Gabriela Canavilhas acaba de dizer à RTP que “houve demasiada opinião e pouca informação”. Efectivamente, com menos ‘opinião’ e mais ‘informação’, Gabriela Canavilhas não teria dito: “Eu, pessoalmente, estou convencida de que, daqui a dez anos, ainda estou a escrever ‘facto’ com cê”.
O milagre da multiplicação dos PPD/PSD’s
Coligação PSD/CDS-PP vence as eleições. PSD surge na quinta posição. É o que podemos ver no site www.legislativas2015.pt. Será um novo partido social-democrata? Já era tempo de voltarmos a ter um!
Marco António Costa ressuscitou, aleluia, aleluia!
Minutos depois de se conhecerem as primeiras projecções, PSD e CDS-PP apressaram-se a reagir. E depois de semanas de campanha em que foi praticamente invisível, Marco António Costa é o escolhido para falar em nome dos “sociais-democratas”. A escolha deste gestor ruinoso, acusado de gerir uma complexa rede de tráfico de influências, é ilustrativo daquilo que por aí vem. E a imunidade parlamentar vem mesmo a calhar. Eis o alpinista político ressuscitado dos mortos. Aleluia, aleluia!
Foto: Bruno Simões Castanheira@Dinheiro Vivo
Pirro
Se a PAF ganhar, poderá ter uma vitória de Pirro. Esperem até os juros subirem. Idem se o PS ganhar, já agora.
Eleições Legislativas 2015: projecções às 20:00
| RTP (Católica) PAF 38% a 43% PS 30% a 35% BE 8% a 11% CDU 7% a 9 LIVRE: 1% |
SIC (Eurosondagem) PAF 36.4% a 40.2% PS 29.5% a 33.1% BE 8.1% a 10.5% CDU 6.8% a 9.0 |
TVI (Intercampus) PAF 36.8% a 41.6& PS 29.5% a 33.6% BE 8.4% a 12.0% CDU 6.7% a 10.3% LIVRE: 0 a 1 deputado PAN: 0 a 1 deputado JPP: 0 a 1 deputado |
Projecções dão vitória à PaF
Chegou-me a informação que todas as projecções dão a vitória à PaF, mas nesta noite eleitoral estão outros dados em jogo.
Olhares sobre as legislativas 2015: Eleições 2015
Manuel Antunes
Votar ou não votar eis a questão. Não é votar neste ou naquele, é votar ou não votar. Em 2015 o dilema põe-se em saber como reagir, entre o dever cívico e de cidadania, de votar, e a sensação de náusea e de inutilidade. São mais de 40 anos de votos, de insultos entre as oposições e os governos sucessivos, de assaltos aos dinheiros públicos por políticos e seus afilhados, de criações de mais de 1200 Institutos, mais centenas de fundações, empresas e PPP, só nas duas últimas décadas, para meter lá mais de 5000 administradores públicos ou presidentes, e milhares de outros dirigentes, com um sem número de órgãos colegiais, muitos com quase 20 membros. Um exército de boys, sem fazer nada e a sugar a teta do erário público.
Institutos, fundações, empresas públicas e PPP que mais não são do que engenhosas formas de enganar o povo, de mentir e de forjar contabilidades. Uma corja de sanguessugas, de lacaios dos partidos, e dos seus dirigentes do “arco” da governação, ou seja do PS e do PSD. Isto, depois de 3 resgates financeiros em 40 anos –1979 e 1982, Mário Soares; e 2009-10, Sócrates! E tu e eu e todos nós carregados de impostos, taxas e sansões pecuniárias de toda a ordem para suportamos os próprios ladrões.
Depois disso tudo, a pergunta é essa, voto ou não voto?
Legislativas 2015: projecção da abstenção
RTP: 35% a 40%
TVI: 39% a 43%
SIC: 36.9% a 41.3%
As projecções vão dar uma longa noite eleitoral.
Olhares sobre as legislativas 2015: anúncio de emprego
Pólo Norte
Primeiro-Ministro
Anónimos- Portugal
O nosso cliente, país com elevado potencial mas profundamente descrente com o sistema vigente, está neste momento a recrutar para uma vaga para a função de primeiro-ministro. Se procura uma experiência na área de ressuscitação de um país em coma, esta oferta é para si!
Será responsável por:
- Restabelecer a crença num futuro melhor a mais de dez milhões de portugueses
- Gerir um país sem pedir a ajuda do público, dos 50/50, lá de casa ou do FMI
- Governar com base naquilo que prometeu durante a campanha política e, consequentemente, razões pelas quais foi eleito e não governar ao lado sob o álibi de que a culpa é do Governo anterior, do Lobo Mau, da Madrasta Má da Branca de Neve ou do Coiote,
- Estabelecer políticas reais de emprego, de empregabilidade, de estabilidade de contratos de trabalho, do fim da conivência com a precariedade, com a desvalorização da mão-de-obra, com a banalização do trabalho através de estágios não remunerados, estágios profissionais sem perspectiva de colocação efectiva, com falsos recibos-verdes
- Ressuscitar o tecido empresarial, acreditando que uma tributação mais justa e um IVA mais baixo serão sempre melhores opções que lojas falidas, restaurantes fechados, insolvências em barda e leilões de bens confiscados vendidos ao desbarato
- Analisar e elaborar propostas de implementação de políticas que devolvam a esta terra os jovens bem preparados academicamente e que se viram obrigados a pôr o seu saber ao serviço de outrem por via da emigração por falta de oportunidades num país que precisa deles
- Garantir a continuidade e a sustentabilidade do país promovendo o apoio à instituição família, quer por via de políticas de incentivo à natalidade, de promoção do bem estar das famílias, de elaboração de políticas de educação que garantam a qualidade de vida das crianças e de respeito pelos idosos
- Devolver o Ministério da Cultura e a própria cultura a um país que está em profundo síndrome de abstinência há 4 anos
A desculpa esfarrapada de Cavaco
“Os presidentes da República não vão às cerimónias do 5 de Outubro quando calha em tempo eleitoral. Foi assim com os meus antecessores, é assim comigo”, justificou assim Cavaco a sua futura falta ao serviço.
Pequeno detalhe: o “tempo eleitoral” termina hoje às 20 horas. A falta continua a ser injustificada, com direito a despedimento com justa causa.
Portas não perdeu a oportunidade
de fazer campanha eleitoral no momento de votar. Que os portugueses podem “fazer as suas escolhas com a liberdade recuperada” após uma “situação muito difícil” durante os últimos quatro anos. Pois, a mega-safadagem.
Eleições legislativas 2015: comente em tempo real
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Cavaco, o avisador, avisou e não ficou calado conforme prometeu
Foto: Arménio Belo/LUSA
“A forma como irei decidir, embora já esteja na minha cabeça, eu não irei revelar nem um centímetro”, Cavaco Silva a 1 de Outubro.
“Das eleições para a Assembleia da República dependerá a formação do novo Governo. Não são admissíveis soluções governativas construídas à margem do Parlamento, dos resultados eleitorais e das forças partidárias”, Cavaco Silva no dia de reflexão anterior às eleições, juntando-se ao coro da coligação cujo nome não pode hoje ser pronunciado mas que passou a semana passada a dizer que não seria admissível que ele tivesse mais votos e que, na segunda-feira, os portugueses acordassem com um governo da área política oposta à dele.
Pensar pela própria cabeça custa caro.
Pensar pela própria cabeça custa caro, preço alto. Quem se decidir a fazê-lo será alvo do patrulhamento feroz das ideologias, as de direita e as de esquerda e as volúveis: há de tudo e todas implacáveis. Ver-se-á acusado, xingado, caluniado, renegado, posto no pelourinho, crucificado. Ainda assim vale a pena, seja qual for o pagamento, será barato: a liberdade de pensar pela própria cabeça não tem preço que a pague. ”
Jorge Amado, em ” Navegação de Cabotagem “
José Vilhena
“E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando”
(Canto I de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões)
Tudo tem um fim e a vida do Mestre José Vilhena não foi excepção.
Já a sua mestria não terá, imortalizada que está em cada traço, em cada palavra com que satirizou a política, a sociedade, os costumes.
No dia da morte do Mestre, partilho convosco uma foto da capa do primeiro número da histórica publicação “Gaiola Aberta” (uma relíquia que guardo com especial carinho).
Obrigado, Mestre José Vilhena.
Stop TTIP: Iniciativa de Cidadania Europeia

Para que uma Iniciativa de Cidadania Europeia (ICE) seja bem sucedida, precisa de chegar a um total de um milhão de assinaturas e uma quantidade mínima de assinaturas (também referida como “quorum de um país “) em pelo menos sete estados membros da UE. Nós já ultrapassámos esses limites, mas continuamos a recolher assinaturas porque queremos demonstrar o quão forte é a oposição pública ao TTIP e ao CETA. Este mapa mostra como o número de assinaturas para a nossa ICE está dividido pelos países e qual a percentagem do quórum que já foi atingido. Quanto mais escuro o azul, maior a percentagem. Os países que constam a azul escuro já atingiram ou ultrapassaram a quantidade mínima de assinaturas. No entanto, não deixa de ser importante manter a recolha de assinaturas nesses países já que queremos chegar a, pelo menos, 2,5 milhões de assinaturas de modo geral! [STOP TTIP]
O desinteresse pelo TTIP em Portugal, como de resto em relação a muitos temas que não sejam os faits divers daquilo a que chamam telejornais, tem sido assinalável. Quando este tratado tiver impacto no nosso dia-a-dia será tarde. O momento para fazer alguma coisa é agora.
Só faz falta quem está

Cavaco diz que não estará presente nas comemorações do 5 de Outubro, um dos quatro dias que eram feriados e que o governo nos roubou. Só faz falta quem está presente e, aposto, ninguém dará pela sua ausência. Como li algures, não consigo precisar onde, esta falta injustificada ao que são as suas funções tem como consequência o despedimento por justa causa.
Falou esta semana para dizer aos portugueses que não importa a forma como irão votar amanhã, pois ele já sabe o que irá fazer. Cala-se quando é suposto falar e fala quando não deve. Boas notícias para o próximo Presidente da República, que nada precisará fazer para superar aquele que é, inquestionavelmente, o mais fraco representante da nação, desde 1974.
Eis a cabeça que serve para segurar um chapéu, e destes há muitos, ó Cavaco.
Eleições e direitos de cidadania: residentes estrangeiros

«Pago IRS, pago Segurança Social, pago Taxa Moderadora mas não posso votar, apesar de viver há mais de trinta anos em Portugal. Tenho todos os deveres mas não tenho todos os direitos!»
[Um cidadão cheio de razão]
Olhares sobre as legislativas 2015: Cidadania subdesenvolvida
Ana Moreno
A abstenção é apenas uma das faces do estado imaturo em que se encontra o exercício da cidadania em Portugal. Mas ir votar é apenas uma das manifestações de cidadania, a mais pontual. De muitas outras, um exemplo bem actual que evidencia essa imaturidade é o facto de, a quatro dias de terminar o prazo da Iniciativa de Cidadania Europeia auto-organizada contra o Tratado Transatlântico de Comércio e Investimento (TTIP), Portugal ser uma das 6 desonrosas excepções (juntamente com a Estónia, Lituânia, Letónia, Chipre e Malta) dos países europeus que ainda não conseguiram alcançar o quórum representativo para o país. Em todos os outros países europeus o respectivo quórum foi mais do que largamente ultrapassado e no total a Iniciativa foi já subscrita por mais de 2,9 milhões de europeus.
O tema de fundo de ambos os casos é o mesmo: o exercício da cidadania, que é a base de sustento de uma democracia viva, é minimalista, tosco, porque os cidadãos se recusam a ter uma participação vigorosa e organizada. Perante a dureza fuzilante de uma política de austeridade apontada contra os que menos têm, empobrecendo-os até à vergonha através da retracção crescente do estado social e do desemprego; perante a desapropriação e poluição do espaço nacional que a todos deveria pertencer, através de privatizações e concessões, como a concessão de direitos de prospecção e exploração de petróleo e gás natural em terra e no oceano ao largo da costa algarvia, a poucos quilómetros de áreas designadas de protecção e conservação; perante a proliferação de parcerias público-privadas que socializam os custos e privatizam os lucros; perante a ferida social e económica que representa a perda de jovens qualificados que emigram por receberem salários irrisórios, deixando os governantes indiferentes… perante tudo isto, uma grande parte da população acha que não tem nada que ir votar “porque são todos iguais” e outra grande parte vota nos mesmos ou quase, sabe-se lá porquê.
Olhares sobre as legislativas 2015: Voto Útil, voto Inútil
Joana Lopes


“Olhares sobre as legislativas 2015” é uma série de perspectivas diferentes, políticas ou não, num espaço de temática marcadamente política. Escreva-nos.
Olhares sobre as legislativas 2015: Cristo desceu à terra
José Serrão
Queridos amigos xenófobos, simpatizantes de Duarte Lima, herdeiros dos torcionários da PIDE, viúvas de Salazar, adeptos da Troika, portadores de cérebros bafientos, tocadores de cassetes estafadas, filósofos de pacotilha, caciques ressabiados, frequentadores da revista Cristina, marialvas, totós, senhores penteadinhos, chicos-espertos e quejandos: Vou dar-vos esta notícia a preto e branco porque se me acabaram os lápis de cores: Cristo desceu à terra. Está escondido no bolso do Sr. Primeiro Ministro.

“Olhares sobre as legislativas 2015” é uma série de perspectivas diferentes, políticas ou não, num espaço de temática marcadamente política. Escreva-nos.
Não votarei na coligação de direita
Junto-me aos aventadores que dissertaram sobre o seu sentido de voto, aproveitando para sublinhar o aspecto plural do Aventar.

Há quatro anos e meio escrevi umas linhas e agora, ao reler, até parece que estava a falar da presente campanha eleitoral.
Depois de seis anos de campanha eleitoral, em quem votar? No que me toca, já lá irei, mas antes gostaria de explicar esta da campanha eleitoral dos seis anos. Para tal, socorro-me do recorrente anúncio do sucesso frustrado, sendo o grande feito das contas públicas o último acto desta tragédia. Em Fevereiro, o governo lançou aos quatro ventos a ideia de termos um tal sucesso ao nível da execução orçamental que havia um excedente orçamental. A comunicação social nem questionou os dados embrulhados em celofane que, certamente, as assessorias de imprensa prepararam. Apresentei na altura as minhas dúvidas e, há dias, vi-as confirmadas quando a Unidade Técnica de Apoio Orçamental nos informou que apenas se tinha adiado o pagamento de contas.
Olhares sobre as legislativas 2015: Ao sprint
Márcio Candoso
As sondagens estão todas erradas, mas não tanto que não seja possível encontrar uma tendência. O PàF vai ganhar, perdendo mais de meio milhão de votos em relação às eleições de 2011, e o PS fica ali naquele limiar de quem nem sobe nem sai de baixo – também se diz de outra maneira, mas não é aqui o lugar e a hora.
Mas a ‘esquerda’ – ou lá o que é isso – vai ter mais deputados que a ‘direita’ – ou salvo seja. Lindo molho de bróculos!
Ou seja, o senhor gajo que vai faltar às comemorações do dia daquela coisa de que ele é presidente, vai ter uma decisão evidente, que é dar posse ao Passos&Portas, Lda. Mas verá cair nos dias seguintes o Governo que nomeou. Para os mais velhos, o nome de Nobre da Costa começa a soar no horizonte… [Read more…]
Alemanha endurece posição
Kai Littmann
Ontem, o Bundestag [o parlamento alemão] debateu a proposta de reforma da lei do asilo actualmente em vigor na Alemanha. A lei será sem dúvida votada favoravelmente pela chamada Grande Coligação, o que deverá acontecer em Novembro. Mas a reforma apresenta aspectos preocupantes e até mesmo anti-constitucionais.
São 94 páginas de novas medidas que o Governo alemão pretende fazer passar no Bundestag o mais depressa possível. O problema é que o pacote legislativo contém elementos que ferem os princípios da dignidade humana e até mesmo os direitos humanos universalmente consagrados. Se por um lado asseguram cuidados de saúde e formação em Língua e civilização alemãs para os refugiados, por outro suprimem direitos que a actual lei assegura: o existente pequeno subsídio de sobrevivência (uma média de 143 euros/pessoa/mês), que a proposta de lei pretende fazer substituir por uma «prestações em géneros». Assim fazendo, a nova lei, pelo reforço do papel assistencialista do Estado, vai dificultar a integração dos refugiados, manietando a sua autonomia e remetendo-os à indigência.
A reforma da referida lei favorece também a expulsão rápida dos refugiados cujos pedidos sejam indeferidos pelo sistema. A Amnistia Internacional e a ONG ProAsyl consideram que ela boicota o trabalho das organizações humanitárias e que favorece a criminalidade. [Eurojournalist]
Porque vou votar na Coligação
Umas eleições deveriam ser, basicamente, a escolha de quem nos vai governar nos quatro anos seguintes. Ou seja, o juízo de valor que sustenta a decisão de um qualquer voto, definir-se-ia pelo resultado da análise de quem seria mais capaz para gerir os destinos do País. No entanto, e compreensivelmente, aquele processo mental sofre a influência de muitas outras variáveis, com uma acima das outras todas: o julgamento do Governo que esteve em funções na legislatura que termina. Legítimo e natural.
Deste modo, temos duas vertentes principais que determinam a escolha que se fará no próximo dia 4 de Outubro: quem preferimos que nos governe nos próximos 4 anos e se sancionamos o que o Governo fez nos 4 anos que agora terminam.
Isto agora também não interessa nada
A dívida pública está já 6000 milhões de euros acima da meta do governo para 2015 (Dinheiro Vivo).
É exactamente isso que eles esperam de ti
Não votes, não questiones, não discutas, não opines e nem te atrevas a pensar que podes fazer a diferença.
Resigna-te. E agradece a Deus as canetas e os aventais que te deram.
Olhares sobre as legislativas 2015: Nesta campanha valeu tudo!
Isabel Atalaia
Amnésia, tracking polls, crucifixos, ameaças, retratos salazarentos das mulheres, ameaça de caos, o espectro do senhor engenheiro e números, muitos números, números escondidos, números mentirosos, números torcidos. Tantos números que fiquei com a cabeça à roda. Incorrigível vi os debates, as reportagens de campanha, ouvi alguns “opinadores”, não todos… Sou eleitora, mas não mártir. Li os programas eleitorais, de todos os partidos com representação parlamentar, na parte que diz respeito à cultura. A minha doidice chega a este ponto. Com honrosas excepções – só generalidades. [Read more…]
Isto não é eleitoralismo, são apenas aumentos salariais na função pública a 3 dias das eleições
Apesar da confiança absoluta grande e boa na vitória este Domingo, as tropas da coligação não perdem uma oportunidade para fazer uso da arma do eleitoralismo, colocando ao seu serviço os recursos comuns do Estado bem como a influência dos seus governantes que nas últimas semanas pararam de trabalhar para se dedicarem à campanha dos seus partidos.
Sabemos que a caça ao voto desde São Bento já começou há alguns meses. Acenaram-nos com a possibilidade de descidas de impostos e reposição de cortes, mais recentemente com a devolução da sobretaxa em função do resultado da execução fiscal, imprevisível, e agora, na recta final, surgem alguns incentivos extra com todo o habitual descaramento a que estas coisas obrigam. [Read more…]















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