tirava a mão da TROIKA e metia-a no…. Co….elhinho, se eu…
Kalu, dos Xutos e Pontapés, no Rock IN RIO.
Depois dos James, os Xutos… O que irá dizer o Boss?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
tirava a mão da TROIKA e metia-a no…. Co….elhinho, se eu…
Kalu, dos Xutos e Pontapés, no Rock IN RIO.
Depois dos James, os Xutos… O que irá dizer o Boss?
Paulo Guinote saiu do Umbigo por um dia e tem um “post” no público (sem link porque, por agora, só está disponível na versão em papel) que questiona o espaço da avaliação nas aprendizagens dos alunos, procurando refletir sobre as consequências de ter uma avaliação das aprendizagens distinta da avaliação de outro tipo de dimensões, nomeadamente das atitudes.
Sou, à Esquerda, dos que não tem qualquer problema em assumir que a Escola Pública de hoje não está a prestar um bom serviço aos mais desfavorecidos porque não lhes está a exigir o que eles têm que dar, sendo que também não tem tido, a escola pública, politicamente, as condições necessárias para o fazer.
Como o Paulo, também acho que hoje, pelo menos até ao 6º (realidade que conheço melhor), “se eles se conseguirem sentar e comer à mesa, passam.” [Read more…]
No Rock IN RIO os James acabam de fazer um grande momento!!!!
“Duas perguntas:
1. Porque é que há “velhotes” que não têm dinheiro para pagar a conta da luz?
2. Porque é que o governo fecha escolas no norte? Para não ter que pagar aos Professores.
Coelhinho, cuidado. Nós estamos atentos”
Não sei se as palavras foram exatamente estas, mas foi fabuloso!
Como eu gostaria de ver mais ação política dos nossos homens e das nossas mulheres da cultura.
De que têm medo?
Nota: já depois da edição do post, apareceu no youtube o vídeo:
O governo alemão paga a maior parte da factura e antigos altos funcionários alemães confirmam. [Também no Público]
A edição de ontem do Expresso é digna de figurar no Guinness.
Menciona 83 – oitenta e três vezes – o nome do Miguel Relvas em 17 páginas directa ou indirectamente relacionadas com o chamado ‘caso Relvas/secretas’ no primeiro caderno, economia e revista. Um autêntico recorde. Editorial, cartoon do António, Madrinha, João Garcia, D Oliveira, Luís Marques, cartas ao director (incluindo carta da semana), comendador Marques de Correia, seta para baixo no suplemento economia. Só falta acusarem-no do massacre na Síria. E darem-lhe bola preta na crítica de cinema.
A minha dúvida agora é outra. Será que o Expresso está apostado em fazer de Miguel Relvas um Cristo? Eu não quero alinhar em intrigas. Contudo, o Expresso a continuar assim vai fazer mais pela imagem de Miguel Relvas que qualquer campanha encomendada a uma boa empresa de comunicação. Com tanta página dedicada, com tanta “porradinha” no ministro, a malta já começa a considerar que algo de muito estranho se passa. Ainda ontem, numa animada tertúlia, um bom amigo de esquerda afirmava que isto é uma campanha a favor de Miguel Relvas. Independentemente da qualidade do tinto duriense que circulava, começo a ficar tentado a acreditar – aliás, foi ele que se deu ao trabalho de contar as vezes que o Expresso, só nesta edição, se referiu ao ministro.
Como dizia o outro: “No creo en brujas, pero que las hay, las hay“…
Descubro que um tal de Leal da Costa, secretário de Estado da Saúde, acha que “as terapias que prolongam por pouco tempo a vida de alguns doentes de cancro” são uma despesa inútil onde há que poupar.
Isto toca-me. Faz agora dois anos tive uma situação destas com um familiar próximo. Sem mais detalhes que os publicados, a dor pessoal enraivece mas nem toda se partilha, dou por mim a pensar em como esse mês nos foi tão precioso. E dispo a hipocrisia. Leal da Costa: espero que experimentes o exemplo e não tenhas tempo para te despedir de quem amas. Embora esse alguém provavelmente não tenha culpa, e fosse mais justo faltar-te a ti esse tempo, assim provarás do teu veneno e depois vamos ver se mordes como víbora.
Fotografia Javier ReinaO Tiago levanta a hipótese de as esquadras terem sido tomadas por milícias de extrema direita. E confirma-se.
“Diminuir salários não é uma política, é uma urgência” – António Borges
“A opinião pública sente-se enganada e pressionada pela austeridade imposta, em parte, para pagar os erros da banca e ainda nenhum banqueiro pagou pelos erros. Quando ponho a questão aos banqueiros eles respondem que a imoralidade e a falta de ética não são crime. Por isso, às vezes, calcam o risco amarelo da imoralidade mas não ultrapassam a linha vermelha da legalidade. Temos de começar a pensar em julgar a imoralidade” Marc Roche, autor do livro “O Banco – Como o Goldman Sachs dirige o mundo”
António Borges decidiu seguir as pisadas de Madame Lagaffe. Ambos têm em comum o estatuto de isenção de IRS enquanto funcionários do FMI. Ambos têm responsabilidades nesta crise, uma enquanto ministra de Sarkozy, Borges enquanto homem da Goldman Sachs. Ambos ficarão impunes.
Ou talvez não. Nunca escrevam certezas sobre o vosso futuro com a mesma displicência com que falam sobre a vida dos que pagam IRS, viram os seus salários reduzidos e não têm pão para a boca dos filhos. Em determinadas situações os seres humanos são levados a actos espontâneos e irreflectidos, e tornam-se violentos. Uma dessas circunstâncias é a fome, coisa que para os filhosdaputa deste mundo é uma palavra mas para cada vez mais gente é um aperto no estômago que se mitiga com água, enquanto não a privatizarem. A fome faz milagres, António Borges; Marx deixou umas dicas sobre o assunto mas a simples lei da sobrevivência também serve. A fome faz do cobarde um herói, do amansado um rebelde, do cordeiro um bode selvagem. E os bodes selvagens quando acossados perdem o medo, marram a direito, levam tudo em frente, incluindo os Borges e as Lagardes deste mundo. Chegará a vossa vez de terem medo, muito medo, e nessa altura não haverá paraíso fiscal que vos valha. A imoralidade não se paga com os portões do céu encerrados mas muitas vezes conduz directamente ao inferno, na terra. Fujam já, ou pensem nisso.

Até a página oficial da Câmara Municipal do Porto gosta!

Uma viagem impressionante pelas grutas de Lascaux (França) e pelo seu conjunto de gravuras rupestres, datadas de cerca de 17 mil a. C.. Ideal para o estudo da arte no Paleolítico.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.1. – As sociedades recolectoras

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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