre dos Clérigos e o Vinho do Porto pode passar a ser conhecido como Vinho de Lisboa. Produzido na região demarcada do Trancão.

Prepotência, Arrogância, Aproveitamento Político?

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TALVEZ DE TUDO UM POUCO, MAS NÃO DEIXA DE TER RAZÃO!

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O Presidente do Governo Regional da Madeira, regressou à sua habitual forma de estar. Com alguma prepotência, com alguma arrogância, com algum aproveitamento político, veio a terreiro defender o que entende ser necessário para o desenvolvimento da sua Região Autónoma. Desta vez pretende que lhe seja concedido mais um empréstimo e faz depender a aprovação do orçamento, em Janeiro, dessa concessão.

Para além disso, e por causa da cada vez maior decadência de Portugal, o povo Madeirense cada vez mais se sente afastado da capital do País.

Poderemos questionar o forma como o faz, poderemos não concordar com algumas das suas atitudes, mas não poderemos em algum momento dizer, que não defende com unhas e dentes as suas gentes, que o nível de vida da Madeira é dos melhores, se não mesmo o melhor, do País, ou que sem ele a Região nunca teria o desenvolvimento que tem hoje.

Há quem diga que é à custa dos continentais, que é à custa do nosso dinheiro, mas tal não é verdade. Se às restantes regiões do País não fossem ciclicamente sonegadas verbas, que o estado central, desvia para a região da capital do que já foi um império, o desenvolvimento de cada uma delas, poderia equiparar-se ao da Madeira.

Mas porque é que não temos por cá, mais meia dúzia de Albertos Joões, a defender, um a um, cada uma das regiões do nosso País,em vez dos «Yess Man» que por aqui temos, todos com medo de perder o tacho que conseguiram à custa da política.

Portugal estaria bem melhor do que está.

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Que bem se está cá em cima

Recebi há pouco um convite para participar num jogo online. Não me atrevi a espreitar a página web que me convidavam a visitar, mas a descrição deixou-me intrigada. A mensagem explicava o jogo da seguinte forma:

 

“LiZboa é um First Person Shooter de Survival Horror onde os jogadores assumem o papel de um sobrevivente num cenário de holocausto onde Lisboa se tornou o “ground zero” para uma pandemia Zombie.”

 

E depois espantam-se que os portuenses não queiram pôr os pés na capital.  

A máquina do tempo: passam hoje 254 anos…

 

Eram as 9,30 do dia 1 de Novembro de 1755. Dia santo, grande parte da população de Lisboa encontrava-se nas igrejas. Subitamente, um rugido medonho subiu das entranhas da terra e sucessivos abalos destruiram em minutos uma das maiores e mais ricas cidades da Europa. Aos abalos sucedeu um pavoroso tsunami e um enorme incêndio. O cálculo do número de vítimas mortais vai em alguns autores até quase às cem mil (a cidade teria 275 000 habitantes).

O primeiro abalo, o mais forte terá durado entre três  e nove minutos, pensando-se que terá atingido o grau 8,7 na escala logarítmica de Richter. Abriu fendas com cinco metros de largura. Minuto e meio depois, uma violenta réplica provocou o tsunami com vagas que atingiram os 20 metros e devastaram o que o abalo deixara de pé. Horas depois, desencadeou-se um forte incêndio que completou a destruição. A Sul, a região de Setúbal e o Barlavento algarvio foram também grandemente afectados.

 

É muito difícil imaginar como seria hoje Lisboa se não tivesse sido flagelada pelo terramoto de 1755. É praticamente incalculável o valor do que se perdeu – conventos, palácios, igrejas, o Castelo, a sumptuosa Ópera do Tejo, a Casa da Relação, o Paço da Ribeira (e a sua valiosa biblioteca de 70 mil volumes), a Torre do Tombo, o Hospital de Todos-os-Santos as livrarias do marquês de Louriçal e dos conventos de S. Domingos, do Carmo, do Espírito Santo, documentos, quadros, baixelas valiosas… Sabemos o que se ganhou – a nova cidade pombalina , construída em cima das ruínas da urbe medieval.

O terramoto impressionou vivamente a Europa da época. Numerosas obras literárias se inspiraram ou se referiram ao cataclismo – entre muitos outros, nomes com os de Voltaire, Kant, Humboldt, Goethe, Le Brun, padre Feijoo, Charles André, Goldsmith, Baretti, Lemercier.  

Em 26 de Janeiro de 1531, Lisboa fora abalada por um outro sismo de grande intensidade. Segundo descrições coevas, terá durado «o tempo de um credo», durante o qual ruíram cerca de mil e quinhentas casas e numerosas igrejas. Há uma colorida descrição de Garcia de Resende. Gil Vicente esforçou-se por explicar as causas naturais da catástrofe, contrapondo-as à generalizada opinião de que ela significou «um castigo de Deus» pelos desmandos dos homens.

 

Helena de Lisboa

O Movimento de Cidadãos por Lisboa acolheu-se nos braços do PS nestas últimas autárquicas, o que foi para mim uma grande desilusão. Mas parece que nem tudo está perdido.

Recebi hoje por mail a notícia de que o Movimento apresentou a todos os partidos da oposição a reivindicação de anularem na Assembleia da República o contrato dos Contentores de Alcântara, acordado ente o governo de Sócrates e a Mota-Engil. Este contrato, chumbado pelo Tribunal de Contas, que enviou o relatório para o PGR, é um verdadeiro assalto a Lisboa, desde o número de contentores permitido até aos 30 anos de prazo, aos 600 camiões que terão de entrar em Lisboa numa das principais entradas de Lisboa, às obras caríssimas de abaixamento da rede ferroviária de Lisboa/Cascais, que vão obrigar a desviar o caneiro de Alcântara. E todas estas obras são pagas pelo contribuinte.

A Helena Roseta diz que a sua vida política responde pela sua independência. Também temos as presidenciais e a vontade secreta de Sócrates deixar apeado Manuel Alegre, é pois muito possível que Helena não deixe morrer o Movimento. Para já, está a prestar um grande serviço a Lisboa e ao país!

Vamos então, ver como se comportam os partidos com assento na Assembleia da República neste caso concreto que tanto criticaram!

 

Texto de LUIS MOREIRA