eeheeeeheeeh…

Frei Tomás Barroso

frei tomás barroso

Barroso exige “disciplina” na zona euro e quer vigilância reforçada sobre Portugal

Esperança?

FELICIDADE

Estou tão feliz que não caibo em mim. Silvio Berlusconi lançou um disco novo e eu ainda não o ouvi.

Pois pois

Mundo de Aventuras

Problemas laborais no Vaticano

Graças à crise europeia, também o Estado do Vaticano terá de tomar medidas de austeridade, por imposição da troika, uma vez que se tem verificado uma baixa de produtividade dos sacerdotes que residem no Vaticano. Segundo um estudo recente, os referidos sacerdotes têm interpretado menos passos da Bíblia por hora, embora se reconheça que os problemas da falta de vocação sacerdotal e a mais recente campanha da Benetton têm contribuído para uma sobrecarga de trabalho dos funcionários da capital mundial do catolicismo.

Para fazer face a estes problemas, e de acordo com uma fonte próxima do Papa, os sacerdotes serão obrigados a trabalhar mais meia hora por dia, o que permitirá que o dízimo dos fiéis, as receitas de Fátima e os contributos da Opus Dei acabem por sofrer uma valorização assinalável. Entretanto, representantes da Associação Sindical dos Sacerdotes (cuja sigla não é aceite em países anglófonos) já estão a queixar-se das consequências perniciosas destas medidas sobre a qualidade do trabalho, para além de que retira tempo a alguns padres para se dedicarem à perseguição dos jovens romanos.

Para além disso, e ainda por imposição exterior, será necessário acabar com alguns feriados, à semelhança do que aconteceu em Portugal: o problema está em descobrir feriados civis. Por outro lado, o Vaticano contesta, e, aparentemente, com razão, que é nos feriados religiosos que os religiosos trabalham mais, pelo que o fim dos feriados pode – isso sim – pôr em causa a produtividade sacerdotal.

Figuras de estilo

Eis algumas figuras de estilo na política:

  • Eufemismo: ajuste salarial
  • Oxímoron: político honesto
  • Hipérbole: folga orçamental
  • Sinédoque: banca capitalizada
  • Onomatopeia: é-para-fechar, é-para-fechar, é-para-fechar, pu-puuuuuu, é-para-fechar, é-para-fechar
  • Personificação: despesa com gorduras
  • Aliteração: Passos e Paulo Portas
  • Pleonasmo: promessa eleitoral não cumprida
  • Perífrase: Governo Regional da Madeira
  • Ironia: os políticos decidem em função do interesse público e não em função da sua agenda

Agora venham lá dizer-me que esses desgraçados que até passam fome ao jantar não são gente literata.

meu, nosso? vosso?…

1+1?

A Sábado decidiu fazer uma sondagem cultural à porta de algumas universidades. Até admito que, entre as perguntas e a edição, haja (como é habitual no jornalismo) uma certa tendência para enfatizar um dos lados do problema.
Também posso admitir que naquele dia estivessem à porta das universidades os mais burros – ou os menos dotados, segundo a linguagem ideológica da pedagogia moderna. Se assim fosse, cumulando os dois factores, intercessionados num dado local e momento, teríamos o que se chama uma coincidência tramada.
Vamos dar, contudo, o benefício da dúvida e considerar esta peça jornalística um bom serviço ao conhecimento da população discente universitária e da sua cultural geral.
Se algumas perguntas são deprimentes, de tão óbvias que são as respostas, o resultado é mais que negativo. É trágico. A ideia que que pessoas que alcançam a universidade com um nível de literacia tão baixo já me parece tristemente frustrante para quem é professor (o meu caso) e para quem tem colegas alunos deste nível. Mas o hediondo é que se dêem respostas ou justificações como: «Eh pá! Coisas com Jesus Cristo?! Sou fraca em religião», como se saber quem pintou a Capela Sistina tivesse a ver com religião. [Read more…]

Consulte um advogado e fique descansado

Som obtido, com a devida vénia, através da campanha televisiva da Ordem dos Advogados.

Mal me quer

Mal me quer

11.11.11, data terrível

Aconteceu hoje

11-11-2011, 11:11:11.

Com tantos uns, só é pena as contas estarem a zeros.

Hoje apetece-em reciclar

nando e manel

Ai Sim!? 4

Buraco da Madeira escorado por Jardim

Jardim dá tolerância a funcionários para assistirem à posse pela televisão

Que ninguém acuse Alberto João Jardim de incoerência: o Presidente da Região Autónoma da Madeira é, efectivamente, um garante das instituições. Em primeiro lugar, a instituição do lambebotismo, para cuja prática é necessário tempo livre. Depois, é importante garantir a improdutividade dos funcionários públicos, trabalhadores celebrizados por não fazerem nada: também, para isso, é necessário tempo livre. No fundo, tudo isto contribui para escorar o buraco da Madeira, o que é, afinal, uma medida de segurança.

Ai Sim!? 3

Ai sim!? 2

Ai Sim!?

Convivência coerente

Nem sequer uma Dimitra?!

Além das filosofias e arquitecturas provenientes de um espaço geográfico que é o mesmo, mas temporalmente bem diverso, a Grécia dos últimos anos sempre nos divertia com algo de picaresco. Desde os conhecidos delírios de heroísmos de grandeza imperial, até às perdularices propiciadas por dinheiros alheios, tudo era possível. Até tivemos o priviléggio de seguir o tórrido caso hard-core do”vigareiro” Andreas Papandreu II – Dimitra Liani que encheu páginas e páginas de jornais e revistas. A antiga açafata de bordo adorava especificar em entrevistas, as proezas sexuais do valetudinário esposo, então um “simples primeiro-ministro”. Os gregos mais pândegos, até diziam que a capitosa e roliça ex-hospedeira da Olympic Airlines, ainda não tinha “feito” o piloto-automático… Uma pioneira nos direitos iguais de gender, há que reconhecê-lo.

Papandreu e Caramanlis são os familiares nomes da republicana Grécia. Agora junta-se outro apelido histórico, desta vez Venizelos. Apenas se espera que continue a sua saga de demagogias, “engenhocas financistas”, prestimosa cobertura de assuntos de corrupção e populismos de sarjeta. A ver vamos se não se mete em novas Megali Idea. Era só o que mais faltava.

A nova ponte sobre o Tejo

nova ponte sobre o tejo

Aspirando por um Estado sem gorduras

bruxa do aspirador

É uma limpeza

aspira carteiras

Papandreou sofre ataque de Democracia

O ainda primeiro-ministro da Grécia teve um ataque de Democracia, uma doença terrível que leva alguns governantes a consultar o povo, especialmente quando não sabem o que fazer. É certo que os ares daquele país mediterrânico são perigosamente propícios à propagação da enfermidade, tendo em conta que o vírus terá nascido em Atenas. Merkel e Sarkozy já mostraram preocupação com o estado de saúde do governante helénico, tal como a os partidos da oposição e os militares, que, segundo parece, estarão a pensar numa terapia experimentada no Chile, em 1973.

A chanceler alemã já terá declarado que esta situação é insustentável, uma vez que há o perigo de outros povos começarem a colocar a hipótese de pensar que têm direito à sua soberania. Sarkozy, salvaguardando as possíveis discordâncias, terá declarado que esta situação é insustentável, uma vez que há o perigo de outros povos começarem a colocar a hipótese de pensar que têm direito à sua soberania. Durão Barroso, após ter recebido um afago e cócegas na barriga, rebolou e não salvaguardou possíveis discordâncias

Em Portugal, o governo eleito democraticamente e, de acordo com a tradição, com base em promessas que ninguém pensava em cumprir já tomou medidas para evitar a propagação da Democracia: para além dos direitos retirados aos trabalhadores, Paulo Portas já criou uma versão do Pai Nosso que termina com “E livrai-nos dos referendos. Amém.”

Pedro Tesouras Coelho

Pedro Tesouras Coelho

O estado gordo

Piça não morreu e quer trabalhar

Já Mark Twain tinha considerado a notícia da sua morte um exagero, dado que estava bem vivo quando a notícia saiu num jornal. Também em Portugal foi declarado um óbito um pouco apressado: um membro da nossa sociedade continua, afinal, activo.

Acertar ponteiros

Neste passado Domingo perdeu-se mais uma oportunidade de melhorar a coesão nacional: os Açores foram obrigados a atrasar uma hora tal como Portugal continental e a Madeira. Ou seja continuam atrasados uma hora em relação ao resto do país. Não é justo.

Claro que pode usar-se o argumento dos meridianos e tal e coisa, mas não deixa de ser uma oportunidade perdida.