Fique a conhecer a fraude que são as novas barragens.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Fique a conhecer a fraude que são as novas barragens.
De uma vez por todas, aprendam: a democracia em rede é para democratas, o que não é o caso de uma EDP, incapaz de discutir por exemplo o Plano Nacional de Barragens (PNB) que impôs ao anterior governo, a este e a quem venha a seguir (em Portugal quem manda são os bancos e as grandes empresas que vivem à pala do estado que eles governam, naquele incesto do sai de ministro vai para administrador).

Quem não quer discutir não tem vícios, meteram-se na dróga e virou-se o feitiço quanto ao feiticeiro: um improvisado grupo de críticos do PNB e defensores dos comboios, com o apoio deste bloguezeco, está a dar-vos um grande baile. A crítica já passou para as facturas. Pode ser que aprendam, ou contratem alguém que saiba ler e escrever com um teclado. Isto é muito moderno mas não é para meninos e nunca deve ser tentado em casa.
Nestas coisas da Energia, já se sabe, quem manda em Portugal é o Mexia da EDP. O seu humilde capataz, o Passos – burro mas suficiente para o que é necessário fazer – lá vai executando, de gatas, as medidas do chefe. Quanto ao Viegas, entretido que anda a cobrar as entradas dos museus aos Domingos, ainda nem deve ter percebido muito bem que uma via férrea centenária quase única e uma paisagem Património da Humanidade também fazem parte do seu pelouro. Seja ele qual for.
Neste caso, nem sequer temos desculpa. O facto de sermos governados por um ignorante e iletrado, de quem nada se espera em termos de defesa do património natural e edificado do nosso país, não dá a ninguém o direito de cruzar os braços perante o atentado criminoso que se prepara para o Vale do Tua e a sua inacreditável linha ferroviária.
Para quem não sabe, a Linha do Tua foi equiparada, pelos mais reputados engenheiros, em termos de dificuldade, às Linhas ferroviárias dos Alpes Franceses ou Suíços. Pela sua beleza e rigor técnico, merecia ser classificada como Património Nacional ou, mesmo, Património Mundial da Humanidade.
Ao invés, querem destruí-la. Para dar lugar a uma Barragem, que representará menos de 4% da produção de energia existente de norte a sul. Uma Barragem! Um monte de betão, tão do agrado dos novos engenheiros de Portugal. Os pequenos economistas que hoje mandam no país [Read more…]
A Joana Couve Vieira conta a história toda aqui. A jornalista do Público, Susana Almeida Ribeiro, veio aqui e conta a história no seu jornal citando exactamente esta frase publicada aqui, referindo que a recebeu por e-mail.
“Nunca pensei que esta simples publicação no Facebook tivesse esta repercussão, mas fico contente que tenha acordado outros para o problema. Não me incomoda muito ter sido banida, incomoda-me sim o que a EDP anda a fazer a este país, às pessoas e à Natureza, marketizando mentiras, sem que nada seja feito para o impedir”.
Entretanto o Mural da EDP no Facebook foi inundado de protestos “eu não pedi um plano nacional de barragens” como se vê aqui. No entanto, faltou aqui um link (ou referência) para o Aventar. Não que nos preocupe. Nós andamos sempre por aqui.
ADENDA: Já depois de publicado este post, o artigo do Público foi transferido para aqui. Sem o tal link, é claro.
As gravuras não aprenderam a nadar. A EDP, que agora mete comboios a flutuar nas suas barragens, também não.

O “código de conduta” do page facebook da EDP estabelece normas de utilização “democráticas”. Críticas ou comentário ao status quo é que não pode ser…
A EDP: Há já bastante tempo, mais do que andarem a hipotecar a vida dos portugueses, o que me incomoda mais é andarem a destruir o património natural e construído deste país. E a EDP é a maior materialização dessas destruição. Infelizmente, casos como Vilarinho das Furnas não são histórias do passado e repetem-se até aos dias de hoje. Num momento que vemos os EUA a desmantelar centenas de barragens, porque se chegou à conclusão que os prejuízos são muito maiores do que os benefícios, e tendo como exemplo as mentiras que nos passaram de que os barragens iriam trazer desenvolvimento às regiões em causa, a revolta aumenta.
Nunca pensei que esta simples situação de facebook iria ter esta repercussão, mas fico contente que tenha acordado outros para o problema. Não me incomoda muito ter sido banida, incomoda-me sim o que a EDP anda a fazer a este país, às pessoas e à Natureza, marketizando mentiras, e sem que nada seja feito para o impedir.
Joana Couve Vieira
ps: a reacção, por ora, da EDP no facebook. “A página da EDP no Facebook procura estabelecer um contacto mais próximo com o público, convidando a que nos sejam colocadas dúvidas, questões ou sugestões. Pretendemos potenciar a discussão construtiva e a partilha de informação”.
Não, sra. ministra, não. A barragem de Foz Tua não tem ainda um paredão. Isso é a esperança verde da EDP.
Sra. ministra Assunção Cristas: antes de falar de matérias importantes faça, por obséquio, uma de duas coisas, informe-se com quem sabe ou contrate assessores letrados.
A bem da Nação.
… esta barragem da mentira não terá passado de um sonho pérfido.
Há uns tempos, uma ministra-da-cultura de um país africano, Gabriela Canavilhas de seu nome, vinha a terreiro promover a construção de uma barragem; por entre exemplos de fascismo mal amanhado, a idónea ministra lá tentou convencer todos os portugueses de que a barragem é cultura…
Tenho pessoal fé que Francisco José Viegas, actual secretário de estado da cultura, está consciente de que a construção daquele mamarracho hedonista e desnecessário coloca em perigo todo o Alto Douro… o de agora e o das gerações que se seguem.
* Foto obtida desde o rio Douro este sábado. Como se depreende, um paredão de 90 metros de altura nada interfere… é magia!
… do Jornalismo Patrocinado?
Antes: a barragem do Sabor é um crime!
Depois: a barragem do Sabor é um desígnio da EDP, aquela empresa outrora pública que paga 3 000 000 de euros a gestores privados.
Alguns partidos (PCP e BE) hoje fizeram saber que acham mal o Estado ter acabado com as Golden Share que detinha em algumas empresas. O argumento é que o Estado perde peso na economia. Pressupõe-se então que o oposto, isto é, a presença do Estado nas empresas, tem sido benéfico para a economia e para essas empresas em particular. Vejamos então algumas marcas desse sucesso:
A presença do Estado nas empresas tem sido o maior empecilho ao seu desenvolvimento. Incapacidade de decisão em tempo útil; decisões políticas (e sobretudo a pensar nos votos) em vez de decisões de estratégia económica; instabilidade na gestão (nomeações pela confiança política, em vez de pela competência; mudança de gestão a cada novo governo).
Digam-me, qual é a empresa que saiu mais forte devido à gestão estatal? Acordem, pá.
Eduardo Catroga defende a mobilidade total. Um professor de Setúbal pode ser convidado a trabalhar nas Finanças no Porto.
Como o compreendo. Um homem habituado à mobilidade como ele, quer a solidariedade dos outros.
Vejamos: Eduardo Catroga tão depressa é presidente do Grupo Sapec (uma empresa que tem como maior accionista o grupo Luso Hispanic Investement, patrioticamente sediado no Luxemburgo); como vai a correr para vogal do Conselho de Administração da Nutrinveste (Compal, Frize, Nicola, Fula, Clarim, etc etc); acelera como membro do Conselho Geral e de Supervisão da EDP (percebem agora de onde veio a peregrina ideia de privatizar a Rede Eléctrica Nacional?) e ainda derrapa mas não cai na qualidade de membro não-executivo do Conselho de Administração do Banco Finantia (nunca ouviram falar? e na Sofinloc, sua subsidiária, especialista no crédito para que o povo tenha um carro novo? e na Sofinloc IFIC, o segundo maior agente de seguros em Portugal? e nas Ilhas Caimão onde o Finantia tem uma delegação para desviar mais uns milhões ao pagamento de impostos?). Nos momentos de ócio ainda recentemente encabeçou a lista vencedora nas eleições para o Conselho Leonino.

Tudo isto se compreende num homem que aufere uma reforma de 9693 euros, classe média, portanto.
Sigamos pois não o cherne mas o exemplo de quem ainda negoceia tudo e menos alguma coisa em nome do PSD, e é o candidato natural a ministro das Finanças num governo do Grupo Mello, cargo que já ocupou nos idos de Cavaco Silva, tendo sido o primeiro a colocar a dívida pública acima dos 60% do PIB. Isto é que é um político de primeira, carago.
Notícias recentes dão indicação que já está em andamento a criação de um Parque Temático para o Sabor. Pena que isso não tenha sido feito antes de construírem a barragem do Sabor numa zona muito rica a nível ambiental, fruto da sua localização e características como o facto do rio correr 300m abaixo do planalto transmontano criando um microclima específico e que permitiu ter dos sobreirais e azinhais mais bem preservados do norte de portugal, albergar fauna interessante e ser um corredor ecológico de excepção para o lobo.
Se calhar o problema era ser uma área tão grande de coisas interessantes… por isso preferirem inundar uma parte para não dar tanto trabalho.
Entretanto preparam-se para fazer o mesmo no Tua. Primeiro destroem o que já existe, depois atiram uns milhõeszitos para cima para tentar alegrar todos aqueles que só pensam no curto prazo e não conseguem ver todo o potencial turístico, económico e de coesão social do que já existe nesse vale.
Porque ainda vamos a tempo e para tentar contrariar estas posturas de facto consumado que a EDP e o governo Português tem adoptado na questão do Plano de Barragens, vai-se realizar no próximo dia 27 de Março pelas 15h na Foz do Tua um Abraço pelo Tua.
Nesse dia, os cidadãos pela defesa da Linha e Vale do Tua querem mostrar que Há Vida no Tua e apelam a todos a participar no Abraço de Solidariedade com as pessoas que vivem na Região de Trás-os-Montes e Alto Douro e que dependem deste Bem Comum.
“(Sócrates veio ao Tua inaugurar a 1ª pedra tumular de Trás-os-Montes.
E veio com segurança, sem oposição dos autarcas mais directamente envolvidos. Porque antes o terreno foi devidamente preparado com eficácia pela máquina regional do PS.
Já agora convém lembrar que a empreitada da barragem foi adjudicada pela EDP de António Mexia, ao consórcio Mota-Engil/Somague/FMS, cuja empresa-mestra é presidida pelo socialista Jorge Coelho, que também está a fazer o túnel do Marão e a A4.
Vamos lá tentar “escavar” estes subterrâneos políticos“
Entretanto, o CDS de Alijó acordou agora… talvez ainda vão a tempo de comprar submarinos…
Mentir é muito feio.
Com o alto (90 metros) patrocínio da EDP.
Alguns ambientalistas poderão dizer que a Linha do Tua não é Património “natural” porque interfere com a “natureza”: veja-se, na foto, o impressionante estrago causado pelo viaduto e ponte das Presas (muito próximo da foz do rio).
Ainda bem que um paredão de 90 metros de altura não interfere com a natureza mais do que afogar toda a biodiversidade ao longo de 16 km.…não faz mal!!!, cria-se a merda d’um parque natural, de preferência gerido pelas autarquias e pelo Instituto de Conservação da Natureza para, em conjunto, conservarem a natureza!… Nenhum proxeneta se lembraria de melhor.
A cerca de 866 metros de altitude, a estação ferroviária de Rossas é (foi) a mais alta de Portugal; do alto da Serra da Nogueira, mirando, de um lado, Bragança e, do outro, Macedo, Mirandela e o Douro, Santa Comba de Rossas viu passar os comboios entre 1906 e 1992. O IP4 chegou já depois de Cavaco Silva ter feito saber que as “acessibilidades” é igual a estradas. Ainda bem que jorra o petróleo no Beato…
(foto de Detlef Schikorr, ca. 1973)
Deve estar radioso António Mexia; hoje, acolitado pelos prestimosos ministérios do Ambiente e Cultura, várias autarcas locais (em estado de euforia), e vária outra dessa gente progressista que nos governa (a nós, não a eles), foi iniciar a construção de uma barragem inútil para, dizem, produzir electricidade!…
O Vale do Tua perece assim face aos interesses da Nação que, esses mesmos interesses, tornaram os municípios do Douro os mais pobres de todo o Reino Maravilhoso de Trás-os-Montes, precisamente desde que as salvadoras barragens começaram a chegar;
Depois a salvação de Trás-os-Montes era o IP4, essa desastrosa estrada pejada de cadáveres lançada por Cavaco, o mesmo que, falando ainda recentemente de comboios, se manifestou seu adepto mas que, entre 1988 e 1992 tratou da tosse a cerca de 25% da rede ferroviária.
Tudo isto acontece num pequeno país que gasta o dobro do petróleo** per capita da Dinamarca, que tem o maior rácio de km de auto-estrada por habitante, o único em que a rede de auto-estradas é mais extensa que a rede de vias férreas, e com das piores taxas de salário e mobilidade da Europa.
Portugueses, se morrerdes todos embrenhados numa bola de petróleo em fogo, electrocutados e afogados logo a seguir, será pequeno castigo… aplaudirei de pé.
** o nosso problema – diriam iluminados tudólogos lisboetas – é mesmo esse, a falta de produção energética, não o excesso de consumo…
Em Portugal – um site cada vez mais fixe para passar férias – há muita gente mal paga! Por exemplo, António Mexia, CEO da EDP. Não obstante ter levado um prémio de 3 milhões de euros (coisa menos coisa, 6,315 Salários Mínimos Nacionais) em 2009.
A pensar nessa injustiça, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos deliberou que aquela empresa (que já foi de todos os portugueses) pode aumentar, em 2011, as tarifas 3,8%, sensivelmente três vezes acima da inflação do ano anterior. Se não for suficiente, nós, papalvos, cá estaremos para, em 2012, sofrer outro e outro e outro aumento!…
A “natureza” no vale do Tua na visão da EDP (com o alto patrocínio dos ministérios da Cultura e Ambiente, várias autarquias locais e alguns deputedos eleitos por Bragança e outros) e na visão da… Natureza.
Nota: as imagens foram obtidas sensivelmente no mesmo local – foto da esquerda e da direita. Sim, sim, aquele paredão, sim, avista-se, sim, do rio Douro – ainda classificado como Património da Humanidade. Resta saber se a única região turística que tem crescido nos útlimos anos estará disposta a abdicar daquele título. Os seus autarcas estão! As suas populações… também! Os deputedos… também!… os governantes também… ansiosamente!
Estou às voltas com a infantil e deliciosa inocência dos filhos, a prepará-los para uma noite reparadora que amanhã há trabalho. Silencioso, enquanto faço isto e aquilo, penso que eles têm a sorte de ter um pai que lhes vai poder contar na primeira pessoa o que eram aquelas gargantas, aquele serpenteado que vêem na foto antiga de um comboio que mete medo.
Talvez até se interessem por saber mais sobre aquela água vermelha pútrida que estaciona no colo de uma amarra de betão, enquanto nada por lá acontece. Vou poder contar-lhes, fingindo-me culto, que em Portugal há muitos casos singulares de projectos nunca acabados. Vou-lhes referir a ponte (rodoviária) da Régua, aquela que levaria o comboio a Lamego. Vou-lhes mostrar a foto da ponte seguinte sobre o rio Varosa, uma ponte integralmente construída para ficar de testemunho. Vou-lhes referir que Coimbra teve eléctricos e que também acabou com um comboio que trazia, na época, um milhão de pessoas no vai-vem pendular das gentes de Lousã e que também sucumbiu quando se quis travestir de metro de superfície, e os meus filhos decerto nem entenderão que estou a falar de quase cem anos de diferença, como não quererão enquadrar, na inércia de uma noite de tertúlia, que as linhas estreitas nem nunca chegaram ao seu destino, e, quando já amputadas lhes quiseram dar mais segurança, afinal desligaram as máquinas, deixando-as morrer, não cumprindo uma promessa solene. [Read more…]
Do Conselho Nacional de Cultura ou da inimputabilidade
“A Campo Aberto – associação de defesa do ambiente manifesta publicamente a sua solidariedade com as populações afectadas pela construção da barragem do vale do Tua e o repúdio pelo recente parecer do Conselho Nacional de Cultura, que despreza e ignora o imenso valor patrimonial da simbiose entre a obra humana ferroviária e a grandiosa paisagem em que se inscreve.
A prevista destruição da linha ferroviária do Tua, que uma barragem ameaça submergir, despertou um intenso movimento de repúdio na própria região e um pouco por todo o país. O início de um processo para classificar a linha do Tua como património nacional foi um dos resultados desse movimento, que chegou a despertar alguma esperança. No entanto, o Ministério da Cultura viria a arquivar o processo de classificação, com base num parecer do Conselho Nacional de Cultura. [Read more…]
De uma consumidora alarmada uma mensagem do teor seguinte:
“Gostaria que me tirassem uma dúvida:
Mudei de casa e pus termos ao contrato anterior com a EDP.
Agora recebi uma factura com acertos, desde 2005, num valor que me deixou estarrecida 2 200 euros.
Tenho de pagar?
Não tendo dinheiro nem para liquidar metade, como faço?”
Ante a concreta hipótese de facto suscitada, importa tomar em conta o que segue: [Read more…]
O Jornal de Notícias diz que Portugal terminou 2010 com uma inflação de 1,4%, perante uma média da zona euro de 1,6%.
A EDP vai aumentar a electricidade 3,8% em 2011 e António Mexia “alerta para fim do crescimento baseado na energia barata“.
Isso, energia barata! – com um aumento de preço “legal” quase três vezes acima da inflação e num ano em que os salários vão baixar abruptamente. Energia cada vez mais barata…! Sinto-me um pouco baralhado. Ou isso ou estão a fazer de mim burro… que os carregue.

Just wave and smile…!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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