Novas do campo de batalha: as contas do twitter e facebook da Anon_Operation foram canceladas. É como nos desenhos animados: o gato nunca apanha os ratos, e neste momento o twitter é este: http://twitter.com/anonops aliás: http://twitter.com/Anon_Operationn (obrigado CJT pela correcção).
Parece ter sido utilizada uma arma de destruição maciça: a publicação de 10 000 números de cartões de crédito é uma bomba atómica, com efeitos colaterais como todas as bombas atómicas. Tolice, embora sirva para todos entendermos que a falta de segurança de informação como esta é o pão nosso de cada dia (e não apenas um problema da diplomacia americana).
Sobre esta operação transcrevo de seguida uma carta aberta dos seus responsáveis.
A Letter from Anonymous
Our Message, Intentions, and Potential Targets
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Relata o Diário As Beiras (sem link que a notícia não está online) de ontem que “Carlos Moreno, juiz do Tribunal de Contas, não esteve com meias medidas e afirmou em Coimbra que as parcerias público-privadas são”verdadeiramente vergonhosas e que o estado tem o dever de as renegociar”.
Ele é a independência, a cobardia da nobreza portuguesa em geral e dos Braganças em particular promovida a heroísmo, e mais umas lérias: o séc. XVII permanece como o menos estudado da nossa História, e os mitos historiográficos ainda perduram como verdade oficial.
A devoção canina pelo império já assaltou os nossos jornais (que ainda não repararam no caso 
O 
Ainda sobre o ensino privado, e a liberdade de cada um educar os seus filhos de acordo com as respectivas convicções religiosas, no que dizem ser um exercício de liberdade e por vezes me parece ser mais um exercício de propriedade, recordo o velho princípio de que a liberdade de cada um acaba onde começa a dos outros. Neste caso a dos filhos, que são pessoas e não uma espécie de cãezinhos para amestrar.









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