Eduardo Catroga, um liberal ao serviço do regime comuno-capitalista chinês

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via ECO

Eduardo Catroga esteve 12 anos no topo da hierarquia da EDP, tendo lá chegado uns anos antes da avalanche privatizadora do governo de Pedro Passos Coelho, do qual foi conselheiro e emissário ao mais alto nível, ter entregue a maior fatia da outrora eléctrica portuguesa ao gigante energético China Three Gorges, uma empresa estatal de um daqueles países que, se não ordena execuções em Londres com gás Novichok, faz parecido com localizações e ferramentas diferentes.

Porém, foi com a chegada do regime chinês ao comando das operações da EDP que Catroga chegou mais alto, chamado a exercer funções de presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, em 2012. Resta saber se pelas suas qualidades técnicas, se por algum eventual contributo para o programa eleitoral que o PSD levou a sufrágio em 2011, no seio do qual a política de privatizações era todo um programa em si. Ou não fosse Catroga um homem que percebe de corredores. [Read more…]

Margaret Thatcher e Eduardo Catroga

O tacho do camarada Catroga dura até acabar o dinheiro do Partido Comunista Chinês. O que felizmente para ele nunca irá acontecer.

Substituição de boys à vista na EDP?

sai Eduardo Catroga, boy de Passos Coelho, por acumulação de mandatos, talvez entre Diogo Lacerda Machado, boy de António Costa que está em todas. O dinheiro, esse, continua a entrar nos cofres dos camaradas do PC Chinês.

O Passos e os barões assinalados

Foto: André Kosters/Lusa

Com o final do ciclo passista à vista, queimam-se os últimos cartuchos de propaganda de uma oleada máquina que, nos seus tempos áureos, triturou Manuela Ferreira Leite sem dó nem piedade, a quem se seguiu Aguiar-Branco e Paulo Rangel, recorrendo a práticas tão respeitáveis como a manipulação do Fórum TSF ou a concepção de apoiantes alternativos nas redes sociais, como o célebre caso Maria Luz, magistralmente desmontado e exposto neste blogue pelo J. Manuel Cordeiro.

A máquina, porém, foi esmorecendo, e nem o advento dos observadores foi suficiente para manter o passismo vivo, apesar do forte investimento e de uma mobilização de recursos considerável, na imprensa escrita como nas redes sociais. À governação de péssima memória, guiada pelo radicalismo ideológico e pela quase ausência de resultados, cuja cereja em cima do bolo é a famosa saída limpa com Banif debaixo do tapete, seguiram-se dois anos de puro fanatismo, durante os quais todas as desgraças foram profetizadas, todas as crises aventadas e até a vinda de demónios era dada como certa. [Read more…]

O profissional da política de corredor

Catroga

Quiçá inspirado pelo episódio opaco e mal explicado do amigo-consultor não-oficial do primeiro-ministro, o eterno Eduardo Catroga encurralou António Costa num evento solidário da EDP para lhe oferecer a sua experiência em consultoria de corredor. Depois de o informar que os accionistas da EDP pretendem uma audição com Costa, Catroga tem esta afirmação fabulosa:

Se você precisar de mim para dar aí alguns entendimentos eu disponho-me a isso.

Um homem disponível. Disponível no passado para dar uma mão na ascensão de Passos Coelho, que decidiu a privatização do que restava da EDP, empresa que, imediatamente a seguir, contratou Eduardo Catroga para administrador, disponível no presente para ajudar António Costa nuns “entendimentos” e, quem sabe, para aquecer uma outra cadeira num conselho de administração qualquer. Um profissional dos corredores, subterrâneos e obscuros, onde a política do compadrio acontece. Há quem lhes chame parasitas.

 

Eduardo Catroga e o elogio do bloco central

Passos Catroga

Foto@Puxa Palavra

Eduardo Catroga, um dos maiores beneficiários da ascensão de Passos Coelho, apesar da aparente falta de tempo para exercer as funções inerentes ao tacho cargo para a qual foi nomeado, deu uma entrevista ao jornal Público na qual afirmou que o PSD devia pedir desculpa aos portugueses por não ter reduzido a despesa pública e pelo “colossal aumento de impostos“. Acrescentaria que o primeiro-ministro nos deve vários outros pedidos de desculpa (que não irei agora enumerar na medida em que tal me obrigaria a alongar em demasia), nomeadamente pela transformação de antigos conselheiros e profissionais do spin em boys com privilégios a mais para um país onde, como referiu e bem Catroga, a despesa publica continua descontrolada e a carga fiscal é colossal.

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Catroguices

E um pintelho te negará três vezes, ó Troika.

C’um Catroga! Portas volátil e Passos incapaz

O rubicundo Catroga sofre de incontinência verbal. Às vezes acerta: “Portas é volátil e Passos incapaz de controlar o parceiro da coligação”. Catroga salva-se a tempo dos descarrilamentos. Muda de combóio, na hora exacta.

O fetiche de Catroga

Catroga. “Paulo Portas devia ser amarrado”

A democracia da injustiça e do conflito

O ambiente sociopolítico tem vindo a registar uma degradação e tensões crescentes. Em complemento de manifestações de oposição ao governo, frequentes e mais ou menos participadas, sucedem-se protestos e vaias “inorgânicos”, de Norte a Sul do País.

No fim-de-semana, em Trás-os-Montes, o primeiro-ministro foi acolhido em ambiente de contestação por grupos diversificados em função da área profissional e/ou económica. Hoje, a semana iniciou-se com o impedimento do secretário de Estado dos transportes, Sérgio Monteiro, de discursar na conferência “A região metropolitana, a mobilidade e a logística”, em Lisboa.

Salvo a fase do PREC, naturalmente turbulenta, nunca o nível de conflitualidade social se elevou a este tom. Naturalmente, que a receita de dura austeridade prescrita pela CE, em especial pelos países poderosos da ‘Zona Euro’ aliados ao FMI, está na origem das contestações às injustiças do governo actual: captura e redução de rendimentos a funcionários públicos, reformados e pensionistas, liberalização dos despedimentos e consequente expansão desenfreada do desemprego e de insolvências, propósito de afastamento de dezenas de milhares de profissionais da função pública, endividamento externo em acelerado crescimento, quebras acentuadas do PIB e défice orçamental acima das previsões governamentais.

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Parvoíce

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Reviver o passado relendo Eduardo Catroga

3 de Maio do ano da desgraça de 2011 o maratonista Eduardo Catroga falava assim:

O economista Eduardo Catroga afirmou hoje que a negociação do programa de ajuda externa a Portugal «foi essencialmente influenciada» pelo PSD e resultou em medidas melhores e que vão mais fundo do que o chamado PEC IV.

Numa declaração aos jornalistas, em nome do PSD, Eduardo Catroga considerou que a revisão da trajetória do défice foi uma «grande vitória» dos sociais-democratas.

Congratulou-se também com o facto de o programa de ajuda externa a Portugal não afectar as «pensões de sobrevivência e de invalidez de cerca de um milhão de pensionistas com menos de 200 euros mensais» que, disse, eram «atacadas» pelo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) chumbado em Março pela oposição no Parlamento.

Airmou ainda que o PSD terá autonomia, se for Governo, para substituir eventuais «medidas penalizadoras para os portugueses» do programa de ajuda externa a Portugal por outras que cumpram os mesmos objectivos.

Fartos de Sujeira

Fernanda Leitão

Algumas vezes tenho ouvido e lido pessoas com responsabilidades na vida pública inquietas com o que lhes parece a aversão dos portugueses aos políticos e à política. Nem sempre o que parece é e por isso discordo dessa opinião. E explico porquê.

Os portugueses apreciam a política quanto baste e, em algumas ocasiões,têm mostrado discernimento e maturidade. Uma dessas ocasiões foi quando, nas primeiras eleições livres, rejeitaram a maioria que o PC ambicionava: perceberam que não era inteligente, nem sensato, substituir uma ditadura de 48 anos por outra ditadura que, na altura, já escravizava há dezenas de anos vários países no mundo. Na sua grande maioria, os portugueses apreciam o centro-esquerda e por isso o CDS só tem chegado ao poder como atrelado do PS ou do PSD, para fazer número e negociatas, ao passo que o PC e a extrema esquerda se mantêm numa marginalidade ruidosa mas de utilidade. Reviram-se em Francisco Sá Carneiro e os fundadores do PSD,todos eles de centro esquerda, homens que se pautaram por honestidade e mãos limpas de quem, com verdade, não se pode dizer que usaram a política para encherem os bolsos. E deram o seu apoio eleitoral ao PS sempre que este enfrentou os comunistas ou simplesmente era alternativa de poder.

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Um Pentelho Catroganiano Entre os Dentes

Apoiei Eduardo Catroga aquando daquele arrastado e cínico processo negocial com Teixeira dos Santos. Interiormente, abraçava-o e confiava nele como num experiente senex patriota, apaixonado como eu por Portugal lá, onde outros se apaixonam pelo dinheiro fácil da posição de Poder e se apaixonam ainda mais pela própria aura postiça feroz em maratonas de fingimento e charla. [Read more…]

Eduardo Catroga wiki-hackado

Clique na imagem para ler, ou vá lá enquanto não é reeditada.

O valor de Catroga no mercado nacional é um grande pintelho

Diz Eduardo Catroga que tem seu valor no mercado. Ora deixa cá ver uns apontamentos

No Luxemburgo (grupo Sapec), nas ilhas Caimão (Sofinloc)…

Já fazia parte do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, ou seja um pintelho, tal como a Nutrinveste (onde é que estes pagam impostos?).

Um grande pintelho exportador de lucros por aqui obtidos, um grande maratonista de empresas, corre fundo e ganha a fundo, acima de tudo um homem sério, patriota empenhado, grande gestor… não vamos falar do seu contributo para o défice num governo de Cavaco Silva, pois não?

Catroga nas Finanças exige depilação total

Para que não haja problemas com pentelhos, Eduardo Catroga pôs como condição que, após a sua tomada de posse, todos os trabalhadores dependentes do Ministério das Finanças passem a depilar-se completamente. Tal imposição já está a suscitar reacções variadas, sendo de destacar a de Carvalho da Silva que defende o direito dos trabalhadores à escolha do comprimento das suas pilosidades, para além de não tomar em conta as pessoas que têm reacções alérgicas aos vários métodos de depilação.

Numa rigorosa investigação, o Aventar tomou conhecimento de rumores que ligam familiares de Eduardo Catroga ao ramo de produtos de depilação, o que pode levar a antever um escândalo de favorecimento que, nos bastidores políticos, já vai sendo conhecido por Pentelhogate.

O centrão das contradições

PS e PSD têm demonstrado ser uma e a mesma coisa, em termos de resultados finais para os portugueses: falta ou consciente propósito de ignorar uma visão estratégica, depauperamento do tecido económico do País, os resultados da ilusão de vida fácil à custa do crédito barato e, para remate final, a cedência dogmática às reivindicações de poderosas corporações (advogados, médicos, juízes, pilotos da TAP e outras a que a ordem alfabética me conduziria).

Hoje, como quase diariamente, foi mais uma jornada de contradições e demagogias. Exemplos:

  1.  O pin…cel Catroga diz que “a sua geração nos últimos 15 anos só fez porcaria”  -15 ou 30 anos Dr. Catroga? V.Exa. não se lembra de o governo que integrou, como Ministro das Finanças cavaquista, ter dado carta branca  ao colega Mira para, em desrespeito pelo interesse nacional,  retalhar a alienar a CUF/Quimigal segundo interesses adversos  ao País? Nem sequer se dignaram ouvir accionistas privados; a Sociedade Nacional de Sabões Lda. que detinha 34% da Sonadel foi uma entre vários;
  2. António Nogueira Leite, ex-secretário de Estado de Guterres (1999-2000, XIV Governo Constitucional),  ao Jornal de Negócios  sobre os 20% a atribuir aos comandantes da TAP, pela privatização, diz “Nesta matéria, no PSD responde o seu presidente”. Assim, tal qual, como o “Lavar de mãos de Pilatos”.
  3. O Prof. João Duque – e que Prof., senhores! – afirma: “A taxa de 6% não é nada má”, No mesmo jornal, e em simultâneo, Nogueira Leite assevera: “As taxas de juros que Portugal vai pagar à UE são muitíssimo difíceis” – a divergência seria despicienda se ambos não fossem conselheiros de Passos Coelho para a área da ‘Economia e Finanças’. Enfim…

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Momento púbico eleitoral

Catroga não quer discutir pintelhos.

Eduardo Catroga é o melhor amigo de José Sócrates

 

Eduardo Catroga defende a mobilidade total. Um professor de Setúbal poderá ser convidado a trabalhar nas Finanças do Porto.

Descoberto aqui.

 

Eduardo Catroga, que terá sido convidado para Ministro das Finanças de um futuro governo PSD, sempre deslumbrado com a modernidade, terá afirmado que o futuro da função pública está na mobilidade, não só espacial como funcional. O funcionário público do futuro estará sempre munido de uma tenda e de uma mochila, porque outros amanhãs poderão cantar. É claro que um governo que se proponha fazer isto àqueles que estão sob a sua tutela, será ainda mais permissivo face às empresas que, qualquer dia, mesmo na Europa civilizada, poderão dispor do direito de vida ou de morte dos seus funcionários

É certo que seria importante conhecer o contexto em que estas afirmações foram produzidas, mas já temos duas ideias absolutamente chocantes:

1. A absoluta falta de sensibilidade relativamente àquilo que é a vida das pessoas. Passará pela cabeça deste senhor que alguém que trabalhe em Setúbal tenha família em Setúbal? Saberá o homem que o Porto não fica propriamente a caminho do Portinho da Arrábida?

2. A ideia de que os funcionários públicos são profissionais indiferenciados e, no fundo, sem qualificações. Assim, um professor pode ser funcionário das Finanças de um dia para o outro, do mesmo modo se pode saltar de uma repartição de Finanças para uma sala de aula?

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A mobilidade segundo Eduardo Catroga, o maratonista da economia portuguesa

Eduardo Catroga defende a mobilidade total. Um professor de Setúbal pode ser convidado a trabalhar nas Finanças no Porto.

Como o compreendo. Um homem habituado à mobilidade como ele, quer a solidariedade dos outros.

Vejamos: Eduardo Catroga tão depressa é presidente do Grupo Sapec (uma empresa que tem como maior accionista o grupo Luso Hispanic Investement, patrioticamente sediado no Luxemburgo); como vai a correr para vogal do Conselho de Administração da Nutrinveste (Compal, Frize, Nicola, Fula, Clarim, etc etc); acelera como membro do Conselho Geral e de Supervisão da EDP (percebem agora de onde veio a peregrina ideia de privatizar a Rede Eléctrica Nacional?) e ainda derrapa mas não cai na qualidade de membro não-executivo do Conselho de Administração do Banco Finantia (nunca ouviram falar? e na Sofinloc, sua subsidiária, especialista no crédito para que o povo tenha um carro novo? e na Sofinloc IFIC, o segundo maior agente de seguros em Portugal? e nas Ilhas Caimão onde o Finantia tem uma delegação para desviar mais uns milhões ao pagamento de impostos?). Nos momentos de ócio ainda recentemente encabeçou a lista vencedora nas eleições para o Conselho Leonino.

Tudo isto se compreende num homem que aufere uma reforma de 9693 euros, classe média, portanto.

Sigamos pois não o cherne mas o exemplo de quem ainda negoceia tudo e menos alguma coisa em nome do PSD, e é o candidato natural a ministro das Finanças num governo do Grupo Mello, cargo que já ocupou nos idos de Cavaco Silva, tendo sido o primeiro a colocar a dívida pública acima dos 60% do PIB. Isto é que é um político de primeira, carago.

A arte de produzir programas de governo

Arte interesseira, mas arte. Tanto mais que é obra de artistas de raro talento. Realizada com o objectivo de melhorar as nossas vidas, asseguram eles. Invariavelmente esculpida para a complicar, digo eu.

Os votos são o trunfo que procuram; é necessário, pois, conquistá-los. Como? Através de promessas e programas eleitorais e, neste domínio, os partidos maioritários, PS e PSD, travam acesa luta para captar a vontade dos eleitores – sempre enganados e disponíveis para submissão a novos equívocos.

Com vista ás eleições de 5 de Junho, os pregoeiros da política já desceram à rua, conforme a imprensa nos relata:

  • O PS de Sócrates declara-se bem consciente das suas tarefas principais de governação (de há 6 anos a esta parte esteve inconsciente?);
  • O PSD de Passos Coelho assume o compromisso de apresentar o programa depois de conhecer o quadro da ajuda externa a Portugal (ou seja, o programa ‘laranja’, tal como o ‘rosa’ aliás, será exactamente aquele que FMI-CE-BCE, a famosa troika, vier a definir).

Sócrates, falando em nome de todos nós, afirma: “Portugueses exigem que PSD apresente as suas propostas”. Passos Coelho garante não ser necessário cortar salários nem despedir, para cumprir saneamento financeiro.

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Programa de governo do PSD: sempre a matriz empresarial

O PSD pediu a 55 empresários contributos para um programa de governo cuja elaboração está a ser coordenada por Eduardo Catroga. António Horta Osório ( novo CEO do Lloyds Bank), Faria de Oliveira ( CGD), José Maria Ricciardi ( BES- Investimentos), Ferreira de Oliveira ( Galp), Vera Pires Coelho ( Edifer), são alguns dos empresários, de várias áreas da vida económica, que colaboraram com esta iniciativa. Desse pedido resultaram 365 ideias que serão publicadas em livro, com prefácio de Pedro Passos Coelho, que já declarou que o partido não está vinculado a essas ideias, mas que não deixará de “as ter em boa conta.”

Longe de mim desprezar em bloco qualquer contributo constituído por tantas partes. Não posso, no entanto, deixar de começar por notar a omnipresença de Catroga, o homem que cozinhou em sua casa o Orçamento de Estado que está a ser aplicado pelo governo que o PSD critica. Para os mais distraídos, é o mesmo Eduardo Catroga que já foi Ministro das Finanças, no último governo de Cavaco Silva. É o que se chama, certamente, uma lufada de ar fresco no mundo bafiento da política portuguesa.

Finalmente, a matriz dos últimos anos mantém-se. Na opinião de muitos políticos, da extrema-direita à esquerda aparente, a resolução dos problemas do país reside, apenas ou sobretudo, na visão empresarial. Trata-se de um paradigma em que vivemos há vários anos e que, ao que parece, não tem contribuído grandemente para resolver os problemas do País. Segundo esse paradigma, são os empresários que detêm as soluções milagrosas e desinteressadas, porque um país não seria, afinal, mais do que uma empresa.

Sabe-se que chegarão mais contributos com os estados gerais. Não sei se aí, ainda que em segundo lugar, serão ouvidas outras classes profissionais e auscultados outros quadrantes da sociedade. O que se sabe é que o coordenador é António Carrapatoso, gestor e um dos promotores do Compromisso Portugal.

Reformados e pensionistas: Eduardo Catroga

9693 euros

“Tenho uma carreira de vinte anos como funcionário público e de quarenta como funcionário privado”
“Fiz em paralelo as duas carreiras e agora, por questões de simplicidade e por ser mais prático, as duas pensões são unificadas numa única prestação”

CM

Eduardo Catroga, apesar de reformado, continua a ser presidente da empresa Sapec, administrador não-executivo da Nutrinveste e do Banco Finantia e membro do Conselho Geral e de Supervisão da EDP.
Catroga, que se tornou conhecido como quadro relevante do grupo Mello, foi ministro das Finanças do terceiro Governo de Cavaco Silva, entre Dezembro de 1993 e Outubro de 1995.  Destacou-se então como um dos maiores privatizadores dos governos de Cavaco Silva: foi nesse período que o BPA (Banco Português do Atlântico) foi entregue ao BCP.

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