Ser Mulher

Apesar de isto não ser nada mais que algo não essencial no enorme leque de problemas que enfrentamos por estes tempos, acho que é altura de chamar os “bois pelos nomes” mesmo numa questão apenas acessória. Até porque não deixa de ser simbólica e demonstrativa de outras questões bem mais relevantes.

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Com amigos destes…

Foto: Wichan Charoenkiatpakul
https://www.bangkokpost.com/thailand/general/2668714/anti-israel-protest-draws-300-at-embassy

Esta onda pró-palestiniana é como sempre foi, o cúmulo da hipocrisia. A maior parte desses trafulhas está-se perfeitamente a marimbar nos Palestinianos. São apenas um pretexto que esconde o verdadeiro motivo: o ódio a Israel, aos EUA e ao Ocidente.

Porque se realmente se preocupassem com os habitantes de Gaza, viravam-se, óbvia e logicamente, para os verdadeiros responsáveis do drama que agora ali se vive: o Hamas.

Factos:

– o Hamas bombardeia diariamente Israel, mas a exigência de uma “pausa” é apenas dirigida a Israel;

– o Hamas esconde-se deliberadamente atrás (melhor, debaixo) dos seus próprios compatriotas de tal forma que não é possível atacar o seu aparelho militar sem atingir civis; mas a culpa disso é exclusiva e certamente de Israel porque ainda não ouvi um único pró-palestiniano a exigir que o Hamas desloque as suas instalações para zonas onde não hajam civis; um único;

– há anos e anos que o Hamas faz entrar em Gaza diária e ininterruptamente toneladas de equipamento militar e logístico através de uma rede infinita de túneis; mas a culpa de faltar alimentos, medicamentos, combustíveis, etc., é de Israel; mais uma vez, não houve um único pró-palestiniano a exigir ao Hamas que transporte e distribua os bens necessários aos seus compatriotas;

– não me lembro de alguma vez os inimigos de Israel terem avisado as populações para fugirem porque iam atacar; fazem-no sempre de forma cobarde e sem qualquer prévio alerta humanitário; principalmente porque o objectivo é mesmo matar o maior número possível de civis Israelitas; mas para estes pró-palestinianos, o monstro hipócrita e criminoso é Israel que sempre teve o cuidado de o fazer com o objectivo de minimizar os danos colaterais; houve algum destes trafulhas esquerdistas que tenha exigido ao Hamas que ajude a população de Gaza a deslocar-se para áreas menos perigosas? Não, claro que não porque na verdade se estão a marimbar para os Palestinianos; a única coisa que lhes interessa é mesmo e tão só arranjar pretextos para atacar Israel. 

Pobres dos Palestinianos se o seu futuro, se a sua Nação depender destes asquerosos hipócritas. Até porque a pior coisa que podia acontecer a esta repulsiva esquerda é que a Palestina tivesse paz, que a Palestina seja um País independente e soberano e que a solução dos 2 Estados seja realmente alcançada. Enquanto houver guerra, têm algo para berrar. Enquanto houver guerra podem continuar a tentar enganar quem os não conheça e repulsivamente proclamarem-se defensores daqueles que, na verdade, desprezam porque apenas os consideram um meio.

Aliás e por incrível que pareça, a maior esperança da Palestina árabe é mesmo Israel. A maior esperança para a Palestina são os que defendem Israel. Porque não há melhor condição para a paz que a segurança de Israel. Porque só no dia em que Israel saiba que não corre perigo (e lembre-se que está sob ataque desde o seu 1º dia de independência e que não é um ataque qualquer; é um ataque que visa a sua aniquilação total), estarão criadas as condições para um efectivo Estado Palestiniano. 

O resto são tretas de quem enredado nos seus dogmas imbecis e absurdos nem percebe o mal que continuam a fazer ao mundo.

Guterres

Foto: Lusa/Observador

Querem compreender o que o Guterres realmente disse? Ainda por cima, estando eu convencido que isso foi deliberado quer pela tibieza que sempre demonstrou quer pela configuração ideológica que o sustenta quer ainda pela incapacidade de encarar seriamente o mundo árabe. É muito facil.

Substituam alguns elementos naquele discurso. Por exemplo, “condeno inequivocamente o holocausto nazi; mas o holocausto não surgiu do nada; a Alemanha foi sujeita a enxovalhos e humilhações durante mais de 20 anos”.

Compreendem o alijar de culpa que está implícito? Compreendem o repartir de responsabilidades que se pretende suscitar?

E não venham com considerações que não é possível comparar o 7 de Outubro ao holocausto. 7 de Outubro foi apenas um dia e além de ter implicado 1400 mortos, revelou um nível de bestialidade e selvajaria provavelmente superior à desumanidade nazi. O holocausto durou aproximadamente 5 anos.

A “nova” ordem mundial

O interesse desta gente tão “moderninha” é retirar os EUA e a UE da liderança mundial para lá colocar (se não for em posição de domínio, pelo menos a par) “novos” referenciais de autoridade: China, Rússia, Índia, Irão, Coreia, etc.

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A mentira tem perna curta

Grande parte dos comentadores que aparecem na televisão a fazer juízos sobre o presente conflito na Palestina e que dão opiniões quase só determinadas pela sua filiação ideológica (convenientemente encoberta) que os obriga a ser fundamentalmente apenas e só contra o bloco Israel/EUA, nem percebem que basta parar um pouco e analisar lucidamente o que dizem para se tornar clara a enorme discrepância de razão entre as partes que estão em guerra. Apesar do interesse deles ser exactamente o oposto e porque a mentira tem “perna curta”, são eles próprios a corroborar a perspectiva correcta.

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Verdades absolutas

– desde 7 de Outubro, o Hamas dispara dezenas de mísseis sobre o território de Israel, mas esse bombardeio é do “bom” porque Israel tem a capacidade de interceptar os projécteis, isto é, se o não fizer ou o não conseguir, a culpa exclusiva é deles e nunca do Hamas que, coitadinhos, além de nitidamente não quererem magoar ninguém, apontam sempre e cirurgicamente a alvos militares; pois;

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Falsas equivalências

Enquanto ao comunismo e à extrema-esquerda não for imposto o justo, lúcido e lógico anátema que é imposto à extrema-direita, ao nazismo e ao fascismo, todas as discussões políticas estarão, à partida, viciadas.

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O País mais imbecil do mundo

Público/ Daniel Rocha

Se não somos, andamos lá perto. Estão a ver uma desgraçada que se farta de levar “arraiais de porrada” e acredita sempre e sem excepção nas palavras do FdP do companheiro que lhe promete que nunca mais o fará? Pois, de certeza que acham que, pelo menos, à segunda (exagerando porque nem 2ª oportunidade devia ser concedida) a Senhora devia virar costas, ir à Policia e colocar o “anormal” na cadeia. Estou certo, não estou?

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Nojentos “Bobos da Corte”

Imagens: CNN

Para todos os “cabrões” relativistas que tentam desculpar, explicar ou amparar o que o Hamas está a fazer:
– estes FdP entraram por um festival de música a disparar, matando, pelo menos, 260 (DUZENTAS E SESSENTA) Pessoas e fazendo um número indeterminado de reféns.

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Uma sociedade instalada

Ao fim de mais de 19 meses de guerra, Putin nunca esteve tão perto da vitória como agora. Não no terreno porque aí não tem qualquer hipótese, a heroicidade dos Ucranianos e de Zelensky nunca poderá ser derrotada, mas no denominado Ocidente. No farol da liberdade e dos direitos humanos.

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Campeonato inquinado

Foto: TSF, © Igor Martins / Global Imagens

Há uns anos mais por acaso que propriamente por influência, soube antecipadamente do que estava a ser preparado com o material (emails) que tinham chegado às mãos de pessoas do FC Porto. Asseguraram-me que havia uma estratégia para acautelar todas as vertentes relevantes: jurídica, comunicacional, ética, etc. Pois, foi o que se viu. Anos depois, as condenações alcançadas só foram as que não queríamos, as nossas. Os verdadeiros criminosos, os reais trafulhas, escaparam incólumes.

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Farsas

Foto: CNN Portugal

Estes “arruaceiros”, mas dos bons (basta ver a forma como são tratados em comparação com aqueles que sem qualquer violência, interromperam o lançamento daquela vigarice em forma de livro), estão tão preocupados com o ambiente como eu com as desventuras da Família Kardashian.

Vejamos:

– maior poluidor mundial: China com o dobro das emissões dos EUA;

– maior poluidor mundial “per capita”: EUA que, apesar de tudo, tem revelado uma evolução positiva, tendo reduzido significativamente as suas emissões nos últimos 20 anos ao contrário da China que aumentou e continua a aumentar e muito as suas emissões;

– maior causa do “efeito de estufa”: emissões de dióxido de carbono;

– maior causa específica e crescente do “efeito de estufa”: a agropecuária; o metano cuja principal origem está no sistema gástrico do gado bovino, é 86 vezes mais pernicioso para o clima que o dióxido carbono e está a caminho de ser o principal responsável pelo “efeito de estufa”.

Alguém já ouviu a Greta ou algum dos seus cúmplices, falar sobre a China? Sei lá, nem era preciso uma “manifestaçãozinha” em Pequim, mas que tal um rabisco laranja numa das suas embaixadas? Pois.

Alguém já os ouviu a pugnar “à séria” por uma alteração rápida e substancial de hábitos alimentares? A redução do nosso consumo de carne de vaca para metade era suficiente para reduzir determinantemente a dimensão do “efeito estufa”. Pois. 

Porque, na verdade, não estão minimamente preocupados com o ambiente. O verdadeiro objectivo é, artificialmente, fazer sobreviver uma agenda ideológica. Perante a “morte anunciada” do comunismo e do socialismo, a alternativa foi evitar esse inevitável e implacável desaparecimento através da adopção de novas causas. Como sempre, da forma mais errada possível. Como sempre, pondo a ideologia muito à frente das próprias causas que desesperadamente adoptaram. Tal como o comunismo se marimbava na felicidade das Pessoas porque o foco exclusivo era a subsistência do sistema político, também estes ambientalistas hipócritas, estão-se a borrifar para as alterações climáticas. O único e exclusivo objectivo é apenas manter viva a esquerda mesmo que em coma e “ligada às máquinas”. 

E o mesmo se passa com outras “causas” como, por exemplo, a absurda e inviável “ideologia de género”. 

Aliás, e a propósito, não consigo deixar de alertar que o grande “trunfo” e a maior fonte de recrutamento destes “activistas” é a escola. Onde, durante anos e anos, foi levado a cabo pelos partidos de extrema-esquerda, um minucioso, calculista e asqueroso processo de infiltração na classe docente. A inteligente (no mau sentido) estratégia levou ao alistamento de inúmeros professores que se dedicaram a perverter programas, ensino e função em favor de uma, também, repulsiva agenda partidária. Não tenham dúvidas até porque isto não é fruto de nenhuma rebuscada “teoria da conspiração”, mas sim de efectiva constatação e de informações “privilegiadas” (não são assim tão privilegiadas). O que diz muito da “bondade” da ideologia de esquerda que precisa de recorrer a processos “mafiosos” para crescer (neste caso, é mais para não desaparecer). 

Doutrinação

A estratégia dos grupos de pressão LGBT mais qualquer coisa, é óbvia: doutrinação. À boa maneira da que foi feita por todos os regimes ditatoriais, nomeadamente pelo regime nazi e principalmente (porque durou muito mais tempo) pelo regime soviético.

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Já só desejo um PM que não minta tanto

RTP 3

Porque a dicção deste salafrário é péssima (e apesar de má, consegue ser superior à vergonha que evidentemente não tem), não se consegue perceber exactamente as palavras que usou: o PSD tinha introduzido? o PSD tinha endurecido?

O certo é que a ideia que clara e deliberadamente quer transmitir e difundir é que foi o PSD que criou a suspensão da contagem do tempo de serviço para progressão na carreira na função pública.

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Obsessões criminosas

EPA/RONALD WITTEK Lusa

Registo de parcialidade: não gosto dela nem um bocadinho.

Desde logo pelo género de pessoa que demonstra ser. Há dois tipos de líderes políticos: aqueles que se distinguem independentemente da autoridade que o cargo que ocupam lhes possa dar e aqueles que utilizam a sua posição institucional para reforçar exponencial e ilimitadamente a autoridade que pessoalmente lhes falha. Lagarde pertence, nitidamente, a este último grupo.

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Ambições

Acho que já relembrei isto, mas até porque a inevitável demência que me espera quer pela idade quer pelo facto de ser Português, me absolve, vou voltar a contar: há uns anos quando trabalhava quase permanentemente em Lisboa, fui convidado para ir a um jantar de Portuenses que passaram a viver na capital; acho que aquilo era periódico e frequente; bem, a experiência foi tão próxima do surrealismo que saí de lá atordoado com o absurdo em que tinha participado; estava à espera de “tripeiros” radicalizados pela distância, definidos pelas “caralhadas” libertadoras, sinceras e tão, tão eloquentes e colados pelo carácter sincero, cru, nobre e desafectado que nos define, distingue e, porra, que nos faz sentir “em casa”; foi exactamente o contrário; parecia que tinha entrado na sede dos “gajos” que tinham escrito os “protocolos dos sábios (enorme paradoxo)”, não do Sião, mas do “olissipismo”, vulgo imperio do pedantismo e da futilidade. Ou ainda de forma mais compreensível, dos que podem com propriedade dizer “eu sou tão oco como um pneu, mas vou aqui armar-me, empinar o nariz e dizer umas “merdas” para dar a ideia que ultrapassei há muito a condição de simples mortal”.

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A culpa é do…

Desde 1995 (fim dos Governos de Cavaco Silva), isto é, desde há 28 (vinte e oito) anos, o PS governou durante 21 (vinte e um) anos desse período: Guterres, Sócrates e Costa.

Os intervalos no domínio PS foram: Durão Barroso e Santana Lopes (2002 a 2005) durante 3 anos e Passos Coelho (2011 a 2015) durante 4 anos.

Costa é Primeiro-ministro (ou algo semelhante) ininterruptamente há quase 8 anos (falta pouco mais de 1 mês para completar 8 anos).

Obviamente que a culpa de estarmos na cauda da UE, a culpa de sermos cada vez mais pobres e miseráveis, a culpa de cada vez passarmos mais dificuldades, a culpa de nunca, repito, nunca termos pago tantos impostos como agora, a culpa de termos os serviços públicos essenciais (para não dizer todos) como a Educação, a Saúde, e a Justiça em absoluto caos e quase em colapso, a culpa disto tudo é claramente do… Passos Coelho. 

Um velhaco sem limites

Apesar de ter muita dificuldade em lhe chamar Primeiro-ministro porque sempre que me aparece à frente (só na TV, “cruzes, canhoto”), só consigo ver um impostor e um escroque, mas, e não tentam empurrar a nossa culpa para cima dos outros, este é o PM que merecemos.



Um verdadeiro FdP com níveis éticos inferiores aos de um qualquer carteirista ou vigarista de esquina. Para conseguir dizer o que ele diz neste vídeo, é preciso muito mais que apenas não ter “vergonha na cara”. É preciso desconhecer deliberadamente o que vergonha quer dizer.

“Ó trafulha dos trafulhas, se aumentaram os impostos foi porque o teu partido arruinou este País, pediu ajuda para compor a enorme “merda” que fizeram e foram obrigados a fazê-lo. Por única e exclusiva CULPA do teu partido e de um governo em que tu eras o nº2.
Pior, naquele brutal aumento de impostos, ao fim de 8 anos de miserável desprezo por este País, tu reduziste ZERO.
Ainda pior, àquele brutal aumento de impostos, pela calada e tentando sempre negar o que estavas a fazer, tu ainda acrescentaste uma data deles da tua lavra e agravaste uns outros tantos.”

Só com a ajuda de Camões consigo, minimamente, dizer o que sinto:

O dia em que” este governo nasceu” moura e pereça,
Não o queira jamais o tempo dar;
Não torne mais ao Mundo, e, se tornar,
Eclipse nesse passo o Sol padeça.

A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça,
Mostre o Mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.

As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.

Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao Mundo “o governo”
Mais “nojento” que jamais se viu!

Um País dominado pela comunicação da “capital”

Ontem por amizade e generosidade de Siramana Dembelé (vénia, enorme vénia), fui ao Dragão. Quando, a seguir, tive acesso às imagens e respectivos comentários, fiquei com a impressão que não tinha visto o mesmo jogo.

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O beijo

Ponto prévio: o pouco que conheço de Luis Rubiales, indicia que se trata de mais um “perfeito imbecil” que, mesmo antes disto tudo, já colocava em perigo a candidatura conjunta ao Mundial.

O que se está a passar a propósito do “beijo”, demonstra em absoluto, se ainda fosse preciso, a imensa hipocrisia e a desonestidade absoluta que o actual “feminismo” representa. Principalmente em contraponto com a histórica luta para a “igualdade de direitos”.

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Eu sou SÉRGIO CONCEIÇÃO

Não, não é nenhuma derivação do “je suis” qualquer coisa. Quando digo que sou Sérgio Conceição, digo-o porque me identifico avassaladoramente com o seu carácter, com a sua determinação, com a sua honorabilidade, com a sua empatia pelos outros, etc. E acima de tudo com a sua Educação. Sim, com a sua Educação.

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Lagarde: uma opção muito cara

Madame Inflação
Lagarde de Luxo empobrece poupadores e pensionistas

Eu não faço a mínima ideia qual é o salário de Lagarde e da sua equipa, mas não deve andar longe do meu salário de sonho. E sendo assim, não posso deixar de considerar esse custo como um autêntico desperdício porque tendo em conta o “elevadíssimo” nível de sofisticação técnica que desde sempre demonstrou (demonstraram), saía muito mais barato substituí-la por um simples aparelho. E nem precisava de ser algo como um super-computador ou qualquer coisa com inteligência artificial. Bastava um “spectrum” (para quem não sabe o que é: “googlem”).

Normalmente considera-se a crise de 1980 como a primeira crise inflacionista com semelhanças com aquela que agora vivemos. E qual foi a principal resposta dos supervisores financeiros? A subida das taxas de juro. Isto é, em quase 50 anos, a eficiência e a competência do sistema financeiro, evoluíram zero. O que Lagarde faz, está escrito há muito. Não implica qualquer genialidade ou qualquer brilhantismo particular que a distinga. Então se falarmos de inovação ou de rasgo científico, a única forma de os medir é na proporção inversa da subida das taxas de juro.

O que ela faz, podia ser feito por um pequenito computador onde se introduziram os dados da inflação e em micro-segundos, “pimba”, aparecia no ecrã em letras garrafais e a “bold”: subir as taxas de juro em X pontos percentuais! Podia ou não ser acompanhado do som de uma sirene. Saía muito mais barato e até a irritação que a sirene nos poderia causar era menor que a repugnância que se sente ao ouvir aquele exasperante tom de sobranceria e de condescendência que define a voz de Lagarde.

Pior, esta incompetência, esta pequenez de perspectiva, esta total falta de empatia humana que a definem, não são de agora. Este “robot” caríssimo (mais pela miséria que provoca que, propriamente, pela folha salarial) sempre foi assim. Na altura em que liderava o FMI era exactamente o que é agora. E com o mesmo grau de “erudição”. Crise orçamental, austeridade. Estão a ver o famoso “computadorzito” a trabalhar em vez dela, não estão? Introduzia-se o valor do défice orçamental e, “pimba”, lá aparecia o aviso: austeridade. “Prontos”, tiramos a sirene porque para o caso é algo de supérfluo. E superfluidades são coisas que não condizem com a filosofia de frugalidade que Lagarde apregoa, mas que, curiosamente, não cumpre pessoalmente.

Se o grau de evolução científica que os “sábios” da economia (como Lagarde) demonstram, fosse aplicado a outras áreas, enfim, imaginem. Basta regressar aos anos 80. E talvez consigam perceber o nível de anacronismo que este BCE revela.

Obviamente que a isto, é completamente alheio o “jeitaço” que a inflação dá ao sistema bancário. Porque se em tempos maus, não têm qualquer pejo nem vergonha em nos pedir ajuda, ainda por cima, sob a camuflada ameaça do eventual colapso do sistema, nos tempos de “vacas gordas”, é vê-los a baixar o “spread” para aconchegar os seus Clientes, é vê-los a prescindir da autêntica “ladroagem” que as taxas e taxinhas que criaram, representam ou a subir exponencialmente a remuneração dos depósitos. Não? Não me digam que os bancos não estão a fazer isto? Não pode ser. Isso transformava-os automaticamente em instituições sem qualquer credibilidade, dignidade ou sequer idoneidade. Isso colocava-os imediatamente ao nível de um qualquer “agiota de esquina” que, infelizmente, nestes tempos, pululam por aí. A diferença é que os “bancários” têm “estaminés” mais elaborados, usam gravata e falam sempre de modo (ultra) afectado.

E não. Isto não se resolve com proibições. Como qualquer esquerdista de “bem” que leia estas linhas, irá infalível e raivosamente sugerir. Isto resolve-se com liberdade. Mais liberdade. O mercado reage inevitavelmente. E se a oferta não serve a procura, forçosamente surgirão novas propostas que se adequem às necessidades dos consumidores. Não podem é serem impedidas de existir pelo monopólio do cartel bancário

Email enviado a Ana Bernardo

Enviei hoje a Ana Paula Bernardo através da plataforma “parlamento.pt”, o seguinte email:

Ex.ma Senhora,

Não fico particularmente surpreendido com o resultado da função que exerce de relatora da comissão identificada em assunto (Comissão Parlamentar de Inquérito à Tutela Política da Gestão da TAP). Num País onde a “verdade” não depende da factualidade ou da realidade, mas tão só da decisão de maiorias e numa AR cujo “estatuto dos deputados” (6 capítulos, 37 artigos, incontáveis números e alíneas mais 1 anexo) tem como única (uma só) exigência ética para os eleitos, o respeito pela dignidade (conceito vaguíssimo e materialmente indeterminável) da AR e dos deputados (cfr. al.e) do nº1 do art.14º da Lei n.º 7/93, de 1 de Março), nada daquilo que produziu e redigiu consegue ter a capacidade para surpreender.
Não. O que realmente me surpreende é a presunção que faço e que não deve estar muito longe da verdade (daquela verdade “à séria” e não da vossa) que V Exa consegue dormir à noite. Sem que pormenores como a consciência, os escrúpulos ou a probidade lhe atrapalhem o sono. O que realmente me surpreende é outra presunção que faço nas mesmas condições que V.Exa consegue encarar Filhos (desconheço se os tem ou não), Familiares ou Amigos sem que a vergonha a tolha.
Tem noção que num País que não fosse uma “choldra” como aquela em que o seu partido asquerosamente transformou Portugal, o que teve o, infelizmente corriqueiro, despudor de produzir acarretar-lhe-ia responsabilidade criminal, não tem?
O vosso salário devia ser pago em moedas de prata. Mais concretamente, 30 moedas de prata.
Ansiosamente à espera de uma queixa-crime que me permitirá “a posteriori” e em instâncias supra-nacionais, provar “retintamente” o que acima lhe digo,

Carlos Garcez Osório

“Post Scriptum” : esta missiva será divulgada.

Já tivemos a “outra Senhora”, agora temos “esta Senhora”

Imagem: António Cotrim/Lusa

A primeira reacção à presença ou até à existência desta Senhora, é, óbvia e compreensivelmente, de repulsa indignada. Não há ninguém, estou certo, que não tenha ficado com a sólida convicção que a Senhora ontem mentiu com “todos os dentes que tinha na boca”. Desde o registo verbal, passando pela ambiguidade que deliberadamente colocava nas respostas e até à total ausência de lógica na narrativa que tentou impingir, tudo, mas mesmo tudo, evidencia falsidade, mentira e desonestidade. Porra, até o olhar denunciava a trafulhice. Para não falar do tique “pokeriano” de quase sempre levar o dedo à sua orelha esquerda sempre que a mentira era objectiva.

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Eça de Queiroz tinha razão: isto é uma “choldra ignóbil”

Eu, sinceramente, até nem tenho a certeza que o melhor caminho seja a dissolução da AR (tentarei explicar mais abaixo). Mas quer a perspectiva quer os argumentos que normalmente suportam a decisão de o não fazer, parecem-me supinamente hipócritas.

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SLAVA UKRAINI

Tu chamas-te Andriy. Tu chamas-te Iryna. Mas podias chamar-te Manuel. Podias chamar-te Maria. Porque sonhaste ser como nós. Sonhaste ser um de nós. E por isso sofres o indizível. E por isso morres todos os dias. E por isso outro se levanta no teu lugar para sofrer o que tu sofreste. Numa coragem que há muito esquecemos. Numa obstinação que há muito perdemos. Enfrentas o Mal olhos nos olhos e o Mal desvia o olhar para esconder o medo. Enfrentas o gigante e cresces. Cresces, cresces até ao céu e o gigante deixa de ser gigante.

Eu chamo-me Manuel. Eu chamo-me Maria. Mas quería chamar-me Andriy. Mas queria chamar-me Iryna. Porque sonho ser como vós. Sonho ser um de vós.

GLÓRIA À UCRÂNIA. SLAVA UKRAINI.

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Eutanásia – uma discussão pervertida

Eu até sou a favor da eutanásia. Não sou é a favor de visões ideológicas e trafulhas sobre o problema.

Desde o tão bronco quanto imbecil e desonesto dogma dos “direitos individuais não se referendam” até à fraudulenta “mentira” dos “avanços civilizacionais, a grande parte dos argumentos aduzidos são uma” mão cheia de nada”. O que, infelizmente, não deixa de ser lógico e expectável porque a questão que devia ser algo transversal a toda a sociedade e bem acima dos espartilhos ideológicos, foi ilegítima e asquerosamente “confiscada” pela esquerda. E como em tudo o que tem o selo da esquerda, a infalível conclusão só pode ser: estamos a ser “endrominados”.

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Ser governante em Portugal (1)

O novel questionário destinado aos candidatos a governantes é mais um absurdo inútil que Costa inventou para prosseguir o principal objectivo do seu governo: desculpabilizar-se. Porque não tem talento nem substância para ter sucesso, procura apenas explicações que lhe desculpem o insucesso. Pelo meio vai acenando com promessas e ilusões que lhe permitam dar a ideia que o fracasso não é assim tão avassalador.

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A geração que quer espatifar a liberdade

Estou convencido, se calhar erradamente, que de todas as liberdades que podemos ambicionar, não há liberdade mais essencial, mais importante e mais básica que a de expressão. Se pudermos falar livremente, tudo o resto pode ser alcançado. Todos os autoritarismos começam a desmoronar-se quando as populações têm liberdade para se expressar.

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A mentira dos que se dizem preocupados connosco

Há muitas pessoas que apesar de estarem naturalmente preocupadas com o ambiente, têm dúvidas (muitas) sobre os argumentos que histericamente (até por isso) são recorrente e constantemente arremessados. Eu sou uma delas.

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