Quando o presidente da Federação Distrital de Coimbra do PS e seu deputado perde as eleições tudo pode acontecer. Como escrever isto:
Desta vez vem de dentro para fora. O desmentido vem já a seguir.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Quando o presidente da Federação Distrital de Coimbra do PS e seu deputado perde as eleições tudo pode acontecer. Como escrever isto:
Desta vez vem de dentro para fora. O desmentido vem já a seguir.

É este o cabaz básico que o Aventar tem preparado para pedir aos portugueses que, no Sábado, quiserem estar no Banco Alimentar Parlamento para ajudar o deputado Ricardo Gonçalves a suprir as dificuldades que está a atravessar.
Como se pode ver, pedimos apenas produtos de primeira necessidade, baratos e acessíveis a qualquer bolsa. A lógica é sempre a mesma: quem tem um pouco deve dar a quem não tem nada. E se olharmos para a lista, veremos que aquilo que o Aventar pede é meramente simbólico. Simbólico, como se sabe, é quando não custa nada a quem dá mas significa muito para quem recebe.
Sábado à tarde, no Porto. Estaremos lá. Todos e mais alguns. Apenas e só com um objectivo: fazer o bem.
BLOGUES PARTICIPANTES NO BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO DO AVENTAR
Passo a passo, a proposta de OGE do governo de Sócrates vai-se perfilando no horizonte dos portugueses. Trata-se, efectivamente, de perspectiva medonha para centenas de milhares de famílias. A ser viabilizada, grande parte dos cidadãos viverão 2011 como o “annus horribilis” do pós-25 de Abril – e vá lá saber-se quantos anos mais se seguirão. Ou então, o FMI o ditará. Estamos encurralados, sem cápsula que nos retire do aterro.
Sócrates e as suas equipas conduziram o País a situação muito complexa, em resultado de lemas de incompetência e de falta de honestidade política – fiquemos por aqui. Hoje, a credibilidade internacional de Portugal está, de facto, deteriorada, como alegam os nossos banqueiros. Todavia, estes omitem terem sido dos principais impulsionadores da crise financeira com que nos debatemos. Convém lembrar-lhes o fortíssimo protagonismo na estruturação dos chamados ‘consórcios’ para obras faraónicas, em simultâneo com a destruição do tecido económico; ou seja, as políticas seguidas desde Cavaco Silva. Sócrates acabou por desferir o golpe fatal e diria inevitável, mesmo que o PSD renuncie.
Regressemos, entretanto, à proposta governamental do OGE. Por ora, detenhamo-nos, apenas, na redução das deduções de despesas de educação no IRS . Esta “simples” medida constitui outra mácula do ataque disparatado ao sistema educativo, já vitimizado pelas ‘Novas Oportunidades’. O jornal ‘Público’, em título, ainda chegou a anunciar o aumento do IVA dos livros de 6% para 23%. Se assim sucedesse, seria mais um atentado ao papel da literatura na formação cultural dos portugueses, em acréscimo ao que já se verifica nos programas escolares e é denunciado por Maria do Carmo Vieira em “O Ensino do Português”.
Amanhã começam a pagar-se portagens nas SCUTs do Norte e Centro do país. As SCUTs dos outros pontos do país só para o ano. Desta forma se faz um Portugal a várias velocidades. Nada de novo, já estamos habituados. A questão é que o povo do Norte, o utilizador mais frequentes destas vias, continua a ser a cobaia.
Eu ainda sou do tempo em que o Porto e o Norte tinham sedes de grandes bancos. Ainda sou do tempo em que a indústria nortenha tinha um grande peso na economia nacional. E, claro, ainda sou do tempo em que os políticos do Norte tinham voz activa.
Agora não há nada disso no Norte. Também não haverá SCUTs. As vias passam a CCUTs, Com Custos para os Utilizadores.
O Norte foi alvo de vários desgovernos durante muitos anos. Este é apenas mais um deles. É preciso acabar com as SCUTs? Comece-se no Norte. É preciso mais fundos para Lisboa e Vale do Tejo? Vai-se buscar ao Norte. Assim é fácil. Tal como é fácil o povo do Norte deixar que assim seja e aceitar estas merdas. A culpa é nossa.

Ricardo Salgado entrou optimista e saiu confiante. Se à entrada para a reunião com o líder do PSD o presidente do Banco Espírito Santo dizia que “há que ter confiança no futuro”, duas horas depois, à saída, afirmava acreditar, não já no futuro, mas nos “políticos do nosso país para se encontrar uma plataforma de entendimento”.
do Público
Os banqueiros Faria de Oliveira (CGD), Carlos Santos Ferreira (BCP), Ricardo Salgado (BES) e Fernando Ulrich (BPI) já saíram do Ministério das Finanças, onde estiveram reunidos com Teixeira dos Santos.

a morte desafiada pelos chilenos, uma Fénix Univesal...
Falar de Mineiros do Chile, todos sabemos o que siginifica: trinta e três pessoas soterradas numa mina de cobre no Norte do Chile, a 35 quilómetros da cidade mais próxima, Copiapó, desconhecendo-se, durante 19 dias, do seu paradeiro e se estavam vivas ou mortas. A mina de São José, com mais de cem anos de exploração, pertencia ao Estado do Chile, após a nacionalização de todo o cobre existente no país, em 1972, pelo Presidente da República, Salvador Allende.
En 1810, año de su primera junta nacional, Chile producía unas 19.000 toneladas de cobre al año. A lo largo del siglo la cifra fue creciendo hasta convertir al país en el primer productor y exportador mundial. Sin embargo, a finales del siglo XIX comenzó un período de decadencia, debido por un lado al agotamiento de los yacimientos de alta ley y por otro al hecho de que la explotación del salitre acaparaba las inversiones mineras. En 1897 la producción había caído a 21.000 toneladas, casi lo mismo que en 1810. [Read more…]

A proposta, enunciada ontem no programa de Carlos Vaz Marques, na TSF, é do Candidato Vieira.
Segundo o mais credível dos candidatos a Belém, a primeira medida a tomar quando for eleito será mandar imprimir a Constituição da República em papel higiénico.
Toda a gente devia ser obrigada a ler a Constituição e é no quarto de banho que as pessoas lêem mais. Assim, diz o Candidato Vieira que, se as pessoas não lerem com os olhos que têm na cara, poderão ler com outro olho qualquer!
Uma ideia fantástica e a prova de que é este o único homem que pode tirar Portugal do rumo em que se encontra. Ele e, claro, o poeta António Ribeiro Ferreira. Só por um deles é que vale a pena sair de casa nas próximas Presidenciais.
Por SANTANA CASTILHO
A tendência para iludir o óbvio foi classificada por Freud como a primeira paixão da humanidade. Não me recordo se o ilustre “psi” clarificou que é sempre a fuga à violência de uma realidade que explica o mecanismo dessa estranha paixão. Mas posso garantir-vos, com a
experiência dos desaires que sofri, que iludir o óbvio nunca nos salva.
É óbvio que agarrar nos mais de dois mil milhões de euros do Fundo de Pensões da PT e com eles reduzir artificialmente o défice público é uma intrusão inqualificável na gestão de uma empresa privada e uma trapaça política que catapulta um enorme risco futuro para o Estado, leia-se contribuintes.
É óbvio que transformar quatro mil milhões de divida privada do BPN em divida pública, a pagar agora pelos funcionários públicos, pelos reformados e pelos desempregados, foi mais fácil que meter na prisão os responsáveis.
É óbvio que só um desmesurado despudor permite ao Governo dizer que não sabia que tinha um submarino para pagar.
É óbvio que antes da estafada crise global já o Governo tinha aumentado a despesa corrente do Estado em mais de 12 mil milhões de euros e arrecadado, de aumento de impostos e
contribuições para a segurança social, mais nove mil milhões. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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