Bom Natal a todos

Se receberem um postal em casa, aviso já, não fui eu.

The Miguel Relvas Connection

E as festas de Tecno(forma) para todos.

O fantasma Relvas ainda esvoaça sobre a TAP

TAP

O neoliberalismo do governo é implacável. “Qual social-democracia, qual democracia cristã? Estranha, essa ideia de patriotismo e defesa dos interesses nacionais, mesmo os estratégicos.”
No referido tom, decorria o diálogo entre Coelho e Portas, na companhia do Pires que ainda adiantou: “Eu, que fui candidato a ‘nobel cervejeiro’, sem conseguir o prémio por maldade do ingrato Manuel Violas, tenho a autoridade reconhecida em matéria macroeconómica e sou categórico na defesa do princípio do Estado mínimo, sem obrigações sociais e sem uma empresa sequer no património – temos de convencer a velharia, até o Cavaco, a aceitar também a venda da CGD.”

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Reviver o Relvas no Brasil, o vídeo

Não, não acabou. Até que sejam julgados deverá ser sempre assim.

José Luis Arnaut

Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és

Eu próprio tenho vergonha de ser da mesma nacionalidade

Escondeu ter trabalhado com Relvas

Passos Coelho a Nobel da Economia?

41798_65198417291_7710_nMuito se tem dito, e escrito, acerca das opções de política financeira e económica do 1º ministro Passos Coelho, alguns elogiando outros denegrindo. A meu ver, todos estão errados.

É comum, entre as mentes menos esclarecidas, aceitar de forma acrítica ou rejeitar sem fundamento, as teorias verdadeiramente revolucionárias e que representam um vigoroso salto em frente no pensamento e conhecimento humanos. E Passos está a ser vítima desse tipo de inércia característico das pessoas vulgares. Vejamos mais detalhadamente as razões que me assistem na formulação de tão categórica asserção.

Começo por esclarecer os mais cépticos sobre as razões que me têm tolhido o verbo na análise dos aspectos macro-económicos da crise que afecta a zona Euro, em particular, e a União Europeia, em geral. Tal facto deriva apenas do “encolhimento”dos meus rendimentos – assoberbado pelas necessidades do dia a dia, as minhas atenções têm recaído sobre questões cada vez mais pequenas, isto é, micro económicas, como a renda da casa, a alimentação, a conta da farmácia, etc.. [Read more…]

Relvas vai estudar sem vírgula

vai_estudarBento XVI resignou e afastou-se de São Pedro. Relvas, resignado, resolveu afastar-se de São Bento. É compreensível: seria demasiado doloroso contemplar Passos perdido nos Passos Perdidos. Ainda por cima, como se não bastasse a dor de já não lhe chamarem ministro, não lhe sobra sequer a consolação de ser tratado por doutor, com as equivalências pela hora da morte. [Read more…]

Passos Coelho órfão

kaguru relvas

Dois anos como  ministro,  três anos a incubar o líder.
A ver vamos que preço terá o empurrão dado por Passos Coelho.

(bonecada sugerida por certa e determinada pessoa)

Há mais vida para além de “bater punho”

Miguel mostra alternativas a "bater punho"

Miguel mostra alternativas a “bater punho”

“Bater punho com a Tânia até às tantas…”: Esta frase do Miguel Gonçalves, o rapaz do Impulso Jovem que acabou antes de começar, martela de forma impiedosa na minha cabeça suscitando-me várias perplexidades:
– porque razão duas pessoas jovens e saudáveis não encontraram nada mais interessante para fazer?
– e depois, será que nunca lhes passou pela cabeça variar?
– ou ainda, e porquê até às tantas? Podiam, por exemplo, começar por bater um bocado de punho no carro; em seguida ir comer uma refeição ligeira a um sítio giro; fazer depois um passeio romântico e filosofar sobre os mistérios do Bom, do Belo, do Justo e do Verdadeiro; trocar promessas eternas, quaisquer que fossem; querendo mesmo, bater mais um bocado de punho, vá; e, por fim, passar aos capítulos seguintes do empreendedorismo com paixão em local mais recatado.
Perante tão escatológicas dúvidas decidi atirar-me aos escaninhos da minha memória, não deixando gaveta por revirar, almofada por levantar ou canto por espiolhar e, após alguns minutos, o meu subconsciente regurgitou outro pensamento do Miguel Gonçalves que trouxe alguma luz sobre o assunto e, ao mesmo tempo, aportou novas interrogações. Suponho que o processo do Conhecimento seja sempre assim: niilismo, cinismo; sarcasmo e orgasmo!
Que terá dito o tipo de tão interessante que justifique tais prolegómenos? Helás! aqui vai: “se não os sentes a tremer é porque não está a acontecer”. Como vêem este pensamento, se conjugado com o anterior, abre todo um universo de respostas e interpretações. Mas também vem prenhe de um alargado conjunto de interrogações e perplexidades.
Talvez não haja contradição entre “senti-los a tremer” e “bater punho”, podendo “estar a acontecer” o primeiro em consequência do segundo. Ou talvez seja outra coisa… Não tenho uma resposta pronta, mas prometo continuar a debruçar-me sobre o assunto e, muito em breve, voltar a ele mal encontre algumas respostas.

O empurrão ao Relvas

demissão do relvas

A demissão de Relvas e o discurso de Passos: as desventuras dos siameses

Por Santana Castilho

1. Na demissão de Relvas, o evidente disfarça o importante. É evidente que a degradação de algumas instituições de ensino superior, permitida por uma supervisão que funcionou para elas como o Banco de Portugal para o BPN, foi aproveitada por gente sem escrúpulos. Mas o importante, politicamente falando, era saber por que foi agora, e só agora, imolado Relvas. Por que razão, durante dois meses, as conclusões ficaram congeladas na gaveta de Crato. Por que razão Crato apunhalou Relvas, permitindo-se emitir opinião sobre a validade da licenciatura do, ainda, seu par de Governo, quando o juízo foi por ele próprio requerido ao tribunal. Mereça-nos Relvas a crítica que nos merecer, há normas mínimas de conduta, de que nenhum ministro está dispensado. Não só vi Crato cilindrá-las, como o vejo incensado por fazer o que era sua estrita obrigação e não podia deixar de fazer, dada a mediatização do escândalo.
Poucos se lembrarão do que disse Mariano Gago, aquando da eclosão da trapalhada com a licenciatura de Sócrates. Mas eu recordo: que a Universidade Independente havia sido auditada todos os anos, excepção feita ao ano-lectivo de 1999/2000, e que só em 2006 se tinha detectado um problema sério (referia-se à falta de pagamento de salários); que, à data dos factos (mais que anómalos), a inspecção tinha concluído, note-se bem, que era boa a qualidade pedagógica e científica da universidade e que era bom o seu funcionamento administrativo. [Read more…]

A gravidez de Nuno Crato

Nove meses. Nove meses teve Nuno Crato, o campeão do rigor e da exigência no ensino, o professor universitário, para resolver um dilema que lhe deveria ter tomado uma noite.

Nuno Crato soube, como todos nós, em Junho/Julho, que tinha um colega no governo com uma licenciatura aldrabada, vigarizada, comprada em troco seja de favores, mesuras ou simples solidariedade de loja maçónica.

Vamos lá deixar-nos de tretas: o currículo de Miguel Relvas é tão mau que só pelas notas do propedêutico (em exames que por acaso também fiz e que foram os últimos a sério que ele pelos vistos fez) demonstrava no mínimo uma ignorância de caixão à cova. Equivalências a quem tinha notas destas nem nas mais anedóticas Novas Oportunidades.

Um Nuno que ainda fosse Crato, dizia ao primeiro-ministro: ou ele, ou eu. [Read more…]

O ministro demitido

Será que também vai continuar os estudos em Paris?

Grande Merdificador

Encontros ImediatosO grande Merdificador escapa sempre incólume.

Um abraço.

Tenho a plena consciência do preço que paguei ao longo destes anos, das críticas que me dirigiram e, quero dizê-lo sem rodeios, das razões que por vezes lhes assistiam, do julgamento negativo que muitas vezes foi feito quanto à minha participação ou desempenho no governo e, sobretudo, da incompreensão quanto às minhas reais motivações que apenas foram, são e serão servir o meu país.

Não se limitou a falar do que fez. Não lamentou. Não entrou em choradinhos. Foi claro, sincero e assumiu erros. Coisa tão rara na política. Coisa tão rara em Portugal. Agora que Miguel Relvas se demitiu, pode ser que o deixem em paz. Mesmo não concordando com tudo, mesmo considerando que nas críticas que lhe fiz (Regionalização, não fusão de municípios, omissão na CCDRN e RTP-Porto) a razão estava (em meu entender) do meu lado da barricada, não posso deixar de lhe enviar um grande abraço e lhe desejar que seja feliz. Sim, que seja feliz, coisa que hoje, na política, é incompatível.

Com 21 meses no Governo

Miguel Relvas obtêm equivalência a Presidente da República.

Pobre Relvas

anita saudades relvas
Uma vida dedicada à carreira. Uma carreira apontada a um cargo importante num governo abrindo portas aos negócios. Inventou um candidato a primeiro-ministro. Com Marco António Costa precipitou uma ida ao pote na altura mais ingovernável possível.

E, suprema ironia, filado por uma licenciatura-brinde investigada por um jornal  tido por improvável, transforma-se na maior fonte de dichotes populares desde o falecido Velhinho Pateta (vulgo Américo Tomás), com a chatice de em democracia e em rede se multiplicarem rumo ao infinito, reduzido àquilo que sempre foi: um ícone da vida política jotinha, gente sem escrúpulos, símbolo máximo da decadência da II República.

Também vou ter saudades deste asno, que me perdoem os equídeos.

E agora honra a quem a merece

o crime relvas

Para a História fica O Crime, o jornal que investigou Miguel Relvas.

Jardinagem

relvas
Fotografia da Sandra Bernardo

Exclusivo

Relvas vai ter aulas de canto coral. Alentejano.

Saia um licenciatura em história para o Relvas

Sei que só a história me julgará convenientemente e com distância

– disse o aldrabão Miguel Relvas na hora da despedida. Uma licenciatura em história (com h minúsculo, é claro, para evitar o anglicismo estória) da carochinha.

 

Amanhã de manhã

o Relvas já irá ás aulas, ou começa na 2ª feira?

Foi estudar, o Relvas

Um já está. O Crato por ter demorado 2 meses não se demite?

Relvas vai vender pipocas

A remodelação está em marcha.

Ah ganda Relvas

Qual currículo, licenciatura, qual caralho, um gajo vai à empresa e diz ao patrão: tenho aqui uma ideia, e bate o punho, o patrão vem-se e pimba, emprego.

Miguel Relvas encontrou o seu gémeo em novo. No Youtube.

Ó puto Passos Coelho, toma lá este para ministro dos transportes: [Read more…]

Nós Derrubamos Governos!

Não poderia estar mais de acordo com este resumo do relvismo: da flébil emergência à crassa inexistência de um ministro. Só nos saem figuras tristes, personagens para esquecer, coladas ao assento pelo cuspo do hábito. Que Relvas fosse evacuado, regressando à sua vida empresarial ‘dinâmica’, génio que é dos mil contactos e dos mil favores devidos e a haver, seria uma folga dada desde logo ao baraço no pescoço do Governo Passos. Pode não chegar. Sinto-me globalmente traído. Confiei em que, com Passos, o critério da delicadeza, da verdade, e da sensibilidade para com as pessoas concretas estaria antes de qualquer decisão gizada na frieza de um gabinete nacional ou europeu. Enganei-me e enganei-me ainda mais tendo em conta a falta desesperante de resultados positivos. Eu e milhões de portugueses, num protesto contínuo e incansável, derrubamos o Governo Sócrates porque era uma escandalosa obscenidade em movimento, feérica, estúpida, movida talvez a cocaína. Um embuste. Uma loucura. Provavelmente, milhões de portugueses e eu voltaremos a mover o polegar, como o Imperador. Não haja ilusões: com a queda deste Governo, toda a classe política, cega, surda, tacticista, tagarela, seria vergastada e derrubada igualmente. Cresce-nos um nojo que pode não poupar nem o menino [a vestigial democracia, sistema de castas] nem a água do banho [queda em desgraça de mais um Governo].

Relvas, Qualidades Humanas e Políticas

Estou numa etapa da minha vida marcada pela distensão na militância cívica, pelo amor à minha paz de espírito e pela compaixão pelo próximo. Procuro fundamentalmente abster-me de chatices. Mas sempre que acidentalmente passo os olhos pelo que escreve um socratista, a advogar mais Sócrates, claro, tenho imediatamente uma recaída, sobretudo quando o ponto de partida ou o termo de comparação é Relvas. Reagir, para mim, é como palitar os dentes. Como diria António Costa, ó’bam’á’ber: ninguém no seu inteiro juízo terça argumentos contra ou a favor de Relvas.

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“Podemos Cantar Todos, Não?”

Sim, podemos. Mas para cantarmos todos… convinha todos saberem a letra

Hoje, lembrei-me de Ginsberg

Hoje, lembrei-me de Ginsberg:

«Are you being sinister or is this some form of practical joke?»

Não me venham dizer que Miguel Relvas não sabe o que é uma universidade.

Marcelo Rebelo de Sousa