First we take Manhattan, then we take Berlin
11/11/2016 by

They sentenced me to twenty years of boredom
For trying to change the system from within
I’m coming now, I’m coming to reward them
First we take Manhattan, then we take Berlin
I’m guided by a signal in the heavens
I’m guided by this birthmark on my skin
I’m guided by the beauty of our weapons
First we take Manhattan, then we take Berlin
May you rest in peace, Leonard. We’ll take Manhattan for you.
Foto@TVI24
Rui Rio chega-se (mesmo) à frente
11/11/2016 by

Luís Montenegro deu o mote, Rui Rio chegou-se à frente. Em entrevista ao DN, com perguntas previamente enviadas ao ex-presidente da CM do Porto, Rio afirmou aquilo que já todos sabíamos: que “poderá” ser a alternativa a Passos Coelho se o PSD “não descolar“. Se assim é, o anúncio oficial deve estar para breve. O PSD não só não descola como se afunda, sondagem após sondagem, atingindo níveis historicamente baixos, com a mais recente sondagem da Aximage a empurrar o PSD para uns modestos 28,7% de intenção de voto dos portugueses, quase 10 pontos percentuais atrás do PS (38,3%). Os dias passam, e cada vez menos portugueses estão interessados em ouvir a repetitiva cassete da moribunda Pàf. [Read more…]
Leonard Cohen (1934 – 2016)
11/11/2016 by
Neste dia tão triste, lembremos um excelente texto da Carla Romualdo (já agora, eis outro) e esta Villanelle que o A. Pedro Correia nos trouxe.
Lettres de Paris #17
11/11/2016 by
Je veux être photographe…
.com, era o nome de uma loja na Rue Jacob por onde passei hoje à tarde. A loja estava para alugar. Provavelmente o negócio de realizar o sonho de quem quer ser fotógrafo não deve ser muito rentável. Eu gostava de ser fotógrafa, como gostava de ser (ou ter sido) milhares de outras coisas. Esta hoje principalmente. E esta hoje porque é difícil descrever bem as cidades, o que se sente quando nelas nos passeamos, o que vimos com os nossos olhos, usando apenas as palavras. Gosto muito de tirar fotografias mas reconheço que me falta muito para ser fotógrafa. Sou apenas uma pessoa que gosta de tirar fotografias. Nem sempre (quase nunca, para ser verdadeira) trago comigo a máquina fotográfica melhorzinha, que não é de profissional, seeja como for, mas bastante boa para quem, como eu, gosta de tirar fotografias. Uso-a quando saio propositadamente para passear. De resto, nos dias normais, em que o passeio se resume a ir até ao trabalho, às compras, por uma carta no correio… nesses dias normais ando sempre com uma máquina compacta, muito pequenina, na carteira. E uso-a para tirar fotografias ao que vou encontrando e me desperta o olhar e a atenção.
Um Português à Passos
10/11/2016 by
Rui Naldinho
O exemplo de um Português zeloso das suas obrigações com os mercados.
Eu aproveito para dar os parabéns aos dois primeiros, pelo facto de ao fim de vários anos terem descoberto o “Português Económico”. E, já agora, ao terceiro por ter tido direito a entrevista na RTP, ainda antes de ser detido, privilégio a que nem todos tem acesso, mesmo pessoas importantes.
Na realidade há gajos com sorte!
Sócrates deve estar a roer-se de inveja.
“Temos de empobrecer meus caros, se queremos pagar a nossa dívida. Caso contrário só nos resta emigrar.”
Para a América não, que agora está lá o Sr. Trump! Parece que ele não gosta de “imigras”. Já lhe basta ter de aturar os “cucarachas”. Mas há sempre uma terra desconhecida, algures. Quem sabe um país longínquo onde ninguém queira estar?
Talvez Pedro Dias tenha pensado nisso antes de se entregar!
Grabbed by the balls
10/11/2016 by

Boris Johnson, Mayor de Londres, 2015:
A ignorância estupidificante torna-o completamente inapto para ser o Presidente dos Estados Unidos
Boris Johnson, Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, 2016:
Foto@London Loves Business
O método Felgueiras
10/11/2016 by
Em 2003, a mãe Fátima fez uso do direto televisivo do Brasil para branquear uma fuga inaceitável à justiça quando era acusada de corrupção e de financiamento ilegal da secção local do PS. Fátima Felgueiras chegou a ser acusada de 23 crimes no processo do “Saco Azul” e foi condenada a três anos e três meses de pena suspensa e perda de mandato, sendo absolvida destes crimes em 2011. Mas em Abril de 2011 foi condenada a um ano e oito meses de prisão, com pena suspensa, e a 70 dias de multa pelo crime de participação económica em negócio. Foi obrigada a devolver à autarquia de Felgueiras 16.760 € de honorários pagos pelo município ao advogado brasileiro Paulo Ramalho, quando fugiu para o Brasil.
Em 2016, a filha Sandra que curiosamente trabalha na RTP num programa sobre justiça (adorava ter acesso às atas dos concursos desta contratação), numa jogada de autopromoção, usa a televisão e o direto para dar uma oportunidade de ouro a um suspeito de crimes gravíssimos. Este, obviamente, declara-se inocente e lança suspeitas graves sobre agentes da GNR mortos e vivos criando um desequilíbrio imenso entre a apresentação de argumentos entre agressor e vítimas. Imagino a revolta da família das vítimas quando assistiram àquele espetáculo. Foi um abuso de utilização do serviço público da RTP para promoção pessoal, para um momento de sensacionalismo puro, de reality show, com conteúdo de informação duvidoso ou vago (o que ganhámos ao assistir ao suspeito algemado em direto?).
Independentemente, de algum bom trabalho já realizado no programa de Sandra Felgueiras, este foi um momento de nojo televisivo, de lixo onde crescem os Trumps deste planeta. Este tipo de trabalho não tem lugar no serviço público. A direção da RTP deveria analisar este trabalho e tirar daí as respetivas conclusões, se calhar algumas dolorosas…
Elementar, caro Watson
10/11/2016 by
Obsessões académicas
10/11/2016 by

Ana Paula Vitorino, ministra do Mar do executivo Costa, nomeou o jornalista Fausto Coutinho para seu adjunto. Na nota curricular publicada no Diário da República, para além da vasta experiência jornalística, ficamos a saber que o nomeado se matriculou na universidade, que não chegou a frequentar. Não sendo, nem de longe, nem de perto, comparável com os embustes recentes, questiono-me sobre a relevância de referir que Fausto Coutinho se matriculou numa universidade onde não voltou a pôr os pés. Se isto é currículo, vou ali matricular-me em meia-dúzia de doutoramentos e não aceito menos que uma secretaria de Estado.
Lettres de Paris #16
10/11/2016 by
‘(…) Ne perdez pas de vue que Paris, c’est Paris. Il n’y a qu’un Paris’ (*)
isto foi o que Van Gogh escreveu em 1886 a Horace Mann Livens, quando viveu em Paris, passando tempos difíceis. Apesar deles, dizia ao seu amigo que o ar de Paris, o ar de França, aclarava as ideias. Fazia bem, muito bem.
É verdade, o ar de Paris, não direi de toda a França, veja-se por exemplo o que se passa em Calais, faz bem. Especialmente este ar cheio de um frio fininho que começa a ser cortante. Mas é bom este ar frio num dia de sol, como hoje. Voltei (voltámos) a ser turistas e quando saímos da Rue Suger, apanhámos a linha 4 do metro na Place Saint-André-des-Arts, depois do café no Le Saint-André, o sítio do costume. Saímos em Barbés-Rochechouart e percorremos o Boulevard Rochechouart até encontrarmos a Rue Steinkerque e, no fim desta, a Place Saint-Pierre onde apanhámos o pequeno funicular para o Sacré-Coeur. As escadas e toda a área em volta da igreja estavam cheias de gente, mas isso foi, claro, apenas um pormenor sem importância.
And now Trump? The day after
09/11/2016 by
Do que fui ouvindo e lendo à medida que se desenrolava a campanha presidencial norte-americana, houve para lá dos aspectos bizarros que uma figura controversa possibilita, muita parvoíce sobrevalorizando o perigo que representa eleger o excêntrico Donald Trump. Vejamos, Obama prometeu encerrar Guantanamo e passados 8 anos a prisão ainda funciona. O Obamacare ficou longe da promessa eleitoral. Porque razão temos que acreditar que agora vai ser mesmo construído um muro e veremos emigrantes deportados aos milhares? Se recordarmos a campanha eleitoral de 2000, W. Bush foi eleito com a promessa de não ingerir militarmente no exterior, reduzindo os gastos militares. A administração Clinton havia sido marcada pela intervenção nos Balcãs, culminando no Kosovo, sem esquecer o tristemente célebre episódio da desastrosa intervenção na Somália. E no 1º ano de mandato surgiu o 11 de Setembro e com ele toda a política mudou num ápice. [Read more…]
À espera de Le Pen
09/11/2016 by

O centrão político – conservadores, liberais, social-democratas, trabalhistas – anda há mais de vinte anos a liberalizar os movimentos de capitais, a desregulamentar as actividades financeiras, a promover o “comércio livre”, menorizando as consequências resdistributivas destas opções. Andaram a promover a ideia de que o mundo é mais bem gerido pela “mão invisível” dos mercados do que pelos poderes democraticamente eleitos. De que é que precisam mais para perceber que este é o resultado da sua globalização: que Marine Le Pen vença as presidenciais francesas?
Imagem via Financial Times
Afinal, o “bem-estar” dos portugueses melhorou entre 2011 e 2015
09/11/2016 by
Rui Naldinho
Duarte Marques é um especialista naquilo a que comumente se chama, no jargão, bacoradas. Ele consegue ler um documento do INE de tal forma enviesado, que tudo o que dali retira é a parte que lhe der mais jeito. É uma espécie análise à José Gomes Ferreira.
Na realidade, a partir de 2014, o bem estar dos portugueses começou a melhorar face a 2011, 2012 e metade do ano 2013, porque o Tribunal Constitucional obrigou o governo de Passos Coelho a repor rendimentos, contra a sua vontade, tanto a funcionários públicos como a pensionistas. Devemos agradecer ao TC essa melhoria, e não, ao governo que Duarte Marques elogia. Mais, não tivessem os partidos da oposição levado ao organismo máximo que fiscaliza as leis em Portugal, o TC, a questão dos cortes nos rendimentos e estivéssemos nós à espera do anterior Presidente da República, ainda hoje nos manteríamos na mesma.
[Read more…]
Trump: Era tudo a fingir
09/11/2016 by
Já se sabe que um presidente não pode ser igual a um candidato.
(espero)
Trabalho infantil?
09/11/2016 by

Dá dó profundo ver este pobre miúdo, manifestamente perturbado durante o discurso de vitória do pai, em constante movimento, suspirando, sério todo o tempo, fechando os olhos, encolhendo-se, esticando-se, infeliz; uma criança que deveria estar a dormir às 02.50 da manhã; é triste, é deprimente, é a outra face da medalha de um homem absurdo que vai segurar as rédeas desta superpotência egocêntrica, com uma apetência irresistível e doentia para o show off.
Bilhete do Canadá – Tempestade Americana
09/11/2016 by
São 3 horas da manhã em Toronto e New York. Donald Trump acaba de ser eleito presidente dos Estados Unidos da América e de fazer o seu discurso de vitória, após ter recebido um telefonema de Hillary Clinton reconhecendo a derrota. Vitória por margem mínima e um discurso paroquial, muito ao estilo babado dos patos bravos contentes consigo mesmos e distribuindo agradecimentos a vivos e a mortos, que enumeram pelo nome e parentesco. A multidão delira. E começa agora o caminho para o detestar porque, tendo recebido todas as promessas, será defraudada. Donald Trump, um construtor civil, um outsider sem preparação nem experiência, com ousadia e sem medir aquilo que são as consequências políticas, não pode saber neste momento que a realidade é uma trela curta e dura. A partir de agora, está nas mãos da oposição e da comunicação social que não lhe há-de perdoar nada. O povo, esse será o eterno adiado. [Read more…]
Presidente Donald Trump
09/11/2016 by

À excepção dos autores dos Simpsons ninguém seria capaz de prever que Donald Trump se tornaria presidente dos EUA. Aparecendo de fora do sistema, começou por derrotar o establishment no GOP conseguindo a improvável à partida nomeação. Sem o apoio de grande parte dos Republicanos, em certos casos até contra, terá sido esse o trunfo que ontem lhe permitiu alcançar a vitória. [Read more…]
Trump declara vitória
09/11/2016 by
Obrigado, FBI, deve Trump estar a pensar
09/11/2016 by
One NYT reader's reaction to an FBI letter that newly found emails didn't warrant action against Hillary Clinton https://t.co/NTyJnbeD04 pic.twitter.com/CTkqFaQCJA
— The New York Times (@nytimes) November 7, 2016
Depois de uma América onde se fez caça às bruxas por causa dos comunas, eis um presidente eleito com apoio da Rússia e, possivelmente, no caso dos email, auxiliado pela pátria dos comunistas.
Os mercados não gostam de Trump?
09/11/2016 by
Por enquanto, parece que não.
Global markets react badly to prospect of a Trump victory. https://t.co/qztN9m6T1k pic.twitter.com/51mYENLpGT
— The Upshot (@UpshotNYT) November 9, 2016
Imagem: An employee of a foreign exchange trading company watching U.S. election results in Tokyo.
TORU HANAI / REUTERS
Perceber o resultado de Trump
09/11/2016 by
Harry Enten @ForecasterEnten at FiveThirtyEight https://t.co/YoX1EW6ozs pic.twitter.com/7vVp3jMGBI
— Pedro Magalhães (@PCMagalhaes) November 9, 2016
Trump perto da presidência
09/11/2016 by
São 5 da manhã e o inacreditável está à porta.
The quivering dials from our forecaster show Trump with a 95% chance of being president. https://t.co/E7Uy3hirai pic.twitter.com/KXGJixiAmv
— The Upshot (@UpshotNYT) November 9, 2016
Abrigos nucleares a apenas 30 mil dólares
09/11/2016 by
O botãozinho vermelho de Washington vai começar a mexer. Abrigos nucleares Atlas desde 30 mil dólares. Não tenho (ainda) comissão.














Recent Comments