“A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro.”
Kennedy, John Fitzgerald
Presidente dos Estados Unidos da América
1917 // 1963
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
“A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro.”
Kennedy, John Fitzgerald
Presidente dos Estados Unidos da América
1917 // 1963
O Presidente prepara-se para indigitar Passos como primeiro-ministro. Se o governo cair no parlamento, Cavaco mantém Passos em gestão. [ionline]
Ontem, a denúncia de Assis. Hoje, a de Vital Moreira: “Decididamente, há setores da direita que nunca abandonam a sua vocação golpista”.
Chegou a conta. Acho que é para ti. Ou fica por conta como a campanha do Menezes a líder do PSD?
A ocasião era a apresentação pública da obra de extensão do Metro do Porto da estação do ISMAI (Maia) até ao Muro (Trofa). O órgão de comunicação social (OCS) local O Notícias da Trofa/TrofaTV tinha sido notificado da mesma pela Junta de Freguesia do Muro, em cuja sede se realizou o evento aberto à população.
O que o vídeo mostra é um momento de censura e de violação da liberdade de imprensa, constitucionalmente garantida e plasmada no artigo 38º da CRP, protagonizado pelo autarca da Trofa Sérgio Humberto (PSD/CDS-PP) que procura, a todo o custo, atropelar a liberdade informativa de um OCS que acusou, numa Assembleia Municipal em Fevereiro, de ser uma fraude. O mesmo autarca que é alvo de uma cobertura extremamente simpática por parte do outro título local, o Correio da Trofa, jornal que surgiu na campanha das Autárquicas de 2013 repleto de ataques ao PS e colunistas de direita, e cujos antigos proprietários receberam, no ano passado, um ajuste directo no valor de 24 mil euros para organizar um concurso de fotografia e criar uma revista – de que nunca mais ninguém ouviu falar na terra, tanto quanto é do meu conhecimento. [Read more…]
Os aeroportos são os sítios mais estranhos do mundo
disseste-me muitas vezes que não voavas. deslocares-te era uma maçada, até há relativamente pouco tempo. sei que nos últimos tempos mudaste um bocadinho nisso. ainda assim, não voavas. uma vez pensei em ir à islândia e falei-te vagamente nisso. disseste que era um sítio onde gostarias de ir. desafiei-te. que não elisa. que disparate. não se leva areia para a praia. disseste. e o assunto ficou por ali. ainda não fui à islândia e olha talvez nunca lá vá.
não sei porquê, lembrei-me disto no aeroporto de schiphol. O avião estava atrasado. temos que ocupar o tempo. lembrei-me disto. não se leva areia para a praia. disseste. mas eu já não era areia. e nunca passei de um grão.
é estranho pensar em areia e praia e na islândia no aeroporto de schiphol. os aeroportos são, quase sempre, os lugares mais estranhos do mundo. sempre preferi estações de comboios. acho que tu, tenho a certeza que tu, que não voavas, também.
os aeroportos são lugares estranhos, simultaneamente cheios de gente tão diferente, carregando as suas próprias dores e malas, tão cheios de humanas coisas e tão artificiais.
gosto de olhar para as pessoas nos aeroportos (como em quase toda a parte) e encho-me de humanidade, apesar de tudo. grãos de areia. na verdade. não reparei se algum voo saía à mesma hora para a islândia. mas pensei grãos de areia. pensei até que agora mesmo carrego grãos de areia para uma praia aparentemente nova. há qualquer coisa de estranho num gajo começar a apaixonar-se quando um amigo tão grande começa e acaba de morrer. tão estranho como os aeroportos. se calhar não passa também de um artifício. há merdas destas.
estou agora na minha varanda a fumar, a mesma onde fumámos tantas vezes juntos, e a pensar nos grãos de areia que ando a transportar. às vezes magoam-me. nunca tive jeito para isto, como sabes. há estrelas no céu aqui na varanda. a porra do céu está cheia do brilho das estrelas mortas. não se leva areia para a praia. e sabes? não se deviam levar mais estrelas para este céu.
sobre o excesso de horas de trabalho.» [Filinto Melo] O título podia por exemplo ser este: Desregulação laboral e valor acrescentado.
Segundo a RTP, Francisco Assis terá dito que não aceitava a “arrogância de alguns setores da esquerda portuguesa” e terá denunciado a “pressão inaceitável de outros setores muito arrogantes”. Lamente-se, de novo, o recurso à coloquialidade.
Ouvir por estes dias os gritos histéricos das claques do PàF, que profetizam o afundamento da economia portuguesa quando nem para fazer o jogo da chantagem dos mercados servem, dá-me a sensação que a amnésia colectiva é real. Será que se esqueceram todos da célebre e irrevogável demissão de Paulo Portas, quase em simultâneo com a saída de Vítor Gaspar, que nos custaram, em aproximadamente 24 horas, uma subida dos juros da dívida para 8% e perdas na bolsa no valor de 2,3 mil milhões de euros? É possível. De outra forma não engoliam palermices destas e reduziam os níveis de bazófia para mínimos condizentes com a sua actual dimensão parlamentar.
Afinal parece que eu tinha mesmo razão. O ex-candidato Rui Rio está fora.

Entre os dois passados sábados, estive em Toronto. Efectivamente. No Verão do maldito ano de 2024, de férias no Canadá, também fora a Toronto, mas soubera-me a pouco. Muito pouco. Assim, aproveitei a presença no New Sounds, oh yeah, para me estrear na Queen Books da Queen e também na Type Books e na She […]

Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
deve entender-se do ponto de vista metafórico e não literal.
“Confrontos no 25 de Abril: rapaz de 13 anos identificado entre os agressores da extrema-direita.”
mas não foi ele quem introduziu o teto.

O que será “um golo de grande *espetacularidade“? Efectivamente, foi um golo espectacular. De grande espectacularidade seria mau. De grande *espetacularidade, então, teria sido péssimo. Felizmente, do ponto de vista estético, foi espectacular.
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